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TURISMO

Férias escolares no Norte: roteiros para desbravar a Amazônia em família

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As férias escolares despertam nas famílias o desejo de colocar o pé na estrada e viver dias inesquecíveis juntas. Apostar no turismo dentro do Brasil é uma excelente maneira de encontrar esse equilíbrio, valorizando a nossa identidade cultural e revelando um imenso leque de opções pelas cinco regiões do país, com cenários que encantam todas as gerações.

Nesse sentido, a região Norte se destaca, pois é um verdadeiro santuário ecológico, que oferece um contato inigualável com a natureza, praias de água doce e uma culinária cheia de sabores únicos para encantar a todos. Confira alguns destinos da região:

ACRE

O estado surpreende as famílias com muita bagagem histórica e cultural e roteiros de imersão, que mostram a grandiosidade da vida na floresta.

Atrativos:

  • Rio Branco: a capital oferece um roteiro cultural e natural acessível, com o Parque Chico Mendes, o Palácio Rio Branco, o Mercado Velho e museus como o da Borracha e o dos Povos Acreanos, todos perfeitos para visitar ao longo das férias.

  • Xapuri: conhecida como a terra de Chico Mendes, permite às famílias caminhar pelo centro histórico, visitar a Casa de Chico Mendes e vivenciar o turismo comunitário em reservas extrativistas.

  • Comunidade do Croa: em Cruzeiro do Sul, a comunidade oferece uma experiência de imersão na Amazônia, com atividades tranquilas para todas as idades. O destino reúne natureza, gastronomia regional e passeios de barco, oferecendo momentos de lazer e contato com a cultura ribeirinha.

  • Cachoeira do Ar-Condicionado: localizada em Mâncio Lima, a cachoeira é cercada por vegetação nativa e conta com uma trilha curta e águas refrescantes, sendo excelente para um passeio de um dia em família.

Como chegar

O acesso ao estado, por via aérea, é feito pelo Aeroporto Internacional de Rio Branco, havendo também voos comerciais até Cruzeiro do Sul. Para deslocamentos terrestres, o estado é conectado pelas rodovias federais BR-364 e BR-317, que facilitam viagens de carro ou de ônibus interestaduais e intermunicipais. Já para destinos isolados, como a Comunidade do Croa, o transporte náutico é indispensável, por meio de barcos que fazem a travessia a partir de pontos específicos.

AMAZONAS

O coração da Floresta Amazônica oferece às famílias a chance de vivenciar de perto a grandiosidade dos rios e interagir com a fauna de maneira segura e inesquecível.

Atrativos

  • Teatro Amazonas: o imponente cartão-postal de Manaus encanta com suas cores e arquitetura da época do Ciclo da Borracha, oferecendo visitas guiadas que prendem a atenção de visitantes de todas as idades.

  • Museu da Amazônia (MUSA): localizado em uma reserva florestal em Manaus, possui trilhas guiadas, lagos com vitórias-régias e uma torre de observação de 42 metros de altura, de onde é possível ver a copa das árvores e aves da floresta.

  • Complexo Turístico da Ponta Negra: um calçadão estruturado à beira do Rio Negro, ideal para caminhadas em família, banhos na praia de água doce, parquinhos infantis e apresentações culturais.

  • Parque Nacional de Anavilhanas: localizado em Novo Airão, é o destino perfeito para as crianças interagirem, de forma segura, com os botos-cor-de-rosa em seu habitat natural, além de passeios de barco pelo arquipélago.

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Como chegar

A principal via de entrada para o estado é o Aeroporto Internacional de Manaus (MAO). Na região, os rios funcionam como grandes estradas, sendo o transporte de barco (como lanchas rápidas, jatos e navios regionais) também uma opção. Por via terrestre, rodovias como a AM-010 e a BR-174 ligam a capital a municípios vizinhos, de carro ou por meio de ônibus interestaduais e intermunicipais.

RONDÔNIA

Rondônia combina a diversão de modernos parques aquáticos e hotéis-fazenda com o turismo de vivência, que valoriza as comunidades tradicionais do estado.

Atrativos

  • Vale das Cachoeiras: em Ouro Preto do Oeste, é um complexo de hotel-fazenda e parque aquático estruturado com piscinas, toboáguas e belas quedas d’água, que são perfeitos para o lazer de toda a família.

  • Cacoal Selva Park: hotel-fazenda em Cacoal com uma ampla infraestrutura de lazer, área de camping e um parque aquático cercado por vegetação nativa.

  • Balneário Bebel: uma excelente opção de lazer em Porto Velho, contando com piscinas de água natural, ideais para os pequenos se refrescarem.

  • Comunidade Paiter Suruí: oferece roteiros de etnoturismo para famílias que buscam viver experiências culturais autênticas e enriquecedoras junto à comunidade indígena.

  • Paraquedismo: para as famílias com filhos adolescentes, que curtem uma dose de aventura, Porto Velho oferece saltos duplos monitorados, com uma vista única do Rio Madeira.

Como chegar

O estado é acessível por via aérea, através do Aeroporto de Porto Velho (PVH) e do Aeroporto de Cacoal (OAL). Para viagens terrestres, a rodovia federal BR-364 é o eixo principal que conecta a capital às demais cidades.

RORAIMA

Roraima encanta as famílias com uma capital planejada e cheia de atrativos infantis, além de destinos serranos e paisagens impressionantes.

Atrativos

  • Bosque dos Papagaios: parque ecológico urbano em Boa Vista, com trilhas estruturadas, fáceis para caminhar com crianças, viveiro de animais resgatados e muito contato com a natureza.

  • Serra do Tepequém: localizado em Amajari, é um refúgio de clima agradável nas montanhas, com cachoeiras de fácil acesso, artesanato local em pedra-sabão e pousadas aconchegantes para a família relaxar.

  • Praias do Rio Branco: praias sazonais de água doce, com faixas de areia branca, que são ideais para banhos tranquilos com os filhos.

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Como chegar

A chegada por via aérea ocorre pelo Aeroporto Internacional de Boa Vista (BVB). De carro ou ônibus, os trajetos para o interior ou estados vizinhos são feitos pela BR-174 e pela RR-203 para acessar a Serra do Tepequém. O transporte de barco também é usado localmente.

PARÁ

O Pará convida a família inteira para uma imersão cultural, praias fluviais com águas cristalinas e contato próximo com a fauna e flora locais.

Atrativos

  • Estação das Docas e Mangal das Garças: em Belém, a Estação une gastronomia e cultura à beira da baía com total segurança, enquanto o Mangal das Garças encanta as crianças com seu borboletário, aves livres e um farol-mirante.

  • Alter do Chão: em Santarém, conhecida como o “Caribe da Amazônia”, Alter oferece praias de água doce cristalinas e areia branca, com águas calmas e rasas, perfeitas para banhos com crianças.

  • Parque Zoobotânico Emílio Goeldi: no centro de Belém, é um refúgio de floresta urbana onde as famílias caminham entre sumaúmas centenárias e observam animais da fauna amazônica.

Como chegar

O Pará possui grande conectividade aérea por meio do Aeroporto Internacional de Belém (BEL) e do Aeroporto de Santarém (STM). Por via terrestre, rodovias como a BR-010 recebem linhas de ônibus nacionais e tráfego de carros.

AMAPÁ

O estado reserva atrativos históricos gigantescos e bioparques cheios de aventura e ecoturismo para os jovens exploradores.

Atrativos

  • Fortaleza de São José de Macapá: uma das maiores fortificações coloniais do Brasil, situada à beira do Rio Amazonas, que encanta crianças por sua imponência, muralhas e túneis históricos.

  • Marco Zero do Equador: monumento turístico lúdico e educativo onde as crianças podem se divertir colocando, ao mesmo tempo, um pé no Hemisfério Norte e outro no Hemisfério Sul.

  • Bioparque da Amazônia: uma enorme área de preservação em Macapá, com trilhas acessíveis, circuitos de aventura como tirolesa e arvorismo, jardim sensorial e observação de animais da região.

  • Praia da Fazendinha: balneário de água doce, banhado pelo Rio Amazonas na região metropolitana de Macapá, ideal para saborear a culinária local em família e curtir a brisa do rio.

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Como chegar

O acesso ao estado por via aérea é centralizado no Aeroporto Internacional de Macapá (MCP). Devido às características geográficas do Amapá, em relação ao restante do Brasil, as viagens interestaduais de longa distância ocorrem predominantemente por avião ou por via náutica, por meio de navios de passageiros que cruzam o Rio Amazonas, vindos de Belém ou Santarém. Internamente, o deslocamento entre a capital e balneários próximos é feito facilmente de carro ou ônibus pelas rodovias estaduais como a AP-010.

TOCANTINS

O Tocantins é um verdadeiro oásis no coração do Brasil, combinando praias fluviais badaladas, distritos serranos cheios de cachoeiras e rios de águas transparentes.

Atrativos

  • Palmas e Taquaruçu: a capital do estado oferece lazer urbano e natural na Praia da Graciosa e no Parque Cesamar, enquanto o distrito de Taquaruçu atrai as famílias com clima ameno, culinária típica e diversas cachoeiras com trilhas estruturadas.

  • Lajeado: às margens do Lago de Palmas, o município conta com praias de água doce calmas e passeios náuticos ideais para relaxar com os filhos.

  • Miracema do Tocantins: guarda um rico patrimônio histórico-cultural e se destaca pela Praia do Paredão, um balneário muito procurado pelas famílias durante a temporada de praias de rio.

  • Região das Serras Gerais (Aurora, Taguatinga e Lavandeira): um paraíso de ecoturismo, que reúne rios de águas cristalinas, cânions impressionantes e cachoeiras para visitantes de todas as idades.

Como chegar

O Tocantins é acessível por via aérea pelo Aeroporto de Palmas (PMW) e por via rodoviária, através de sua rodoviária interestadual. A partir da capital, o acesso ao distrito de Taquaruçu, Lajeado (pela TO-010) e Miracema do Tocantins é feito por rodovia, podendo ser realizado de carro ou ônibus. As Serras Gerais também contam com conexões regulares de ônibus e estradas pavimentadas.

Seja navegando pelos imponentes rios Amazonas e Negro, mergulhando nas praias de água doce do Pará e do Tocantins, divertindo-se nos hotéis-fazenda de Rondônia ou descobrindo a história e os cenários únicos do Acre, do Amapá e de Roraima, o Norte do país se consolida como uma excelente escolha para transformar as férias escolares em memórias inesquecíveis.

Por Bárbara Magalhães
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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TURISMO

Onde o Cerrado encontra os versos: a jornada de 300 km pelo Caminho de Cora Coralina

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Imagine uma jornada onde cada passo ecoa um verso. No coração do Brasil, o Caminho de Cora Coralina é muito mais que uma trilha: é a única rota de longo curso do mundo com temática poética. Ao longo de 300 quilômetros pelo Cerrado, o itinerário reúne natureza preservada, memórias do período colonial, gastronomia típica e a alma da escritora mais amada de Goiás. É o encontro perfeito entre o esforço físico e a sutileza das palavras.

Estruturada em 13 trechos, a aventura pode ser feita a pé ou de bicicleta,  começando no município de Corumbá de Goiás e seguindo até a histórica Cidade de Goiás, reconhecida como Patrimônio Mundial pela Unesco.

Ao longo desse trajeto, o viajante tem a oportunidade de conhecer outras seis cidades cheias de charme e história: Cocalzinho de Goiás, Pirenópolis, São Francisco de Goiás, Jaraguá, Itaguari e Itaberaí.

A experiência se torna ainda mais especial durante a passagem por povoados ricos em identidade cultural, como Caxambú, Radiolândia, Vila Aparecida, Alvelândia, Palestina, São Benedito, Calcilândia e Ferreiro, onde a hospitalidade goiana e a culinária típica do interior dão o tom de cada parada.

Além do resgate histórico, o Caminho de Cora Coralina proporciona uma verdadeira imersão na natureza intocada do Cerrado brasileiro. Os caminhantes e ciclistas atravessam áreas de preservação fundamentais para o ecossistema nacional, como o Parque Estadual dos Pireneus, o Geoparque dos Pireneus, o Parque Estadual da Serra de Jaraguá, a APA da Serra Dourada e o Parque Municipal da Estrada Imperial. 

A trilha

A criação da trilha – idealizada em 2013 e estruturada a partir de 2017 – resgata caminhos de antigos desbravadores, apoiando-se em relatos históricos clássicos, como a jornada de Luís da Cunha Menezes, em 1778; os registros dos naturalistas Auguste de Saint-Hilaire e Johan Emanuel Pohl, no século XIX; as memórias de Oscar Leal e o próprio Relatório Cruls, que demarcou o Planalto Central. 

Leia mais:  Trilhas, mirantes, história e natureza: conheça o Parque Nacional da Tijuca

O nome da rota homenageia Anna Lins dos Guimarães Peixoto Bretas, a poetisa Cora Coralina, que imortalizou em seus versos os becos, as pedras e a alma do interior goiano.

Para registrar e eternizar essa caminhada, os viajantes contam com o Passaporte do Peregrino. À medida que o turista avança pelo percurso, ele coleta carimbos nos pontos de apoio e povoados parceiros, comprovando a conclusão do trajeto. Muito mais do que uma validação formal, o passaporte se transforma em um diário de bordo, onde cada carimbo representa uma lembrança que o viajante guardará para o resto da vida.

Como chegar

Planejar a viagem para o Caminho de Cora Coralina é simples. Para quem chega de outros estados, os principais pontos de desembarque são os aeroportos e rodoviárias de Brasília ou Goiânia, que ficam respectivamente a apenas 115 quilômetros e 113 quilômetros de distância de Corumbá de Goiás, o ponto de partida oficial. 

Hoje, a trilha é gerida por uma associação formalizada com mais de 30 empreendedores locais e dezenas de voluntários, que oferecem suporte completo de alimentação, pouso e orientação, garantindo que o visitante desfrute de uma viagem confortável.

Trilhas de Longo Curso

Atualmente, o Brasil conta com 246 trilhas, que passam por 327 Unidades de Conservação (UC). Juntas, as trilhas possuem mais de 25.000 km planejados, com cada trilha identificada por uma logomarca em formato de pegada, nas cores preta e amarela, que pode ser personalizada com sua logomarca inserindo, dentro do formato de pegada, um desenho próprio que a represente.

As atividades mais praticadas em uma trilha de longo curso são as caminhadas, mas não se limitando a essa prática. O visitante pode encontrar diversas outras atividades, como cicloturismo, canoagem, montanhismo, observação de aves, corridas, campismo, observação de fauna, flora ou formações geológicas, dentre outras.

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Por Victor Mayrink
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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TURISMO

Trilhas, mirantes, história e natureza: conheça o Parque Nacional da Tijuca

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Situado no coração do Rio de Janeiro (RJ), o Parque Nacional da Tijuca é a unidade de conservação mais visitada do país, atraindo milhões de turistas todos os anos. Verdadeiro oásis em uma das maiores metrópoles do mundo, o local é dividido em quatro setores: Floresta da Tijuca, Serra da Carioca, Pedra da Gávea/Pedra Bonita e Covanca/Pretos Forros. Sua gestão integrada preserva uma rica porção da Mata Atlântica e garante o livre acesso a cenários que unem a exuberância da natureza ao dinamismo urbano da capital fluminense.

Do ponto de vista ambiental, o parque carrega uma importância histórica, sendo considerado uma das maiores florestas urbanas reflorestadas do planeta, processo que teve início no século 19,  após o desmatamento massivo da região, para dar lugar a plantações de café, resultando em escassez de água potável para a cidade. 

Diante da crise, uma ordem de reflorestamento, decretada por Dom Pedro II, permitiu o plantio manual de milhares de mudas de espécies nativas, recuperando as nascentes e os mananciais locais. Hoje, além de proteger os recursos hídricos, a floresta atua como um regulador térmico, amenizando as temperaturas da capital e abrigando centenas de espécies de plantas e animais, como tucanos, quatis, macacos-prego e a preguiça-de-três-dedos.

Os atrativos do parque atendem desde quem busca contemplação até os que preferem trilhas e esportes de aventura. Na Serra da Carioca, está o icônico Morro do Corcovado, com o monumento do Cristo Redentor, uma das sete maravilhas do mundo, além da deslumbrante Vista Chinesa e da Mesa do Imperador, mirantes clássicos que emolduram a paisagem carioca. O Parque Lage, localizado aos pés da floresta, encanta com seus jardins históricos e palacete colonial.

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Já no setor da Floresta, o visitante pode observar a impressionante Cascatinha Taunay, a maior queda d’água do parque, e percorrer trilhas que levam ao Pico da Tijuca – o ponto mais alto da unidade, com 1.021 metros de altitude – e ao Bico do Papagaio. A aventura ganha ainda mais altura no setor da Pedra Bonita e da Pedra da Gávea, onde os visitantes podem observar as decolagens de voo livre ou encarar uma das trilhas de montanha mais famosas e desafiadoras da costa brasileira.

Dicas práticas para explorar o parque

Quase a totalidade dos acessos ao parque, mirantes, cachoeiras e trilhas é completamente gratuita, sendo o ingresso cobrado apenas para quem deseja acessar o monumento do Cristo Redentor e praticar voos livres.

Para realizar as atividades de maior complexidade, recomenda-se buscar guias e condutores ambientais credenciados junto ao próprio Parque Nacional da Tijuca.

Certificar-se de que a agência ou o instrutor possui registro ativo no Cadastur (https://cadastur.turismo.gov.br/) – sistema oficial que reúne os prestadores de serviços turísticos regularmente cadastrados no país – garante não apenas o cumprimento das normas de segurança, mas também o respeito às regras de mínimo impacto ambiental estabelecidas para a preservação do ecossistema.

Como chegar

Para chegar ao Parque Nacional da Tijuca por via aérea, os desembarques ocorrem no Aeroporto Santos Dumont (SDU), mais próximo da Zona Sul e do centro, ou no Aeroporto Internacional do Galeão (GIG), localizado na Zona Norte.

A mobilidade urbana da cidade facilita o deslocamento até os diferentes setores do parque, sendo possível usar o metrô, combinado com linhas de ônibus integradas para chegar aos acessos do Parque Lage ou do Alto da Boa Vista.

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Para os setores da Floresta e dos mirantes da Vista Chinesa, o deslocamento em carros é bastante prático pelas vias pavimentadas, enquanto o acesso final ao topo do Corcovado pode ser feito da forma tradicional, pelo Trem do Corcovado ou pelas vans oficiais que partem de pontos estratégicos, como o Largo do Machado e a Praia de Copacabana.

Por Bárbara Magalhães
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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