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Várzea Grande amplia inclusão e anuncia novas medidas para crianças neurodivergentes e PCDs

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A noite desta segunda-feira (31) foi marcada por acolhimento, escuta e novas perspectivas para famílias de crianças neurodivergentes e pessoas com deficiência em Várzea Grande. Realizado no Complexo Esportivo Fiotão, o 1º Encontro Intersetorial com as Famílias Atípicas reuniu famílias, profissionais e representantes das áreas de Educação, Saúde e Assistência Social para apresentar avanços e novas ações voltadas à inclusão no município.

A prefeita Flávia Moretti destacou que a principal proposta da gestão é integrar as três áreas para garantir que as famílias tenham acesso aos serviços de forma mais simples e humanizada.

“Meu sonho é que as famílias atípicas tenham as três secretarias trabalhando juntas: Assistência Social, Saúde e Educação. É isso que estamos construindo. Cada passo que damos representa uma evolução e mostra que estamos avançando para garantir os direitos dessas crianças”, afirmou.

Entre as novidades está a prioridade de matrícula para crianças neurodivergentes e PCDs, que terão acesso ao processo de matrícula dez dias antes da abertura para os demais estudantes. A gestão também anunciou a criação de novas unidades para descentralizar o atendimento especializado e a implantação de salas de recursos multifuncionais nas escolas com maior número de estudantes desse público.

Outra mudança será a criação de um fluxo integrado de atendimento desde a matrícula. A proposta é reunir informações e relatórios da criança durante sua trajetória na rede municipal, garantindo que, ao seguir para a rede estadual, ela leve consigo o histórico necessário para dar continuidade ao atendimento.

“Vamos mudar desde o processo de matrícula. A criança vai ter seu histórico e todo o acompanhamento registrado. Isso é garantir o direito dela desde a entrada na escola”, explicou Flávia.

A proposta também prevê uma comunicação mais próxima entre Educação, Saúde e Assistência Social. Quando professores, coordenadores ou diretores identificarem que uma família precisa de apoio, a própria escola poderá acionar as secretarias responsáveis para encaminhar a demanda.

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“Se a escola detectar que aquela família precisa de apoio da Saúde ou da Assistência Social, essas secretarias poderão ser acionadas. A escola será esse canal de comunicação para facilitar o acesso das famílias aos serviços”, destacou a prefeita.

A secretária de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, Maria Fernanda Figueiredo, ressaltou que a construção das políticas públicas precisa partir da escuta das famílias.

“Quem conhece a dor da inclusão é a família que convive diariamente com essa criança. Eu não sou uma mãe atípica e, por mais que consiga dimensionar o tamanho do desafio, nunca vou sentir completamente o que vocês vivem. Por isso, preciso ouvir”, afirmou.

Maria Fernanda lembrou ainda que uma das primeiras ações da gestão foi buscar melhores condições para o atendimento especializado, com a transferência do João Ribeiro para uma sede própria.

Novidades na Saúde

Na área da Saúde, o secretário interino Michael Alves destacou a reestruturação do Centro Especializado em Reabilitação (CER), que passou a funcionar em um espaço com melhores condições de acessibilidade. O município também está construindo uma nova sede do serviço, com previsão de salas sensoriais, fisioterapia, ginásio e ambientes voltados ao desenvolvimento da autonomia.

Outra medida é a descentralização do atendimento, com a Unidade Descentralizada de Reabilitação (UDR) na região do São Mateus, aproximando os serviços das famílias que vivem nas regiões mais afastadas.

Famílias como parte da construção

O encontro também reforçou a importância da participação das famílias na construção das políticas públicas. Para Dina Toledo, presidente do Movimento das Famílias Atípicas de Várzea Grande, a presença dos responsáveis demonstra a importância do diálogo com a gestão.

“Entendemos que estamos sendo ouvidos, e a quantidade de famílias presentes aqui já demonstra a importância desse diálogo”, afirmou.

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Atualmente, cerca de 2,3 mil crianças neurodivergentes e PCDs estão matriculadas na rede municipal, número que deve crescer nos próximos anos. Por isso, a prefeita reforçou que a informação precisa chegar a todas as famílias.

“A gente precisa chegar até essas famílias. Quando encontrarem outra família que não veio, levem a informação. Ela terá os mesmos direitos e as mesmas orientações”, pediu Flávia.

Mais do que apresentar novos serviços, o encontro no Fiotão reforçou o compromisso de construir uma rede de atendimento integrada, em que a criança seja acolhida desde a matrícula e tenha seus direitos acompanhados pelas áreas de Educação, Saúde e Assistência Social. O trabalho tem como ponto de partida a escuta das famílias e como objetivo garantir mais inclusão, cuidado e oportunidades.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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NOTA DE PESAR – ERRATA

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NOTA DE PESAR – ERRATA

A Prefeitura de Várzea Grande, por meio da Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, retifica a nota de pesar divulgada anteriormente e manifestam profundo pesar pelo falecimento da pequena Liz Antonela, aluna do CMEI Antonieta Auxiliadora, vítima de um grave acidente ocorrido nesta terça-feira (1º).

No acidente, que também envolveu o pai da criança e sua madrasta, a madrasta de Liz faleceu, enquanto o pai da menina permanece internado em estado gravíssimo no Hospital Municipal de Cuiabá.

Neste momento de profunda dor, nos solidarizamos com os familiares e amigos, assim como com toda a comunidade escolar do CMEI Antonieta Auxiliadora, que se despede de uma criança tão querida.

Que Deus conforte os corações da família e de todos que sofrem com esta perda irreparável, trazendo força, fé e serenidade para enfrentar este momento de profunda tristeza.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Assistência técnica acompanha colheita da agricultura familiar em Várzea Grande

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Os primeiros dias de setembro estão sendo de colheita na propriedade do agricultor familiar Orlando de Souza Carvalho, na comunidade do Formigueiro, em Várzea Grande. O produtor recebeu assistência técnica dos profissionais da Coordenadoria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural Sustentável durante a retirada da produção.

Entre os produtos colhidos estão jiló, berinjela, mandioca e abobrinha, todos produzidos na propriedade e destinados ao mercado local. Parte da produção é comercializada para a merenda escolar, enquanto outra parcela é destinada ao consumo da própria comunidade.

O acompanhamento técnico também conta com a participação dos profissionais da Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer), por meio do escritório local, que auxiliam os pequenos produtores no desenvolvimento e acompanhamento das atividades no campo.

Para o secretário municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural Sustentável, Ricardo Amorim, o trabalho de assistência técnica é importante para dar suporte ao produtor e fortalecer a agricultura familiar.

“A assistência técnica é fundamental para acompanhar o produtor, orientar a produção e ajudar a garantir alimentos de qualidade. Quando essa produção permanece no próprio município, também fortalecemos a agricultura familiar e movimentamos a economia local”, afirmou.

Segundo o coordenador da área, Leandro Silva, o acompanhamento realizado pelos técnicos busca contribuir para que o agricultor tenha melhores condições de produzir e comercializar seus alimentos.

“Nosso trabalho é estar próximo do produtor, acompanhando desde o cultivo até a colheita, orientando e buscando melhorar cada vez mais a qualidade da produção. São alimentos produzidos aqui e que têm uma boa aceitação pela população”, destacou.

Produção que fica em Várzea Grande

Além da produção individual, os agricultores da comunidade do Formigueiro também podem atuar de forma consorciada, reunindo a produção de diferentes pequenos produtores para atender à demanda e ampliar a oferta de alimentos.

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“A estratégia contribui para fortalecer a agricultura familiar e aproximar quem produz de quem consome. A boa aceitação dos alimentos também demonstra o potencial dos produtos cultivados pelos agricultores do município. Com assistência técnica e canais de comercialização, a produção rural passa a ter impacto não apenas na renda das famílias do campo, mas também no abastecimento dos consumidores de Várzea Grande”, explicou o secretário Ricardo Amorim.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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