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‘Crescimento econômico não cai do céu’ diz secretário do MDIC, citando políticas industrial e de inclusão

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Em sessão solene pelos 50 anos da Abraciclo (Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares), realizada na Câmara dos Deputados nesta terça-feira (28/4), o secretário de Desenvolvimento Industrial, Inovação, Comércio e Serviços do MDIC, Uallace Moreira, relacionou os bons resultados do setor, nos últimos anos, à Nova Indústria Brasil (NIB) e aos programas de inclusão econômica do governo federal.

“O setor de duas rodas vem batendo recorde de vendas nos últimos tempos, assim como também o setor de linha branca. E não é casual, esse recorde. Ele é resultado da política econômica e das políticas públicas criadas no governo do presidente Lula”, afirmo Uallace, na tribuna do Plenário.

O secretário lembrou em, em governos anteriores, entre 2015 e 2022, a taxa média de crescimento do país foi de apenas 0,5%, com o desemprego ultrapassando 10% e o Brasil voltando ao mapa da fome.

Uallace pontou que 65% do PIB brasileiro depende do mercado interno, daí a importância de políticas que fortaleçam o poder de compra da população. “Se eu não promovo crescimento, esses setores que estão aqui, de bens de consumo duráveis, não vendem”, disse. “E é graças à política industrial, graças à política de valorização do salário mínimo, graças à retomada do crescimento econômico do país, que cresce em média 3% ao ano, que esses setores de bens de consumo duráveis estão batendo recorde de vendas.

Segundo o secretário, o compromisso do governo com a transição energética e a inovação tecnológica fizeram com que o setor industrial tivesse o maior crescimento dos últimos 14 anos de 2024: 3,8%, com alguns setores chegando a 20%, 30% e 40% de crescimento.

“Isso não cai do céu. Crescimento econômico, distribuição de renda, inclusão social não acontecem pela mão invisível do mercado”, afirmou.

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Ele destacou ainda o alto grau de adensamento tecnológico da indústria de duas rodas. “Não existe no Brasil, talvez, setores com cadeia produtiva tão verticalizada como o setor de duas rodas, com ecossistema formado. A Abraciclo é a síntese daquilo que o Brasil precisa para se desenvolver”.

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

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Luz para Todos avança em territórios indígenas e leva energia limpa a aldeias isoladas do Pará

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O Dia dos Povos Indígenas, celebrado em 19 de abril, marcou o início de uma nova frente de inclusão energética na Amazônia. Na data simbólica, o Ministério de Minas e Energia (MME) deu início a mais uma etapa da implementação da 1ª Tranche Especial Indígena do Programa Luz para Todos (LPT), voltada ao atendimento das aldeias Mapuera, em áreas remotas do Pará. A ação representa um avanço estratégico da política de universalização do acesso à energia elétrica em territórios indígenas isolados e busca beneficiar 2.910 unidades consumidoras.  

Com investimento avaliado em R$ 129,3 milhões, reforça o compromisso da Pasta em levar energia limpa, dignidade e desenvolvimento social a comunidades onde barreiras geográficas ainda dificultam o acesso a serviços essenciais. O projeto integra a agenda de inclusão energética na Amazônia Legal e fortalece a redução das desigualdades regionais por meio de soluções adaptadas à realidade local.

“A ampliação de acesso à energia elétrica nessas comunidades é uma importante marca na promoção de cidadania, educação, saúde e comunicação, além de criar condições para que o desenvolvimento chegue respeitando a cultura e o modo de vida dos povos indígenas. Essa é uma ação que une justiça social, sustentabilidade e presença efetiva do poder público nas regiões onde ele se faz mais necessário”, afirmou o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira.

Luz para Todos: respeito a tradição e novas oportunidades

A operacionalização será feita por meio da instalação de Sistemas Individuais de Geração de Energia Elétrica com Fonte Intermitente (SIGFIs), tecnologia destinada a localidades isoladas e de difícil acesso que utilizam exclusivamente o uso de fontes renováveis para geração de energia. A solução garante atendimento contínuo sem necessidade de expansão convencional da rede, sendo adequada para áreas da floresta amazônica onde a logística impõe desafios técnicos consideráveis.

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O início das atividades ganhou ainda mais significado com a recepção das equipes técnicas pela liderança das aldeias Mapuera, no Dia dos Povos Indígenas. O encontro simbolizou a convergência entre inovação tecnológica e respeito às especificidades culturais, consolidando uma ação construída para levar infraestrutura básica sem romper com a dinâmica tradicional das comunidades.

Criado em 2003, o Programa Luz para Todos já transformou a realidade de milhares de famílias paraenses. Somente no estado, foram beneficiadas mais de 592 mil famílias desde o início do programa. A intensificação em áreas remotas permitiu o atendimento de mais de 69 mil famílias em localidades antes excluídas do sistema convencional.

Os investimentos acumulados no Pará somam R$ 6,98 bilhões, dos quais R$ 2,7 bilhões foram destinados exclusivamente a soluções para regiões isoladas. Agora, com a execução da 1ª Tranche Especial Indígena, o MME consolida mais um passo na construção de um modelo energético socialmente inclusivo, ambientalmente sustentável e alinhado às necessidades dos povos da Amazônia.

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Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: 
(61) 2032-5759 | E-mail: [email protected]


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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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Com apoio do Ciberlab, PCRJ apreende adolescente por atuação em rede de extremismo digital violento

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Rio de Janeiro, 27/4/2026 – Com apoio do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), a Polícia Civil do Rio de Janeiro (PCRJ) deflagrou, nesta segunda-feira (27), a Operação Ruptura, que resultou na apreensão de um adolescente investigado por atuação em redes digitais associadas ao extremismo violento niilista (EVN).

Esse tipo de atuação incentiva a destruição e a promoção do caos, com disseminação de conteúdos, principalmente entre jovens, em ambientes on-line.

As investigações apontam que o adolescente administrava grupos em plataformas como o Telegram voltados à disseminação de conteúdo de ódio, apologia a autores de ataques e referências a ideologias extremistas, incluindo o nazismo, além da articulação de práticas criminosas.

Nessas comunidades, foi identificado padrão característico do EVN, com normalização da violência e exploração de vítimas. O adolescente submetia meninas a violência psicológica, com indícios de coerção para automutilação.

Também foram identificados indícios de acesso indevido a sistemas restritos e bases de dados, além de ameaças a autoridades públicas em diferentes estados do País. Durante a ação, foi constatado o armazenamento de material de abuso sexual infantil.

A atuação do Laboratório de Operações Cibernéticas (Ciberlab) contribuiu para a identificação da ameaça e a interrupção da dinâmica de violência, reforçando a importância da atuação integrada no enfrentamento ao extremismo digital e na proteção de públicos vulneráveis.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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