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Vigia Mais MT ajuda na prisão de 5 foragidos da Justiça em menos de 48 horas

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Com apoio do sistema de monitoramento do Vigia Mais MT, cinco foragidos da Justiça de Mato Grosso foram presos pelas forças de segurança em menos de 48 horas, em Cuiabá e Rondonópolis (a 235 da Capital).

Do total de mandados cumpridos, quatro prisões ocorreram a partir de sistema de reconhecimento facial e outra por reconhecimento veicular. Entre os presos estão três condenados, um deles por homicídio e outros dois por roubo qualificado, além de dois com prisões preventivas.

Um dos presos, condenado por homicídio, foi detido nesta terça-feira (21), após ser identificado conduzindo uma motocicleta furtada com placa clonada no bairro CPA IV, na Capital. O acusado ainda possuía uma pena de oito anos de detenção para cumprimento.

Outras duas prisões ocorreram após os foragidos serem identificados pelo sistema de reconhecimento facial em um shopping de Cuiabá nesta terça e quarta-feira (21 e 22). Entre eles, um homem condenado por roubo com mais de 9 anos de pena restante para cumprir e outro com prisão preventiva por lesão corporal e ameaça em contexto de violência doméstica.

Também teve o mandado de prisão cumprido um homem condenado por roubo com pena de 9 anos de reclusão para cumprimento. O acusado foi identificado por câmera de reconhecimento facial nesta quarta-feira (22) no bairro CPA IV.

Outra prisão ocorreu após uma mulher ir a uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) em Rondonópolis e o sistema de reconhecimento facial identificar um mandado de prisão preventiva em aberto por desobediência.

As prisões ocorreram a partir da integração das forças dos operadores dos Centro Integrados de Operações de Segurança Pública (Ciosp) e a Polícia Militar.

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Os acusados tiveram os mandados de prisão cumpridos e foram encaminhados à Delegacia de Polícia do seu município, onde ficaram à disposição da Justiça.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Direitos, inclusão e proteção social ampliam debate nas oficinas Escuta Cidadã do PJMT

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Como diferentes públicos vivenciam o atendimento no Judiciário? O sistema tem sido acessível, inclusivo e sensível às diversas realidades da população? Essas são algumas das reflexões que abrem o eixo “Direitos, Inclusão e Proteção Social” nas Oficinas de Escuta Cidadã, realizadas gratuitamente pelo Poder Judiciário de Mato Grosso nos dias 6, 7 e 8 de maio, em Cuiabá.

O tema será debatido no dia 7 de maio, das 8h30 às 11h30, reunindo participantes para um diálogo aberto sobre acessibilidade, equidade e atendimento a públicos diversos.

A proposta é ouvir experiências relacionadas à vulnerabilidade social, acessibilidade e equidade, contribuindo para uma atuação cada vez mais inclusiva e alinhada às necessidades da sociedade. A escuta parte de quem vivencia o sistema — cidadãos, advogados, defensores públicos e demais usuários — e busca identificar desafios, percepções e caminhos de aprimoramento.

A iniciativa integra a construção do Planejamento Estratégico 2027–2032 por meio da escuta qualificada e da participação social. As contribuições reunidas irão dialogar com outros temas das oficinas, compondo uma visão mais ampla sobre como tornar a Justiça mais acessível, eficiente e humana.

As oficinas serão presenciais, no Complexo dos Juizados Especiais de Cuiabá, com duração média de três horas. As vagas são limitadas e a seleção buscará formar grupos diversos e representativos.

Outros temas – Além da inclusão e da proteção social, as oficinas abordam outras dimensões fundamentais do sistema de Justiça. No eixo “Acesso à Justiça e Atendimento ao Cidadão”, o foco está em compreender como as pessoas chegam ao Judiciário e como avaliam o atendimento recebido, buscando tornar o sistema mais claro, acessível e resolutivo.

Já em “Conciliação, Mediação e Solução de Conflitos”, a escuta se volta para a forma como as demandas são resolvidas, identificando caminhos para fortalecer soluções mais rápidas, eficazes e baseadas no diálogo. No eixo “Justiça Digital e Sistema de Justiça”, os participantes poderão compartilhar experiências com plataformas e serviços digitais, contribuindo para aprimorar a acessibilidade e a usabilidade das ferramentas.

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Por fim, o eixo “Futuro do Judiciário, Inovação e Sociedade” convida à reflexão sobre expectativas e ideias que ajudem a orientar uma Justiça mais moderna, eficiente e conectada com as transformações sociais.

📌 Faça aqui sua pré-inscrição: https://forms.cloud.microsoft/r/1cEE303y1K

Autor: Talita Ormond

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Métodos consensuais, organizações criminosas e improbidade em pauta na semana do Cofi 2026

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A agenda do Curso Oficial de Formação Inicial (Cofi) desta semana dedicou atenção especial ao equilíbrio entre a humanização do Direito e o rigor técnico necessário para casos complexos. Entre os dias 22 e 23 de abril, os magistrados aprofundaram os estudos nos métodos consensuais de resolução de conflitos e psicologia judiciária. Já nesta sexta-feira (24), o foco voltou-se ao enfrentamento de organizações criminosas e às atualizações jurisprudenciais sobre improbidade administrativa.

A capacitação é voltada aos novos juízes substitutos e combina aulas teóricas, estudos de caso, oficinas e prática supervisionada.

Na quarta e na quinta-feira, as atividades foram conduzidas pelo desembargador Mário Roberto Kono de Oliveira e pela juíza Cristiane Padim, respectivamente presidente e coordenadora do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec) do Tribunal de Justiça de Mato Grosso. O módulo aliou fundamentos teóricos a aspectos práticos, preparando os novos magistrados para aplicar a mediação e a conciliação como ferramentas estratégicas de pacificação social.

A urgência em consolidar uma nova cultura jurídica foi o ponto central das discussões. Diferentemente de gerações passadas, os novos juízes substitutos estão sendo capacitados, desde o início da carreira, a utilizar a estrutura do Tribunal para oferecer soluções mais ágeis. De acordo com o desembargador Mário Kono, a autocomposição democratiza o processo e garante uma prestação jurisdicional mais adequada, permitindo que as próprias partes construam o desfecho de seus impasses.

Para a magistrada Cristiane Padim, o contato direto com a política de consensualidade e com as normativas da Resolução 125 do Conselho Nacional de Justiça expande a visão dos juízes sobre o papel do Judiciário moderno. Ela incentivou os participantes a desenvolverem projetos que fortaleçam os Centros Judiciários de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejuscs) em suas comarcas. Segundo a coordenadora, é essencial que o juiz compreenda que “além da adjudicação, a consensualidade, a conciliação, a mediação e até a cidadania são responsabilidades do Poder Judiciário”. O módulo foi encerrado com debates sobre técnicas de negociação, escuta qualificada e a importância da empatia na magistratura contemporânea.

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Organizações criminosas e improbidade administrativa

Um dos formadores desta sexta-feira, o juiz Bruno D’Oliveira Marques, apresentou aos novos magistrados aspectos relevantes da ação de improbidade administrativa. “Ações de improbidade administrativa são de grande repercussão social e de alta complexidade. Então, uma atualização sobre a jurisprudência no que tange a essas espécies de ações é muito relevante”, destacou.

De acordo com o formador, o domínio do entendimento mais recente sobre o tema é fundamental para que os magistrados possam atuar de forma segura e eficiente em suas comarcas.

Também atuou como formador nesta sexta o juiz Marcos Faleiros da Silva, titular da Quarta Vara Criminal de Cuiabá, que abordou temas como organizações criminosas, liderança, relações interpessoais e interinstitucionais e gerenciamento de riscos e crises.

Sobre as aulas de hoje, o juiz substituto Iorran Damasceno Oliveira explicou que o encontro abordou dois temas centrais para a atuação judicial. Inicialmente, foram discutidas as organizações criminosas, com foco na realidade do Estado de Mato Grosso. “Tratamos tanto sobre organizações criminosas, dando um foco naquelas que atuam aqui no Estado, quanto nas especificidades relacionadas ao Mato Grosso”, afirmou.

Na sequência, o debate voltou-se à improbidade administrativa, assunto frequente no Judiciário e constantemente impactado por decisões do Supremo Tribunal Federal (STF). Para o magistrado, manter-se atualizado é indispensável. “É um tema recorrente, que vem sendo objeto de novas decisões do STF e está muito em pauta; é fundamental que nos mantenhamos sempre atualizados”.

Leia matéria sobre aula ofertada essa semana.

Novos juízes aprofundam conhecimentos sobre métodos consensuais de resolução de conflitos

Outras informações podem ser obtidas pelo e-mail [email protected] ou pelos telefones (65) 3617-3844 e 99943-1576.

Leia mais:  Métodos consensuais, organizações criminosas e improbidade em pauta na semana do Cofi 2026

Autor: Lígia Saito

Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da Esmagis – MT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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