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AGRONEGÓCIOS

Mapa instala Câmara Setorial da Cadeia Produtiva de Amendoim do Conselho Nacional de Política Agrícola

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O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) publicou no Diário Oficial da União de sexta-feira (13) a Portaria nº 892, que instala, no âmbito do Conselho Nacional de Política Agrícola, a Câmara Setorial da Cadeia Produtiva de Amendoim.

A Câmara será responsável por realizar estudos relativos à cadeia produtiva do amendoim, necessários ao assessoramento do Mapa, além de subsidiar informações para a elaboração de documentos indicativos de ações prioritárias que contribuam para a formulação de políticas públicas e para a elaboração dos Planos Safra e Plurianual, no primeiro trimestre de cada ano. Também caberá ao colegiado apresentar propostas de aprimoramento da atividade agropecuária, considerando a expansão dos mercados interno e externo, a geração de empregos, renda e bem-estar, além do aumento da produção, do abastecimento e da comercialização.

Além disso, competirá à Câmara estabelecer o calendário anual de reuniões para a formulação de políticas públicas destinadas ao setor agropecuário, ao Plano Agrícola e Pecuário e ao Plano Plurianual, bem como monitorar e avaliar, junto aos órgãos competentes, a implementação das proposições emanadas do colegiado. Também será responsável por encaminhar ao Secretário-Executivo do CNPA todas as ações decorrentes de resoluções e proposições da Câmara, que serão articuladas junto aos órgãos, entidades e instituições competentes.

A Câmara Setorial da Cadeia Produtiva de Amendoim será composta por representantes dos seguintes órgãos e entidades, públicos e privados: Associação dos Produtores, Beneficiadores, Exportadores e Industrializadores de Amendoim do Brasil (Abex-Br); Associação Comercial, Industrial e Agropecuária de Tupãssi (Aciatu); Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Amendoim e Balas (Abicab); Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (ABIA); Associação dos Produtos de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigantes de Mato Grosso (Aprofir); Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA); Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa); Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB); Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo; e União Nacional das Cooperativas da Agricultura Familiar e Economia Solidária (Unicafes). 

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A Presidência será exercida pelo membro titular da Abex-Br e a Secretaria será exercida pela Coordenação-Geral de Apoio às Câmaras Setoriais e Temáticas da Secretaria de Política Agrícola do Mapa.  

A Câmara se reunirá, em caráter ordinário, ao menos uma vez a cada doze meses e, em caráter extraordinário, mediante convocação da presidente. 

Os membros titulares e suplentes da Câmara estão designados na Portaria nº 40, também publicada nesta sexta-feira (13). 

O QUE SÃO AS CÂMARAS SETORIAIS?

Além das Câmaras Setoriais, existem as Câmaras Temáticas, que se constituem em importantes fóruns de discussão entre os diversos elos das cadeias produtivas. Esses colegiados reúnem entidades representativas de produtores, empresários, instituições bancárias e outros parceiros do setor, além de representantes de órgãos públicos e técnicos governamentais.  

Nos encontros, são discutidas questões de interesse das cadeias produtivas, como manejo, aplicação de defensivos, processos produtivos, comercialização e questões tributárias. Também são analisadas matérias que afetam ou podem vir a afetar o desenvolvimento do agronegócio brasileiro, com a identificação de possíveis entraves ao setor produtivo e à renda do produtor rural, buscando indicar soluções ao longo de toda a cadeia, da produção à comercialização. 

Informações à imprensa

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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AGRONEGÓCIOS

Aberturas de mercado para o Brasil no Vietnã, em Angola e em El Salvador

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No Vietnã, a abertura do mercado de pé e miúdos suínos amplia oportunidades para exportadores brasileiros, ao permitir o aproveitamento integral dos produtos. O país importou mais de USD 3,5 bilhões em 2025, com destaque para milho, complexo soja, fibras e têxteis.

Em Angola, a autorização para exportação de oócitos ovinos e caprinos abre novas possibilidades no segmento da genética animal e deve contribuir para o melhoramento genético da pecuária local. O país importou mais de USD 380 milhões em produtos agropecuários brasileiros em 2025.

Em El Salvador, a abertura para carne de frango termoprocessada reforça a presença nacional em mercado com o qual se busca maior aproximação comercial. Em 2025, o Brasil exportou mais de USD 103 milhões em produtos agropecuários àquele país.

Com os novos anúncios, o agronegócio brasileiro alcança 578 aberturas de mercado desde o início de 2023.

Tal resultado é fruto do trabalho conjunto do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e do Ministério das Relações Exteriores (MRE).

Informações à imprensa
[email protected]

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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AGRONEGÓCIOS

Mapa destaca fiscalização e controle de qualidade no Dia Mundial do Café

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No Dia Mundial do Café, celebrado nesta terça-feira (14), o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) reforça a importância das ações de fiscalização e controle de qualidade que garantem a segurança e a conformidade do produto consumido no Brasil e exportado para diversos países.

A atuação é conduzida pela Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA), por meio do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal (Dipov), responsável por acompanhar diferentes etapas da cadeia produtiva. O trabalho inclui o registro e a habilitação de estabelecimentos, coleta de amostras, análises laboratoriais oficiais e adoção de medidas fiscais, quando necessário.

Essas ações contribuem para a proteção do consumidor, estimulam a concorrência leal entre empresas e fortalecem a credibilidade do café brasileiro nos mercados nacional e internacional.

Atualmente, o país possui 1.729 estabelecimentos ativos com registro válido junto ao Ministério. A maior concentração está em Minas Gerais, com 634 unidades, seguido de São Paulo, com 335, e Espírito Santo, com 210. Juntos, os três estados reúnem cerca de 70% do total.

Entre as principais habilitações registradas estão os industrializadores ou processadores de café torrado, que somam 1.041 unidades, os embaladores de café torrado, com 703 registros, e os beneficiadores de café em grão cru, com 267 estabelecimentos.

Para 2026, o Mapa prevê a continuidade das ações de controle oficial da cadeia do café. Entre as iniciativas programadas estão atividades do Plano Nacional de Controle de Resíduos e Contaminantes (PNCRC – Vegetal), voltadas à análise de resíduos de agrotóxicos em café beneficiado em grão cru, e do Programa Nacional de Qualidade de Produtos de Origem Vegetal (PNQUALIPOV), focado na avaliação de café torrado e moído e de café beneficiado em grão cru.

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O Ministério também mantém o Alerta de Riscos ao Consumidor, ferramenta pública que divulga listas de lotes de café considerados impróprios para consumo. A medida amplia a transparência das ações de fiscalização e fortalece a comunicação com a sociedade.

Informação à imprensa
[email protected]

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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