BRASIL
“Vamos tirar das cadeias a característica de escritório do crime”, afirma Wellington Lima em entrevista ao Bom Dia, Ministro
Publicado
13 de maio de 2026
Brasília, 13/5/2026 – O ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, foi o entrevistado desta quarta-feira (13) no programa Bom Dia, Ministro, da EBC, e detalhou as principais ações do programa Brasil contra o Crime Organizado, lançado no dia 12 de maio pelo Governo Federal.
Durante conversa com rádios e portais de notícias de diversas regiões do País, o ministro apresentou os quatro eixos centrais da iniciativa: fortalecimento do sistema prisional, asfixia financeira das organizações criminosas, combate ao tráfico de armas e aumento da capacidade de investigação de homicídios.
Para viabilizar as ações, o plano contará com investimento direto de R$ 1,06 bilhão em 2026. Desse total, R$ 388,9 milhões serão destinados às medidas de asfixia financeira, R$ 330,6 milhões ao aprimoramento do sistema prisional, R$ 201 milhões ao fortalecimento das investigações de homicídios e R$ 145,2 milhões ao combate à circulação ilegal de armamentos. Como complemento, o Governo do Brasil oferece aos estados uma linha de crédito específica para segurança pública, com previsão de R$ 10 bilhões.
Um dos destaques é a transformação de presídios estaduais em unidades com padrão de segurança máxima, nos moldes do sistema penitenciário federal. Segundo ele, a estratégia foi desenhada a partir de critérios técnicos de inteligência e terá alcance nacional.
“Este programa de segurança máxima tem como objetivo equipar 138 presídios com padrões semelhantes aos do sistema penal federal. Na prática, serão contempladas 138 unidades prisionais em todo o País, o equivalente a 10% do total de presídios brasileiros. Essas unidades concentram cerca de 18,7% da população carcerária e abrigam aproximadamente 80% das lideranças do crime organizado”, explicou.
Wellington Lima afirmou que a proposta vai além da aquisição de equipamentos e prevê mudanças estruturais no funcionamento das unidades prisionais, incluindo o treinamento dos policiais penais e a definição de protocolos. “Nós vamos tornar os presídios mais seguros e eliminar essa característica de escritório do crime. O objetivo é instituir padrões de excelência, como os adotados no sistema prisional federal.”
Tecnologia e bloqueio de comunicação
O ministro explicou que o programa prevê o uso de tecnologias específicas para impedir que integrantes de facções criminosas continuem comandando crimes de dentro dos presídios. “Isso possibilita, por exemplo, a adoção de técnicas eficazes, como a chamada operação Modo Avião, que utiliza equipamentos tecnológicos específicos para localizar e retirar celulares dos presídios. Também permite, quando necessário, bloquear a comunicação no perímetro das unidades prisionais”, afirmou.
Asfixia financeira
Além da frente com as penitenciárias, Wellington Lima destacou que uma das prioridades será atacar a estrutura financeira das organizações criminosas, por meio da integração entre órgãos de inteligência, investigação e controle financeiro.
“Nós vamos fazer um trabalho que envolve todos os órgãos de inteligência financeira para identificar os alvos, estabelecer o diagnóstico e adotar as medidas imediatas necessárias para repelir essa prática. Fazendo isso, produziremos uma verdadeira asfixia financeira, tirando o oxigênio do crime organizado”.
Segundo o ministro, a atuação conjunta permitirá bloquear patrimônio, rastrear empresas utilizadas para lavagem de dinheiro e ampliar a responsabilização patrimonial das facções.
Armas e fronteiras
Outro eixo detalhado foi o combate ao tráfico de armas. Wellington Lima afirmou que a redução dos homicídios passa necessariamente pelo controle da entrada de armamentos ilegais no País. “Não temos como reduzir os homicídios nem o potencial bélico das organizações criminosas se não fecharmos essa porteira. Vamos fazer isso com trabalho intenso nas fronteiras para reduzir o fluxo de armas”, disse.
O ministro também informou que o Governo Federal vem ampliando acordos internacionais para rastreamento de armamentos e fortalecendo a cooperação bilateral com outros países.
Esclarecimento de homicídios
Durante a entrevista, Wellington Lima reconheceu que o Brasil ainda enfrenta dificuldades históricas na investigação de assassinatos e afirmou que o Governo iniciou mudanças estruturais na área pericial. “Infelizmente, além da demora, um número muito grande de casos não chega ao esclarecimento. Assim que assumimos o comando do MJSP, instituímos o Índice Nacional de Esclarecimento de Homicídios, uma ferramenta fundamental para que as polícias civis possam lidar com essa questão, esclarecer os casos e dar maior nitidez aos dados”.
Segundo ele, o investimento em perícia e polícia técnica será decisivo para mudar esse cenário. “Nós vamos melhorar isso investindo em polícia técnica, em perícia, através de equipamentos específicos que possibilitem que o número de esclarecimento aumente”, enfatizou.
Integração nacional
Ao ser questionado sobre resistências políticas entre União e estados, o ministro afirmou que o programa foi concebido como uma política de Estado e que as ações independem de alinhamento político-partidário. “Não vejo como essa relação entre governo e oposição possa atrapalhar o nosso plano. Nenhum governador em sã consciência vai querer perder a oportunidade de contar com uma intervenção que reduz drasticamente os índices de criminalidade”.
Wellington Lima também destacou a ampliação das operações conjuntas entre forças estaduais e federais. “As Ficcos, forças integradas de combate ao crime organizado, já estão em funcionamento, e essa sintonia é absoluta. O que vamos fazer é intensificar essas ações. Teremos um número muito maior de operações das Ficcos e também de operações nacionais que, até agora, não existiam”, explicou o ministro.
PEC da Segurança Pública
O titular da Justiça e Segurança Pública também relembrou a importância da aprovação da PEC da Segurança Pública para fortalecer a integração no combate ao crime. A proposta está em tramitação no Senado e, de acordo com o ministro, a pasta mantém diálogo produtivo com os parlamentares sobre o tema.
“A relação do Ministério da Justiça com o Congresso é a melhor possível, com diálogos muito produtivos. Na Câmara, tivemos mais de 480 votos favoráveis em dois turnos. Foi fundamental o apoio do presidente da Câmara, Hugo Motta. Mantemos, portanto, um diálogo permanente, semanal, com o Congresso”, ressaltou.
A PEC da Segurança Pública é uma iniciativa do Governo do Brasil que propõe dar status constitucional ao Sistema Único de Segurança Pública (Susp), com o objetivo de fortalecer o papel de coordenação da União na área da segurança e tornar mais estáveis as fontes de financiamento. A proposta busca criar um “SUS para o combate ao crime”, garantindo que polícias e órgãos de segurança federais, estaduais e municipais atuem de forma coordenada, com inteligência e estratégias unificadas.
Violência contra a mulher
O ministro também abordou ações específicas de combate ao feminicídio e à violência doméstica, tema que classificou como prioridade. De acordo com Wellington Lima, o trabalho envolve atuação integrada com o Ministério das Mulheres, ações de repressão, fortalecimento da rede de proteção e ampliação da capacidade de resposta do Estado.
“Nós temos iniciativas como o Antes que Aconteça, a Sala Lilás e o Centro Integrado da Mulher Segura. Tivemos, na semana do Dia da Mulher, um mutirão de grande alcance e realizamos mais de 5.000 prisões de agressores de mulheres. Esses homens que agridem mulheres merecem, de fato, uma punição muito rigorosa”, destacou.
Além das ações repressivas, ele afirmou que o ministério também atua para reduzir a subnotificação e ampliar a escuta das mulheres dentro das forças de segurança, além de criar canais permanentes de avaliação das políticas públicas nos estados e municípios.
“Eu tomei a iniciativa de encaminhar ofícios a delegados-gerais da Polícia Civil e a comandantes-gerais da Polícia Militar para que instituíssem um momento específico, em suas reuniões ordinárias, para ouvir a representação das mulheres daquela cidade e daquele estado, de modo que elas possam relatar o que está funcionando bem e o que não está funcionando”, relatou.
Wellington Lima também anunciou novas frentes de monitoramento nacional para acompanhar o cumprimento das metas de redução da violência contra a mulher, além do uso de inteligência para antecipar situações de risco. “Estamos formando uma patrulha contra o feminicídio, com delegadas da Polícia Civil e da Polícia Federal e agentes da Polícia Militar percorrendo todo o país para verificar se as metas estabelecidas estão sendo cumpridas. Também estamos desenvolvendo modelos de análise preditiva para nos antecipar e reduzir essas ocorrências”, antecipou.
Direitos digitais e proteção de crianças e adolescentes
Ao responder sobre o avanço dos crimes virtuais, o ministro ressaltou que, embora o tema não esteja entre os eixos centrais do novo programa de combate ao crime organizado, o Ministério da Justiça e Segurança Pública vem estruturando ações específicas para fortalecer a proteção digital da população, com atenção especial a crianças e adolescentes. Wellington Lima citou a atuação da Secretaria de Direitos Digitais (Sedigi) e enfatizou medidas regulatórias recentes voltadas à proteção infantojuvenil no ambiente on-line.
“Embora não esteja exatamente no escopo do programa, nós temos, indiscutivelmente, ações muito importantes. Tivemos recentemente o decreto do ECA Digital, que trabalha com uma grande franja desse problema, que diz respeito a crianças e adolescentes”, afirmou.
O ministro também falou sobre medidas recentes relacionadas ao ambiente digital e às plataformas, reforçando a necessidade de ampliar mecanismos de proteção e responsabilização no espaço virtual. “Recentemente, a Sedigi elevou, por exemplo, a classificação do YouTube de 14 para 16 anos, com importante repercussão. Também devemos ter, nos próximos dias, provavelmente a edição de um decreto sobre a proteção da mulher no ambiente digital. Estamos tratando todos os segmentos importantes com medidas legais e regulatórias, para fazer com que a internet não seja terra de ninguém e tenha cada vez mais regras, cuidado e proteção”, frisou.
Defesa do consumidor
No bate-papo, também foi abordada a atuação do Governo Federal na proteção dos consumidores, especialmente na fiscalização do setor de combustíveis após medidas econômicas adotadas pelo Governo. Segundo o ministro, a mobilização envolveu a Secretaria Nacional do Consumidor, os Procons de todo o País, além de forças policiais e órgãos reguladores.
“Esse foi um trabalho de muita abnegação e dedicação da Senacon. Todos os Procons do Brasil, tanto municipais quanto estaduais, inclusive nos estados em que o órgão está vinculado ao Ministério Público, atuaram de forma integrada em um trabalho minucioso de fiscalização dos postos”, explicou.
O ministro lembrou ainda que a operação contou com apoio da Polícia Rodoviária Federal (PRF), da Polícia Federal (PF) e da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) para coibir abusos de preços e investigar possíveis práticas anticoncorrenciais.
Compromisso de gestão
Ao encerrar a entrevista, Wellington Lima reafirmou o compromisso da equipe com a execução do Brasil contra o Crime Organizado. “O lançamento do programa, realizado ontem, foi muito importante para que tenhamos agora um plano de voo bem detalhado sobre como enfrentar o crime organizado. Vamos nos dedicar 24 horas por dia, sete dias por semana, para reduzir esses índices”, finalizou.
BRASIL
MJSP amplia combate ao feminicídio com pacto nacional, centro de inteligência e mais de 5 mil prisões
Publicado
13 de maio de 2026
Brasília, 13/5/26 – A proteção à vida das mulheres e o enfrentamento à violência de gênero estão entre os eixos centrais das políticas do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP). O Relatório de Gestão do 1º quadrimestre de 2026, divulgado nesta quarta-feira (13), apresenta as principais iniciativas da pasta para combater a violência contra as mulheres. O cenário brasileiro segue desafiador, com o registro de 399 casos de feminicídio no primeiro trimestre deste ano.
O Pacto Nacional de Prevenção ao Feminicídio é uma iniciativa inédita do Governo Federal que reconhece o feminicídio como problema de Estado pela primeira vez no País. Lançado em março deste ano, por meio da articulação entre os Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, o pacto reúne ações voltadas à prevenção da violência, à proteção das vítimas, à responsabilização dos agressores e à garantia dos direitos das mulheres.
No mesmo mês em que se comemora o Dia Internacional da Mulher, o MJSP também lançou o Centro Integrado Mulher Segura (Cims), plataforma de monitoramento e inteligência sobre a violência contra as mulheres, com investimento de R$ 28 milhões. O núcleo, sediado em Brasília (DF), conta com um sistema nacional de integração de dados das 27 Unidades da Federação, reunindo indicadores relacionados à violência contra as mulheres e ao feminicídio.
O Cims é uma resposta à fragmentação de dados e fortalece a produção de inteligência estratégica, qualificando a tomada de decisão e a formulação de políticas públicas.
Para o ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, o enfrentamento à violência contra as mulheres é prioridade quando se fala em segurança pública. “Os números são alarmantes, mostram que esse problema é estrutural e cultural, que precisa ser enfrentado de forma permanente. Combater o feminicídio exige transformar a proteção das mulheres em pauta de Estado, com compromisso dos Três Poderes e uso de dados para prevenção”, afirma.
Operações integradas e mais de 5 mil agressores presos
Dentro das iniciativas propostas pelo Pacto Nacional de Prevenção ao Feminicídio, foram realizadas as operações Mulher Segura e Alerta Lilás, que resultaram em mais de 5 mil prisões de agressores em todos os estados brasileiros. As ações, conduzidas por meio da mobilização integrada das forças policiais, ocorreram nos meses de fevereiro e março de 2026.
A Operação Mulher Segura resultou em 4.936 prisões, sendo 3.199 em flagrante e 1.737 decorrentes do cumprimento de mandados ou do descumprimento de medidas protetivas de urgência. Entre os crimes registrados, destacaram-se 230 prisões por estupro no período. Os estados com maior número de flagrantes foram Santa Catarina (SC), Minas Gerais e São Paulo, enquanto Distrito Federal, Santa Catarina e Rio de Janeiro lideraram no cumprimento de mandados.
Já a Operação Alerta Lilás, conduzida pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), mobilizou todos os estados e o Distrito Federal e tornou-se a maior iniciativa da história da instituição voltada à proteção das mulheres. Foram realizadas 302 prisões, sendo 119 decorrentes de ações de inteligência e 183 em flagrantes operacionais. Entre os casos, 215 mandados por não pagamento de pensão alimentícia, 37 por estupro — sendo 27 contra vulneráveis —, 16 por descumprimento de medida protetiva e três por feminicídio, além da captura de 27 agressores sexuais.
Alterações legislativas
Além dos esforços operacionais e de inteligência, o MJSP promoveu mudanças legislativas para reforçar o combate à violência contra as mulheres. Foi sancionada a Lei nº 15.383/2026, que altera a Lei Maria da Penha para instituir a monitoração eletrônica de agressores como medida protetiva autônoma, além de estabelecer critérios de prioridade para sua aplicação, o que amplia a efetividade das medidas protetivas de urgência.
Também foi sancionada a Lei nº 15.384/2026, que inclui a tipificação da violência vicária como crime hediondo. A prática consiste em violência cometida contra filhos ou dependentes com o objetivo de atingir a mulher, além de criar o crime de vicaricídio, qualificando juridicamente práticas de extrema gravidade no contexto da violência de gênero.
Informação é proteção
Com foco no acolhimento de mulheres vítimas de violência, a pasta desenvolve programas de qualificação para agentes públicos que atuam diretamente no atendimento a essas vítimas.
O projeto Defensoras do Campo já formou 960 mulheres. Já o Defensoras Populares, realizado em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), combina formação de lideranças comunitárias, articulação interinstitucional e promoção de espaços de coordenação e produção de conhecimento entre profissionais da segurança pública e das políticas para mulheres. Os dois editais somam 960 vagas destinadas à formação de mulheres em situação de vulnerabilidade, entre elas negras, indígenas, quilombolas e mães solo.
BRASIL
Duplicação da BR-423/PE avança com pavimentação prevista para começar até junho
Publicado
13 de maio de 2026
A duplicação da BR-423/PE deve entrar na etapa de pavimentação até junho de 2026, com previsão de concluir 15 quilômetros no mesmo ano, no lote 1, entre São Caetano e Lajedo. O Governo do Brasil assinou a ordem de serviço em 8 de novembro de 2023, e as equipes já executam serviços de drenagem e terraplenagem. Desde a assinatura da ordem de serviço pelo Governo do Brasil, o contrato de R$ 330,4 milhões chegou a 10% de execução.
A obra é uma demanda aguardada há décadas no agreste pernambucano. O trecho em execução faz parte de um corredor que liga Pernambuco a Alagoas e Bahia, integra cidades como Caruaru (PE), Ouro Branco (AL) e Paulo Afonso (BA), e beneficia diretamente cerca de 350 mil habitantes. A melhoria vai ampliar a segurança viária, dar mais fluidez ao tráfego e reduzir custos logísticos em uma região marcada pela produção leiteira, avícola e pelo potencial turístico.
Primeiro lote tem 43,1 quilômetros
O lote 1 contempla 43,1 quilômetros entre São Caetano (PE) e Lajedo (PE). A ordem de serviço foi assinada no Palácio do Planalto pelo ex-ministro dos Transportes e senador, Renan Filho, ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Duplicação completa terá 80,2 quilômetros
A intervenção na BR-423/PE foi dividida em dois lotes. Além do trecho entre São Caetano e Lajedo, o projeto prevê a ampliação de mais 40 quilômetros de pistas entre Lajedo e Garanhuns, também no interior de Pernambuco.
Ao todo, a ampliação de capacidade da BR-423/PE soma 80,2 quilômetros e tem valor estimado de R$ 520 milhões. O orçamento de 2026 prevê R$ 27 milhões na Lei Orçamentária Anual e R$ 17 milhões em restos a pagar.
Assessoria Especial de Comunicação
Ministério dos Transportes
Fonte: Ministério dos Transportes
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