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Entenda cada item cobrado na conta de luz e como acompanhar o consumo

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A conta de energia elétrica reúne diferentes informações sobre o consumo, medido em quilowatt-hora (kWh), e os custos necessários para que a energia chegue ao consumidor. A cobrança contempla, por exemplo, valores relacionados à geração, transmissão e distribuição.

Na prática, a tarifa é composta por duas parcelas principais. A Parcela A reúne custos que não são gerenciados pela distribuidora (compra de energia, transmissão e encargos setoriais). Já a Parcela B corresponde aos custos relacionados à prestação do serviço de distribuição (operação, manutenção e expansão da rede elétrica).

Além desses valores, também são incluídos encargos setoriais, tributos e contribuições definidos pela legislação federal, estadual e municipal. Um exemplo é o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), tributo estadual cuja alíquota varia de acordo com a legislação de cada estado. Também incidem as contribuições federais para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PIS/Pasep) e para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), destinados ao financiamento de políticas públicas da União.

Iluminação Pública e Bandeiras Tarifárias

Outro item que pode aparecer na fatura é a Contribuição para Custeio do Serviço de Iluminação Pública (CIP ou COSIP), instituída pelos municípios e pelo Distrito Federal.

Também podem ser aplicadas as bandeiras tarifárias, identificadas pelas cores verde, amarela e vermelha. Elas indicam as condições de geração de energia no período e, conforme a bandeira vigente, podem resultar em cobrança adicional na tarifa.

Conhecer esses itens ajuda a entender a composição da conta de energia elétrica e as cobranças que fazem parte da fatura.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone:
(61) 2032-5759 | E-mail: [email protected]

Fonte: Ministério de Minas e Energia

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BRASIL

O que são sistemas isolados?

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Os Sistemas Isolados são instalações elétricas públicas de distribuição de energia, que, em sua configuração normal de operação, não estão conectados ao Sistema Interligado Nacional (SIN). Eles atendem localidades onde a interligação ao sistema nacional apresenta limitações técnicas, geográficas ou econômicas.

No Brasil, os Sistemas Isolados atendem principalmente comunidades localizadas em regiões de difícil acesso, como áreas da Amazônia Legal e ilhas oceânicas. Um exemplo é o arquipélago de Fernando de Noronha, em Pernambuco, cuja demanda por energia é suprida por um sistema próprio, independente da rede elétrica nacional.

A operação desses sistemas considera as características geográficas, logísticas e ambientais de cada localidade. Tradicionalmente, a geração de energia é realizada por usinas termelétricas movidas a combustíveis fósseis. Em algumas localidades, também são utilizados sistemas de geração a partir de fontes renováveis, como a energia solar, além de sistemas de armazenamento de energia.

Os Sistemas Isolados integram a estrutura do setor elétrico nacional e constituem uma das formas de atendimento ao fornecimento de energia elétrica em áreas não conectadas ao SIN.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone:
(61) 2032-5759 | E-mail: [email protected]

Fonte: Ministério de Minas e Energia

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BRASIL

Saiba a diferença entre minério, mineral e rocha

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Na geologia, os termos mineral, minério e rocha possuem significados distintos entre si. Conhecer essas diferenças ajuda a entender de onde vêm os recursos naturais que fazem parte do cotidiano e são utilizados na produção de bens, na construção civil, na geração de energia e em diversas atividades industriais.

Mineral

Um mineral é uma substância natural, inorgânica, sólida, de composição química definida e com estrutura atômica ordenada. Cada mineral possui composição química e estrutura cristalina próprias, características que determinam suas propriedades físicas e químicas.

Exemplos:

• Quartzo
• Mica
• Calcita
• Grafita

Os minerais são a base para a formação das rochas e também são utilizados na fabricação de diversos produtos presentes no dia a dia, como celulares, computadores, cosméticos, vidros, tintas e fertilizantes.

Rocha

Uma rocha é um material natural formado pela associação de um ou mais minerais. Dependendo do seu processo de origem, as rochas podem ser classificadas como ígneas, sedimentares ou metamórficas.

Exemplos:

• Granito (Ígnea)
• Xisto (Metamórfica)
• Arenito (sedimentar)

As rochas (A depender da composição mineralógica) podem ser amplamente utilizadas na construção de edifícios, estradas, pontes e diversas obras de infraestrutura, a exemplo das rochas sedimentares.

Minério

O minério é uma rocha ou um mineral que contém substâncias químicas de interesse econômico em quantidade suficiente para permitir sua extração e aproveitamento. Ou seja, um mineral passa a ser considerado minério quando sua concentração, qualidade (substituir por teor) e condições de exploração tornam sua extração economicamente viável.

Exemplos:

• Minério de ferro
• Minério de cobre
• Minério de ouro

Os minerais, as rochas e os minérios estão presentes em praticamente todos os setores da economia e fazem parte de objetos utilizados diariamente, desde equipamentos eletrônicos e veículos até edificações, medicamentos, fertilizantes e sistemas de geração e transmissão de energia.

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Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone:
(61) 2032-5759 | E-mail: [email protected]

Fonte: Ministério de Minas e Energia

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