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Menos emissões, mais qualidade de vida: o impacto da bicicleta nas cidades

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A bicicleta é muito mais do que um meio de transporte. Além de facilitar os deslocamentos diários, ela melhora a qualidade do ar e promove benefícios para a saúde da população. Em um cenário de crescimento das cidades e preocupação com as mudanças climáticas, a mobilidade ativa tem se consolidado como uma alternativa cada vez mais importante para os deslocamentos urbanos.

Nesse contexto, a bicicleta ganha destaque como uma solução sustentável, acessível e eficiente. Ao substituir veículos motorizados em trajetos curtos e médios, ela ajuda a reduzir a emissão de poluentes e contribui para a construção de cidades mais humanas e sustentáveis.

O Ministério das Cidades, por meio da Secretaria Nacional de Mobilidade Urbana (Semob), vem desenvolvendo ações para incentivar o uso da bicicleta em todo o país. Uma delas é o Prêmio Bicicleta Brasil, que reconhece iniciativas voltadas à promoção da mobilidade por bicicleta. Em sua segunda edição, realizada em 2026, a premiação contemplou 72 projetos distribuídos em 24 categorias.

O secretário Nacional de Mobilidade Urbana, Marcos Daniel Souza dos Santos, destaca que ampliar o uso da bicicleta significa investir em qualidade de vida e sustentabilidade.

“Quando investimos em infraestrutura e incentivamos o uso da bicicleta, estamos promovendo cidades mais humanas, reduzindo congestionamentos, melhorando a qualidade do ar e ampliando as opções de deslocamento da população. A bicicleta é uma ferramenta importante para construir cidades mais sustentáveis e acessíveis para todos”, afirmou.

A promoção da mobilidade ativa também está alinhada aos esforços de adaptação e mitigação das mudanças climáticas. Ao incentivar deslocamentos por bicicleta e a pé, as cidades reduzem emissões de poluentes, melhoram a qualidade do ar e contribuem para uma ocupação urbana mais sustentável. Nesse sentido, a bicicleta se consolida como uma ferramenta importante para a construção de cidades mais resilientes, saudáveis e preparadas para os desafios ambientais do futuro.

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Outra iniciativa importante é a Estratégia Nacional de Promoção da Mobilidade por Bicicleta (Enabici), construída de forma colaborativa e liderada pela União de Ciclistas do Brasil (UCB), em parceria com diversas instituições, entre elas o Ministério das Cidades. A estratégia reúne objetivos e ações a serem alcançados até 2030 para ampliar a participação da bicicleta nos deslocamentos urbanos e fortalecer a mobilidade ativa em todo o país.

Participe da consulta pública do PlanMob-Brasil 

O incentivo ao uso da bicicleta não se limita a ações pontuais. Ele faz parte de uma visão mais ampla para o futuro da mobilidade urbana brasileira. Por isso, a mobilidade ativa ocupa papel de destaque na construção do Plano Nacional de Mobilidade Urbana, PlanMob-Brasil, instrumento que irá orientar o planejamento e os investimentos do setor em todo o país.

O plano está sendo elaborado pelo Ministério das Cidades com o objetivo de promover cidades mais acessíveis, seguras, sustentáveis e integradas. Entre os temas debatidos estão o transporte público coletivo, a mobilidade ativa, a segurança viária, a acessibilidade e a sustentabilidade ambiental.

As contribuições recebidas durante a consulta pública, atualmente aberta à participação da sociedade, vão ajudar a definir as próximas etapas da construção do PlanMob-Brasil. Na sequência, serão estabelecidas metas, indicadores e estratégias para fortalecer a mobilidade urbana e ampliar o acesso da população às oportunidades oferecidas pelas cidades.

Assessoria Especial de Comunicação Social do Ministério das Cidades
Atendimento à Imprensa
Telefone: (61) 2034-4282
E-mail: [email protected]

Fonte: Ministério das Cidades

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Ministério das Cidades destaca papel dos governos locais na implementação da agenda climática durante cúpula internacional

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Cooperação entre governos nacional, estaduais e municipais é fundamental para a implementação da agenda climática. Esta é a avaliação do chefe da assessoria Internacional do Ministério das Cidades, embaixador Antônio da Costa e Silva durante participação da Semana de Ação Climática de Londres (London Climate Action Week 2026). O evento é a principal plataforma voltada à discussão da agenda climática entre as conferências do Cllima organizada pela ONU. 

“A cooperação entre governos nacional, estados e municípios deve ser a principal estratégia para implementar as políticas climáticas e trazer resultados concretos para a comunidade internacional”, afirmou. 

A Contribuição Nacionalmente Determinada (NDC) do Brasil, atualizada em 2023, estabelece a redução de 53% da emissão dos gases do efeito estufa até 2030, tomando 2005 como ano-base, e o compromisso de neutralidade climática até 2050.

Para alcançá-la, o Brasil defende a ampliação do financiamento climático para acelerar medidas de adaptação, mitigação e desenvolvimento urbano sustentável e a participação ativa dos governos-subnacionais na tomada de decisão internacional. 

O país é um dos 77 signatários da iniciativa CHAMP (Coalizão para Parcerias Multiníveis de Alta Ambição para a Ação Climática), anunciada na COP28, pela qual os países se comprometem a incluir as cidades nas metas climáticas e o apoiar a ação local.

REFERÊNCIA – A atuação brasileira se tornou referência em incluir as cidades no centro da agenda climática. No ano passado, o Ministério das Cidades presidiu a 4ª Reunião Ministerial sobre Urbanização e Mudança do Clima, na COP30, articulando mais de 60 países na construção de uma declaração internacional que reafirma a urbanização sustentável e a governança multinível como pilares para o cumprimento da agenda climática. O processo consolidou o entendimento de que cidades, estados e municípios são atores centrais na adaptação e na mitigação climática e reforçou a necessidade de ampliar o financiamento climático voltado à ação local.

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Assessoria Especial de Comunicação Social do Ministério das Cidades
Atendimento à Imprensa
Telefone: (61) 2034-4282
E-mail: [email protected]

Fonte: Ministério das Cidades

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Encontro Nacional reúne diretores e superintendentes da Polícia Federal para alinhar estratégias e fortalecer gestão institucional

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Brasília, 24/6/2026 — A Academia Nacional da Polícia Federal, em Brasília, sediou nesta semana o Encontro Nacional de Diretores e Superintendentes Regionais da Polícia Federal, evento institucional estratégico que reúne dirigentes dos órgãos centrais e das 27 unidades regionais do país. O encontro, realizado duas vezes por ano, começou na terça-feira (23) e se encerra nesta quinta-feira (25).

Ao longo dos três dias, foram discutidas estratégias para o aprimoramento da gestão, o fortalecimento do planejamento institucional e o estabelecimento de diretrizes para a atuação da PF em todo o território nacional. 

O formato privilegia a troca de experiências entre as lideranças regionais e a construção coletiva de soluções para os desafios enfrentados pelo órgão.

Na quarta-feira (24), os participantes receberam o ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, além de outras autoridades do Ministério: o secretário nacional de Segurança Pública, Chico Leite; a secretária nacional de Justiça, Maria Rosa Loula; o diretor nacional de Políticas Penais, André Garcia; e o secretário nacional de Direitos Digitais, Victor Fernandes. O encontro contou ainda com a presença do diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues; do diretor-executivo do órgão, William Murad; e da diretora de Ensino da Academia Nacional da PF, Christiane Corrêa Machado.

O ministro Wellington César destacou a relevância do trabalho realizado pela instituição. “Encontros como este são fundamentais para que as estratégias nacionais se traduzam em ações concretas em cada unidade do país. É assim que construímos uma segurança pública mais integrada”, afirmou.

O diretor-geral Andrei Rodrigues ressaltou o caráter coletivo do evento. “É um momento de alinhamento e troca de boas práticas, um grande esforço de construção coletiva”, disse.

O Encontro Nacional de Diretores e Superintendentes Regionais integra a estratégia do Ministério da Justiça e Segurança Pública de fortalecer a integração institucional entre as forças federais de segurança pública, em consonância com as diretrizes do Programa Brasil Contra o Crime Organizado.

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Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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