Pesquisar
Close this search box.

AGRONEGÓCIOS

Ministro André de Paula recebe ex-ministra Kátia Abreu e presidente de grupo angolano para tratar de cooperação no agro

Publicado

O ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, recebeu nesta quarta-feira (6) a ex-ministra da Agricultura Kátia Abreu, que acompanhou o presidente um dos principais conglomerados agroindustriais da África Subsaariana, Nelson Carrinho, em reunião para tratar de oportunidades de cooperação e investimentos no setor agropecuário brasileiro.

Também participaram do encontro o secretário de Comércio e Relações Internacionais do Mapa, Luis Rua, e a assessora especial do Mapa, Sibelle Andrade.

Durante a reunião, Nelson Carrinho apresentou o plano de expansão internacional do grupo, que prevê investimentos no Brasil com a criação de uma base de atuação próxima aos produtores rurais, além de investimentos em armazenagem e comercialização.

“O Brasil é uma referência global em agricultura e inovação. Estamos abertos a iniciativas que ampliem investimentos e promovam cooperação técnica, fortalecendo o agro brasileiro”, afirmou o ministro André de Paula.

O empresário também manifestou interesse em ampliar a cooperação com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), especialmente na área de transferência de tecnologia e intercâmbio de conhecimento aplicado ao desenvolvimento agrícola.

“Queremos construir uma presença sólida no país, desde a base produtiva até a distribuição internacional, além de aprofundar a parceria com a Embrapa, que é fundamental para transformar a agricultura em diferentes regiões do mundo”, destacou Nelson Carrinho.

A agenda reforça o interesse mútuo no fortalecimento das relações entre Brasil e Angola no setor agropecuário, com foco em inovação, segurança alimentar e ampliação de oportunidades de negócios entre os dois países.

Informações à imprensa
[email protected]

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

Comentários Facebook
Leia mais:  Sistemas integrados de piscicultura promovem inclusão produtiva para famílias em situação de vulnerabilidade socioambiental
publicidade

AGRONEGÓCIOS

Governo Federal regulamenta definições de produtos derivados de cacau e estabelece percentual mínimo de cacau em chocolates

Publicado

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, sancionou a Lei nº 15.404, que dispõe sobre as definições e características dos produtos derivados de cacau, o percentual mínimo de cacau nos chocolates e a informação do percentual total de cacau nos rótulos desses produtos, nacionais e importados, comercializados no território nacional. A norma foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta segunda-feira (11).

A nova legislação define as características técnicas de produtos derivados do cacau, como nibs de cacau, massa, pasta ou liquor de cacau, manteiga de cacau, cacau em pó, cacau solúvel, chocolate em pó e chocolate.

De acordo com a Lei, os nibs de cacau são definidos como os cotilédones limpos da amêndoa de cacau. Já a massa, pasta ou liquor de cacau corresponde ao produto obtido a partir da transformação das amêndoas limpas e descascadas. A manteiga de cacau é caracterizada como a fração lipídica extraída da massa de cacau.

O cacau em pó passa a ser definido como o produto obtido pela pulverização da massa sólida resultante da prensagem da massa de cacau, contendo, no mínimo, 10% de manteiga de cacau em relação à matéria seca e, no máximo, 9% de umidade.

A legislação também estabelece que o cacau solúvel é o produto obtido a partir do cacau em pó acrescido de ingredientes que promovam a solubilidade em líquidos. O chocolate em pó deverá conter, no mínimo, 32% de sólidos totais de cacau.

Para ser classificado como chocolate, o produto deverá conter, no mínimo, 35% de sólidos totais de cacau, sendo pelo menos 18% de manteiga de cacau e 14% de sólidos isentos de gordura. O uso de outras gorduras vegetais autorizadas fica limitado a 5% do total do produto.

Leia mais:  Mapa realiza, em maio, o Mês da Saúde Animal 2026

A norma também contempla definições específicas para chocolate ao leite, chocolate branco, achocolatado, bombom de chocolate ou chocolate recheado e chocolate doce.

Outro ponto previsto na Lei é a obrigatoriedade de informar, nos rótulos, o percentual total de cacau presente na composição dos produtos definidos pela norma.

Os produtos que não atenderem às definições estabelecidas deverão apresentar denominação de venda específica e não poderão utilizar imagens, expressões, cores ou elementos gráficos que induzam o consumidor a erro quanto à natureza do produto, especialmente em relação à identificação como chocolate.

A Lei entra em vigor após 360 dias da data de publicação oficial.

Informações à imprensa
[email protected]

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

Comentários Facebook
Continue lendo

AGRONEGÓCIOS

Abertura de mercado para o Brasil na União Econômica Euroasiática, no Peru e no Togo

Publicado

O governo brasileiro concluiu negociações sanitárias e fitossanitárias que permitirão a exportação de novos produtos para a União Econômica Euroasiática, o Peru e o Togo.

Na União Econômica Euroasiática, composta por cinco países (Armênia, Belarus, Cazaquistão, Quirguistão e Rússia), a abertura para grãos secos de destilaria de milho (DDG) amplia as oportunidades para a cadeia produtiva do grão. Subproduto da indústria do etanol, os DDGs são utilizados como ingrediente na alimentação animal. O bloco euroasiático importou mais de US$ 1,4 bilhão em produtos agropecuários brasileiros em 2025, com destaque para café, proteínas animais e fumo.

No Peru, país reconhecido pela ampla variedade de batatas nativas, a autorização para exportação de material genético de pólen de batata abre espaço para a cooperação ligada à pesquisa, ao melhoramento vegetal e à diversificação produtiva. O Peru importou mais de US$ 729 milhões em produtos agropecuários brasileiros em 2025, com destaque para produtos florestais, proteínas animais, itens do complexo soja, cereais, e farinhas e preparações.

No Togo, por sua vez, a abertura para equinos vivos destinados à reprodução cria novas oportunidades no setor de genética animal. Em 2025, o país importou mais de US$ 148 milhões em produtos agropecuários brasileiros, principalmente do complexo sucroalcooleiro, proteínas animais e couro.

Com estes anúncios, o agronegócio brasileiro alcança 609 aberturas de mercado desde o início de 2023.

Tais resultados são fruto do trabalho conjunto do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e do Ministério das Relações Exteriores (MRE).

Informações à imprensa
[email protected]

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

Comentários Facebook
Leia mais:  São Paulo alcança 538 produtos com Selo Arte e amplia mercado para produtos artesanais
Continue lendo

Envie sua denúncia

Clique no botão abaixo e envie sua denuncia para nossa equipe de redação
Denuncie

DIAMANTINO

POLÍTICA MT

POLICIAL

MATO GROSSO

POLÍTICA NACIONAL

ESPORTES

Mais Lidas da Semana