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TURISMO

Webinar com foco na valorização do afroturismo recebe inscrições até sexta-feira (26)

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O Ministério do Turismo, em parceria com a Associação Brasileira de Afroturismo (Abrafo), promove na próxima terça-feira (30) o webinar “Rotas Negras em Ação: Cadastur, Formalização e Oportunidades para Afroempreendedores do Turismo”. As inscrições seguem abertas até esta sexta-feira (26).

O objetivo da oficina online, que acontece das 14h30 às 17h, é mostrar aos participantes a importância do programa Rotas Negras e da inscrição no Cadastro de Prestadores de Serviços Turísticos (Cadastur) – instrumentos fundamentais para valorização do afroturismo e fortalecimento da representatividade racial no setor.

Um dos temas abordados será a recente mudança no Cadastur, sistema oficial do MTur, que reúne pessoas físicas e jurídicas do setor. O cadastro passou a exigir o preenchimento dos campos de raça, etnia e gênero, medida que busca dar visibilidade à diversidade de pessoas que atuam no segmento de viagens e hospitalidade no Brasil.

A partir desse novo banco de dados, será possível identificar os principais desafios para fazer o setor crescer, orientando o desenvolvimento de projetos, ações de capacitação e iniciativas para redução das desigualdades no mercado de trabalho turístico.

A formalização por meio do Cadastur é um importante instrumento para ampliar oportunidades e fortalecer a atuação dos profissionais e empreendimentos do turismo. Com o registro, guias de turismo, agências de viagens, meios de hospedagem e organizadores de eventos passam a ter acesso a políticas públicas voltadas aos empreendedores.

Microempreendedores e empresários turísticos cadastrados no sistema podem, por exemplo, acessar recursos do Fundo Geral de Turismo (Fungetur), que disponibiliza, só em 2026, mais de R$ 1 bilhão para financiamentos com condições facilitadas.

A atividade turística baseada na valorização da cultura negra e da ancestralidade tem demonstrado um enorme potencial de geração de emprego e renda em quilombos e territórios tradicionais de todo o país. Ao mapear e formalizar esses negócios, o Brasil eleva o nível de competitividade de seus produtos em todo o cenário turístico, onde viajantes buscam, cada vez mais, experiências autênticas, sustentáveis e socialmente responsáveis.

Leia mais:  Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba: santuário de lagoas costeiras e biodiversidade preservada no litoral fluminense

O programa Rotas Negras é um projeto que visa promover e valorizar a história, a memória e a cultura afro-brasileira, por meio da criação de roteiros turísticos.

Serviço

  • Webinar “Rotas Negras em Ação”: Cadastur, Formalização e Oportunidades para Afroempreendedores do Turismo
  • Data: 30 de junho (terça-feira)
  • Horário: 14h30 às 17h
  • Prazo para inscrições: até 26/6 (sexta-feira)
  • Link para as inscrições: clique aqui.

Por Isadora Lionço
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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TURISMO

Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba: santuário de lagoas costeiras e biodiversidade preservada no litoral fluminense

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Localizado no litoral norte do Estado do Rio de Janeiro, abrangendo os municípios de Macaé, Carapebus e Quissamã, o Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba reserva aos visitantes uma surpreendente riqueza hídrica e paisagística. Fundada em 1998, a unidade possui um ecossistema caracterizado pelo forte contraste entre o solo arenoso e a abundância dos espelhos d’água.

Ao longo dos seus 44 quilômetros de praias praticamente intocadas, o parque abriga um complexo de cerca de 18 lagoas costeiras de águas límpidas, como as de Carapebus, Paulista, Comprida, de Jurubatiba e Encantada. Caminhar por trilhas sombreadas pela vegetação de restinga nas primeiras horas da manhã ou contemplar o pôr do sol refletido em águas calmas é uma ótima dica.

Esse grande mosaico ecológico serve de refúgio para uma vasta biodiversidade, reunindo espécies raras de flora, peixes, anfíbios e dezenas de aves migratórias e residentes, que utilizam a área como ponto de alimentação e reprodução.

Para os mais aventureiros, a Restinga de Jurubatiba proporciona atividades que vão além dos banhos de lagoa. Passeios de caiaque pelo Canal de Campos-Macaé – obra histórica do século XIX que cruza a reserva – e trajetos percorridos de bicicleta ou a bordo de veículos autorizados revelam a harmonia entre história, cultura local e conservação.

Jurubatiba representa uma das maiores e mais bem preservadas extensões contínuas de restinga do litoral brasileiro, constituindo também um laboratório vivo para pesquisas científicas e um modelo de ecoturismo sustentável no Estado do Rio.

Como chegar

A principal porta de entrada para o Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba é o município de Macaé ou a capital do Estado. A partir da cidade do Rio de Janeiro (RJ), o acesso terrestre principal utilizas a rodovia BR-101 no sentido Norte, seguindo em direção a Macaé, Carapebus ou Quissamã, em uma viagem de cerca de 3 a 4 horas.

Leia mais:  Brasília: única cidade moderna reconhecida como Patrimônio Mundial da Unesco

Por se tratar de uma unidade de conservação de proteção integral, há restrições e regulamentações para o acesso de veículos em determinadas áreas. A visitação às trilhas e lagoas é realizada preferencialmente a pé, de bicicleta ou por meio de passeios aquáticos e de veículos credenciados, com acompanhamento de condutores ambientais autorizados pelo ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade), garantindo o mínimo impacto ambiental e a total preservação desse verdadeiro tesouro fluminense.

Por André Martins

Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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TURISMO

Brasília: única cidade moderna reconhecida como Patrimônio Mundial da Unesco

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Inaugurada em 21 de abril de 1960, Brasília foi construída para abrigar a nova capital do país e simbolizar um projeto de integração nacional. Em pouco mais de três anos, uma área antes ocupada pela vegetação do Cerrado deu lugar a uma cidade planejada, marcada por monumentos, amplos espaços públicos e soluções urbanísticas que se tornaram referência em todo o mundo.

Reconhecida como Patrimônio Mundial pela Unesco em 1987, Brasília foi a primeira – e até hoje única – cidade moderna a receber esse título. A capital conquistou reconhecimento internacional graças ao projeto inovador do Plano Piloto e ao conjunto arquitetônico que a transformou em uma referência do urbanismo modernista.

Além de sediar os principais órgãos do Governo Federal, a cidade reúne museus, parques, espaços culturais e monumentos que atraem visitantes interessados em história, arquitetura, cultura e turismo cívico.

Reconhecimento

A Unesco reconheceu Brasília por representar um dos mais importantes exemplos do urbanismo modernista do século 20. A cidade foi planejada para integrar áreas residenciais, administrativas, espaços públicos, mobilidade e grandes áreas verdes em um único projeto urbano, preservando até hoje as características originais do Plano Piloto. 

Entre os elementos que justificaram o reconhecimento estão o Plano Piloto, o Eixo Monumental, a Praça dos Três Poderes, a Esplanada dos Ministérios e as superquadras residenciais.

Também fazem parte desse conjunto edifícios que se tornaram símbolos da capital, como o Congresso Nacional, o Palácio do Planalto, o Supremo Tribunal Federal, a Catedral Metropolitana e o Teatro Nacional. Juntos, eles transformaram Brasília em uma das maiores referências mundiais da arquitetura e do urbanismo modernos. 

O que fazer

Entre os principais atrativos estão:

  • Praça dos Três Poderes: reúne o Palácio do Planalto, o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal, além de importantes monumentos e obras de arte.

  • Catedral Metropolitana de Brasília: um dos principais cartões-postais da cidade, chama atenção pelas colunas curvas e pelos vitrais que iluminam o interior.

  • Esplanada dos Ministérios: concentra os principais prédios públicos da capital e oferece uma das vistas mais conhecidas de Brasília.

  • Memorial JK: dedicado ao ex-presidente Juscelino Kubitschek, reúne objetos pessoais, documentos e parte da história da construção da capital.

  • Palácio da Alvorada: residência oficial da Presidência da República, às margens do Lago Paranoá.

  • Torre de TV: oferece vista panorâmica da cidade e abriga uma tradicional feira de artesanato e gastronomia regional.

  • Lago Paranoá: ideal para passeios de barco, esportes náuticos, caminhadas e momentos de lazer.

  • Parque da Cidade Dona Sarah Kubitschek: maior parque urbano do Brasil, oferece áreas verdes, pistas para caminhada e ciclismo, espaços esportivos e opções de lazer. 

Leia mais:  Trilha Caminhos da Baleia Franca une natureza, história e cultura em percurso de 172 quilômetros no litoral catarinense

Quando visitar

Brasília pode ser visitada durante todo o ano.

  • Maio a setembro: período de estiagem, com clima seco, céu aberto e temperaturas agradáveis para conhecer os monumentos e caminhar pela cidade.

  • Outubro a abril: período chuvoso, quando o Cerrado ganha novos tons de verde e os jardins ficam ainda mais floridos.

  • 21 de abril: aniversário de Brasília, com programação especial, eventos culturais e atividades abertas ao público.

Em qualquer época, vale reservar pelo menos dois dias da viagem para conhecer os principais monumentos e espaços culturais da capital.

Como chegar

Brasília está localizada no Distrito Federal e possui um dos principais aeroportos do país. Quem chega de avião desembarca no Aeroporto Internacional de Brasília – Presidente Juscelino Kubitschek, que recebe voos diretos de todas as regiões do Brasil e de destinos internacionais.

Para quem viaja de carro, os principais acessos são pelas rodovias BR-040, que liga Brasília a Belo Horizonte e ao Rio de Janeiro; BR-060, que conecta a capital a Goiânia e Mato Grosso do Sul; BR-020, em direção ao Nordeste; e BR-050, que faz a ligação com o Triângulo Mineiro e com o estado de São Paulo.

A partir do aeroporto ou das rodovias, o Plano Piloto pode ser acessado facilmente de carro, táxi, transporte por aplicativo ou ônibus.

Patrimônio Mundial

A Lista do Patrimônio Mundial reúne locais reconhecidos pela Unesco por sua importância cultural, natural ou histórica para a humanidade. Os bens inscritos são considerados de Valor Universal Excepcional e passam a integrar uma relação internacional de patrimônios cuja preservação é de interesse mundial.

O Brasil possui atualmente 26 bens inscritos na lista, distribuídos entre as categorias Cultural, Natural e Mista.

Por Natália Moraes
Assessoria de Comunicação Social do Ministério do Turismo

 

Leia mais:  Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba: santuário de lagoas costeiras e biodiversidade preservada no litoral fluminense

Fonte: Ministério do Turismo

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