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EDUCAÇÃO

MEC solicita atuação da PF e da AGU em função das ameaças às universidades federais

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O Ministério da Educação (MEC) solicitou que a Polícia Federal (PF) investigue as ameaças que estão sendo direcionadas contra as universidades federais, estudantes e docentes reportadas nos últimos dias. A Advocacia-Geral da União (AGU) também foi acionada para que atue com a adoção das medidas jurídicas cabíveis.

Nos ofícios enviados às duas instituições o MEC pede providências aos órgãos competentes diante da gravidade das ameaças de violência e de destruição patrimonial, além da utilização de símbolos nazistas contra as universidades federais, estudantes e docentes reportadas ao MEC, especialmente, nesta semana.

Os casos de ameaças foram registrados nos campi da Universidade Federal Fluminense (UFF), da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), da Universidade de Brasília (UnB), da Universidade Federal de Alagoas (UFAL), da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP), da Universidade Federal de Jataí (UFJ), da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA), da Universidade Federal do Pará (UFPA), da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB).

Nos documentos enviados, o MEC ressalta que a atuação da PF e da AGU são urgentes “para apurar a autoria, a materialidade e as circunstâncias das ameaças e dos atos de violência direcionados às universidades federais.”

“O contexto sensível do período eleitoral amplia a gravidade desses atos, tornando imperativa a salvaguarda da integridade física da comunidade acadêmica e do patrimônio público. Essas ameaças e violências buscam intimidar o debate democrático, perturbar a ordem pública e comprometer o livre exercício das funções constitucionais das instituições de ensino superior”, diz trecho dos ofícios encaminhados.

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria-Executiva

Fonte: Ministério da Educação

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EDUCAÇÃO

Educação para as relações étnico-raciais é tema do PodMEC

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No PodMEC desta quinta-feira, 8 de outubro, o Ministério da Educação (MEC) debateu a Educação para as Relações Étnico-Raciais nas redes de ensino. Durante o encontro, foram tema de discussão a disparidade racial nas redes de ensino, a importância da equidade racial, o diagnóstico Equidade 2026 e a educação escolar quilombola. O oitavo episódio da série já está disponível nos canais do MEC no YouTube e no Spotify.

Para embasar a discussão, o ponto de maior destaque foi a Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq), que perpassa todas as temáticas elencadas. A iniciativa busca implementar ações e programas educacionais voltados à superação das desigualdades étnico-raciais e do racismo nos ambientes de ensino, bem como à promoção da política educacional para a população quilombola.

O programa foi conduzido pela secretária de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão, Zara Figueiredo, e contou com a participação da pedagoga, doutora em Educação, mestre em Psicologia pela Universidade de São Paulo (USP) e escritora, Kiusam de Oliveira; com o doutor em Educação, especialista em distribuição de oportunidades educacionais, William Melo; e com o doutor, pesquisador em educação escolar quilombola e ativista, Zezito Araújo.

PodMEC Especialistas – O PodMEC Especialistas é um videocast realizado pelo MEC para aprofundar o debate sobre temas estratégicos da agenda educacional brasileira. A iniciativa reúne especialistas e gestores públicos para explicar políticas, programas e ações de forma qualificada, acessível e transparente.

O programa já debateu a educação em tempo integral, os resultados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), os exames nacionais de Avaliação da Formação Médica (Enamed) e de Residência (Enare), a educação de jovens e adultos (EJA), o combate às desigualdades educacionais e à evasão escolar, a educação midiática e digital e a neurociência e seu papel na educação. Todo o conteúdo está disponível no canal oficial do MEC no YouTube e no Spotify.

Leia mais:  Educação como caminho para construir uma nova vida

Assessoria de Comunicação Social do MEC

Fonte: Ministério da Educação

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EDUCAÇÃO

Santa Catarina tem 133,2 mil inscritos na edição de 2026 do Enem

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Falta um mês para a primeira prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2026, que será aplicada nos dias 8 e 15 de novembro. Em Santa Catarina, são 133,2 mil inscritos, desse total, 81,5 mil são inscrições gratuitas, enquanto 51,7 mil são pagantes. Em todo o país, o exame reúne mais de 5 milhões de inscritos, sendo 3,4 milhões com inscrição gratuita e 1,6 milhão de pagantes.

Entre as regiões do país, Nordeste e Sudeste concentram 1,7 milhão de inscritos cada. No Nordeste, são 413,1 mil pagantes e 1,3 milhão com inscrição gratuita. No Sudeste, 700,7 mil são pagantes e 1 milhão têm inscrição gratuita. Na sequência, estão as regiões Norte, com 550,7 mil inscritos, sendo 126,1 mil pagantes e 424,6 mil gratuitos; Sul, com 561,4 mil, sendo 217,6 mil pagantes e 343,8 mil gratuitos; e Centro-Oeste, com 393 mil, dos quais 154,4 mil são pagantes e 238,6 mil têm inscrição gratuita.

Enem 2026 – inscrições confirmadas
UF Gratuitas Pagantes Total
AC 19.742 6.849 26.591
AL 68.306 24.706 93.012
AM 91.632 22.267 113.899
AP 26.386 8.153 34.539
BA 339.179 97.938 437.117
CE 206.239 55.718 261.957
DF 42.152 40.142 82.294
ES 54.091 31.868 85.959
GO 105.739 61.135 166.874
MA 173.128 45.531 218.659
MG 293.843 178.140 471.983
MS 39.177 23.055 62.232
MT 51.523 30.260 81.783
PA 233.617 66.349 299.966
PB 102.025 38.725 140.750
PE 212.018 69.450 281.468
PI 92.925 27.796 120.721
PR 139.593 82.108 221.701
RJ 217.885 145.782 363.667
RN 81.038 32.908 113.946
RO 30.679 13.007 43.686
RR 11.062 4.253 15.315
RS 122.728 83.775 206.503
SC 81.542 51.710 133.252

Provas – Nos dois dias de aplicação, os portões serão abertos às 12h (horário de Brasília) e fechados às 13h. As provas começam às 13h30. No primeiro dia, os participantes respondem às questões de Linguagens e Ciências Humanas e fazem a redação. A aplicação termina às 19h. No segundo dia, serão realizadas as provas de Matemática e Ciências da Natureza, com encerramento às 18h30.

Leia mais:  Educação como caminho para construir uma nova vida

Para realizar o exame, os participantes devem levar documento oficial com foto e caneta esferográfica de tinta preta fabricada em material transparente. Também é permitido levar água e alimentos para consumo durante a aplicação. Na segunda quinzena de outubro, será disponibilizado o Cartão de Confirmação de Inscrição, que informa o local de prova de cada participante.

Confirmação de idioma – Participantes que foram inscritos automaticamente no Enem têm até 18 de outubro para selecionar o idioma da prova de Língua Estrangeira: inglês ou espanhol. O participante que não fizer a escolha no portal até o prazo estabelecido terá atribuído automaticamente o inglês como idioma, não sendo permitida a alteração. A confirmação deve ser feita pela Página do Participante.

Ferramentas de preparação – Os estudantes também podem utilizar ferramentas digitais gratuitas durante a preparação para o exame. O aplicativo MEC Enem oferece simulados interativos, banco de exercícios, vídeo aulas e orientações para a prova de redação. A plataforma MEC Idiomas disponibiliza cursos gratuitos de inglês e espanhol em diferentes níveis de proficiência. Já o MEC Livros reúne obras em uma biblioteca digital. Na página Guia do Enem, os estudantes encontram dicas, vídeos e respostas a dúvidas frequentes.

Enem – O Exame Nacional do Ensino Médio é o principal mecanismo de acesso à educação superior no Brasil. Suas notas são utilizadas para seleção de estudantes por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e do Programa Universidade para Todos (Prouni), além de servirem de requisito para o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). O Enem também pode ser usado para processos seletivos próprios de universidades e faculdades e para convênios com instituições de ensino superior de Portugal.

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações do Inep 

Fonte: Ministério da Educação

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