AGRONEGÓCIOS
Agronegócio incorporou 190 mil trabalhadores no primeiro trimestre e viu renda crescer 2,7%
Publicado
25 de agosto de 2026
As atividades desenvolvidas dentro das propriedades rurais incorporaram cerca de 190 mil trabalhadores no primeiro trimestre de 2026. O crescimento de 2,5% na comparação com o mesmo período do ano passado ocorreu tanto na agricultura quanto na pecuária e ajudou a limitar a redução do emprego nos demais segmentos do agronegócio.
O avanço da ocupação dentro da porteira foi acompanhado pela valorização da renda. Consideradas todas as categorias de trabalhadores, a massa de rendimentos do agronegócio atingiu R$ 68,90 bilhões, crescimento real de 2,7% em um ano, já descontada a inflação.
Os dados fazem parte do levantamento sobre o mercado de trabalho do agronegócio elaborado pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo (Esalq-USP), em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).
A agricultura ampliou em 1,8% o número de pessoas ocupadas. Na pecuária, o crescimento chegou a 3,7%. O movimento mostra que, apesar da pressão sobre as margens e das dificuldades de acesso ao crédito, a produção agropecuária continuou demandando trabalhadores no início do ano.
Entre as atividades agrícolas, o cultivo de café registrou aumento de 26,9% na ocupação. O contingente empregado na cana-de-açúcar cresceu 13,9%, enquanto a horticultura apresentou avanço de 5,6%.
Na produção animal, a aquicultura teve crescimento de 40,8% no número de ocupados. Também foram registrados avanços na criação de aves, de 26,4%, na suinocultura, de 18,7%, e em outras atividades pecuárias, de 30,6%.
Os percentuais não representam necessariamente a criação de empregos com carteira assinada, uma vez que o levantamento considera diferentes formas de ocupação. Ainda assim, indicam que a produção primária absorveu mão de obra enquanto outras partes da cadeia reduziram seus quadros.
No conjunto do agronegócio, o número de ocupados recuou 1% em relação ao primeiro trimestre de 2025, com a saída de aproximadamente 267,3 mil pessoas. Mesmo após a queda, o setor manteve 27,79 milhões de trabalhadores, o equivalente a 25,73% de toda a população ocupada no Brasil.
Isso significa que aproximadamente um em cada quatro brasileiros que trabalham permanece ligado ao agronegócio. O cálculo inclui a produção dentro das propriedades, os fornecedores de insumos, as agroindústrias e os serviços necessários para transportar, armazenar, comercializar e distribuir os produtos.
A redução total ficou concentrada fora das propriedades. Os agrosserviços perderam cerca de 308 mil trabalhadores, retração de 2,9%. Nas agroindústrias, o número de ocupados diminuiu em aproximadamente 148,5 mil, queda de 3,1%. O segmento de insumos registrou redução de 1,2%, correspondente a 3,8 mil trabalhadores.
Sem as quase 190 mil novas ocupações registradas na produção primária, portanto, a retração do mercado de trabalho do agronegócio teria sido significativamente maior.
Outro resultado positivo apareceu nos rendimentos. O ganho médio mensal dos empregados do agronegócio chegou a R$ 2.886, com aumento real de 4,8% em relação ao primeiro trimestre de 2025. Entre os empregadores, a renda média alcançou R$ 8.961, crescimento de 9,7%, também acima da inflação.
A massa de rendimentos dos empregados e demais trabalhadores assalariados atingiu R$ 43,16 bilhões, avanço real de 1,4%. Entre os trabalhadores por conta própria, o valor chegou a R$ 16,70 bilhões, alta de 3,5%. A massa de renda dos empregadores aumentou 7,5%, para R$ 9,05 bilhões.
O trabalho por conta própria foi a única posição na ocupação que apresentou crescimento. O grupo ganhou aproximadamente 120,2 mil pessoas, alta de 1,8% em um ano. O resultado ajudou a compensar parte das perdas entre empregados, empregadores e trabalhadores familiares auxiliares.
A expansão desse grupo, entretanto, exige uma leitura cuidadosa. O trabalho por conta própria pode representar empreendedorismo e prestação de serviços especializados, mas também pode refletir a substituição de vínculos formais por formas de ocupação com menor proteção trabalhista.
O levantamento também aponta uma mudança no nível de qualificação exigido pelo setor. O agronegócio incorporou aproximadamente 72,9 mil profissionais com ensino superior, crescimento de 1,6% em relação ao primeiro trimestre do ano passado.
Isan Rezende
Ao mesmo tempo, diminuiu a participação dos trabalhadores sem instrução e daqueles com ensinos fundamental e médio. O movimento mantém a trajetória de aumento da escolaridade média e acompanha a adoção de máquinas, sistemas digitais, agricultura de precisão, automação, análise de dados e novas técnicas de gestão.
A participação feminina também voltou a crescer, embora o número absoluto de mulheres ocupadas tenha recuado. A ocupação entre os homens caiu 1,2%, enquanto entre as mulheres a retração foi menor, de 0,5%. Com isso, elas ampliaram sua presença proporcional na força de trabalho do agronegócio.
SINAIS DE ALERTA – Para o presidente do Instituto do Agronegócio (IA), Isan Rezende, o primeiro trimestre mostra dois movimentos distintos. “A cadeia como um todo passou por um ajuste depois de sucessivos recordes de ocupação, principalmente nos serviços e nas agroindústrias. Dentro das propriedades, porém, agricultura e pecuária contrataram mais trabalhadores, elevaram a presença de profissionais qualificados e contribuíram para o crescimento real da renda gerada pelo setor”.
“Os quase 190 mil trabalhadores incorporados pela produção dentro das propriedades mostram que o campo continua gerando oportunidades, mas o resultado não pode ser analisado isoladamente. O agronegócio como um todo perdeu mais de 267 mil pessoas ocupadas em um ano, com retração principalmente nos serviços e nas agroindústrias. É um alerta de que nem todos os elos da cadeia atravessam o mesmo momento”, afirma Isan.
“Emprego depende de investimento, e o produtor está enfrentando juros elevados, margens menores e um endividamento que limita sua capacidade de contratar, comprar máquinas e ampliar a produção. A renegociação das dívidas rurais precisa sair do papel e chegar efetivamente às propriedades, acompanhada de crédito acessível, seguro rural e condições para que produtores economicamente viáveis retomem seus projetos”, acrescenta.
“Se o Brasil não resolver esses gargalos, a redução observada nos serviços e na agroindústria pode alcançar outras partes da cadeia. O país precisa combinar crédito, segurança jurídica, infraestrutura, inovação e qualificação profissional. Quando o produtor recupera capacidade de investir, o efeito não fica apenas dentro da porteira: alcança o comércio, o transporte, a indústria e milhares de famílias que dependem do agronegócio”, conclui Rezende.
Fonte: Pensar Agro
AGRONEGÓCIOS
CMN muda regra para destravar renegociação de dívidas rurais
Publicado
25 de agosto de 2026
O Conselho Monetário Nacional (CMN) alterou as regras de financiamento da renegociação das dívidas rurais para tentar acelerar as contratações que continuam enfrentando dificuldades nas instituições financeiras. A partir da mudança aprovada nesta segunda-feira (24.08), os bancos poderão destinar até 40% dos recursos obrigatórios do crédito rural à composição dos débitos dos produtores.
A medida corrige um entrave identificado depois da regulamentação da Medida Provisória nº 1.376/2026. A regra anterior limitava o uso dos recursos obrigatórios ao saldo das operações liquidadas ou amortizadas até 22 de julho. As instituições financeiras alegaram dificuldade para identificar, separar e controlar esses valores durante a contratação das novas operações.
Com o ajuste, o CMN substituiu essa referência por um percentual. Cada instituição poderá utilizar até 40% das exigibilidades e subexigibilidades previstas no capítulo 6-2 do Manual de Crédito Rural para financiar as renegociações.
Esses recursos correspondem a uma parcela dos depósitos à vista que os bancos são obrigados a direcionar ao crédito rural. O percentual de 40%, portanto, não se aplica a todo o dinheiro disponível nas instituições financeiras nem significa que essa parte das dívidas dos produtores será automaticamente renegociada.
Na prática, a mudança amplia a fonte que poderá ser empregada na composição dos débitos e simplifica o controle das operações pelos bancos. A expectativa é reduzir uma das dificuldades operacionais que vinham atrasando a análise dos pedidos desde a publicação da resolução original, em julho.
A alteração, entretanto, não obriga as instituições financeiras a aprovar os financiamentos. Cada solicitação continuará sujeita à análise de risco, à capacidade de pagamento do produtor, às garantias apresentadas e às políticas internas do banco ou da cooperativa de crédito.
Esse ponto é importante porque a disponibilidade formal de recursos não assegura que o dinheiro chegará ao produtor. Parte dos agricultores que mais precisa da renegociação acumula parcelas vencidas, garantias comprometidas e redução de renda após sucessivas perdas climáticas e quedas nos preços recebidos.
A linha regulamentada pela Resolução CMN nº 5.330 permite reunir determinadas dívidas rurais em uma nova operação, com prazo maior e condições definidas conforme o enquadramento do beneficiário e a intensidade das perdas. Podem ser incluídas operações de custeio, comercialização e industrialização, além de parcelas de financiamentos de investimento que atendam aos critérios estabelecidos.
Na regra geral, o produtor precisa comprovar perdas em pelo menos duas safras entre 2019 e 2025, redução mínima de 30% da renda bruta agropecuária esperada e relação entre o prejuízo e eventos climáticos extremos ou a queda dos preços dos produtos financiados.
Para agricultores familiares enquadrados no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), o limite chega a R$ 400 mil, com juros de 6% ao ano e prazo de até oito anos. Médios produtores vinculados ao Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp) podem contratar até R$ 2 milhões, com taxa de 9% ao ano.
Para os demais produtores, a linha alcança R$ 4 milhões, com juros de 12% ao ano. Cooperativas de produção agropecuária, quando atuarem na condição de produtor rural, podem contratar até R$ 50 milhões. A primeira amortização do principal está prevista para dois anos depois da contratação, embora os juros devam ser pagos durante esse período.
Há condições diferenciadas para quem comprovar perdas em três ou mais safras, redução mínima de 40% da renda esperada e danos provocados por eventos climáticos extremos. Nesse enquadramento, o prazo pode chegar a dez anos, os limites individuais aumentam e as taxas ficam menores.
O teto para agricultores familiares sobe para R$ 500 mil, com juros de 5% ao ano. No Pronamp, o limite passa a R$ 2,5 milhões e a taxa cai para 8%. Os demais produtores podem contratar até R$ 8 milhões, com juros de 11% ao ano. Para cooperativas, permanece o limite de R$ 50 milhões, também com taxa de 11%.
O acesso depende de laudo elaborado por profissional legalmente habilitado, com a comprovação das perdas e da relação entre os prejuízos e as dívidas apresentadas. Os bancos poderão solicitar documentos adicionais e uma nova avaliação técnica quando encontrarem inconsistências.
As operações precisam ser contratadas até 12 de novembro de 2026. Como o prazo é para a conclusão da contratação, e não apenas para a entrega do pedido, o produtor interessado deve procurar a instituição financeira com antecedência e reunir os contratos, os saldos devedores, os documentos da propriedade e os comprovantes das perdas.
A adesão à composição não impede, por si só, a contratação de novos financiamentos rurais nem pode ser usada como motivo para incluir o beneficiário em cadastro restritivo. A liberação de outro crédito, porém, também continuará dependendo da avaliação do banco.
O CMN aprovou ainda uma correção nas normas do Pronamp. O texto passa a esclarecer que os financiamentos de comercialização contratados por médios produtores devem observar as regras específicas dessa modalidade no Manual de Crédito Rural. A alteração procura eliminar dúvidas de interpretação, sem criar uma nova linha ou ampliar os limites já estabelecidos.
A nova decisão remove um obstáculo técnico, mas o resultado somente poderá ser medido pelo volume efetivamente contratado. Para o produtor endividado, o avanço ocorrerá quando os recursos anunciados se transformarem em propostas aprovadas antes do encerramento do prazo.
Fonte: Pensar Agro
AGRONEGÓCIOS
TCU avalia hoje sobrepreço em contrato de construção da Ferrovia Norte-Sul
Publicado
25 de agosto de 2026
O Tribunal de Contas da União (TCU) analisa nesta terça-feira (25.08) um levantamento sobre as políticas públicas destinadas aos biocombustíveis e à transição energética. A sessão extraordinária, marcada para as 15 horas, também inclui um processo que apura possível sobrepreço em um antigo contrato de construção da Ferrovia Norte-Sul.
O trabalho sobre energia procura identificar os principais programas e ações federais relacionados aos biocombustíveis, ao petróleo, ao gás natural e à mineração. O levantamento deverá mostrar como essas políticas estão organizadas, quais órgãos participam de sua execução e se existem lacunas, sobreposições ou falhas de coordenação.
A análise não prevê mudanças imediatas nas regras do etanol, do biodiesel ou de outros combustíveis renováveis. Também não trata diretamente dos percentuais obrigatórios de mistura. O resultado, entretanto, poderá orientar futuras recomendações do tribunal ao Ministério de Minas e Energia e a outros órgãos responsáveis pelo setor.
Para o agronegócio, a avaliação envolve cadeias que cresceram rapidamente nos últimos anos. Além do etanol produzido a partir da cana-de-açúcar, o país ampliou a fabricação do biocombustível à base de milho, principalmente no Centro-Oeste. Também avançaram a produção de biodiesel com matérias-primas agropecuárias e os projetos de biogás e biometano desenvolvidos com resíduos de lavouras, frigoríficos e criação de animais.
A estabilidade das políticas públicas influencia decisões tomadas dentro e fora da propriedade. Usinas e investidores precisam de previsibilidade para ampliar a capacidade industrial, enquanto produtores dependem da continuidade da demanda para definir contratos, plantio e investimentos.
Falhas de coordenação entre programas podem aumentar a insegurança, atrasar projetos e dificultar o financiamento. Em sentido contrário, regras claras e planejamento de longo prazo podem criar novos mercados para milho, cana-de-açúcar, soja, gorduras animais e resíduos da produção rural.
Outro processo da pauta envolve o Lote 5S da Extensão Sul da Ferrovia Norte-Sul. Nesse caso, o tribunal julgará uma tomada de contas especial aberta depois da identificação de possível sobrepreço em um contrato de construção.
O procedimento busca verificar se houve prejuízo aos cofres públicos, calcular eventual dano e definir responsabilidades. Caso as irregularidades sejam confirmadas, o TCU poderá determinar o ressarcimento de valores e aplicar as sanções previstas na legislação.
A análise não corresponde à autorização de uma nova ferrovia, à retomada de obras nem à liberação de uma concessão. Portanto, uma decisão neste processo não destravará diretamente os novos projetos ferroviários preparados pelo governo federal.
O contrato examinado foi assinado em dezembro de 2010 pela antiga Valec Engenharia, Construções e Ferrovias, cujas funções foram posteriormente incorporadas pela Infra S.A. O valor inicial era próximo de R$ 434 milhões.
Com aproximadamente 142 quilômetros, o Lote 5S integra a extensão ferroviária entre Ouro Verde de Goiás e Estrela d’Oeste, em São Paulo. Esse corredor possui cerca de 682 quilômetros e foi construído para conectar áreas produtoras do Centro-Oeste à malha ferroviária paulista e às rotas de acesso aos portos.
Apesar da importância logística do trecho, o processo desta terça está restrito à apuração do contrato. A eventual cobrança dos responsáveis poderá recuperar recursos públicos, mas não representa, por si só, aumento da capacidade de transporte ou redução imediata do frete pago pelo produtor.
As decisões que efetivamente abriram caminho para novos projetos ferroviários foram tomadas pelo TCU na semana passada. O tribunal autorizou o avanço do chamamento público do Corredor Minas–Rio, considerado uma referência para futuras outorgas privadas, e dispensou a análise prévia de mérito da relicitação de cinco terminais de carga da Ferrovia Norte-Sul.
Com essa dispensa, o governo poderá prosseguir com a preparação dos editais dos terminais. A previsão é que a documentação seja publicada em setembro, embora o calendário definitivo ainda dependa das etapas conduzidas pelo Ministério dos Transportes e pela Infra S.A.
O Corredor Minas–Rio reúne aproximadamente 733 quilômetros de linhas devolvidas pela concessionária anterior. O projeto prevê a seleção de operadores privados e deverá servir como teste para o modelo de chamamentos públicos estabelecido pela Lei das Ferrovias.
Essas duas decisões têm potencial mais direto sobre a logística do agronegócio. A entrada de novos operadores e a modernização dos terminais podem ampliar a concorrência, melhorar o acesso à ferrovia e facilitar o transporte de grãos, farelo, açúcar, algodão, etanol, fertilizantes e outras cargas.
Na sessão desta terça, além dos processos relacionados à energia e à Norte-Sul, o TCU analisará o cumprimento das regras fiscais e a consistência das projeções de receitas e despesas da União. A pauta ainda poderá sofrer alterações, com retirada, adiamento ou interrupção de julgamentos.
Fonte: Pensar Agro
Envie sua denúncia
CMN muda regra para destravar renegociação de dívidas rurais
TCU avalia hoje sobrepreço em contrato de construção da Ferrovia Norte-Sul
Agronegócio incorporou 190 mil trabalhadores no primeiro trimestre e viu renda crescer 2,7%
Sinop transforma sua infraestrutura e consolida uma cidade preparada para o futuro
Final do Cantarte 2026 será neste fim de semana com transmissão ao vivo e mais de R$ 40 mil em premiações
DIAMANTINO
“Dia D” da Multivacinação realiza mais de 900 aplicações de vacinas em Diamantino
A Prefeitura de Diamantino, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, realizou no sábado (22.08) o “Dia D” da Campanha...
Prefeitura convida empresários para o lançamento oficial do Programa “Prospera + Diamantino”
A Prefeitura de Diamantino, por meio da Secretaria Municipal de Administração, realizará, na próxima quinta-feira (27.08), às 19h, o lançamento...
“Dia D” da Campanha Antirrábica vacina mais de 1 mil animais em Diamantino
A Prefeitura de Diamantino, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, realizou no sábado (15.08) o “Dia D” da Campanha...
POLÍTICA MT
Lei estadual reforça responsabilidade de mães e pais na criação dos filhos
Uma nova legislação aprovada pela Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) e sancionada em junho deste ano reforça um tema...
Rota do Respeito amplia prevenção à violência contra a mulher em MT
A Procuradoria Especial da Mulher (PEM) da Assembleia Legislativa de Mato Grosso apresentou nesta segunda-feira (24), durante o programa Painel,...
Fenaj destaca importância do Prêmio ALMT para valorização do jornalismo e da produção regional
O II Prêmio ALMT de Jornalismo – Troféu Parlamento está com inscrições abertas até 9 de novembro de 2026. Os...
POLICIAL
Governo de MT suspende notícias institucionais do Portal em cumprimento às normas eleitorais
Em cumprimento à legislação eleitoral, o Governo de Mato Grosso suspende, a partir deste sábado (4.7), a exibição das notícias...
Polícia Civil prende foragido por roubo em Poconé
A Polícia Civil de Mato Grosso prendeu, nesta segunda-feira (20.7), um homem de 36 anos, em cumprimento a mandado de...
Polícia Civil prende cinco suspeitos de envolvimento em crimes de tortura, sequestro, cárcere privado e organização criminosa em Pedra Preta
A Polícia Civil de Mato Grosso prendeu cinco pessoas, na noite de sábado (18.7), em Pedra Preta, suspeitas de tortura,...
MATO GROSSO
Após 19 anos, júri condena réu que matou trabalhador por engano
Nesta segunda-feira (24), o Tribunal do Júri de Várzea Grande julgou um homicídio ocorrido em 9 de maio de 2007....
Acusado de matar rival de facção é condenado a 28 anos
O Tribunal do Júri da Comarca de Sorriso condenou, nesta segunda-feira (24), Willian Cordeiro Palhano a 28 anos de reclusão,...
Promotor participa de evento do Agosto Lilás em Sorriso
O promotor de Justiça Márcio Florestan Berestina participou, neste domingo (23), da Feira Cultive-se, realizada no Parque Ecológico Municipal de...
POLÍTICA NACIONAL
CAS discute projeto de fiscalização de políticas sociais do governo federal
A Comissão de Assuntos Sociais do Senado (CAS) discute nesta terça (25) o projeto que estabelece agosto como o mês em...
Senado homenageia 80 anos do Tribunal Superior do Trabalho
Os 80 anos de fundação do Tribunal Superior do Trabalho (TST) foram celebrados em sessão especial do Senado nesta segunda-feira...
Eleições impõem restrições a gastos públicos
Com a aproximação das eleições, agentes públicos ficam sujeitos a restrições sobre gastos, contratação de pessoal, publicidade, transferência de recursos...
ESPORTES
Athletico-PR vence o Botafogo por 3 a 2 e se aproxima do Flamengo no Brasileirão
O Athletico-PR venceu o Botafogo por 3 a 2 na noite desta segunda-feira (24), no Estádio Nilton Santos, no Rio...
Coritiba vence o Corinthians por 2 a 1 e impõe segunda derrota seguida ao Timão
O Corinthians perdeu por 2 a 1 para o Coritiba na noite deste domingo (23), no Estádio Couto Pereira, em...
Santos, com um jogador a mais, empata com o Mirassol e segue ameaçado pelo Z4
O Santos ficou no empate por 1 a 1 com o Mirassol na noite deste domingo (23), na Vila Belmiro,...
Mais Lidas da Semana
-
ESPORTES20 de agosto de 2026Santos segura empate no Equador e avança às quartas da Copa Sul-Americana
-
ESPORTES19 de agosto de 2026São Paulo vence Bolívar no MorumBIS e avança às quartas de final da Sul-Americana
-
POLÍTICA MT18 de agosto de 2026Cartilha da ALMT orienta agentes públicos sobre condutas vedadas nas Eleições 2026
-
POLÍTICA NACIONAL18 de agosto de 2026Debate aponta falta de pessoal no TRT-2 e demanda nomeação de concursados
-
ESPORTES18 de agosto de 2026Fluminense supera Independiente Rivadavia nos pênaltis e avança às quartas da Libertadores
-
CULINÁRIA18 de agosto de 2026Sinop conquista segundo título consecutivo no estadual de futsal feminino adulto
-
POLÍTICA MT18 de agosto de 2026Comissão de Indústria, Comércio e Turismo aprova seis projetos em reunião nesta terça-feira
-
POLÍTICA NACIONAL18 de agosto de 2026Debate na CE aponta avanço de tempo integral e desafios para garantir qualidade

