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AGRONEGÓCIOS

Modalidade de Emalhe Liso supera 80% da cota de captura da tainha

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O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) informa que, nesta terça-feira (30) a cota de captura da tainha (Mugil liza) na modalidade emalhe costeiro de superfície superou 80% do limite estabelecido para a temporada de pesca de 2026. Inicialmente, a cota havia sido estabelecida em 2.070 toneladas, nos termos do inciso III do art. 4º da Portaria Interministerial MPA/MMA nº 51, de 27 de fevereiro de 2026. 

Posteriormente, por meio da Portaria Interministerial MPA/MMA Nº 64, de 23 de junho de 2026, o limite foi ampliado para 2.394 toneladas, com o objetivo de possibilitar o acesso à pesca também nos estados em que os cardumes ainda não haviam chegado em razão da dinâmica migratória da espécie. A medida buscou compatibilizar a continuidade da atividade pesqueira com a sustentabilidade do recurso, considerando seus pilares econômico, social e ecológico. 

Os dados são acompanhados por meio do Painel de Monitoramento da Temporada de Pesca da Tainha, no Sistema PesqBrasil – Monitoramento, plataforma oficial do Governo Federal que permite o acompanhamento da evolução das capturas declaradas. 

Nos termos do art. 23 da Portaria Interministerial MPA/MMA nº 51, de 2026, o encerramento da atividade ocorrerá quando a cota atingir 90% do limite estabelecido para a modalidade. Novas atualizações serão divulgadas conforme a evolução das capturas. A medida integra o processo de gestão sustentável da pesca da tainha, considerando a importância econômica, social e ambiental da espécie, bem como a necessidade de assegurar o uso responsável do recurso pesqueiro.


ASCOM

Ministério da Pesca e Aquicultura

 

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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AGRONEGÓCIOS

Trabalhadores e trabalhadoras da Pesca e Aquicultura debatem propostas para o setor

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A 4ª Conferência Nacional de Aquicultura e Pesca (CNPA) segue mobilizando representantes dos setores pesqueiros em todo o país. Na última terça-feira (30), foram realizadas quatro etapas estaduais simultâneas nos estados do Amazonas, Tocantins, Mato Grosso e Paraíba, reforçando o caráter democrático, participativo e descentralizado do processo.

“Em cada etapa estadual, serão encaminhadas 30 propostas e eleitos 10 delegados para representar seus respectivos estados na etapa nacional da Conferência. Estamos na última semana das conferências estaduais, mas o processo de participação social continua”, destacou o chefe da Assessoria de Participação Social e Diversidade do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), Paulo Faria.

As atividades aconteceram em Manaus (AM), Palmas (TO); Cáceres (MT); e na Paraíba (PB), que teve sua etapa estadual realizada em dois momentos, nos municípios de Itabaiana e João Pessoa, nos dias 30 de junho e 1º de julho.

A 4ª Conferência representa uma retomada histórica, já que a última edição do evento foi realizada em 2009. A realização da CNAP reforça a importância da participação social no setor de Pesca e Aquicultura, colocando em prática o parágrafo único do artigo 193 da Constituição Federal: “O Estado exercerá a função de planejamento das políticas sociais, assegurada, na forma da lei, a participação da sociedade nos processos de formulação, monitoramento, controle e avaliação dessas políticas”.

Ainda serão realizadas conferências livres e temáticas no país, além da conferência virtual, que segue aberta na Plataforma Brasil Participativo até o dia 3 de julho. Até essa data, qualquer cidadão com conta Gov.br pode cadastrar propostas que poderão integrar o caderno final da Conferência Nacional, prevista para ocorrer de 11 a 13 de novembro, em Brasília. Acesse o site da 4ª Conferência no Brasil Participativo e participe. (link)

Leia mais:  Brasil promove chocolates e derivados de cacau na Argentina e amplia contatos comerciais em Buenos Aires

Com a realização das conferências, o Governo do Brasil reafirma o compromisso com a participação social para a melhoria do setor aquícola e pesqueiro.

ASCOM

Ministério da Pesca e Aquicultura

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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AGRONEGÓCIOS

Brasil promove chocolates e derivados de cacau na Argentina e amplia contatos comerciais em Buenos Aires

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O Brasil promoveu chocolates, derivados de cacau e outros produtos de maior valor agregado no mercado argentino durante a La Chocolaterie, principal feira do setor no país, realizada nos dias 27 e 28 de junho, em Buenos Aires. Com estande organizado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e pelo Ministério das Relações Exteriores (MRE), 15 empresas brasileiras participaram do evento e ampliaram contatos comerciais com importadores, distribuidores, varejistas e fabricantes argentinos.

O estande brasileiro reuniu empresas das cinco regiões do país e integrou a estratégia de promoção comercial voltada à ampliação da presença de produtos agropecuários brasileiros de maior valor agregado nos mercados internacionais.

A participação na feira permitiu às empresas brasileiras apresentar seus produtos, fortalecer o relacionamento com compradores argentinos e prospectar novas oportunidades de negócios em um mercado estratégico para o setor. A missão foi concluída na segunda-feira (29), com uma rodada de negócios promovida pela adida agrícola do Brasil na Argentina, Juçara Duarte, e pela diretora de Promoção do Agronegócio da Secretaria de Comércio e Relações Internacionais, Angela Peres, em parceria com o Setor Comercial da Embaixada do Brasil em Buenos Aires.

O encontro reuniu representantes de cafeterias, redes varejistas, distribuidores de redes de quiosques, importadores de chocolates e produtos finos, além de fabricantes argentinos interessados na aquisição de matérias-primas brasileiras, como pó e manteiga de cacau.

Durante a feira, as empresas brasileiras apresentaram chocolates elaborados com ingredientes típicos do país, como cupuaçu, cumaru e baru, além de combinações com capim-limão, laranja, baunilha, chás e queijo vegano com cacau. A diversidade dos produtos evidenciou a versatilidade do cacau brasileiro e reforçou a capacidade nacional de oferecer alimentos com identidade própria, inovação e valor agregado.

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A rodada de negócios deu continuidade aos contatos iniciados durante a La Chocolaterie e permitiu aos exportadores brasileiros avançar nas negociações com potenciais compradores e parceiros locais. A iniciativa fortaleceu a aproximação entre empresas dos dois países e ampliou as oportunidades para a inserção de chocolates, derivados de cacau e insumos brasileiros no mercado argentino.

A Argentina é o segundo maior importador de produtos agropecuários brasileiros na América Latina, atrás apenas do Chile. No último ano, o país importou mais de US$ 2 bilhões em produtos do agro brasileiro, com destaque para produtos florestais, cacau e proteínas animais.

Com a participação na La Chocolaterie e a realização da rodada de negócios em Buenos Aires, o Mapa reforça sua estratégia de promoção internacional do agronegócio brasileiro, apoiando empresas nacionais na ampliação de mercados, na agregação de valor às exportações e na promoção dos produtos brasileiros no exterior.

Informações à imprensa
[email protected]

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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