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Minha Casa, Minha Vida, saneamento, mobilidade e desenvolvimento urbano são destaques no Bom dia, ministro

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Infográfico de dados do programa Minha Casa, Minha Vida
Crédito: Ministério das Cidades

As ações e investimentos do Ministério das Cidades foram destaque no programa Bom dia, Ministro desta quarta-feira (29). O Minha Casa, Minha Vida ampliou o acesso à moradia. A Faixa 1, por exemplo, passa a atender famílias com renda de até R$ 3.200. “Quando a gente faz ajustes nas faixas de renda, mais famílias são beneficiadas por uma taxa de juros mais acessível. É mais gente realizando o sonho da casa própria”, disse o ministro Vladimir Lima.

EMPREGO E RENDA – Em 2025, o Minha Casa, Minha Vida foi responsável por metade dos lançamentos e das vendas no setor imobiliário. “O Minha Casa, Minha Vida tem sido o motor propulsor da construção civil, que é responsável por mais de 3 milhões de empregos com carteira assinada”, acrescentou.
 
MOBILIDADE – O Ministério das Cidades investe em infraestrutura de corredores transversais, obras de BRT, VLT, metrô e na modernização da frota de ônibus. Tudo de olho no meio ambiente e na qualidade de vida dos brasileiros, garante Vladimir Lima. “Temos incentivado os ônibus elétricos e os ônibus Euro 6, que emitem menos gás carbônico, incentivando a substituição do combustível fóssil pelo renovável. Nosso papel é, cada vez mais, melhorar a questão dos deslocamentos”.
 
SANEAMENTO – O ministro das Cidades destacou que as melhorias no saneamento básico e os debates em torno do Marco Legal passam pelo diálogo . “Muitas famílias ainda não têm acesso à água potável e tratamento de esgoto. Em 2023 fizemos ajustes para trazer o equilíbrio de aplicação de recursos. Temos atuado em parceria com os setores público e privado para mudar a realidade de nosso Brasil”, disse Vladimir Lima.
Confira a entrevista do ministro Vladimir Lima.

 

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Telefone: (61) 2034-4282
E-mail: [email protected]

Fonte: Ministério das Cidades

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Operação “Falso Defensor” desarticula grupo criminoso que aplicava golpes se passando por advogados

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Brasília, 29/4/2026
– O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), por meio do Laboratório de Operações Cibernéticas (Ciberlab/Diopi/Senasp), apoiou a deflagração da Operação Falso Defensor, realizada nesta quarta-feira (29) pela Polícia Civil de Goiás (PCGO), com o objetivo de desarticular uma associação criminosa especializada no chamado “golpe do falso advogado”. O grupo atuava a partir do Ceará (CE) e fazia vítimas em diversos estados do País.

A ação contou com a participação da Polícia Civil do Ceará (PCCE), com diligências realizadas nos municípios de Fortaleza, Caucaia e Pacatuba.

Ao todo, foram cumpridas 29 medidas judiciais, incluindo 14 mandados de prisão temporária, 14 mandados de busca e apreensão domiciliar, além de ordens de sequestro de bens e bloqueio de contas bancárias, que somam aproximadamente R$ 500 mil.

As investigações tiveram início a partir de um caso envolvendo um servidor público de Goiás (GO), que sofreu prejuízo superior a R$ 452 mil em apenas oito dias. A partir desse episódio, foi possível identificar a atuação estruturada do grupo criminoso.

De acordo com a apuração, os investigados utilizavam aplicativos de mensagens, especialmente o WhatsApp, para se passar por advogados e informar falsamente às vítimas sobre um suposto êxito em processos judiciais. Em seguida, solicitavam o pagamento de taxas, como impostos e custas processuais, para a liberação de valores inexistentes. Para dar aparência de legitimidade ao golpe, também simulavam a atuação de servidores públicos e utilizavam documentos adulterados.

A organização criminosa era estruturada em núcleos especializados: um responsável pelo contato com as vítimas, outro pela simulação de autoridades e um terceiro dedicado à movimentação financeira, com uso de contas bancárias para recebimento e dispersão dos valores ilícitos.

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Os investigados poderão responder pelos crimes de estelionato mediante fraude eletrônica, associação criminosa e lavagem de capitais. Somadas, as penas podem ultrapassar 21 anos de reclusão, além de multa.

O material apreendido será analisado para identificação de novas vítimas e de outros envolvidos no esquema. As investigações seguem em andamento, com foco na ampliação das responsabilizações e na recuperação dos ativos desviados.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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Rede nacional articula forças de segurança para rastrear armas e combater crime organizado

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Brasília, 29/4/26 – O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), por meio da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), iniciou, na terça-feira (28), o 1º Encontro Técnico da Rede Nacional de Enfrentamento ao Tráfico de Armas, Munições, Acessórios e Explosivos (Renarme). O evento, que ocorre até dia 29, reúne representantes das Polícias Civis de todo o País, do Ministério da Defesa, do Comando Logístico do Exército, da Receita Federal e da sociedade civil, representada pelo Instituto Sou da Paz, na capital federal.

A Renarme é uma iniciativa estratégica que articula os ministérios da Justiça, da Defesa e da Fazenda, instituída pela Portaria Interministerial nº 63/2026. O objetivo é fortalecer a interoperabilidade entre as instituições, com compartilhamento de dados e integração de ações de inteligência, para enfraquecer as rotas do tráfico de armamentos no Brasil.

Foco em inteligência e rastreabilidade

O encontro foi estruturado para gerar resultados práticos. A agenda prioriza a escuta dos estados para identificar boas práticas, aprimorar a modernização e a integração de sistemas e consolidar fluxos de registro de apreensões.

“Nosso foco é avançar em propostas objetivas, especialmente na integração das informações de apreensões, condição essencial para qualificar a rastreabilidade e fortalecer o enfrentamento ao crime”, afirmou o diretor de Operações Integradas e de Inteligência (Diopi), José de Anchieta Nery.

Próximos passos

Ao final dos dois dias de discussões técnicas, o grupo deve deliberar sobre encaminhamentos práticos que definirão o cronograma de ações da rede para o próximo semestre. A expectativa é que o alinhamento resulte em uma resposta mais ágil e coordenada no monitoramento de armas e munições no território nacional.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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