Pesquisar
Close this search box.

BRASIL

Ministério das Mulheres divulga resultado parcial de empresas certificadas pelo selo Pró-Equidade

Publicado

O Ministério das Mulheres divulgou edital com resultado parcial das empresas aptas a receber o Selo Pró-Equidade de Gênero e Raça. Das 87 empresas que participam do programa, 74 foram aprovadas nesta primeira fase. Aquelas que estão inaptas à certificação podem entrar com recurso até o dia 15 de abril, por meio do e-mail [email protected].

Para recurso, as empresas precisam apresentar evidências e complementar o relatório. A previsão para a divulgação do resultado final é dia 17/4, que será publicado no portal do Ministério das Mulheres.

programa Pró-Integridade é uma ferramenta estratégica para construir um futuro alinhado aos princípios de justiça social e cidadania plena.  

Confira as empresas certificadas:

  1. ALTAVE
  2. AMAZUL
  3. APEX
  4. ARTERIS
  5. AXIA Energia
  6. BAHIAGÁS
  7. BASA
  8. BANCO DO BRASIL
  9. BNB

10. BNDES

11. BOCH

12. BRB

13. CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

14. CASA DA MOEDA

15. CASEMBRAPA

16. CEPEL

17. CIELO

18. CODEVASF

19. CONDEP

20. CONAB

21. CORREIOS

22. DATAPREV

23. DESKTOP

24. DOW

25. EBC

26. ECONOMUS

27. ECORODOVIAS

28. ELANCO

29. ELETRONUCLEAR

30. EMBASA

31. EMBRAPA

32. EMGEPRON

33. EPE

34. FACHESF

35. FBB

36. FCOPEL

37. FINEP

38. FIOCRUZ

39. FUNCEF

40. GHC

41. GRU

42. GRUPO REHAEL

43. GRÁFICA SANTA MARTA

44. HCPA

45. HEMOBRÁS

46. INFRA

47. ITAIPU BINACIONAL

48. ITAIPU PARQUETEC

49. KENVUE

50. LIBERTAS

51. LUFT

52. MEGAVALE

53. MONTISOL

54. MOTIVA

55. NEOENERGIA

56. NOVA ROTA DO OESTE

57. NUCLEP

58. PETROBRAS

59. PETROS

60. PREVI

61. PWC

62. SALT

63. SEBRAE

64. SERPRO

65. SEST SENAT

66. SPDM

67. STELLANTIS

68. TELEBRAS

69. TIM

70. TRANSPETRO

Leia mais:  Operação Eleições 2026: MJSP realiza análise de risco sobre o processo eleitoral

71. TRIUNFO-TRANSBRASILIANA

72. UNILEVER

73. VIVEST

74. VWFS

Fonte: Ministério das Mulheres

Comentários Facebook
publicidade

BRASIL

“Reduzir a jornada sem reduzir salário é valorizar a vida dos brasileiros”, diz Luiz Marinho

Publicado

As centrais sindicais entregaram ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, nesta quarta-feira (15), no Palácio do Planalto, as propostas da classe trabalhadora para o período de 2026 a 2030. O documento foi elaborado durante a plenária da Conferência Nacional das Classes Trabalhadoras (Conclat) e traz como principais pontos a redução da jornada de trabalho e o fim da escala 6×1.

A entrega ocorre em um momento em que o Governo do Brasil já encaminhou ao Congresso Nacional, na terça-feira (14), um Projeto de Lei em regime de urgência que prevê a redução da jornada sem diminuição de salários e estabelece o fim da escala 6x, uma demanda histórica das entidades sindicais.

Presente na reunião, o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, destacou a importância da proposta enviada pelo Governo. Segundo ele, a medida representa um avanço na qualidade de vida da população. “A proposta enviada pelo Governo significa valorização da vida dos brasileiros. O que se debate é a redução da jornada de trabalho sem redução de salário e, junto, uma bandeira para a valorização da vida. A escala 6×1 é a pior das escalas de jornada de trabalho que possa existir, em especial para as mulheres”, afirmou.

Durante a abertura do encontro, o ministro também ressaltou a relevância do diálogo com a classe trabalhadora e o contexto positivo do mercado de trabalho. “Pensar nos direitos da classe trabalhadora, pensar no avanço das conquistas, num momento em que temos o menor índice de desemprego da nossa história, gerando empregos, aumentando a massa salarial, elevando salários e avançando nas conquistas, além de refletir sobre o direito às negociações dos trabalhadores da iniciativa privada e do serviço público, é muito importante neste momento”, disse.

Leia mais:  Governo do Brasil orienta beneficiários do Luz do Povo

O Projeto de Lei encaminhado pelo Governo do Brasil estabelece o fim da jornada 6×1 sem corte nominal ou proporcional de salários, nem alteração de pisos, com validade para contratos em vigor e futuros, em todos os regimes de trabalho. A proposta também prevê a redução da jornada semanal de 44 para 40 horas, garantindo dois dias de descanso remunerado.

Outro ponto abordado por Luiz Marinho foi a preocupação com a pejotização. Para o ministro, a prática compromete a estrutura das relações de trabalho no país. “A pejotização leva à desestruturação das relações de trabalho no país, destruindo o Fundo de Garantia, fragilizando a Previdência Social e o FAT, além de diminuir a eficiência do Sistema S. É um retrocesso incalculável nas relações de trabalho”, avaliou.

Reivindicações

Na reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, participaram lideranças de diversas centrais sindicais, entre elas a Central Única dos Trabalhadores, a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil e a Força Sindical. Mais cedo, em Brasília, as entidades promoveram a Marcha das Centrais, com o objetivo de pressionar por avanços nos direitos trabalhistas e pela melhoria das condições de trabalho no país.

Ao todo, foram apresentadas 68 reivindicações ao presidente, das quais 26 foram elencadas como prioritárias. Entre os principais pontos estão a redução da jornada de trabalho, o fim da escala 6×1, a regulamentação da Convenção 151 da OIT, a adoção de uma política de valorização do salário mínimo sem limitações vinculadas ao arcabouço fiscal, a aprovação do projeto de correção da tabela do Imposto de Renda, a isenção de IR sobre a Participação nos Lucros e Resultados (PLR), a redução da taxa de juros, o enfrentamento da pejotização e a regulamentação do trabalho por aplicativos.

Leia mais:  MTE inicia pagamento do abono salarial para mais de 4,2 milhões de trabalhadores nesta quarta-feira (15)

 

Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

Comentários Facebook
Continue lendo

BRASIL

Operação Bulwark coordenada pela Senasp combate produção de conteúdos digitais de violência extrema

Publicado

Belo Horizonte, 16/4/2026 – O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), por meio da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), coordenou, nesta quinta-feira (16), a Operação Bulwark, uma ação integrada executada pelas polícias civis para reprimir conteúdos digitais relacionados à violência extrema e ao discurso de ódio.

Até o momento, mais de 5,5 mil usuários foram afetados pela operação, que já realizou a moderação de 180 contas de redes sociais, o cumprimento de 33 mandados de busca e apreensão, a realização de 20 intervenções cautelares e oito prisões, sendo seis em flagrante. A iniciativa visa à desarticulação de ecossistemas digitais nocivos, caracterizados pela disseminação de discurso de ódio, pelo incentivo à violência e por processos de radicalização, especialmente entre jovens.

A operação teve como foco a repressão a crimes relacionados a atos extremistas, à exploração sexual de crianças e adolescentes e ao compartilhamento desses conteúdos na internet. A Bulwark também incluiu ações coordenadas de moderação de conteúdo, com vistas à sua remoção, bem como à desativação de perfis e de grupos ilícitos em redes sociais e aplicativos de mensageria.

O secretário nacional de Segurança Pública, Chico Lucas, destacou a importância do trabalho integrado das forças, demonstrada pela operação. “As polícias civis tiveram protagonismo na investigação e no cumprimento das medidas, a partir de informações compartilhadas pela Senasp, com foco na proteção da sociedade e na prevenção de eventos críticos”, disse.

Investigações

As investigações foram conduzidas pelas polícias civis estaduais e pelo Ministério Público, que, a partir de informações compartilhadas no âmbito do Laboratório de Operações Cibernéticas (Ciberlab) e de procedimentos próprios, analisaram os elementos recebidos, representaram pelas medidas cabíveis, solicitaram providências e cumpriram mandados de busca e apreensão.

Leia mais:  Canal Ligue 180 registra crescimento de 27% nas denúncias e 10% nos atendimentos no primeiro trimestre de 2026

O Ciberlab atuou na produção e difusão de Relatórios Técnicos de Inteligência, com base no monitoramento de ambientes digitais de risco, identificando padrões de radicalização, de disseminação de violência e de atuação de grupos em plataformas online, o que subsidiou a atuação das forças policiais estaduais.

Mobilização nacional

A operação mobilizou policiais civis dos estados de Minas Gerais (MG), Pará (PA), São Paulo (SP), Santa Catarina (SC), Rio de Janeiro (RJ), Ceará (CE), Paraná (PR), Alagoas (AL), Piauí (PI), Goiás (GO), Mato Grosso (MT), Maranhão (MA), Acre (AC), Bahia (BA), Pernambuco (PE), Amazonas (AM), Rio Grande do Sul (RS) e Rio Grande do Norte (RN).

A operação contou, ainda, com a participação do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), bem como com o apoio da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) e do Centro Integrado de Inteligência Cibernética (AGCI-Cibertin-MG).

O nome “Bulwark”, que significa “linha de defesa”, faz referência à atuação do Estado na contenção de ameaças digitais com potencial de impacto no mundo real. A ação integra esforços contínuos do MJSP voltados à prevenção da violência no ambiente digital e à proteção de públicos vulneráveis, com atuação coordenada entre os órgãos do Sistema Único de Segurança Pública (Susp).

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

Comentários Facebook
Continue lendo

Envie sua denúncia

Clique no botão abaixo e envie sua denuncia para nossa equipe de redação
Denuncie

DIAMANTINO

POLÍTICA MT

POLICIAL

MATO GROSSO

POLÍTICA NACIONAL

ESPORTES

Mais Lidas da Semana