MATO GROSSO
Turismo de negócios e eventos se consolida em 28 municípios e fortalece a economia regional em Mato Grosso
Publicado
24 de abril de 2026
A Norte Show 2026 começou movimentando Sinop já no primeiro dia, com público estimado em 30 mil pessoas. Mais do que um dos principais eventos do agronegócio da região, a feira também evidencia a força de um segmento que se consolida em diferentes regiões do estado: o turismo de negócios e eventos.
Dados do Observatório do Turismo da adjunta de Turismo da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec-MT) apontam que 20 municípios têm o turismo de negócios e eventos como principal segmento turístico, enquanto outros oito o têm como segunda principal atividade. Entre eles está Cuiabá, capital do estado, que mantém uma agenda contínua de eventos institucionais, corporativos e técnicos ao longo do ano.
Maria Letícia Arruda, secretária adjunta de Turismo da Sedec, afirma que esse tipo de turismo tem ganhado espaço nas estratégias de desenvolvimento dos municípios mato-grossenses, especialmente aqueles que concentram atividades empresariais e institucionais.
“O turismo de negócios e eventos é um dos grandes motores da economia, inclusive na capital. Em Cuiabá, temos eventos inclusive de relevância internacional que movimentam uma cadeia ampla, envolvendo desde hospedagem e alimentação até transporte, comércio e prestação de serviços”, disse.
O turismo de negócios e eventos é caracterizado pelo deslocamento de pessoas para participar de atividades profissionais fora da sua cidade de origem, como feiras, congressos, convenções, seminários e reuniões corporativas. Diferente do turismo de lazer, em que o objetivo principal é o descanso, no turismo de negócios a motivação está ligada ao trabalho, à geração de oportunidades e ao networking — mas seus efeitos ultrapassam o ambiente dos eventos.
Quem viaja a trabalho também consome na cidade. Hotéis, restaurantes, aplicativos de transporte, bares e atrativos locais passam a fazer parte da rotina desses visitantes, gerando impacto direto na economia. Além disso, trata-se de um segmento que acontece ao longo de todo o ano e não depende de períodos de alta temporada, o que contribui para uma movimentação mais constante do setor turístico.
Em Sinop, esse crescimento acompanha o próprio desenvolvimento econômico do município. “Sinop é um município muito jovem, em pleno desenvolvimento. Bate vários recordes de abertura de empresas e geração de empregos, e a gente percebe um grande crescimento do turismo de negócios e eventos aqui na região”, explica a turismóloga e diretora de turismo do município, Leidiane Viegas.
Segundo ela, o perfil da cidade favorece esse cenário. “Nós centralizamos o setor de serviços do agronegócio, tudo isso auxilia nesse segmento de negócios. Também somos um polo educacional, então concentramos inúmeros eventos ligados a essa área, como congressos médicos, de agronomia e grandes feiras do agro, como a Norte Show. Todos esses eventos contribuem para a movimentação e o aquecimento da nossa economia local. Dados apontam que, a cada um real investido em eventos, sete retornam para o município, gerando benefícios e aquecendo a economia.”
Além dos compromissos profissionais, parte dos visitantes também aproveita a viagem para conhecer a cidade e a região. Mesmo que de forma breve, experiências ligadas à gastronomia, cultura e lazer passam a integrar o roteiro, ampliando o tempo de permanência e o volume de gastos no destino.
Levantamento de dados
Para compreender melhor o comportamento do público e os impactos do setor, a Sedec realiza uma pesquisa durante a Norte Show. A ação é feita em parceria com a Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel) e a Prefeitura de Sinop, com metodologia já aplicada pelo órgão. Durante o evento, equipes técnicas coletam dados diretamente com os visitantes por meio de questionários.
A coordenadora de Pesquisa e Planejamento da Sedec, Gláucia Regina da Silva, explica que o levantamento tem papel estratégico no desenvolvimento do turismo. “A pesquisa já foi aplicada anteriormente em Barra do Bugres e, agora, em Sinop, representa uma nova oportunidade de coletar dados sobre o perfil dos visitantes. Essas informações são fundamentais para subsidiar políticas públicas mais efetivas para o setor”, afirma.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Diretoria Matropolitana de Educação reúne professores e gestores em seminário do Regime de Colaboração MT
Publicado
24 de abril de 2026
A Diretoria Metropolitana de Educação (DME) realiza, nesta sexta-feira (24.4), no Hotel Fazenda Mato Grosso, em Cuiabá, o 3º Seminário Regional de Regime de Colaboração.
O encontro reúne professores, gestores escolares, equipes municipais e integrantes dos programas desenvolvidos pela Secretaria de Estado de Educação (Seduc) em parceria com os municípios da região metropolitana.
Participam do seminário representantes de Acorizal, Barão de Melgaço, Chapada dos Guimarães, Cuiabá, Jangada, Nossa Senhora do Livramento, Nova Brasilândia, Poconé, Planalto da Serra, Santo Antônio do Leverger e Várzea Grande.
A proposta da DME é manter um espaço de conversa técnica e de troca de experiências entre o Estado e os municípios, com foco nas ações que chegam à sala de aula. O seminário também dá visibilidade aos programas que compõem o Regime de Colaboração e ao trabalho desenvolvido pelas equipes que atuam diretamente na aprendizagem dos estudantes.
Para a secretária de Estado de Educação, Flávia Emanuelle, o seminário ganha importância porque aproxima quem formula a política de quem enfrenta, todos os dias, a sala cheia, o caderno aberto, a criança que ainda soletra e a família que precisa ser chamada para perto.
“Quando o Regime de Colaboração sai do discurso e reúne professores, gestores e equipes municipais em torno dos dados, das práticas e dos resultados, a alfabetização deixa de ser uma meta distante e passa a ser acompanhada em detalhes”, apontou.
A programação inclui palestras, apresentações culturais, oficinas práticas e momentos de reconhecimento aos profissionais que se destacaram na alfabetização com equidade. Entre os palestrantes, está o ex-secretário de Estado de Educação Alan Porto, que abordará os avanços, os resultados e os desafios do Programa Alfabetiza.
A segunda palestra será conduzida por Luciano Nery Ferreira Filho, da Associação Bem Comum, com o tema “Resultados, reflexões e possíveis caminhos para a Alfabetização na Idade Certa”. O ciclo será encerrado por Helen Ilse Deniz Pietrowski, coordenadora estadual do Programa Alfabetiza MT, vinculada à Secretaria Adjunta de Regime de Colaboração da Seduc.
A parte cultural contará com a participação de professores da Escola Estadual Manuel Gomes, de Várzea Grande, com brincadeiras e dança ao som da música “Pipoca”, sob coordenação da professora Lucimara Maria de Oliveira. Estudantes do Projeto Café Literário também farão uma performance com a música “Janela do Aprendiz”, coordenada pela professora Marina Leite da Cunha.
No período dedicado às oficinas, os participantes terão atividades voltadas ao Ensino Fundamental em formato prático, conhecido como “mão na massa”. Também serão apresentados programas e projetos que integram o Regime de Colaboração, entre eles: Alfabetiza MT, Compromisso Nacional Criança Alfabetizada (CNCA), Google for Education, Mais Infância, Mais Inglês, Mais MT Muxirum, Matific, Pacto pela Digitalização e ViradaTec.
Como parte do seminário, às 16h, a DME fará a entrega do TOP 10 da Diretoria Metropolitana, com reconhecimento aos professores que se sobressaíram na promoção da alfabetização com equidade. A escolha baseia-se nos resultados da Avaliação Somativa de 2025 nas turmas do 2º ano do Ensino Fundamental, na 5ª edição do Prêmio Alfabetiza MT – 2026.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
O descompasso entre crescimento e qualificação em Mato Grosso
Publicado
24 de abril de 2026
Estado lidera geração de empregos, mas enfrenta dificuldade crescente para preencher vagas por falta de mão de obra qualificadaHá um descompasso que se delineia com nitidez em Mato Grosso — e que, talvez por isso mesmo, ainda não foi enfrentado na profundidade que o tema reclama. De um lado, uma economia dinâmica, com crescimento acima da média nacional e taxas de desocupação entre as menores do país — em torno de 3% a 4%, segundo dados recentes do IBGE. De outro, um entrave persistente: vagas permanecem abertas pela ausência de mão de obra qualificada.Não se está diante de um desajuste circunstancial, nem de uma dificuldade confinada a um segmento específico. O quadro revela uma desconexão estrutural entre o ritmo da expansão econômica e a capacidade de formação profissional da população.No plano agregado, Mato Grosso mitigou o antigo problema da escassez de emprego. O desafio contemporâneo deslocou-se. Trata-se, agora, de preparar pessoas para ocupar as oportunidades que o próprio desenvolvimento engendra.Nesse contexto, um dado merece atenção. O setor de serviços concentra a maior parte dos empregos formais, tanto no Brasil quanto no estado — frequentemente superando 60% do total de vínculos. Parte dessas atividades, especialmente no comércio, na logística e em funções administrativas, atua como via relevante de inserção inicial no mercado de trabalho, embora não de forma uniforme. Ainda assim, a questão da qualificação não se distribui de modo homogêneo.Nos segmentos produtivos — especialmente agropecuária, indústria e construção — a carência de mão de obra qualificada se manifesta de forma mais intensa e com maior impacto econômico. Levantamentos de entidades empresariais indicam que cerca de 40% a 50% das empresas enfrentam dificuldade para contratar trabalhadores com as competências exigidas. O maior empregador está nos serviços; o principal gargalo, contudo, localiza-se nos setores com maior intensidade produtiva e efeito multiplicador.A evidência empírica corrobora essa assimetria. No comércio, multiplicam-se as dificuldades na contratação de vendedores e assistentes administrativos com domínio mínimo de atendimento e ferramentas digitais. Já na indústria, escasseiam operadores de máquinas, técnicos de manutenção e profissionais de eletromecânica — funções que exigem qualificação técnica específica. Na construção civil, a falta de pedreiros, eletricistas e mestres de obra compromete prazos e encarece empreendimentos. No agronegócio, intensifica-se a demanda por operadores de máquinas agrícolas e profissionais aptos a lidar com tecnologias embarcadas. Quanto à logística, a ausência de motoristas qualificados e operadores especializados limita a eficiência de cadeias inteiras.O padrão se repete com inquietante regularidade: oportunidades existem, a demanda é concreta, mas a qualificação da força de trabalho não evolui no mesmo ritmo.À primeira vista, poderia parecer que o problema reside apenas na insuficiência de cursos. Essa explicação, embora não inteiramente equivocada, é limitada. Um exame mais atento revela que a questão é mais profunda. O ponto crítico está na forma como a qualificação profissional vem sendo estruturada — ainda fragmentada, dispersa e, em larga medida, dissociada das necessidades efetivas do mercado.Cursos são ofertados. Turmas são abertas. Certificados são expedidos. Permanece, entretanto, uma indagação essencial: tais formações dialogam, de fato, com a realidade econômica dos territórios em que se inserem? Com frequência, a resposta não se mostra satisfatória.A economia mato-grossense possui feições próprias. O agronegócio, a agroindústria, a logística, a construção civil e determinados ramos industriais compõem o núcleo do desenvolvimento estadual. São esses segmentos que geram riqueza — e, justamente, aqueles que mais enfrentam dificuldade para encontrar trabalhadores qualificados.Diante desse cenário, a questão ultrapassa a mera ampliação da oferta de cursos. Torna-se necessária uma qualificação orientada, territorializada e organicamente vinculada às cadeias produtivas reais.Quando essa articulação não se estabelece, o desfecho é previsível: formações que não conduzem ao emprego, empresas que não encontram trabalhadores e um crescimento econômico aquém do potencial.Experiências exitosas em outros estados — como Minas Gerais e Pernambuco, que estruturaram políticas de qualificação articuladas às demandas do setor produtivo, com oferta descentralizada e integração efetiva entre formação e trabalho — indicam caminhos possíveis. O ponto decisivo, contudo, não reside na simples replicação de modelos, mas na assimilação de um princípio fundamental: qualificação profissional não é política acessória — é eixo central do desenvolvimento.Algumas diretrizes, nesse contexto, apresentam-se com clareza.A primeira consiste na construção de um sistema permanente de inteligência sobre o mercado de trabalho. Não se planeja adequadamente a formação profissional sem conhecer, com precisão, as vagas não preenchidas, sua localização e as competências requeridas. Sem esse diagnóstico, corre-se o risco de multiplicar certificados e escassear soluções.Outra diretriz relevante é a superação da lógica de cursos isolados em favor de trilhas formativas. O trabalhador contemporâneo não necessita apenas de uma qualificação pontual, mas de um percurso que permita progressão, adaptação e atualização contínua.Igualmente imprescindível é a integração efetiva com o setor produtivo. Formações desconectadas da realidade empresarial tendem a gerar frustração recíproca. A qualificação precisa nascer do diálogo com quem emprega e incorporar experiências práticas que reduzam a distância entre aprendizagem e trabalho.A incorporação das novas tecnologias, por sua vez, já não pode ser tratada como opção. A inteligência artificial, a automação e as ferramentas digitais configuram o presente do trabalho. Ignorá-las significa condenar trabalhadores à obsolescência precoce.Nesse ponto, já é possível delinear uma proposta estruturante: a criação de um programa estadual de alfabetização em inteligência artificial e produtividade digital. Não se trata de formar especialistas, mas de assegurar que trabalhadores — do campo à cidade, do comércio à indústria — dominem instrumentos que já moldam o cotidiano profissional.Alfabetizar em inteligência artificial, hoje, não pressupõe que tenhamos superado a alfabetização digital básica — o que, de fato, ainda não ocorreu. Dados nacionais indicam que parcela significativa da população brasileira ainda apresenta limitações no uso de ferramentas digitais básicas. Ainda assim, a realidade do trabalho avança. Se antes o desafio era acessar o computador, hoje é saber utilizá-lo de forma produtiva e inteligente. A nova fronteira não substitui a anterior; sobrepõe-se a ela.A dimensão social do problema tampouco pode ser negligenciada. Em um estado marcado por desigualdades regionais, a qualificação profissional assume caráter inclusivo. Priorizar jovens, trabalhadores desempregados, mulheres chefes de família e populações vulneráveis significa, em última análise, ampliar horizontes e reduzir assimetrias.Nesse sentido, revela-se especialmente pertinente a advertência de Hannah Arendt, ao lembrar que “educação é o ponto em que decidimos se amamos o mundo o bastante para assumirmos responsabilidade por ele”. Formar para o trabalho, aqui, é também assumir responsabilidade pelo destino coletivo.Cumpre reconhecer que Mato Grosso não parte do zero. Há iniciativas relevantes em curso, tanto no âmbito estadual quanto municipal, além da atuação consistente do Sistema S. Programas como Ser Família Capacita vêm sendo ampliados, e a oferta de cursos cresce gradualmente. Ainda assim, a conclusão se impõe: as iniciativas ainda são insuficientes.Quando o crescimento econômico supera a capacidade de formação profissional, instaura-se um descompasso que tende a se aprofundar. Esse descompasso não é neutro — traduz-se em oportunidades perdidas, investimentos subaproveitados e desigualdades que se perpetuam.O que está em jogo não é apenas a eficiência do mercado de trabalho. É o próprio desenho do desenvolvimento que se pretende sustentar.Vagas não preenchidas por falta de qualificação não constituem meras estatísticas administrativas. São sinais inequívocos de que a engrenagem responsável por articular educação, trabalho e prosperidade ainda opera aquém do necessário — lenta, descoordenada, insuficiente para a complexidade do tempo presente.E engrenagens, quando desalinhadas, não entram em colapso de imediato. Persistem, rangem, perdem eficiência — até que o sistema, gradualmente, deixa de responder às exigências que sobre ele recaem.É nesse ponto que se impõe uma reflexão mais profunda. O crescimento econômico, por si só, não é garantia de desenvolvimento. Sem uma base humana qualificada, capaz de sustentar, adaptar e projetar esse crescimento, o avanço torna-se frágil, circunstancial e, em última instância, reversível.A questão decisiva, portanto, não reside em saber se Mato Grosso continuará a crescer — os indicadores sugerem que sim. A interrogação que realmente importa é outra, mais exigente e menos confortável: o Estado será capaz de converter expansão econômica em capacidade social efetiva, ou permitirá que a distância entre ambos se amplie?Em termos estruturais, o desenvolvimento consistente pressupõe a conversão da prosperidade econômica em oportunidade real para a população. Sem essa correspondência, o crescimento perde densidade e se esgota.Uma economia que avança sem qualificar sua própria população pode até expandir seus indicadores — mas dificilmente consolidará um projeto duradouro de grandeza e inclusão.*Márcio Florestan Berestinas é promotor de Justiça no Ministério Público do Estado de Mato Grosso.
Fonte: Ministério Público MT – MT
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