MATO GROSSO
O descompasso entre crescimento e qualificação em Mato Grosso
Publicado
24 de abril de 2026
Estado lidera geração de empregos, mas enfrenta dificuldade crescente para preencher vagas por falta de mão de obra qualificadaHá um descompasso que se delineia com nitidez em Mato Grosso — e que, talvez por isso mesmo, ainda não foi enfrentado na profundidade que o tema reclama. De um lado, uma economia dinâmica, com crescimento acima da média nacional e taxas de desocupação entre as menores do país — em torno de 3% a 4%, segundo dados recentes do IBGE. De outro, um entrave persistente: vagas permanecem abertas pela ausência de mão de obra qualificada.Não se está diante de um desajuste circunstancial, nem de uma dificuldade confinada a um segmento específico. O quadro revela uma desconexão estrutural entre o ritmo da expansão econômica e a capacidade de formação profissional da população.No plano agregado, Mato Grosso mitigou o antigo problema da escassez de emprego. O desafio contemporâneo deslocou-se. Trata-se, agora, de preparar pessoas para ocupar as oportunidades que o próprio desenvolvimento engendra.Nesse contexto, um dado merece atenção. O setor de serviços concentra a maior parte dos empregos formais, tanto no Brasil quanto no estado — frequentemente superando 60% do total de vínculos. Parte dessas atividades, especialmente no comércio, na logística e em funções administrativas, atua como via relevante de inserção inicial no mercado de trabalho, embora não de forma uniforme. Ainda assim, a questão da qualificação não se distribui de modo homogêneo.Nos segmentos produtivos — especialmente agropecuária, indústria e construção — a carência de mão de obra qualificada se manifesta de forma mais intensa e com maior impacto econômico. Levantamentos de entidades empresariais indicam que cerca de 40% a 50% das empresas enfrentam dificuldade para contratar trabalhadores com as competências exigidas. O maior empregador está nos serviços; o principal gargalo, contudo, localiza-se nos setores com maior intensidade produtiva e efeito multiplicador.A evidência empírica corrobora essa assimetria. No comércio, multiplicam-se as dificuldades na contratação de vendedores e assistentes administrativos com domínio mínimo de atendimento e ferramentas digitais. Já na indústria, escasseiam operadores de máquinas, técnicos de manutenção e profissionais de eletromecânica — funções que exigem qualificação técnica específica. Na construção civil, a falta de pedreiros, eletricistas e mestres de obra compromete prazos e encarece empreendimentos. No agronegócio, intensifica-se a demanda por operadores de máquinas agrícolas e profissionais aptos a lidar com tecnologias embarcadas. Quanto à logística, a ausência de motoristas qualificados e operadores especializados limita a eficiência de cadeias inteiras.O padrão se repete com inquietante regularidade: oportunidades existem, a demanda é concreta, mas a qualificação da força de trabalho não evolui no mesmo ritmo.À primeira vista, poderia parecer que o problema reside apenas na insuficiência de cursos. Essa explicação, embora não inteiramente equivocada, é limitada. Um exame mais atento revela que a questão é mais profunda. O ponto crítico está na forma como a qualificação profissional vem sendo estruturada — ainda fragmentada, dispersa e, em larga medida, dissociada das necessidades efetivas do mercado.Cursos são ofertados. Turmas são abertas. Certificados são expedidos. Permanece, entretanto, uma indagação essencial: tais formações dialogam, de fato, com a realidade econômica dos territórios em que se inserem? Com frequência, a resposta não se mostra satisfatória.A economia mato-grossense possui feições próprias. O agronegócio, a agroindústria, a logística, a construção civil e determinados ramos industriais compõem o núcleo do desenvolvimento estadual. São esses segmentos que geram riqueza — e, justamente, aqueles que mais enfrentam dificuldade para encontrar trabalhadores qualificados.Diante desse cenário, a questão ultrapassa a mera ampliação da oferta de cursos. Torna-se necessária uma qualificação orientada, territorializada e organicamente vinculada às cadeias produtivas reais.Quando essa articulação não se estabelece, o desfecho é previsível: formações que não conduzem ao emprego, empresas que não encontram trabalhadores e um crescimento econômico aquém do potencial.Experiências exitosas em outros estados — como Minas Gerais e Pernambuco, que estruturaram políticas de qualificação articuladas às demandas do setor produtivo, com oferta descentralizada e integração efetiva entre formação e trabalho — indicam caminhos possíveis. O ponto decisivo, contudo, não reside na simples replicação de modelos, mas na assimilação de um princípio fundamental: qualificação profissional não é política acessória — é eixo central do desenvolvimento.Algumas diretrizes, nesse contexto, apresentam-se com clareza.A primeira consiste na construção de um sistema permanente de inteligência sobre o mercado de trabalho. Não se planeja adequadamente a formação profissional sem conhecer, com precisão, as vagas não preenchidas, sua localização e as competências requeridas. Sem esse diagnóstico, corre-se o risco de multiplicar certificados e escassear soluções.Outra diretriz relevante é a superação da lógica de cursos isolados em favor de trilhas formativas. O trabalhador contemporâneo não necessita apenas de uma qualificação pontual, mas de um percurso que permita progressão, adaptação e atualização contínua.Igualmente imprescindível é a integração efetiva com o setor produtivo. Formações desconectadas da realidade empresarial tendem a gerar frustração recíproca. A qualificação precisa nascer do diálogo com quem emprega e incorporar experiências práticas que reduzam a distância entre aprendizagem e trabalho.A incorporação das novas tecnologias, por sua vez, já não pode ser tratada como opção. A inteligência artificial, a automação e as ferramentas digitais configuram o presente do trabalho. Ignorá-las significa condenar trabalhadores à obsolescência precoce.Nesse ponto, já é possível delinear uma proposta estruturante: a criação de um programa estadual de alfabetização em inteligência artificial e produtividade digital. Não se trata de formar especialistas, mas de assegurar que trabalhadores — do campo à cidade, do comércio à indústria — dominem instrumentos que já moldam o cotidiano profissional.Alfabetizar em inteligência artificial, hoje, não pressupõe que tenhamos superado a alfabetização digital básica — o que, de fato, ainda não ocorreu. Dados nacionais indicam que parcela significativa da população brasileira ainda apresenta limitações no uso de ferramentas digitais básicas. Ainda assim, a realidade do trabalho avança. Se antes o desafio era acessar o computador, hoje é saber utilizá-lo de forma produtiva e inteligente. A nova fronteira não substitui a anterior; sobrepõe-se a ela.A dimensão social do problema tampouco pode ser negligenciada. Em um estado marcado por desigualdades regionais, a qualificação profissional assume caráter inclusivo. Priorizar jovens, trabalhadores desempregados, mulheres chefes de família e populações vulneráveis significa, em última análise, ampliar horizontes e reduzir assimetrias.Nesse sentido, revela-se especialmente pertinente a advertência de Hannah Arendt, ao lembrar que “educação é o ponto em que decidimos se amamos o mundo o bastante para assumirmos responsabilidade por ele”. Formar para o trabalho, aqui, é também assumir responsabilidade pelo destino coletivo.Cumpre reconhecer que Mato Grosso não parte do zero. Há iniciativas relevantes em curso, tanto no âmbito estadual quanto municipal, além da atuação consistente do Sistema S. Programas como Ser Família Capacita vêm sendo ampliados, e a oferta de cursos cresce gradualmente. Ainda assim, a conclusão se impõe: as iniciativas ainda são insuficientes.Quando o crescimento econômico supera a capacidade de formação profissional, instaura-se um descompasso que tende a se aprofundar. Esse descompasso não é neutro — traduz-se em oportunidades perdidas, investimentos subaproveitados e desigualdades que se perpetuam.O que está em jogo não é apenas a eficiência do mercado de trabalho. É o próprio desenho do desenvolvimento que se pretende sustentar.Vagas não preenchidas por falta de qualificação não constituem meras estatísticas administrativas. São sinais inequívocos de que a engrenagem responsável por articular educação, trabalho e prosperidade ainda opera aquém do necessário — lenta, descoordenada, insuficiente para a complexidade do tempo presente.E engrenagens, quando desalinhadas, não entram em colapso de imediato. Persistem, rangem, perdem eficiência — até que o sistema, gradualmente, deixa de responder às exigências que sobre ele recaem.É nesse ponto que se impõe uma reflexão mais profunda. O crescimento econômico, por si só, não é garantia de desenvolvimento. Sem uma base humana qualificada, capaz de sustentar, adaptar e projetar esse crescimento, o avanço torna-se frágil, circunstancial e, em última instância, reversível.A questão decisiva, portanto, não reside em saber se Mato Grosso continuará a crescer — os indicadores sugerem que sim. A interrogação que realmente importa é outra, mais exigente e menos confortável: o Estado será capaz de converter expansão econômica em capacidade social efetiva, ou permitirá que a distância entre ambos se amplie?Em termos estruturais, o desenvolvimento consistente pressupõe a conversão da prosperidade econômica em oportunidade real para a população. Sem essa correspondência, o crescimento perde densidade e se esgota.Uma economia que avança sem qualificar sua própria população pode até expandir seus indicadores — mas dificilmente consolidará um projeto duradouro de grandeza e inclusão.*Márcio Florestan Berestinas é promotor de Justiça no Ministério Público do Estado de Mato Grosso.
Fonte: Ministério Público MT – MT
MATO GROSSO
CGE e Seduc abrem votação popular para vídeos do programa Estudante Cidadão do Futuro 2026
Publicado
24 de abril de 2026
A Controladoria Geral do Estado de Mato Grosso (CGE) e a Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT) disponibilizaram, nesta sexta-feira (24.4), nos perfis oficiais das instituições no Instagram, os vídeos produzidos pelas escolas participantes do programa Estudante Cidadão do Futuro – edição 2026. A votação popular segue aberta até o dia 6 de maio.
Nesta etapa, os estudantes desenvolveram produções audiovisuais com o tema “Jovens em Ação – #votonademocracia”, abordando a importância da participação social, do exercício da cidadania e do voto consciente. Os vídeos foram publicados por ordem alfabética entre as escolas participantes, permitindo que toda a comunidade conheça e apoie os trabalhos.
Antes da divulgação, os materiais passaram por curadoria técnica. A avaliação ocorrerá em duas etapas: votação popular nas redes sociais e análise de uma comissão avaliadora especializada. A pontuação final será definida pela média entre o engajamento obtido online e a nota técnica, considerando critérios como adequação ao tema, originalidade, clareza da mensagem, relevância social e qualidade técnica e estética das produções.
Além do desempenho dos vídeos, a nota final dos times também levará em conta o engajamento das equipes na mobilização dentro das escolas para incentivar adolescentes de 16 a 18 anos a emitirem o primeiro título de eleitor. A iniciativa busca estimular a participação cidadã desde cedo, valorizando ações que sensibilizem outros estudantes sobre a importância do alistamento eleitoral e do voto consciente.
Outros fatores também compõem a avaliação geral, como a participação nas atividades formativas do programa, o cumprimento do Desafio Surpresa de Cidadania Fiscal, que será realizado entre os dias 27 de abril e 8 de maio, e o envolvimento nas demais ações de cidadania desenvolvidas ao longo do projeto.
O programa Estudante-Cidadão do Futuro tem como proposta incentivar o protagonismo juvenil e aproximar os estudantes das políticas públicas, demonstrando que cidadania, transparência e controle social começam com informação, consciência crítica e participação ativa da sociedade.
Os autores dos três melhores vídeos serão reconhecidos em cerimônia oficial, com entrega de certificados, fones de ouvido bluetooth e premiação financeira destinada aos grêmios estudantis: R$ 3 mil para o 1º lugar, R$ 2 mil para o 2º lugar e R$ 1 mil para o 3º colocado. A cerimônia de premiação está marcada para o dia 28 de maio no Auditório Cloves Vettorato.
Participam desta edição 20 escolas públicas estaduais da baixada cuiabana, cada uma representada por até 15 estudantes e um professor orientador. Integram o programa as escolas Arnaldo Estevão de Figueiredo, Salim Nadaf, Leônidas Antero de Matos, José de Barros Maciel, Diva Hugueney de Siqueira Bastos, Padre Ernesto Camilo Barreto, Marcelina de Campos, Leovegildo de Melo, Juarez Rodrigues dos Anjos, João Brienne de Camargo, Historiador Rubens de Mendonça, Gustavo Kulmann, Dr. Hélio Palma de Arruda, Pio Machado, Jaime Veríssimo de Campos, Elmaz Gattas Monteiro, Marlene Marques de Barros e Alina do Nascimento Tocantins.
Mais informações sobre o programa podem ser acessadas AQUI.
Assista aos vídeos e participe da votação popular nos perfis oficiais da CGE e Seduc.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Turnê “História de Pescador” leva show e oficina gratuitas de Thyago Mourão a Tangará da Serra
Publicado
24 de abril de 2026
O artista Thyago Mourão leva o projeto “História de Pescador – Turnê Mato Grosso” ao município de Tangará da Serra, com apresentação gratuita no Centro Cultural Pedro Alberto Tayano Filho, nesta sexta-feira (24.04), às 19h30. O projeto, que inclui também oficina de conteúdo digital, conta com o apoio da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), via emenda parlamentar.
Para garantir o ingresso gratuito para o show de humor, o público deve acessar o site sympla (link aqui). Além disso, é sugerida a entrega de 1kg de alimento não perecível na entrada, que será doado a uma entidade do município.
O show marca a celebração dos 20 anos do personagem Xô Dito, figura emblemática do humor regional, conhecido por seus causos e reflexões bem-humoradas inspiradas na cultura pantaneira. A abertura fica por conta de Wylon, sobrinho de Xô Dito, personagem que se destaca pela autoestima inabalável e se autoproclama “galã nacional”.
No palco, Mourão mistura humor e música autoral, incluindo canções como “Morena do Baguncinha”, ao tempo em que toca a viola de cocho. Levando seus causos cheios de humor, o artista exalta o linguajar pantaneiro, inserindo música autoral com a participação do diretor musical Paulo Monarco.
“O espetáculo celebra três fases de Xô Dito, que considero bem marcantes. A 1° remete ao início, onde ele é mais conectado com a natureza. A segunda traz a atmosfera dos quintais Cuiabanos, onde ele embala a festa com suas canções, e a terceira fase mostra o personagem em uma versão mais midíatica, como um apresentador de auditório, com interações e brincadeiras com o público”, destaca Thyago Mourão.
Além do “palco”, o projeto terá uma segunda ação gratuita com a Oficina de produção de conteúdo digital – Humor nas Redes, ministrada pelo próprio Thyago Mourão, que também atua como comunicador e soma milhares de seguidores nas redes sociais. Com inscrições limitadas, a atividade será realizada em dois períodos, no sábado (25.04), das 8h ao meio-dia e das 14h às 18h, também no Centro Cultural de Tangará da Serra.
O projeto “História de Pescador – Turnê Mato Grosso” contempla shows e oficinas de produção de conteúdo digital gratuitas numa turnê por sete municípios: Rondonópolis, Cuiabá, Tangará da Serra (24.04), Poconé (08.05), Cáceres (15.05), Jaciara (22.05) e Alta Floresta (29.05), até o final do mês de maio.
A oficina
A proposta é oferecer formação prática para jovens e empreendedores da cultura, incentivando a criação de conteúdo e a geração de renda por meio da comunicação digital.
Será desenvolvido um storytelling de conteúdo, o que significa a arte e técnica de contar histórias para transmitir mensagens de forma envolvente, utilizando elementos narrativos (personagens, ambiente, conflito) para gerar emoção e conexão.
Os participantes irão produzir e gravar vídeos, desenvolvendo de forma prática as suas ideias, com o suporte técnico do condutor. Com o roteiro pronto e a produção planejada, os participantes irão trabalhar na filmagem das cenas e edição dos vídeos. Ao final, toda a turma mostrará os trabalhos produzidos e receberão avaliação do resultado.
O artista Thyago Mourão
Com forte influência da cultura da Baixada Cuiabana, Thyago se consolidou como um dos nomes que transformam o cotidiano pantaneiro em narrativa artística, com Xô Dito e outros personagens, valorizando o linguajar, os costumes e as histórias transmitidas oralmente entre gerações.
Thyago Mourão é ator, apresentador, compositor, comunicador, roteirista e humorista. Criador dos personagens icônicos Xô Dito e Wylon. Também é produtor executivo. No universo da música, conduziu a carreira da artista Ana Rafaela, de 2014 a 2020. Dono do Hit “Morena do Baguncinha”, música consagrada na cultura popular cuiabana e o hit de Carnaval “Hortelã com Menta”.
Nos palcos, dirigiu e escreveu diversos espetáculos, com destaque para “Segredos de Liquidificador”, o musical “As Bruxas de OZ”, “História de Pescador” e “Dias de Luta. Dias de Grória”.
No Cinema, acumula 5 prêmios internacionais pelo coletivo “Não Convém”, e conquistou reconhecimento na Índia e Estados Unidos pelas Web séries “Quem é Vanessa?”, e “Sombras”, pelo canal do Youtube, gravado em parceria com Eduardo Butakka, artista que fará participações na turnê do projeto, com a personagem professora Geisa, em Cáceres e Cuiabá. Além de atuar em curtas e longas metragens mato-grossenses. O mais recente: “5 Tipos de Medo”, do diretor Bruno Bini, grande vencedor do Festival de Gramado de 2025.
Serviço
Projeto “História de Pescador – Turnê Mato Grosso”
Município: Tangará da Serra/MT
Quando: 24 de abril (show); 25 de abril (oficina)
Ingresso para o show: https://www.sympla.com.br/evento/espetaculo-historia-de-pescador/3358906?share_id=copiarlink.
Inscrição para Oficina de produção de conteúdo digital: https://forms.gle/yLbJoMgh7ZGUn81F9.
Fonte: Governo MT – MT
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