Pesquisar
Close this search box.

EDUCAÇÃO

Prouni: inscrições para o 2º semestre começam em 7 de julho

Publicado

O Ministério da Educação (MEC) publicou, nesta quarta-feira, 1º de julho, o Edital nº 51/2026, referente ao processo seletivo do Programa Universidade para Todos (Prouni), que ocorrerá no segundo semestre de 2026. As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas exclusivamente pela internet, por meio do Portal Único de Acesso ao Ensino Superior, no período de 7 a 10 de julho.  

Para se inscrever, é necessário que o estudante tenha completado o ensino médio; participado das edições de 2024 ou de 2025 do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem); obtido, no mínimo, 450 pontos na média das cinco provas do exame; e não tenha zerado a redação do Enem. 

O edital veda a inscrição para quem declarou ter participado do Enem na condição de treineiro, ou seja, quem participou do exame visando a autoavaliação antes mesmo de concluir o ensino médio. Para fins de classificação e eventual pré-seleção no processo seletivo, será utilizada a edição do Enem em que o estudante obteve a melhor média.  

Os candidatos precisam atender a pelo menos uma das seguintes condições: 

  • Ter feito o ensino médio integralmente em escola da rede pública; 
  • Ter feito o ensino médio integralmente em instituição privada na condição de bolsista integral da respectiva instituição; 
  • Ter feito o ensino médio parcialmente em escola da rede pública e parcialmente em instituição privada na condição de bolsista integral da respectiva instituição; 
  • Ter feito o ensino médio parcialmente em escola da rede pública e parcialmente em instituição privada na condição de bolsista parcial da respectiva instituição; 
  • Ter feito o ensino médio integralmente em instituição privada na condição de bolsista parcial da respectiva instituição ou sem a condição de bolsista; 
  • Ser uma pessoa com deficiência como previsto na legislação; 
  • Ser professor da rede pública de ensino, exclusivamente para concorrer aos cursos de licenciatura e pedagogia destinados à formação do magistério da educação básica. Nesse último caso, não é aplicado o limite de renda exigido aos demais candidatos. 
Leia mais:  MEC debate permanência estudantil em Seminário da UNE

O candidato deverá optar por concorrer às bolsas destinadas à ampla concorrência ou àquelas destinadas à implementação de políticas afirmativas referentes às pessoas com deficiência e autodeclaradas indígenas, pardas ou pretas. 

Além disso, é necessário que todos os inscritos se atentem aos critérios de renda exigidos para a obtenção da bolsa. Para as bolsas integrais, que cobrem 100% do valor da mensalidade, a renda familiar bruta mensal por pessoa é de até 1,5 salário mínimo. Já para bolsas parciais, que cobrem 50% do valor da mensalidade, a renda familiar bruta mensal por pessoa é de até três salários mínimos. Os limites de renda não se aplicam aos professores da rede pública de educação básica, desde que concorram às bolsas ofertadas para cursos de licenciatura e pedagogia.  

Classificação – A classificação observará a modalidade de concorrência escolhida na inscrição pelo candidato, por curso, turno, local de oferta e instituição. Dentro de cada modalidade, deverá ser obedecida a ordem decrescente das notas e priorizada a seguinte ordem:  

  • Professor da rede pública de ensino, exclusivamente para os cursos de licenciatura e pedagogia destinados à formação do magistério da educação básica, se for o caso e se houver inscritos nesta situação; 
  • Estudante que tenha cursado o ensino médio integralmente em escola da rede pública; 
  • Estudante que tenha cursado o ensino médio parcialmente em escola da rede pública e parcialmente em instituição privada na condição de bolsista integral da respectiva instituição; 
  • Estudante que tenha cursado o ensino médio parcialmente em escola da rede pública e parcialmente em instituição privada na condição de bolsista parcial da respectiva instituição ou sem a condição de bolsista; 
  • Estudante que tenha cursado o ensino médio integralmente em instituição privada na condição de bolsista integral da respectiva instituição; 
  • Estudante que tenha cursado o ensino médio integralmente em instituição privada na condição de bolsista parcial da respectiva instituição ou sem a condição de bolsista. 
Leia mais:  Governo do Brasil amplia equipes para expansão dos institutos federais

Resultado – O resultado da primeira chamada será divulgado no dia 15 de julho na página do Prouni. Já a segunda chamada sairá no dia 5 de agosto. Depois disso, os selecionados na primeira chamada precisam comprovar as informações de 15 a 24 de julho. Já os da segunda chamada deverão confirmar entre os dias 5 e 14 de agosto. 

Lista de espera – Para participar da lista de espera do Prouni, o candidato deverá manifestar seu interesse por meio do Portal Acesso Único nos dias 26 e 27 de agosto de 2026. A lista estará disponível na página do Prouni, também no Portal Acesso Único, no dia 1º de setembro, para consulta pelas instituições de ensino superior e pelos candidatos. 

Confira o cronograma completo do Prouni 2026/2: 

  • Inscrições: 7 a 10 de julho 
  • Resultado 1ª chamada: 15 de julho 
  • Resultado 2ª chamada: 5 de agosto 
  • Lista de espera: 26 e 27 de agosto 
  • Resultado Lista de Espera: 1º de setembro 

Prouni – Criado em 2004 pela Lei nº 11.096/2005, o Programa Universidade Para Todos oferta bolsas de estudo (integrais e parciais) em cursos de graduação e sequenciais de formação específica em instituições de educação superior privadas e tem como público-alvo o estudante sem diploma de curso superior. Os processos seletivos do Prouni ocorrem duas vezes ao ano, com oportunidades para ingresso no primeiro e no segundo semestre letivos.  

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Superior (Sesu) 

Fonte: Ministério da Educação

Comentários Facebook
publicidade

EDUCAÇÃO

MEC autoriza reforma no Campus Franco da Rocha do IFSP

Publicado

O Ministério da Educação (MEC) autorizou, nesta sexta-feira, 3 de julho, o início das obras no Campus Franco da Rocha do Instituto Federal de São Paulo (IFSP). Ao todo, estão previstos R$ 42,1 milhões em investimentos para a reforma de uma área tombada de 14 mil m² e aquisição de equipamentos e mobiliários para a unidade, que faz parte do plano de expansão dos institutos federais. A assinatura do termo de autorização ocorreu no Complexo Hospitalar do Juquery, no município de Franco da Rocha (SP), com a presença do ministro da Educação, Leonardo Barchini. 

A reforma tem investimento previsto de R$ 37,1 milhões e abrange o conjunto de prédios que foram cedidos para uso do IFSP, denominado Área Central, e o Complexo Hospitalar do Juquery. A iniciativa também contará com aporte de R$ 5 milhões do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC) para a aquisição de equipamentos e mobiliário. 

O ministro da Educação, Leonardo Barchini, destacou os investimentos e ampliação dos Institutos Federais pelo país.  

“Em 1909, quando foi criado o primeiro Instituto Federal, existiam apenas 140 escolas no país. O estado de São Paulo tinha três. Hoje, o Brasil passa de 140 para 799 Institutos Fede, só nesse governo. Isso é resultado de decisão política e da prioridade dada à educação.” 
Leonardo Barchini, ministro da Educação  

Até a conclusão da sede definitiva, as atividades do campus serão realizadas em um espaço provisório cedido pela Prefeitura de Franco da Rocha. A estrutura conta com quadra poliesportiva, duas salas de aula com capacidade para 40 estudantes cada, laboratório de informática com instalação prevista para 40 computadores, cozinha, área de convivência, banheiros feminino e masculino, sala da direção e sala dos professores. 

Expansão e consolidação – Por meio do Novo PAC, o governo federal está investindo R$ 2,7 bilhões para expansão dos institutos federais, implantando mais de 100 novas unidades em todo o país. A previsão é criar mais de 155 mil novas vagas de educação profissional e tecnológica, principalmente de cursos técnicos integrados ao ensino médio. Cada campus recebe investimento médio de R$ 25 milhões e terá capacidade de atender, em média, 1.400 estudantes. O MEC destina, por meio do Novo PAC, R$ 370 milhões para a implementação e aquisição de equipamentos e mobiliário das unidades de São Paulo – Jardim Ângela; São Paulo – Cidade Tiradentes; São Paulo – Jaçanã; Osasco; Santos; Diadema; Ribeirão Preto; Sumaré; Franco da Rocha; Cotia; Carapicuíba; São Vicente; Mauá; Guarujá; Serrana; e São Bernardo do Campo.  

Leia mais:  MEC debate permanência estudantil em Seminário da UNE

O Novo PAC também prevê recursos para a consolidação dos institutos federais, com investimento de R$ 1,6 bilhão. Essa ação tem como foco os campi que ainda não possuem infraestrutura completa. Durante a consolidação, as prioridades para investimento são a construção de restaurantes estudantis, bibliotecas, blocos de salas de aula e laboratórios, quadras poliesportivas e unidades em instalações definitivas. Para o IFSP, os investimentos na ação de consolidação somam R$ 247,7 milhões. No período de 2023 a 2026, já foram repassados R$ 167 milhões. Ainda estão previstos outros R$ 80 milhões no âmbito do Novo PAC. Para os valores descentralizados, já estão inclusos os aditivos, no valor de R$ 24,9 milhões. 

Institutos Federais – Cada instituição é composta por estruturas multicampi que atuam como unidades descentralizadas de ensino, pesquisa, extensão e inovação, garantindo a presença da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica em todo o território nacional. Além de ofertarem cursos de educação profissional e tecnológica (EPT), essas unidades promovem o desenvolvimento local e regional, alinhadas às vocações e aos setores produtivos. 

A Rede Federal é composta atualmente por 730 unidades, vinculadas a 39 institutos federais, a dois Centros Federais de Educação Tecnológica (Cefets), à Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), a 22 escolas técnicas vinculadas às universidades federais e ao Colégio Pedro II. 

Resumo | Mais educação para São Paulo 

Flyer | Institutos Federais 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec)

Fonte: Ministério da Educação

Comentários Facebook
Continue lendo

EDUCAÇÃO

Parceria entre MEC e iFood beneficia 58 mil docentes

Publicado

Mais de 58 mil professores já aderiram ao programa #TôComProf somente no iFood. O programa promove a parceria do Ministério da Educação (MEC) com empresas de todo país para oferecer descontos, benefícios e vantagens para os docentes. Na parceria com a plataforma, mais de 53 mil optaram por obter isenção total na assinatura do Clube iFood, o que representa 92% de conversão. O programa está disponível para cerca de 2,7 milhões de profissionais da educação básica em todo o país. 

A iniciativa faz parte do programa Mais Professores para o Brasil, instituído pelo Decreto nº 12.358/2025, que reúne ações integradas para promover a valorização e a qualificação do magistério da educação básica, fortalecer a formação docente, incentivar o ingresso de professores na educação pública, oferecendo recursos e oportunidades de desenvolvimento. O Clube iFood foi o benefício com maior adesão entre 45 empresas parceiras que oferecem o selo #TôComProf. 

Professora do Centro Educacional (CED) Pipiripau II, em Planaltina (DF), Celeide Pereira Souto utiliza as vantagens do Clube iFood por meio da Carteira Nacional Docente do Brasil (CNDB). Ela conta que a iniciativa faz com que ela se sinta valorizada como profissional da educação.  

“É uma iniciativa que valoriza o nosso trabalho e a nossa pessoa. A vantagem é ter descontos bacanas que antes não tínhamos. Para mim, é uma iniciativa que faz a diferença. Todo desconto ajuda”, conta a professora que faz questão de compartilhar a iniciativa e recomenda que todos os colegas de profissão façam a carteirinha para aproveitar todos os benefícios. 

O MEC incentiva os professores de todo o país a aderirem ao #TôComProf para aproveitar todos os benefícios do programa. Com parcerias em mais de 45 empresas, a iniciativa conecta educadores em todo o país a vantagens que buscam reconhecer e valorizar o trabalho desses profissionais em sua vida cotidiana, promovendo mais bem-estar. 

Leia mais:  MEC publica relatório sobre permanência materna nas universidades

“O sucesso inicial do #TôComProf, com 58 mil adesões em tão pouco tempo, mostra que estamos atendendo a uma demanda efetiva de valorização do magistério. O programa Mais Professores para o Brasil foi desenhado justamente para integrar a formação e o suporte de carreira a ações que melhorem o bem-estar e o dia a dia do docente. Ver o engajamento de empresas parceiras, como o iFood, reforça o papel de toda a sociedade no reconhecimento dos nossos educadores. Nosso objetivo agora é fazer com que essa rede cresça ainda mais e alcance os mais de 2,7 milhões de profissionais da educação básica do país”, afirma o secretário-executivo do MEC, Rodolfo Cabral. 

“Os números mostram que estamos no caminho certo. Quando oferecemos benefícios reais e acessíveis, os professores respondem. Nossa meta agora é ampliar ainda mais o alcance dessa parceria, garantindo que cada vez mais educadores em todo o Brasil conheçam e aproveitem as vantagens do #TôComProf. A valorização da profissão passa também por facilitar o dia a dia dos nossos professores”, afirma Luana Ozemela, CSO e VP de Impacto e Sustentabilidade do iFood. 

Benefícios – Para utilizar todos os benefícios do #TôComProf, o professor deverá apresentar a Carteira Nacional Docente do Brasil (CNDB). O pedido de emissão da CNDC é feito de forma totalmente digital, por meio do sistema Mais Professores do MEC. A iniciativa integra o programa Mais Professores para o Brasil e conta com ações integradas voltadas para o magistério e o incentivo à docência no país.  

Para conseguir desconto de 100% na assinatura do Clube iFood, basta o professor acessar a plataforma de parceiras do programa TôComProf – Carreiras Educação com os dados da sua carteira digital. 

A validação dos beneficiários é realizada automaticamente por integração entre os sistemas do iFood e o governo federal, com confirmação da situação ativa da CNDB, em conformidade com a legislação aplicável. O processo garante segurança, agilidade e facilidade de acesso aos professores de todas as regiões do país. 

Leia mais:  MEC inaugura novo campus do Ifes no município de Pedro Canário

Com o Clube iFood, os professores têm acesso contínuo a cupons de desconto, parcerias comerciais e ofertas exclusivas dentro da plataforma.

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria-Executiva  

Fonte: Ministério da Educação

Comentários Facebook
Continue lendo

Envie sua denúncia

Clique no botão abaixo e envie sua denuncia para nossa equipe de redação
Denuncie

DIAMANTINO

POLÍTICA MT

POLICIAL

MATO GROSSO

POLÍTICA NACIONAL

ESPORTES

Mais Lidas da Semana