Pesquisar
Close this search box.

TURISMO

Cerrado brasileiro: destinos que revelam a riqueza do berço das águas

Publicado

O Cerrado, segundo maior bioma do Brasil, ocupa 23% do território nacional e se estende por diferentes regiões do país, formando paisagens que vão de campos abertos e veredas a chapadões, matas de galeria e formações rochosas de grande beleza. Considerado o “berço das águas”, abriga importantes nascentes que abastecem algumas das principais bacias hidrográficas da América do Sul e desempenha papel essencial na conservação da biodiversidade brasileira.

Além de sua relevância ambiental, o Cerrado reúne destinos capazes de oferecer experiências únicas para quem busca contato com a natureza, aventura, cultura e gastronomia. Parques nacionais, unidades de conservação, cachoeiras, cânions, fervedouros (nascentes em que a pressão da água impede que as pessoas afundem) e comunidades tradicionais oferecem aos visitantes oportunidades de vivenciar um turismo sustentável, aliado à preservação dos patrimônios natural e cultural.

Confira alguns destinos que revelam a diversidade de paisagens, espécies e manifestações culturais do Cerrado e que tornam a região um dos principais polos de ecoturismo e turismo de natureza no Brasil.

Goiás

Patrimônio Mundial Natural reconhecido pela Unesco, o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros é um dos principais destinos turísticos do Cerrado brasileiro.

Localizado no nordeste de Goiás, protege uma das áreas mais preservadas do bioma, reunindo cânions, formações rochosas milenares, campos rupestres, veredas e inúmeras cachoeiras de águas cristalinas.

Na região destacam-se atrativos como as Cataratas dos Couros e os Saltos do Rio Preto.

Também inserida no bioma Cerrado, Pirenópolis encanta os visitantes por seu patrimônio histórico e cultural. Cravada na Serra dos Pireneus, a cidade preserva um charmoso conjunto arquitetônico colonial, com casarios, igrejas centenárias e tradicionais celebrações, como a Festa do Divino. A gastronomia típica goiana e a produção artesanal de joias em prata complementam a experiência turística.

Tocantins

Entre os destinos mais emblemáticos do Cerrado brasileiro, o Parque Estadual do Jalapão é conhecido por suas extensas dunas alaranjadas, serras, rios de águas transparentes, cachoeiras e pelos famosos fervedouros. O destino é referência em ecoturismo, oferecendo trilhas, rafting, canoagem e visitas às comunidades tradicionais.

Na região do Jalapão, a Vila de Mumbuca, no município de Mateiros, é uma comunidade quilombola reconhecida como berço do artesanato em capim-dourado.

O turismo de base comunitária oferece aos visitantes a oportunidade de conhecer a colheita sustentável da planta e acompanhar o processo de trançado da haste, que brilha como ouro.

Leia mais:  Ministro do Turismo visita a 5ª LGBT+ Turismo Expo 2026

Distrito Federal

Uma das principais áreas preservadas do Cerrado brasileiro, o Parque Nacional de Brasília figura entre os mais importantes atrativos turísticos da capital federal.

Popularmente conhecido como “Água Mineral”, protege áreas de Cerrado típico, campos limpos, matas de galeria e diversas nascentes. Entre os principais atrativos estão as piscinas de água corrente, alimentadas por fontes naturais, além de trilhas ecológicas e percursos para ciclismo.

Já às margens do Lago Paranoá, a Ermida Dom Bosco oferece uma das mais belas vistas do pôr do sol de Brasília. Cercada por vegetação nativa do Cerrado, conta com áreas para caminhada e um anfiteatro ao ar livre, formando um importante espaço de lazer urbano integrado à natureza.

Bahia

O Cerrado baiano, concentrado principalmente na região oeste do estado, revela paisagens marcadas por extensas veredas, buritizais e chapadões.

No município de Barreiras, a Cachoeira do Acaba Vidas desponta como um dos destaques fora do circuito tradicional da Chapada Diamantina. Com 36 metros de queda livre, forma uma piscina natural cercada por mata de galeria e buritizais, reunindo beleza e contato direto com a natureza.

Ceará

No sul do Ceará, a Chapada do Araripe abriga uma das mais importantes áreas preservadas de Cerrado do estado. A região integra o Geopark Araripe, que é reconhecido pela Unesco e destaca-se por seus imponentes paredões, trilhas ecológicas, fontes de águas cristalinas e sítios paleontológicos de relevância mundial.

A Floresta Nacional do Araripe-Apodi reforça a importância da área para a conservação, a pesquisa científica e o ecoturismo.

Maranhão

Reconhecido por suas formações rochosas em formato de mesas, o Parque Nacional da Chapada das Mesas reúne cânions, rios e cachoeiras. A unidade protege importantes nascentes da bacia do Rio Tocantins e abriga espécies típicas do bioma, como o lobo-guará e o tamanduá-bandeira.

Entre os principais atrativos estão a Cachoeira de São Romão, a Cachoeira da Prata e o Portal da Chapada. O destino é bastante procurado para trilhas e observação da natureza. Na região de Carolina, o Complexo Turístico Pedra Caída é um empreendimento voltado ao ecoturismo de aventura. O grande destaque é o Santuário de Pedra Caída, um cânion estreito de rocha arenítica, onde, ao final de uma caminhada por dentro d’água, despenca uma cachoeira de aproximadamente 50 metros de altura.

Mato Grosso

Entre as paisagens mais marcantes do Cerrado brasileiro, o Parque Nacional da Chapada dos Guimarães reúne paredões de arenito, cânions, cachoeiras e mirantes naturais.

Leia mais:  Trilhas, mirantes, história e natureza: conheça o Parque Nacional da Tijuca

A unidade abriga nascentes que alimentam as bacias Amazônica e Platina. Entre os atrativos mais conhecidos estão a Cachoeira Véu de Noiva, a Cidade de Pedra e circuitos de trilhas.

Outro importante destino mato-grossense é Nobres, frequentemente apontado como uma alternativa a Bonito (MS). Cercado por áreas de Cerrado, o município é conhecido pelas flutuações em rios de águas cristalinas e azuladas, como o Rio Triste e o Aquário Encantado.

Mato Grosso do Sul

O Parque Estadual das Nascentes do Rio Taquari protege extensas áreas de Cerrado, veredas e nascentes que dão origem ao rio Taquari, um dos principais afluentes do rio Paraguai. A unidade conserva ambientes fundamentais para o equilíbrio hídrico do Pantanal e abriga espécies como o lobo-guará, a anta e diversas aves típicas do Cerrado. As atividades de ecoturismo incluem trilhas, contemplação da paisagem e observação da fauna.

Outro destaque é a Estrada-Parque Piraputanga, no município de Aquidauana, uma rodovia que percorre os paredões da Serra de Maracaju. O próprio trajeto é um atrativo, sendo ideal para cicloturismo, observação de aves e visitas às pousadas pesqueiras às margens do Rio Aquidauana.

Minas Gerais

Um dos mais importantes destinos turísticos do Cerrado brasileiro, o Parque Nacional da Serra da Canastra abriga a nascente histórica do Rio São Francisco. A paisagem é marcada por chapadões, campos de altitude, cachoeiras e cânions, com destaque para a imponente Cachoeira Casca d’Anta.

A unidade protege espécies ameaçadas, como o lobo-guará, o tamanduá-bandeira e o raro pato-mergulhão, e oferece diversas experiências de ecoturismo, incluindo trilhas, observação da fauna e ciclismo.

A experiência na região também passa pela Rota do Queijo Canastra, que abrange os municípios de São Roque de Minas e Vargem Bonita.

O roteiro de turismo rural e gastronômico permite aos visitantes conhecer fazendas tradicionais, acompanhar a produção artesanal e degustar o queijo canastra, feito com leite cru de rebanhos criados em pastagens nativas do Cerrado.

Piauí

Embora o Parque Nacional da Serra das Confusões seja reconhecido como o maior reduto preservado de Caatinga do país, sua localização no sudoeste do Piauí cria uma zona de transição com o Cerrado. A unidade protege paisagens formadas por serras, cavernas, cânions e formações rochosas esculpidas pela erosão ao longo de milhares de anos. Além de abrigar sítios arqueológicos de grande relevância, é habitat de espécies ameaçadas, como a onça-pintada e o tatu-canastra, atraindo visitantes para a prática de caminhadas e contemplação geológica.

Leia mais:  Vai viajar? Confira dicas para não cair em golpes

Já no município de Bom Jesus, em pleno Cerrado piauiense, o Cânion do Viana impressiona pela grandiosidade de seus paredões moldados pela ação da água e dos ventos. O local ganhou projeção nacional ao integrar o percurso do Rally dos Sertões e é o destino ideal para expedições em veículos 4×4 e fotografia de paisagem.

Rondônia

Situado em uma importante área de transição entre o Cerrado e a Amazônia, o Parque Estadual de Corumbiara preserva campos naturais, florestas e nascentes que ajudam a manter a biodiversidade regional. Embora ainda seja pouco explorado turisticamente, apresenta grande potencial para o ecoturismo.

Outra região de destaque é o Cone Sul de Rondônia, que abrange municípios como Vilhena e Colorado do Oeste. Inserida no Cerrado rondoniense, essa área de transição é conhecida como “Campos de Vilhena” e tem no turismo de pesca esportiva, realizado nos rios da região, e no turismo de negócios, ligado ao agronegócio, seus principais atrativos.

São Paulo

A Estação Ecológica de Itirapina abriga uma das áreas preservadas de Cerrado mais importantes do estado de São Paulo. A unidade conserva campos limpos (plantas rasteiras), campos sujos (presença de arbustos), cerrado típico e matas de galeria, servindo de refúgio para espécies ameaçadas, como o lobo-guará e aves campestres. Por se tratar de uma estação ecológica, a visitação é controlada, o que contribui para valorizar e preservar esse bioma no estado.

Outro destaque é o Polo Gastronômico e de Ecologia de Brotas, município reconhecido pelo turismo de aventura, com atividades como rafting e tirolesa. Geologicamente situado nas cuestas basálticas, onde o Cerrado paulista encontra a Mata Atlântica, o destino também preserva importantes fragmentos de vegetação nativa do Cerrado em diversas fazendas voltadas ao turismo de natureza e aventura.

Pará

No oeste do Pará, o Parque Estadual do Monte Alegre protege áreas de savanas amazônicas com vegetação semelhante à do Cerrado, além de serras, cavernas e sítios arqueológicos com pinturas rupestres. Reúne paisagens singulares, que contrastam com a floresta amazônica ao redor e abriga rica biodiversidade adaptada às condições dos campos naturais. O destino oferece trilhas, visitas aos sítios arqueológicos, observação da fauna e atividades de educação ambiental; uma experiência que alia natureza, história e conservação.

Por Isadora Lionço

Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

Comentários Facebook
publicidade

TURISMO

Onde o Cerrado encontra os versos: a jornada de 300 km pelo Caminho de Cora Coralina

Publicado

Imagine uma jornada onde cada passo ecoa um verso. No coração do Brasil, o Caminho de Cora Coralina é muito mais que uma trilha: é a única rota de longo curso do mundo com temática poética. Ao longo de 300 quilômetros pelo Cerrado, o itinerário reúne natureza preservada, memórias do período colonial, gastronomia típica e a alma da escritora mais amada de Goiás. É o encontro perfeito entre o esforço físico e a sutileza das palavras.

Estruturada em 13 trechos, a aventura pode ser feita a pé ou de bicicleta,  começando no município de Corumbá de Goiás e seguindo até a histórica Cidade de Goiás, reconhecida como Patrimônio Mundial pela Unesco.

Ao longo desse trajeto, o viajante tem a oportunidade de conhecer outras seis cidades cheias de charme e história: Cocalzinho de Goiás, Pirenópolis, São Francisco de Goiás, Jaraguá, Itaguari e Itaberaí.

A experiência se torna ainda mais especial durante a passagem por povoados ricos em identidade cultural, como Caxambú, Radiolândia, Vila Aparecida, Alvelândia, Palestina, São Benedito, Calcilândia e Ferreiro, onde a hospitalidade goiana e a culinária típica do interior dão o tom de cada parada.

Além do resgate histórico, o Caminho de Cora Coralina proporciona uma verdadeira imersão na natureza intocada do Cerrado brasileiro. Os caminhantes e ciclistas atravessam áreas de preservação fundamentais para o ecossistema nacional, como o Parque Estadual dos Pireneus, o Geoparque dos Pireneus, o Parque Estadual da Serra de Jaraguá, a APA da Serra Dourada e o Parque Municipal da Estrada Imperial. 

A trilha

A criação da trilha – idealizada em 2013 e estruturada a partir de 2017 – resgata caminhos de antigos desbravadores, apoiando-se em relatos históricos clássicos, como a jornada de Luís da Cunha Menezes, em 1778; os registros dos naturalistas Auguste de Saint-Hilaire e Johan Emanuel Pohl, no século XIX; as memórias de Oscar Leal e o próprio Relatório Cruls, que demarcou o Planalto Central. 

Leia mais:  Vai viajar? Confira dicas para não cair em golpes

O nome da rota homenageia Anna Lins dos Guimarães Peixoto Bretas, a poetisa Cora Coralina, que imortalizou em seus versos os becos, as pedras e a alma do interior goiano.

Para registrar e eternizar essa caminhada, os viajantes contam com o Passaporte do Peregrino. À medida que o turista avança pelo percurso, ele coleta carimbos nos pontos de apoio e povoados parceiros, comprovando a conclusão do trajeto. Muito mais do que uma validação formal, o passaporte se transforma em um diário de bordo, onde cada carimbo representa uma lembrança que o viajante guardará para o resto da vida.

Como chegar

Planejar a viagem para o Caminho de Cora Coralina é simples. Para quem chega de outros estados, os principais pontos de desembarque são os aeroportos e rodoviárias de Brasília ou Goiânia, que ficam respectivamente a apenas 115 quilômetros e 113 quilômetros de distância de Corumbá de Goiás, o ponto de partida oficial. 

Hoje, a trilha é gerida por uma associação formalizada com mais de 30 empreendedores locais e dezenas de voluntários, que oferecem suporte completo de alimentação, pouso e orientação, garantindo que o visitante desfrute de uma viagem confortável.

Trilhas de Longo Curso

Atualmente, o Brasil conta com 246 trilhas, que passam por 327 Unidades de Conservação (UC). Juntas, as trilhas possuem mais de 25.000 km planejados, com cada trilha identificada por uma logomarca em formato de pegada, nas cores preta e amarela, que pode ser personalizada com sua logomarca inserindo, dentro do formato de pegada, um desenho próprio que a represente.

As atividades mais praticadas em uma trilha de longo curso são as caminhadas, mas não se limitando a essa prática. O visitante pode encontrar diversas outras atividades, como cicloturismo, canoagem, montanhismo, observação de aves, corridas, campismo, observação de fauna, flora ou formações geológicas, dentre outras.

Leia mais:  Onde o Cerrado encontra os versos: a jornada de 300 km pelo Caminho de Cora Coralina

Por Victor Mayrink
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

Comentários Facebook
Continue lendo

TURISMO

Trilhas, mirantes, história e natureza: conheça o Parque Nacional da Tijuca

Publicado

Situado no coração do Rio de Janeiro (RJ), o Parque Nacional da Tijuca é a unidade de conservação mais visitada do país, atraindo milhões de turistas todos os anos. Verdadeiro oásis em uma das maiores metrópoles do mundo, o local é dividido em quatro setores: Floresta da Tijuca, Serra da Carioca, Pedra da Gávea/Pedra Bonita e Covanca/Pretos Forros. Sua gestão integrada preserva uma rica porção da Mata Atlântica e garante o livre acesso a cenários que unem a exuberância da natureza ao dinamismo urbano da capital fluminense.

Do ponto de vista ambiental, o parque carrega uma importância histórica, sendo considerado uma das maiores florestas urbanas reflorestadas do planeta, processo que teve início no século 19,  após o desmatamento massivo da região, para dar lugar a plantações de café, resultando em escassez de água potável para a cidade. 

Diante da crise, uma ordem de reflorestamento, decretada por Dom Pedro II, permitiu o plantio manual de milhares de mudas de espécies nativas, recuperando as nascentes e os mananciais locais. Hoje, além de proteger os recursos hídricos, a floresta atua como um regulador térmico, amenizando as temperaturas da capital e abrigando centenas de espécies de plantas e animais, como tucanos, quatis, macacos-prego e a preguiça-de-três-dedos.

Os atrativos do parque atendem desde quem busca contemplação até os que preferem trilhas e esportes de aventura. Na Serra da Carioca, está o icônico Morro do Corcovado, com o monumento do Cristo Redentor, uma das sete maravilhas do mundo, além da deslumbrante Vista Chinesa e da Mesa do Imperador, mirantes clássicos que emolduram a paisagem carioca. O Parque Lage, localizado aos pés da floresta, encanta com seus jardins históricos e palacete colonial.

Leia mais:  Cerimônia de lançamento do I Fórum de Enoturismo e Gastronomia das Américas

Já no setor da Floresta, o visitante pode observar a impressionante Cascatinha Taunay, a maior queda d’água do parque, e percorrer trilhas que levam ao Pico da Tijuca – o ponto mais alto da unidade, com 1.021 metros de altitude – e ao Bico do Papagaio. A aventura ganha ainda mais altura no setor da Pedra Bonita e da Pedra da Gávea, onde os visitantes podem observar as decolagens de voo livre ou encarar uma das trilhas de montanha mais famosas e desafiadoras da costa brasileira.

Dicas práticas para explorar o parque

Quase a totalidade dos acessos ao parque, mirantes, cachoeiras e trilhas é completamente gratuita, sendo o ingresso cobrado apenas para quem deseja acessar o monumento do Cristo Redentor e praticar voos livres.

Para realizar as atividades de maior complexidade, recomenda-se buscar guias e condutores ambientais credenciados junto ao próprio Parque Nacional da Tijuca.

Certificar-se de que a agência ou o instrutor possui registro ativo no Cadastur (https://cadastur.turismo.gov.br/) – sistema oficial que reúne os prestadores de serviços turísticos regularmente cadastrados no país – garante não apenas o cumprimento das normas de segurança, mas também o respeito às regras de mínimo impacto ambiental estabelecidas para a preservação do ecossistema.

Como chegar

Para chegar ao Parque Nacional da Tijuca por via aérea, os desembarques ocorrem no Aeroporto Santos Dumont (SDU), mais próximo da Zona Sul e do centro, ou no Aeroporto Internacional do Galeão (GIG), localizado na Zona Norte.

A mobilidade urbana da cidade facilita o deslocamento até os diferentes setores do parque, sendo possível usar o metrô, combinado com linhas de ônibus integradas para chegar aos acessos do Parque Lage ou do Alto da Boa Vista.

Leia mais:  Conheça Olinda: onde cultura e tradição atraem turistas durante todo o ano num dos mais bem preservados centros históricos do Brasil

Para os setores da Floresta e dos mirantes da Vista Chinesa, o deslocamento em carros é bastante prático pelas vias pavimentadas, enquanto o acesso final ao topo do Corcovado pode ser feito da forma tradicional, pelo Trem do Corcovado ou pelas vans oficiais que partem de pontos estratégicos, como o Largo do Machado e a Praia de Copacabana.

Por Bárbara Magalhães
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

Comentários Facebook
Continue lendo

Envie sua denúncia

Clique no botão abaixo e envie sua denuncia para nossa equipe de redação
Denuncie

DIAMANTINO

POLÍTICA MT

POLICIAL

MATO GROSSO

POLÍTICA NACIONAL

ESPORTES

Mais Lidas da Semana