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EDUCAÇÃO

Novo Pronacampo: videoconferência orienta sobre adesão

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Na quinta-feira, 18 de setembro, o Ministério da Educação (MEC) e a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) realizarão uma videoconferência para orientar as redes sobre a adesão à Política Nacional de Educação do Campo, das Águas e das Florestas (Novo Pronacampo). O encontro ocorrerá às 15h (horário de Brasília), com transmissão ao vivo pelo canal do MEC no YouTube e pelo Conviva Educação.   

O evento tem como objetivo estimular a adesão ao Novo Pronacampo, cujo prazo segue aberto até 5 de outubro por meio do Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec). A adesão é voluntária, mediante assinatura de termo de adesão disponível na página do Novo Pronacampo. 

Na ocasião, os representantes das redes de ensino poderão conhecer mais detalhes da nova política do MEC e dimensionar o impacto e a importância da adesão. As perguntas dos participantes serão respondidas pelo coordenador-geral de Políticas de Educação do Campo da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi) do MEC, Evandro Costa de Medeiros.  

Além da videoconferência, o MEC disponibiliza, em seu portal, um guia de orientação para apoiar as redes no processo de adesão. 

Novo Pronacampo – Instituída pela Portaria nº 538, de 24 de julho de 2025, a Política Nacional de Educação do Campo, das Águas e das Florestas (Novo Pronacampo) busca a ampliação do acesso e a qualificação da oferta da educação básica e da educação superior; a melhoria da infraestrutura das escolas; a formação inicial e continuada de professores; e a disponibilização de material específico aos estudantes em todas as etapas e modalidades de ensino. 

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Entre as metas da política, estão: a estruturação de um sistema de avaliação e monitoramento da educação dos povos do campo, das águas e das florestas; o estímulo à construção de capacidades institucionais para a condução das políticas de educação dos povos pelos entes federados e no sistema de governança popular; e a consolidação da modalidade de educação do campo, das águas e das florestas, com a implementação das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Escolar do Campo, conforme a Resolução CNE/CEB nº 1, de 3 de abril de 2002.    

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secadi

Fonte: Ministério da Educação

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EDUCAÇÃO

Ufam oferece atendimento de saúde a distância no Amazonas

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O Telessaúde da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) oferece atendimento especializado de saúde a distância para pacientes do estado. A iniciativa conecta profissionais de saúde das localidades a especialistas do Hospital Universitário Getúlio Vargas (HUGV) da Ufam, permitindo avaliação de casos, apoio diagnóstico, assistência e definição de condutas de forma remota. 

Como funciona – O atendimento começa na unidade de saúde do município. Quando o profissional identifica a necessidade de avaliação especializada, o paciente é inserido na plataforma do Telessaúde. A equipe de regulação do HUGV/Ufam agenda a consulta online, que conta com a participação de especialista em Manaus, do profissional de saúde e do paciente no município de origem. 

Atualmente, o projeto oferece 19 especialidades, entre elas: cardiologia, cirurgia geral, dermatologia, endocrinologia, gastroenterologia, ginecologia, nefrologia, neurologia, neurocirurgia, oftalmologia, ortopedia, pediatria, pneumologia, psiquiatria e odontologia. Também são oferecidos serviços de teleconsultoria, telediagnóstico, teleducação e segunda opinião formativa. 

A avaliação remota permite discutir diagnóstico e tratamento e, quando possível, possibilita que o próprio profissional de saúde realize o acompanhamento ou procedimento no município. Nos casos que exigem atendimento presencial, a telerregulação organiza o encaminhamento ao HUGV/Ufam, com exames e atendimento previamente programados. Após a consulta ou o procedimento, a contrarreferência e o telemonitoramento contribuem para a continuidade do cuidado no território. 

Atendimentos – Entre janeiro e maio de 2026, foram registrados 973 atendimentos especializados. Desse total, 857, ou 88,07%, foram resolvidos por meio do Telessaúde, sem necessidade de atendimento presencial em Manaus. No mesmo período, foram realizadas 26 cirurgias em pacientes identificados e acompanhados pelas teleconsultas. 

O projeto possui adesão de 34 municípios e oito Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEIs), com atendimento a populações indígenas, ribeirinhas e residentes em áreas remotas do Amazonas. 

Em 2025, o Telessaúde HUGV/Ufam realizou 1.551 teleinterconsultas, 1.305 telediagnósticos e 359 teleconsultorias, entre outros serviços, alcançando 6.271 participantes. Segundo dados da iniciativa, também foi registrada economia estimada de R$ 45 milhões, associada principalmente à redução de custos com deslocamentos e Tratamento Fora de Domicílio (TFD). 

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A iniciativa integra o Núcleo Acadêmico-Técnico-Científico de Saúde Digital da Amazônia (NTSA), da Ufam, voltado ao desenvolvimento de ações de saúde digital na região. 

Para mais informações, consulte a página no Instagram do Telessaúde Ufam

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Superior (Sesu) e da Ufam  

Fonte: Ministério da Educação

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EDUCAÇÃO

Chamadas abertas para 2ª edição dos Cadernos Brasileiros de Educação Popular

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Os Cadernos Brasileiros de Educação Popular (CBEP) estão com chamadas abertas para a submissão de trabalhos que valorizem conhecimentos científicos, artístico-culturais e pedagógicos construídos em diferentes experiências da educação popular, abrangendo temas como hip-hop, cursinhos populares, saberes indígenas, quilombolas e de comunidades tradicionais. 

Iniciativa do Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi), os CBEP são executados em parceria com o programa Pensar a Educação do Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT). 

Os trabalhos podem ser enviados diretamente pelo e-mail [email protected]. A publicação tem periodicidade irregular e recebe submissões em fluxo contínuo.  

A iniciativa recebe contribuições em diferentes formatos, como artigos científicos, relatos de experiência, ensaios, resenhas, vídeos e outras produções, desde que fortaleçam o diálogo, a circulação e a produção de conhecimentos no campo da educação popular. 

As normas para publicação dos trabalhos seguem uma política editorial específica, que pode ser acessada no site dos CBEP. A primeira edição dos Cadernos contou com mais de 20 trabalhos, que também podem ser acessados no site da publicação. 

CBEP – Os Cadernos Brasileiros de Educação Popular buscam conferir visibilidade e protagonismo à pluralidade de fazeres, saberes e linguagens de povos indígenas, comunidades quilombolas, populações LGBTQIAPN+, pessoas do campo e das periferias, entre outros grupos historicamente comprometidos com a construção da educação popular. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, da Secadi

Fonte: Ministério da Educação

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