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Entenda a coleta do módulo de Resíduos Sólidos Urbanos do Sinisa

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Dando sequência à série de transmissões ao vivo sobre o ciclo de coleta de dados do Sistema Nacional de Informações em Saneamento Básico (Sinisa), a Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental do Ministério das Cidades realizou, nesta quinta-feira (7/5), a apresentação sobre o módulo de Resíduos Sólidos Urbanos. A iniciativa é voltada para orientar os prestadores e titulares dos serviços do setor sobre o envio de informações ao Sinisa, cuja coleta está prevista para iniciar em 13 de maio.

Após os episódios sobre Abastecimento de Água, Esgotamento Sanitário e Gestão Municipal, o tema da vez no quarto capítulo foi a gestão dos resíduos sólidos. O público presente na transmissão online acompanhou uma apresentação de especialistas da secretaria, que sanaram dúvidas e explicaram detalhes sobre o processo de coleta de dados. 

Foram abordadas especialmente questões sobre os formulários, envolvendo informações obrigatórias e as partes de receitas e cobranças; despesa, investimento e pessoal; cobertura; manejo; limpeza urbana; e infraestrutura. Ainda foram feitas apresentações sobre o primeiro acesso, a finalização do processo de preenchimento e os materiais de apoio.

“O módulo de Resíduos Sólidos é um dos mais importantes, porque trata de uma política que é uma das mais transformadoras do saneamento básico dentro das nossas cidades. É fundamental, e por isso aproveito para saudar os catadores e as catadoras, que são atores fundamentais para a gestão dos resíduos”, disse o coordenador-geral de gestão da informação da Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental, Marco Tourinho.

“Vale ressaltar que estamos tratando sobre o Sinisa, que não se confunde com o Sistema Nacional de Informações sobre Resíduos Sólidos (SINIR). Os sistemas conversam entre si, são informações complementares, e ambos são condicionantes para acessar recursos federais”, acrescentou Tourinho.

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O módulo de Resíduos Sólidos Urbanos reúne as principais informações sobre o serviço no Brasil. O painel de indicadores exibe números de cobertura da população total, urbana e rural, assim como o acesso à coleta seletiva. A ferramenta ainda reúne dados sobre massa coletada, recuperação de resíduos recicláveis, gestão administrativa e resultados financeiros, que detalham o número de empregados, a distribuição de pessoal e as receitas.

Além do módulo de resíduos sólidos urbanos e dos já realizados de abastecimento de água, esgotamento sanitário e gestão municipal, a programação de transmissões segue na sexta-feira (8/5), com uma apresentação sobre drenagem urbana, às 10h, no YouTube do Ministério das Cidades.

As transmissões ao vivo e abertas ao público geral têm como objetivo tirar dúvidas dos titulares dos serviços, prestadores e entidades responsáveis sobre a coleta do Sinisa. A ideia é qualificar os dados inseridos no sistema, aumentando a confiabilidade das informações e subsidiando a tomada de decisão por parte do poder público.

Confira na íntegra a transmissão sobre o módulo de Resíduos Sólidos Urbanos.

Veja também as apresentações sobre Abastecimento de ÁguaEsgotamento Sanitário e Gestão Municipal.

Mais informações na página oficial do Sinisa.

Acesse a Central de Conteúdos e as Redes Sociais do Ministério das Cidades

Assessoria Especial de Comunicação Social do Ministério das Cidades
Atendimento à Imprensa
Telefone: (61) 2034-4282
E-mail: [email protected]

Fonte: Ministério das Cidades

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MTE resgata 35 trabalhadores em condições análogas à escravidão no interior de São Paulo

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O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) resgatou, no dia 20 de maio, 35 trabalhadores durante operação de fiscalização realizada em conjunto com o Ministério Público do Trabalho (MPT) e a Defensoria Pública da União (DPU). Os trabalhadores, que atuavam no corte de cana-de-açúcar, foram encontrados em condições análogas à escravidão em uma fazenda no município de Gabriel Monteiro, no interior de São Paulo.

De acordo com informações da equipe de auditores-fiscais do Trabalho da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego de São Paulo, entre os resgatados havia um adolescente de 17 anos, situação considerada uma das piores formas de trabalho infantil. Os trabalhadores não possuíam carteira de trabalho assinada e, por isso, estavam sem acesso a direitos básicos, como férias, 13º salário e benefícios previdenciários.

Segundo a fiscalização, o recrutamento era feito por um empreiteiro contratado pelo proprietário da fazenda. Os trabalhadores eram aliciados em estados do Nordeste e em municípios do interior paulista com promessas de registro formal, alojamento adequado e cumprimento das normas trabalhistas, o que não se confirmou.

Condições degradantes de trabalho

Os trabalhadores realizavam o corte manual da cana utilizando facões, permanecendo em pé durante toda a jornada, sob intensa exposição ao sol e à chuva. A jornada ocorria de segunda-feira a domingo, sem descanso semanal.

A equipe de fiscalização constatou que não havia instalações sanitárias no local de trabalho, obrigando os trabalhadores a realizarem suas necessidades fisiológicas no canavial. Também não havia local adequado para refeições, que eram feitas no chão, em meio à plantação e sem qualquer proteção contra intempéries.

Nenhum equipamento de proteção individual era fornecido, como botas, luvas e caneleiras, nem itens de proteção contra a exposição solar, como chapéus e protetor solar. O transporte até a frente de trabalho era realizado em ônibus sem autorização para transporte de trabalhadores e em condições inadequadas de segurança.

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Alojamentos precários

Os trabalhadores estavam alojados em duas casas alugadas pelo empreiteiro no município de Santo Antônio de Aracanguá. Segundo a fiscalização, os ambientes apresentavam condições degradantes de habitação.

Os trabalhadores dormiam em colchões velhos espalhados pelo chão, sem roupas de cama e sem armários para guardar pertences pessoais. Alguns utilizavam papelão para se proteger do frio. A inspeção também identificou fogões com botijões de gás instalados dentro dos quartos, situação que oferecia grave risco de explosão e intoxicação.

Providências adotadas

A Inspeção do Trabalho determinou a imediata paralisação das atividades e a dispensa dos trabalhadores por culpa do empregador. Os resgatados foram encaminhados para hospedagem em hotel, com despesas custeadas pelo proprietário da fazenda.

Foram apuradas verbas rescisórias no valor de R$ 415.012,45. Também foi firmado Termo de Ajustamento de Conduta com o MPT e a DPU, prevendo o pagamento de R$ 111 mil por danos morais individuais aos trabalhadores e R$ 150 mil por dano moral coletivo.

Os valores das verbas rescisórias e das indenizações individuais foram pagos integralmente em 22 de maio de 2026.

Os trabalhadores já estão retornando às cidades de origem com passagens custeadas pela fazenda e receberam guias para acesso ao seguro-desemprego especial para trabalhadores resgatados, com direito a três parcelas de R$ 1.621,00.

Denúncias

Denúncias de trabalho análogo ao de escravo podem ser feitas de forma anônima pelo Sistema Ipê Trabalho Escravo, lançado pela Secretaria de Inspeção do Trabalho (SIT) em parceria com a Organização Internacional do Trabalho (OIT).

 

Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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Ministro George Santoro participa de anúncios com o presidente Lula sobre investimentos no Amazonas, nesta quarta-feira (27)

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O ministro dos Transportes, George Santoro, participa ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, nesta quarta-feira (27), de duas agendas no Amazonas voltadas à ampliação de investimentos em infraestrutura, energia, logística, desenvolvimento regional e produção de petróleo e gás. Somados, os investimentos anunciados superam R$ 7 bilhões no estado.

Entre os atos, estão previstas assinaturas de ordens de serviço para a construção de três pontes de concreto, assinatura de contrato para melhorias na rodovia e medidas socioambientais para a BR-319 e seu entorno.

Agenda
Às 9h30 (horário local), em Manaus, o ministro George Santoro integra comitiva de autoridades para a cerimônia de anúncio de investimentos do Sistema Petrobras no Amazonas. A agenda será realizada no Estaleiro Bertolini Construção Naval da Amazônia, onde serão detalhados investimentos superiores a R$ 2,8 bilhões da Petrobras e da Transpetro até 2030.

Às 12h (horário local), a comitiva segue para o Estaleiro Juruá, onde ocorrerá a cerimônia com anúncios e assinaturas de atos nas áreas de infraestrutura, energia, logística e desenvolvimento regional.

Cobertura de imprensa
A solicitação de credenciamento deverá ser feita até as 20h do dia 26 de maio de 2026 (horário de Brasília), por meio do Sistema de Credenciamento de Imprensa no site do Palácio do Planalto.

Os profissionais com credenciamento anual deverão solicitar a participação no evento.

Atenção: Para o estaleiro Bertolini, os profissionais cujos pedidos de credenciamento forem aprovados deverão retirar as credenciais no local do evento, entre 7h30 e 8h30. Não será permitido o acesso após esse horário.

Para a agenda no estaleiro Juruá, os profissionais aprovados no credenciamento deverão retirar as credenciais entre 10h e 11h. O mesmo credenciamento é válido para os dois eventos.

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Profissionais com credencial anual do Palácio do Planalto, devem marcar a opção pelo evento no link de credenciamento.

HAVERÁ UM ÔNIBUS SAINDO DO ESTALEIRO BERTOLINI PARA O JURUÁ ASSIM QUE TERMINAR A PRIMEIRA CERIMÔNIA.

Serviço
Anúncio de investimentos do Sistema Petrobras no Amazonas
Data:
27 de maio de 2026, quarta-feira
Horário: 9h30 (horário local)
Local: Estaleiro Bertolini Construção Naval da Amazônia — Manaus (AM)

Anúncio de investimentos do BNDES e dos ministérios dos Transportes, de Minas e Energia, e de Portos e Aeroportos no Amazonas
Data: 27 de maio de 2026, quarta-feira
Horário: 12h (horário local)
Local: Estaleiro Juruá — Iranduba (AM)

Assessoria Especial de Comunicação
Ministério dos Transportes

Fonte: Ministério dos Transportes

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