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POLÍTICA NACIONAL

Aprovado novo embaixador para Coreia do Norte

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O diplomata Ricardo Primo Portugal será o novo embaixador do Brasil  na Coreia do Norte. O nome do embaixador, indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, foi aprovado pelo Senado nesta terça-feira (28).

A indicação (MSF 85/2025) recebeu 45 votos favoráveis e nenhum contrário. 

Ricardo ingressou na carreira diplomática em 1998, na qual se dedicou especialmente a temas asiáticos (com destaque para as relações com os países da Ásia Oriental, em especial a China, as Coreias e o Sudeste Asiático) e também a temas consulares e de emigração. Também trabalhou no Equador, na Bélgica e na Albânia. 

Durante a sabatina na Comissão de Relações Exteriores do Senado (CRE), em fevereiro, ele apresentou um plano de trabalho que prevê, entre outros pontos:

  • o avanço do relacionamento bilateral entre Brasil e Coreia do Norte;
  • a continuidade de investimentos interrompidos devido a barreiras e sanções comerciais;
  • a retomada de acordos na área agrícola. 

A indicação foi relatada na CRE pelo senador Esperidião Amin (PP-SC).

República Popular Democrática da Coreia

Mais conhecida como Coreia do Norte, a República Popular Democrática da Coreia mantém relações diplomáticas com o Brasil desde 2001.

Em 2003, ocorreu a primeira missão de diplomatas brasileiros a Pyongyang, capital daquele país.

A embaixada norte-coreana em Brasília foi instalada em 2005, e a representação brasileira em Pyongyang foi instalada em 2009.  

Em seu parecer, Esperidião Amin cita a estimativa de que “o comércio bilateral [entre os dois países], sempre modesto, tenha decrescido de US$ 378 milhões em 2008 para US$ 45 milhões em 2012”.

O senador destaca que, “em razão das sanções internacionais impostas à República Popular Democrática da Coreia e do fechamento das fronteiras do país para conter a disseminação da covid-19, o fluxo comercial bilateral nos últimos anos é praticamente inexistente”.

Leia mais:  CCJ sabatina Jorge Messias nesta quarta-feira

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLÍTICA NACIONAL

Motta diz que governo está dividido sobre fim da “taxa das blusinhas”

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O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que o governo está dividido sobre o fim da chamada “taxa das blusinhas” – um imposto de importação de 20% sobre compras internacionais de até 50 dólares. Ele concedeu entrevista à CNN Brasil no início da noite desta terça-feira (28).

Segundo Motta, ministros da área política são favoráveis ao fim do imposto. Já os da área econômica dizem que esses recursos são importantes para a arrecadação fiscal, além de afetar a produção nacional, caso o imposto seja retirado.

“Quando esses produtos entram sem pagar impostos, isso tem efeito na geração de emprego e renda no Brasil. Medidas que reduzem impostos são bem recebidas, mas essa medida em efeito na produção nacional; isso requer responsabilidade sobre o tema”, declarou.

Desoneração
O presidente reafirmou que não considera correto discutir desoneração ou redução de impostos para os setores impactados com o fim da escala de trabalho 6×1.

Segundo ele, esses instrumentos fiscais geram um forte impacto na arrecadação do país. “Não se resolve um problema criando outro. Precisamos encarar a decisão política de reduzir a jornada de trabalho”, disse.

Veto do PL da Dosimetria
Motta voltou a defender a derrubada, pelo Congresso, do veto do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, ao projeto que permite a redução de penas pelos condenados pela tentativa de golpe de Estado, em 8 de janeiro de 2023. Segundo o parlamentar, a redução vai permitir virar essa página da história do Brasil.

“Vai dar condições para o Poder Judiciário reinterpretar penas exageradas dos que participaram desse ato. Saímos de um projeto de anistia para um projeto de dosimetria, para não causarmos uma crise institucional no nosso país”, afirmou Motta.

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Regulamentação da IA
Hugo Motta afirmou ainda que o relatório do texto que regulamenta o uso de inteligência artificial no Brasil vai ser apresentado no dia 19 de maio e será votado no Plenário em 27 de maio.

“Claro que vamos construir com os líderes, mas esse é o desejo do presidente da Câmara”, afirmou.

Reportagem – Luiz Gustavo Xavier
Edição – Wilson Silveira

Fonte: Câmara dos Deputados

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POLÍTICA NACIONAL

Seif critica ação do Ibama e do Ministério Público contra pescadores em SC

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O senador Jorge Seif (PL-SC), em pronunciamento no Plenário nesta terça-feira (28), criticou a demolição de estruturas usadas por pescadores artesanais na praia de Naufragados, em Florianópolis. Segundo o parlamentar, a ação — determinada pela Justiça Federal, com participação do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e do Ministério Público Federal — afetou diretamente famílias que dependem da pesca para subsistência.

Seif afirmou que as construções demolidas eram utilizadas há décadas por comunidades tradicionais. Ele destacou o impacto da medida sobre a atividade pesqueira, especialmente no período que antecede a safra da tainha.

— Na véspera [da pesca] da tainha, foram lá o Ibama, a União, o Ministério Público Federal e destruíram todas as estruturas praticamente centenárias em Naufragados. É importante deixar claro que não eram construções irregulares, genéricas; eram ranchos de pesca, não eram invasões. Eram décadas de uso daqueles espaços para pesca de subsistência, estruturas essenciais para guardar redes, abrigar canoas, organizar a atividade e garantir a sobrevivência dessas famílias — afirmou.

O senador destacou que, além da pesca artesanal, a região contava com um modelo de turismo de base comunitária, com estruturas simples que atendiam visitantes e geravam renda para as famílias locais.

— Além disso, ali também existia um modelo legítimo de turismo, de base comunitária, com estrutura simples, energia solar e apoio aos visitantes. Isso gerava renda e mantinha a comunidade viva. A demolição dessas estruturas não destruiu apenas construções: desorganizou uma cadeia produtiva inteira, fragilizou a economia local e criou riscos sociais, inclusive de segurança, para quem frequentava a região — disse.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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Fonte: Agência Senado

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