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BIM na Prática leva transformação digital a pequenas e médias empresas da construção civil em 8 estados

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O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) lançaram nesta quinta-feira (2/7) o programa Construção 4.0 – BIM na Prática, que oferecerá consultoria especializada e gratuita para a implantação da metodologia BIM (Building Information Modeling) em pequenas e médias empresas da construção civil. Com os primeiros atendimentos previstos para julho deste ano e investimento de R$ 1,9 milhão, o projeto-piloto atenderá até 60 empresas em oito estados das cinco regiões do país até 2027.

O lançamento marca mais uma ação voltada à transformação digital da construção civil brasileira. O piloto será realizado nos estados de Rondônia, Bahia, Ceará, Pernambuco, Distrito Federal, Paraná, Santa Catarina e São Paulo, levando atendimento personalizado às empresas para aumentar a produtividade, reduzir retrabalho e melhorar a gestão de obras por meio da implementação do BIM. A iniciativa também servirá de base para uma futura expansão nacional do programa.

“O BIM na Prática foi criado para aproximar a inovação da realidade das pequenas e médias empresas da construção. Mais do que oferecer capacitação, o programa leva consultoria especializada para dentro das empresas, ajudando na implementação efetiva da metodologia e na modernização dos processos produtivos”, destaca o presidente da ABDI, Olavo Noleto.

Segundo Noleto, o programa nasce com uma característica fundamental: a regionalização.

“Uma pequena ou média empresa da construção no Nordeste, no Centro-Oeste ou no Sul terá a mesma oportunidade de receber apoio especializado que uma empresa de São Paulo. Esse equilíbrio regional foi um dos princípios que orientaram a construção do programa”, acrescenta.

Para o diretor de Desenvolvimento da Indústria de Bens de Consumo Não Duráveis e Semiduráveis do MDIC, Rafael Codeço, o programa marca uma nova etapa da Estratégia BIM BR.

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“Depois de avanços importantes na estruturação da política pública, na capacitação e na difusão do BIM, agora vamos levar essa política diretamente para dentro das empresas, apoiando sua adoção efetiva pelo setor produtivo”, disse ele.

Dados de 2024 da Sondagem da Construção da Fundação Getúlio Vargas mostram que a transformação digital já começa a ganhar corpo no setor: a parcela de empresas brasileiras de construção que utiliza Building Information Modeling (BIM) passou de 9,2% em 2018 para 20,6% em março de 2024, chegando a 37,2% entre as empresas de edificações residenciais. Apesar do avanço, a pesquisa indica que 61,5% das empresas ainda não usam BIM, evidenciando a relevância de programas como o Construção 4.0 – BIM na Prática, que combina consultoria e capacitação para transformar a intenção de modernização em uso efetivo da metodologia nos projetos e obras.

Piloto com atendimento personalizado

O programa será executado pelo SENAI e contará com consultores especializados em BIM distribuídos nas regiões atendidas. As empresas participantes receberão acompanhamento individualizado em dois ciclos de consultoria.

No primeiro ciclo, com carga de 120 horas por empresa, serão realizados diagnóstico de maturidade BIM, elaboração de um Plano de Implantação BIM personalizado e acompanhamento técnico para definição de processos e padrões. Já o segundo ciclo, direcionado às empresas com maior nível de prontidão, prevê 180 horas de implementação assistida em projetos reais, além de workshops e avaliação dos resultados alcançados.

Transformação digital da construção

A metodologia BIM integra em um único modelo digital informações de projetos, cronogramas, orçamentos e manutenção das obras, contribuindo para o aumento da produtividade, redução de erros e retrabalho, além de melhorar a colaboração entre equipes.

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O BIM na Prática integra as ações da Nova Estratégia BIM BR e contribui para os objetivos da Nova Indústria Brasil, reforçando o compromisso com a modernização e a digitalização do setor da construção civil.

Quem pode participar

Nesta fase piloto, podem participar pequenas e médias empresas da construção civil e, também, escritórios de arquitetura e engenharia que atendam aos critérios de porte, atividade econômica e localização nos estados contemplados pelo programa. A participação é gratuita e as inscrições são realizadas pela plataforma oficial da iniciativa. Acesse em PLATAFORMA BIM.

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

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Entenda cada item cobrado na conta de luz e como acompanhar o consumo

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A conta de energia elétrica reúne diferentes informações sobre o consumo, medido em quilowatt-hora (kWh), e os custos necessários para que a energia chegue ao consumidor. A cobrança contempla, por exemplo, valores relacionados à geração, transmissão e distribuição.

Na prática, a tarifa é composta por duas parcelas principais. A Parcela A reúne custos que não são gerenciados pela distribuidora (compra de energia, transmissão e encargos setoriais). Já a Parcela B corresponde aos custos relacionados à prestação do serviço de distribuição (operação, manutenção e expansão da rede elétrica).

Além desses valores, também são incluídos encargos setoriais, tributos e contribuições definidos pela legislação federal, estadual e municipal. Um exemplo é o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), tributo estadual cuja alíquota varia de acordo com a legislação de cada estado. Também incidem as contribuições federais para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PIS/Pasep) e para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), destinados ao financiamento de políticas públicas da União.

Iluminação Pública e Bandeiras Tarifárias

Outro item que pode aparecer na fatura é a Contribuição para Custeio do Serviço de Iluminação Pública (CIP ou COSIP), instituída pelos municípios e pelo Distrito Federal.

Também podem ser aplicadas as bandeiras tarifárias, identificadas pelas cores verde, amarela e vermelha. Elas indicam as condições de geração de energia no período e, conforme a bandeira vigente, podem resultar em cobrança adicional na tarifa.

Conhecer esses itens ajuda a entender a composição da conta de energia elétrica e as cobranças que fazem parte da fatura.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone:
(61) 2032-5759 | E-mail: [email protected]

Fonte: Ministério de Minas e Energia

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O que são sistemas isolados?

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Os Sistemas Isolados são instalações elétricas públicas de distribuição de energia, que, em sua configuração normal de operação, não estão conectados ao Sistema Interligado Nacional (SIN). Eles atendem localidades onde a interligação ao sistema nacional apresenta limitações técnicas, geográficas ou econômicas.

No Brasil, os Sistemas Isolados atendem principalmente comunidades localizadas em regiões de difícil acesso, como áreas da Amazônia Legal e ilhas oceânicas. Um exemplo é o arquipélago de Fernando de Noronha, em Pernambuco, cuja demanda por energia é suprida por um sistema próprio, independente da rede elétrica nacional.

A operação desses sistemas considera as características geográficas, logísticas e ambientais de cada localidade. Tradicionalmente, a geração de energia é realizada por usinas termelétricas movidas a combustíveis fósseis. Em algumas localidades, também são utilizados sistemas de geração a partir de fontes renováveis, como a energia solar, além de sistemas de armazenamento de energia.

Os Sistemas Isolados integram a estrutura do setor elétrico nacional e constituem uma das formas de atendimento ao fornecimento de energia elétrica em áreas não conectadas ao SIN.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone:
(61) 2032-5759 | E-mail: [email protected]

Fonte: Ministério de Minas e Energia

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