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BRASIL

Encontro reúne setor público e privado para discutir inclusão de refugiados afegãos no mercado de trabalho

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Brasília, 24/4/2026 – Com o objetivo de sensibilizar representantes do setor privado, o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) participou de encontro que discutiu os desafios enfrentados por refugiados afegãos na busca por trabalho no Brasil. O evento ocorreu em 16 de abril, em São Paulo (SP).

A reunião fez parte das ações firmadas entre a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) e a organização Islamic Relief USA (IRUSA), em apoio ao Programa de Patrocínio Comunitário para Nacionais Afegãos, coordenado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP). O encontro reuniu empresários interessados em diversidade e inclusão, representantes de organizações da sociedade civil (OSCs) credenciadas pelo governo para o acolhimento da população afegã, lideranças afegãs, além de instituições humanitárias que atuam com a proteção de migrantes e refugiados no Brasil, como a Caritas Arquidiocesana de São Paulo (Casp).

O objetivo foi fortalecer a inclusão laboral e o engajamento do setor privado com a população afegã no Brasil, com a apresentação de perfis profissionais e o compartilhamento de boas práticas de empresas que já contratam refugiados, como é o caso daquelas vinculadas à Federação das Associações Muçulmanas do Brasil (Fambras), além de ampliar o mapeamento de parceiros no setor privado. Estratégias, como o Fórum Empresas com Refugiados , articulado pelo ACNUR, contribuem com a inclusão laboral dessa população.

“O trabalho conjunto com o setor privado é muito importante para que possamos, de fato, promover condições adequadas para que afegãos consigam viver no Brasil de maneira independente”, pontuou a coordenadora-geral do Comitê Nacional para os Refugiados (Conare) do MJSP, Amarilis Busch Tavares.

Apoio e acolhimento

A maioria dos afegãos chega ao Brasil por meio do visto humanitário e, na hora de buscar recolocação profissional, enfrenta entraves, como a dificuldade de sensibilizar empresas, a falta de informação sobre o mercado de trabalho e o aprendizado da língua portuguesa. Atualmente, cerca de 7,6 mil afegãos que necessitam de proteção internacional são acolhidos e, desde 2020, o País reconhece a gravidade da violação de direitos humanos no Afeganistão.

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Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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BRASIL

Mulheres e ciência ganham destaque na abertura da Feira Brasil na Mesa

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A ministra das Mulheres, Márcia Lopes, participou, nesta quinta-feira (23/4), da cerimônia de abertura da Feira Brasil na Mesa, que prossegue até sábado (25/4), na sede da Embrapa Cerrados, em Planaltina (DF). O evento, que celebra os 53 anos da instituição, reuniu pesquisadores, produtores, ministros e autoridades, destacando a diversidade da fruticultura brasileira, o papel da ciência no desenvolvimento agrícola e a importância da agricultura familiar na geração de emprego e renda.

A ministra das Mulheres integrou a comitiva que acompanhou o presidente Lula em visita ao Pomar da Ciência, onde conheceram pesquisas sobre culturas como pitaya, maracujá e baunilha, além de passarem pelo pavilhão de expositores e pela Feira do Produtor.

Em seu discurso, o presidente ressaltou a excelência da Embrapa e sua contribuição histórica para o avanço da agropecuária brasileira. Defendeu, ainda, a inovação, a diversificação e a qualidade da produção como fatores essenciais para a competitividade no mercado internacional. 

“Nós sabemos que não basta produzir. Para a gente ganhar mercado, é preciso produzir com excelência de qualidade. Quanto mais sofisticado a gente for, mais mercado a gente ganha, e a gente vai disputar com os mercados mais sofisticados”, afirmou.

A força das mulheres na ciência

Durante a celebração, a presidenta da Embrapa, Sílvia Massruhá, destacou o reconhecimento internacional da pesquisadora Mariângela Hungria, premiada com o World Food Prize  (Prêmio Nobel da Agricultura) por suas contribuições em bioinsumos ao longo de 40 anos. 

A trajetória de cientistas brasileiras evidencia a importância da presença feminina na ciência e na sociedade. Durante o evento, a ministra Márcia Lopes ressaltou o impacto científico e social de Mariângela Hungria.

“Parabéns à Embrapa por esses 53 anos, parabéns pelo trabalho de vocês. Nós queremos cada vez mais que as mulheres ocupem os espaços de poder, porque é isso que elas sabem fazer bem, com compromisso ético, político, social, econômico, em todas as áreas”, afirmou.

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Agroecologia

A ministra do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Fernanda Machiaveli, reforçou a importância da valorização das mulheres rurais: “Esse Brasil que chega à mesa é o Brasil que tem a agroecologia, que tem as mulheres rurais valorizadas, que tem a juventude rural empoderada e que vai gerar renda e prosperidade no campo brasileiro”.

Destaque no evento, a pesquisadora da Embrapa Gado de Leite, Kennya Beatriz Siqueira, passou a integrar o Action Team on Food-Based Dietary Guidelines (AT-FBDG), organizado pela Federação Internacional de Laticínios (FIL/IDF).

O AT-FBDG é uma iniciativa global estratégica voltada para discutir a maneira como os países elaboram suas diretrizes alimentares. O grupo reúne especialistas para discutir, analisar e comparar diretrizes alimentares de diferentes países, incluindo aspectos relacionados às recomendações para lácteos e à construção de bases de dados globais sobre o tema. 

Feira Brasil na Mesa

Nos três dias de programação, a Feira Brasil na Mesa conta com várias atividades e atrações, oferecendo oportunidades de inclusão produtiva, especialmente para agricultores familiares e pequenos produtores. 

Ao promover acesso a conhecimento técnico, mercados e redes de comercialização, a iniciativa fortalece a autonomia econômica feminina, reduz desigualdades de gênero e contribui para a segurança alimentar.

Confira aqui a programação 

Fonte: Ministério das Mulheres

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Palmas recebe projeto Tenda Lilás para fortalecer rede de proteção e combate à violência contra a mulher

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Como iniciativa itinerante do Ministério das Mulheres, a cidade de Palmas, em Tocantins, recebeu o projeto Tenda Lilás. A proposta é oferecer, em um único espaço, acolhimento, orientação jurídica e social a mulheres, além de informações sobre os direitos das mulheres e como denunciar casos de violência, tanto em ambiente físico quanto digital.

Durante o dia 23/4, representantes da pasta das Mulheres prestaram atendimentos a mulheres, numa mobilização que envolveu Delegacia da Mulher; Defensoria Pública e Judiciário; Patrulha Maria da Penha; Centros de Referência (CRAS e CREAS).

A secretária-Executiva Eutália Barbosa, representando o Ministério das Mulheres, participou da ação. Durante o evento, foi possível fazer um diagnóstico da rede de atendimento local para melhorar o fluxo de proteção às vítimas.

“A Tenda Lilás é uma estratégia de comunicação pública, um direito da população. Por isso, é tão importante comunicar sobre a rede de atendimento, o direito das mulheres. A escalada da violência contra a mulher está crescente, mas precisamos reforçar que estamos trabalhando na ampliação da rede de serviços”, explicou a secretária.

Para Nayara Santos, ativista do movimento social Marcha Mundial das Mulheres, as ações da Tenda Lilás são importantes, pois muitas mulheres sofrem violência, como, por exemplo, as mulheres negras e periféricas. Para ela, o Ministério das Mulheres promove, por meio de ações como essa, a construção essencial na formação política de acesso a mulheres.

“A violência é um sintoma de um sistema maior, que massacra as mulheres todos os dias. É possível um novo mundo, em que mulheres e homens são tratados de forma igual, mas essa construção deve ser feita a muitas mãos”, reforçou Nayara.

 

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Fonte: Ministério das Mulheres

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