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Operação combate rede de exploração sexual infantil na internet com apoio do MJSP

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Curitiba, 23/4/2026 – O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) apoiou o desdobramento da Operação Conexão Encerrada, realizada pela Polícia Civil do Paraná (PCPR), na quarta-feira (22). A iniciativa visa combater a atuação de indivíduos que armazenam e compartilham material de exploração sexual infantojuvenil em ambiente virtual.

A investigação teve origem na análise de elementos obtidos em procedimento instaurado pela Delegacia de Polícia de Palmas (PR), após a prisão de um indivíduo por estupro de vulnerável. A partir dos vestígios digitais identificados, foram localizados novos investigados envolvidos no armazenamento e compartilhamento do material criminoso.

Foram cumpridos mandados de busca e apreensão no Paraná e em São Paulo, com apoio da Polícia Civil de São Paulo. O MJSP atuou por meio de apoio técnico do Laboratório de Operações Cibernéticas (Ciberlab), unidade vinculada à Diretoria de Operações Integradas e de Inteligência (Diopi), da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp).

A operação

No município de São João da Boa Vista (SP), um dos investigados foi autuado em flagrante pelo armazenamento de material de abuso sexual infantojuvenil, após a identificação de arquivos ilícitos em seu aparelho celular.

Simultaneamente, foram realizadas diligências no município de Palmas (PR), com o objetivo de coletar provas adicionais relacionadas à atuação de outro investigado e aprofundar as linhas investigativas.

Estão sendo apurados crimes relacionados ao compartilhamento, à divulgação e ao armazenamento de material contendo cenas de abuso ou exploração sexual infantojuvenil, previstos nos artigos 241-A e 241-B do Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei nº 8.069/1990).

Ciberlab

O apoio do Ciberlab consiste na produção de análises técnico-informacionais em ambiente digital, com o objetivo de subsidiar, de forma qualificada, a atuação da polícia judiciária. As análises realizadas são direcionadas à identificação de padrões, ao rastreamento de atividades ilícitas e à organização de informações relevantes para a persecução penal.

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O MJSP ressalta o compromisso com a proteção de crianças e adolescentes e com o fortalecimento da atuação integrada entre União e estados no enfrentamento aos crimes cibernéticos, por meio do uso qualificado da tecnologia e da inteligência.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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BRASIL

Nova descoberta de petróleo na Bacia de Campos reforça potencial energético do país

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A Petrobras confirmou a presença de petróleo no pré-sal da Bacia de Campos, em nova descoberta realizada em águas profundas no litoral do Rio de Janeiro.

A ocorrência foi identificada em poço exploratório perfurado no bloco C-M-477, no setor SC-AP4, localizado a cerca de 201 quilômetros da costa e em lâmina d’água de aproximadamente 2.984 metros. Perfis elétricos, indícios de gás e amostras de fluido coletadas durante a perfuração confirmaram a presença de hidrocarbonetos na área.

Com a perfuração já concluída, as amostras seguem para análises laboratoriais que irão detalhar as características dos reservatórios e estimar o potencial da descoberta. Esses estudos são fundamentais para orientar as próximas etapas da atividade exploratória e subsidiar decisões sobre eventual desenvolvimento da produção.

O resultado reforça a relevância da Bacia de Campos como uma das principais províncias petrolíferas do Brasil, além de evidenciar o potencial das áreas do pré-sal para a recomposição de reservas e expansão da produção nacional de petróleo e gás natural.

Nesse contexto, a nova descoberta contribui para fortalecer a segurança energética do país e a revitalização da Bacia de Campos como eixo estratégico da política energética brasileira, com impacto direto sobre o abastecimento interno e a inserção do Brasil no mercado internacional de energia.

*Com informações da Petrobras

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 | Email: [email protected]


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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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BRASIL

Encontro reúne setor público e privado para discutir inclusão de refugiados afegãos no mercado de trabalho

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Brasília, 24/4/2026 – Com o objetivo de sensibilizar representantes do setor privado, o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) participou de encontro que discutiu os desafios enfrentados por refugiados afegãos na busca por trabalho no Brasil. O evento ocorreu em 16 de abril, em São Paulo (SP).

A reunião fez parte das ações firmadas entre a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) e a organização Islamic Relief USA (IRUSA), em apoio ao Programa de Patrocínio Comunitário para Nacionais Afegãos, coordenado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP). O encontro reuniu empresários interessados em diversidade e inclusão, representantes de organizações da sociedade civil (OSCs) credenciadas pelo governo para o acolhimento da população afegã, lideranças afegãs, além de instituições humanitárias que atuam com a proteção de migrantes e refugiados no Brasil, como a Caritas Arquidiocesana de São Paulo (Casp).

O objetivo foi fortalecer a inclusão laboral e o engajamento do setor privado com a população afegã no Brasil, com a apresentação de perfis profissionais e o compartilhamento de boas práticas de empresas que já contratam refugiados, como é o caso daquelas vinculadas à Federação das Associações Muçulmanas do Brasil (Fambras), além de ampliar o mapeamento de parceiros no setor privado. Estratégias, como o Fórum Empresas com Refugiados , articulado pelo ACNUR, contribuem com a inclusão laboral dessa população.

“O trabalho conjunto com o setor privado é muito importante para que possamos, de fato, promover condições adequadas para que afegãos consigam viver no Brasil de maneira independente”, pontuou a coordenadora-geral do Comitê Nacional para os Refugiados (Conare) do MJSP, Amarilis Busch Tavares.

Apoio e acolhimento

A maioria dos afegãos chega ao Brasil por meio do visto humanitário e, na hora de buscar recolocação profissional, enfrenta entraves, como a dificuldade de sensibilizar empresas, a falta de informação sobre o mercado de trabalho e o aprendizado da língua portuguesa. Atualmente, cerca de 7,6 mil afegãos que necessitam de proteção internacional são acolhidos e, desde 2020, o País reconhece a gravidade da violação de direitos humanos no Afeganistão.

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Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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