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Operação Bulwark coordenada pela Senasp combate produção de conteúdos digitais de violência extrema

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Belo Horizonte, 16/4/2026 – O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), por meio da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), coordenou, nesta quinta-feira (16), a Operação Bulwark, uma ação integrada executada pelas polícias civis para reprimir conteúdos digitais relacionados à violência extrema e ao discurso de ódio.

Até o momento, mais de 5,5 mil usuários foram afetados pela operação, que já realizou a moderação de 180 contas de redes sociais, o cumprimento de 33 mandados de busca e apreensão, a realização de 20 intervenções cautelares e oito prisões, sendo seis em flagrante. A iniciativa visa à desarticulação de ecossistemas digitais nocivos, caracterizados pela disseminação de discurso de ódio, pelo incentivo à violência e por processos de radicalização, especialmente entre jovens.

A operação teve como foco a repressão a crimes relacionados a atos extremistas, à exploração sexual de crianças e adolescentes e ao compartilhamento desses conteúdos na internet. A Bulwark também incluiu ações coordenadas de moderação de conteúdo, com vistas à sua remoção, bem como à desativação de perfis e de grupos ilícitos em redes sociais e aplicativos de mensageria.

O secretário nacional de Segurança Pública, Chico Lucas, destacou a importância do trabalho integrado das forças, demonstrada pela operação. “As polícias civis tiveram protagonismo na investigação e no cumprimento das medidas, a partir de informações compartilhadas pela Senasp, com foco na proteção da sociedade e na prevenção de eventos críticos”, disse.

Investigações

As investigações foram conduzidas pelas polícias civis estaduais e pelo Ministério Público, que, a partir de informações compartilhadas no âmbito do Laboratório de Operações Cibernéticas (Ciberlab) e de procedimentos próprios, analisaram os elementos recebidos, representaram pelas medidas cabíveis, solicitaram providências e cumpriram mandados de busca e apreensão.

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O Ciberlab atuou na produção e difusão de Relatórios Técnicos de Inteligência, com base no monitoramento de ambientes digitais de risco, identificando padrões de radicalização, de disseminação de violência e de atuação de grupos em plataformas online, o que subsidiou a atuação das forças policiais estaduais.

Mobilização nacional

A operação mobilizou policiais civis dos estados de Minas Gerais (MG), Pará (PA), São Paulo (SP), Santa Catarina (SC), Rio de Janeiro (RJ), Ceará (CE), Paraná (PR), Alagoas (AL), Piauí (PI), Goiás (GO), Mato Grosso (MT), Maranhão (MA), Acre (AC), Bahia (BA), Pernambuco (PE), Amazonas (AM), Rio Grande do Sul (RS) e Rio Grande do Norte (RN).

A operação contou, ainda, com a participação do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), bem como com o apoio da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) e do Centro Integrado de Inteligência Cibernética (AGCI-Cibertin-MG).

O nome “Bulwark”, que significa “linha de defesa”, faz referência à atuação do Estado na contenção de ameaças digitais com potencial de impacto no mundo real. A ação integra esforços contínuos do MJSP voltados à prevenção da violência no ambiente digital e à proteção de públicos vulneráveis, com atuação coordenada entre os órgãos do Sistema Único de Segurança Pública (Susp).

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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Governo do Brasil lança Escola do Trabalhador 4.0 em Ribeirão Pires (SP) nesta sexta-feira (17)

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O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, participa, nesta sexta-feira (17), às 10h, em Ribeirão Pires (SP), da cerimônia de lançamento da Escola do Trabalhador 4.0 no município. Após a solenidade, o ministro concede entrevista coletiva à imprensa local.

A Escola do Trabalhador 4.0 é uma iniciativa do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), em parceria com a Microsoft, que oferece cursos gratuitos nas áreas de tecnologia, produtividade e competências digitais. Integrante do Programa Caminho Digital, a plataforma tem como objetivo preparar trabalhadores brasileiros para os desafios da economia 4.0, ampliando oportunidades de qualificação e empregabilidade.

Às 14h, em Santo André, o ministro cumpre agenda na sede da Agência de Desenvolvimento Econômico do Grande ABC, onde se reúne com representantes do Instituto Federal de Mauá e Diadema e com setores econômicos da região.

Lançamento da Escola do Trabalhador 4.0 em Ribeirão Pires (SP)

Data: 17 de abril (sexta-feira)

10h – Cerimônia de lançamento da Escola do Trabalhador 4.0
Local: Fundo Social de Solidariedade – Avenida Francisco Monteiro, 2940 – Santa Luzia (Ribeirão Pires)

11h – Coletiva de imprensa
Local: Fundo Social de Solidariedade – Avenida Francisco Monteiro, 2940 – Santa Luzia (Ribeirão Pires)

14h – Diálogo com o Instituto Federal (campi de Mauá e Diadema) e com setores econômicos da região do Grande ABC
Local: Sede da Agência de Desenvolvimento Econômico do Grande ABC – Av. Ramiro Colleoni, 5 – Centro, Santo André

 

Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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Ministérios articulam legado social e combate à violência para a Copa Feminina 2027

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Para enfrentar a violência de gênero no país do futebol, em que o ambiente de campo e arenas ainda é predominantemente masculino, o Ministério das Mulheres, em parceria com o Ministério dos Esportes, compôs uma seleção de representantes para definir estratégias de perspectiva de gênero para a Copa do Mundo Feminina de 2027.

Para que a competição, que ocorre pela primeira vez na América do Sul, seja um marco de desenvolvimento, inclusão e legado social, os ministérios vêm trabalhando por meio de dez comissões técnicas, de forma a abarcar as exigências e melhorias para o mundial, que acontecerá em oito cidades-sedes (Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo), com 32 seleções, no período de 24 de junho a 25 de julho de 2027.

A agenda, que já está em articulação entre as pastas e outros órgãos do governo federal, como Turismo e Segurança Pública, busca elaborar o plano nacional do legado da Copa Feminina, previsto para setembro. Dentre as pautas transversais desenhadas está a busca pela igualdade entre homens e mulheres no esporte, valorização da profissão de jogadora feminina, bem como a ampliação de atletas femininas na categoria de base.

Sem violência em campo

Em 2023, a Federação Internacional de Futebol (FIFA) revisou o Código de Ética e Disciplina, eliminando o prazo limite para a denúncia de casos de abuso sexual, assédio e exploração, permitindo que vítimas denunciem agressões antigas.

A ministra interina do Ministério das Mulheres, Eutália Barbosa, destacou que a parceria entre o Esporte e Mulheres é antiga. Para ela, a pauta que une os ministérios é transversal e necessária, pois dialoga com mulheres e meninas no esporte. “Queremos construir não só um excelente evento, mas construir estratégias para essa pauta tão importante para meninas e mulheres no Brasil”, afirmou Eutália.

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Para a secretária Extraordinária para a Copa do Mundo de Futebol Feminino de 2027, Juliana Agatte, do Ministério do Esporte, os ministérios buscam entregar para a sociedade, além de um legado esportivo, um legado social.

“Não tem como falar de futebol, de Copa Feminina de futebol, sem falar do Ministério do Esporte junto com o Ministério das Mulheres. A gente tem o objetivo de construir o plano nacional do legado, que passa pela ideia da profissionalização do futebol feminino, mas também pelo legado social, que reforça as formas de violência contra a mulher e combate ao feminicídio”, explicou Juliana.

Desdobramentos

Até o início da competição mundial, que começa em junho de 2027, as pastas trabalharão juntas para discutir melhorias e implementar ações que possam corroborar para o fim da violência nos estádios.

O objetivo é fazer com que campeonatos de futebol possam ser frequentados por mulheres e meninas, em segurança. Atualmente, apenas um estádio possui equipamento especializado de atendimento à mulher, que é o Mineirão, em Belo Horizonte. De acordo com a secretária Juliana, a expectativa é que, a exemplo do que acontece na capital mineira, as arenas do país possam contar com essa estrutura de atendimento às mulheres, principalmente, nas cidades-sedes do Mundial Feminino.

 

Fonte: Ministério das Mulheres

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