Pesquisar
Close this search box.

BRASIL

Recife recebe R$ 86 milhões para obras de estabilização de 17 encostas na BR-101/PE

Publicado

O ministro dos Transportes, George Santoro, autorizou nesta terça-feira (12) a execução das obras de estabilização de 17 encostas em diversos trechos da BR-101/PE localizados no perímetro do município de Recife. Ao todo, serão investidos cerca de R$ 86 milhões para solucionar um antigo problema da infraestrutura local, que, durante os períodos de chuva intensa, é afetada por deslizamentos de terra e pelo risco de desabamento de moradias da cidade.

“O presidente Lula nos orienta a olhar para as pessoas, a segurança e a melhorar a qualidade de vida. Não há dúvida de que resolver as encostas em Recife é fundamental para isso. Construímos um projeto federativo para fazer uma entrega tão relevante para a cidade”, afirmou George Santoro.

A melhoria para a cidade será possível devido ao repasse das áreas que eram de competência do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) para a Prefeitura de Recife. Na distribuição dos recursos, a autarquia federal alocará R$ 82,9 milhões, enquanto a gestão municipal ficará responsável por R$ 3,32 milhões.

O prefeito de Recife, Vitor Marques, celebrou a agilidade do Governo do Brasil em estruturar e viabilizar um projeto importante para as famílias do município.

“Há um reconhecimento sobre o desafio de realizar obras de maneira geral, e uma união como essa representa um motivo de orgulho. O início desses serviços vai fazer a diferença para a cidade. As encostas, especialmente em um momento crítico como o atual, terão um papel importante na proteção das moradias e da própria via. Também existe um simbolismo nessa rapidez, nessa agilidade e na disposição para tirar o projeto do papel”, destacou Vitor Marques.

Edital prevê retorno no Ibura

Leia mais:  Brasil registra primeiras operações com cotas tarifárias do Acordo Mercosul-União Europeia

Durante a agenda, o ministro dos Transportes aprovou a publicação do edital para a construção do retorno Padre Cícero na BR-101/PE, no bairro do Ibura, em Recife, além da eliminação de pontos críticos e da melhoria da mobilidade no segmento do km 72,9 ao km 82,3 da rodovia.

No trecho que integra a divisa da Paraíba com Pernambuco e de Pernambuco com Alagoas, serão investidos R$ 19,7 milhões destinados a aperfeiçoar o tráfego viário da região.

“O retorno no Ibura resolve uma série de sinistros de trânsito e torna a via mais segura. Estamos dando uma solução ao problema. Após a licitação, vamos contratar e iniciar a obra em julho. É mais uma entrega para a Região Metropolitana de Recife”, finalizou George Santoro.

Assessoria Especial de Comunicação
Ministério dos Transportes

Fonte: Ministério dos Transportes

Comentários Facebook
publicidade

BRASIL

MJSP amplia combate ao feminicídio com pacto nacional, centro de inteligência e mais de 5 mil prisões

Publicado

Brasília, 13/5/26 – A proteção à vida das mulheres e o enfrentamento à violência de gênero estão entre os eixos centrais das políticas do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP). O Relatório de Gestão do 1º quadrimestre de 2026, divulgado nesta quarta-feira (13), apresenta as principais iniciativas da pasta para combater a violência contra as mulheres. O cenário brasileiro segue desafiador, com o registro de 399 casos de feminicídio no primeiro trimestre deste ano.

O Pacto Nacional de Prevenção ao Feminicídio é uma iniciativa inédita do Governo Federal que reconhece o feminicídio como problema de Estado pela primeira vez no País. Lançado em março deste ano, por meio da articulação entre os Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, o pacto reúne ações voltadas à prevenção da violência, à proteção das vítimas, à responsabilização dos agressores e à garantia dos direitos das mulheres.

No mesmo mês em que se comemora o Dia Internacional da Mulher, o MJSP também lançou o Centro Integrado Mulher Segura (Cims), plataforma de monitoramento e inteligência sobre a violência contra as mulheres, com investimento de R$ 28 milhões. O núcleo, sediado em Brasília (DF), conta com um sistema nacional de integração de dados das 27 Unidades da Federação, reunindo indicadores relacionados à violência contra as mulheres e ao feminicídio.

O Cims é uma resposta à fragmentação de dados e fortalece a produção de inteligência estratégica, qualificando a tomada de decisão e a formulação de políticas públicas.

Para o ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, o enfrentamento à violência contra as mulheres é prioridade quando se fala em segurança pública. “Os números são alarmantes, mostram que esse problema é estrutural e cultural, que precisa ser enfrentado de forma permanente. Combater o feminicídio exige transformar a proteção das mulheres em pauta de Estado, com compromisso dos Três Poderes e uso de dados para prevenção”, afirma.

Leia mais:  Ministro Luiz Marinho visita Centro de Coordenação de Interiorização da Operação Acolhida em Roraima

Operações integradas e mais de 5 mil agressores presos

Dentro das iniciativas propostas pelo Pacto Nacional de Prevenção ao Feminicídio, foram realizadas as operações Mulher Segura e Alerta Lilás, que resultaram em mais de 5 mil prisões de agressores em todos os estados brasileiros. As ações, conduzidas por meio da mobilização integrada das forças policiais, ocorreram nos meses de fevereiro e março de 2026.

A Operação Mulher Segura resultou em 4.936 prisões, sendo 3.199 em flagrante e 1.737 decorrentes do cumprimento de mandados ou do descumprimento de medidas protetivas de urgência. Entre os crimes registrados, destacaram-se 230 prisões por estupro no período. Os estados com maior número de flagrantes foram Santa Catarina (SC), Minas Gerais e São Paulo, enquanto Distrito Federal, Santa Catarina e Rio de Janeiro lideraram no cumprimento de mandados.

Já a Operação Alerta Lilás, conduzida pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), mobilizou todos os estados e o Distrito Federal e tornou-se a maior iniciativa da história da instituição voltada à proteção das mulheres. Foram realizadas 302 prisões, sendo 119 decorrentes de ações de inteligência e 183 em flagrantes operacionais. Entre os casos, 215 mandados por não pagamento de pensão alimentícia, 37 por estupro — sendo 27 contra vulneráveis —, 16 por descumprimento de medida protetiva e três por feminicídio, além da captura de 27 agressores sexuais.

Alterações legislativas

Além dos esforços operacionais e de inteligência, o MJSP promoveu mudanças legislativas para reforçar o combate à violência contra as mulheres. Foi sancionada a Lei nº 15.383/2026, que altera a Lei Maria da Penha para instituir a monitoração eletrônica de agressores como medida protetiva autônoma, além de estabelecer critérios de prioridade para sua aplicação, o que amplia a efetividade das medidas protetivas de urgência.

Leia mais:  CNH do Brasil alcança melhor resultado da história no primeiro quadrimestre de 2026

Também foi sancionada a Lei nº 15.384/2026, que inclui a tipificação da violência vicária como crime hediondo. A prática consiste em violência cometida contra filhos ou dependentes com o objetivo de atingir a mulher, além de criar o crime de vicaricídio, qualificando juridicamente práticas de extrema gravidade no contexto da violência de gênero.

Informação é proteção

Com foco no acolhimento de mulheres vítimas de violência, a pasta desenvolve programas de qualificação para agentes públicos que atuam diretamente no atendimento a essas vítimas.

O projeto Defensoras do Campo já formou 960 mulheres. Já o Defensoras Populares, realizado em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), combina formação de lideranças comunitárias, articulação interinstitucional e promoção de espaços de coordenação e produção de conhecimento entre profissionais da segurança pública e das políticas para mulheres. Os dois editais somam 960 vagas destinadas à formação de mulheres em situação de vulnerabilidade, entre elas negras, indígenas, quilombolas e mães solo.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

Comentários Facebook
Continue lendo

BRASIL

Duplicação da BR-423/PE avança com pavimentação prevista para começar até junho

Publicado

A duplicação da BR-423/PE deve entrar na etapa de pavimentação até junho de 2026, com previsão de concluir 15 quilômetros no mesmo ano, no lote 1, entre São Caetano e Lajedo. O Governo do Brasil assinou a ordem de serviço em 8 de novembro de 2023, e as equipes já executam serviços de drenagem e terraplenagem. Desde a assinatura da ordem de serviço pelo Governo do Brasil, o contrato de R$ 330,4 milhões chegou a 10% de execução.

A obra é uma demanda aguardada há décadas no agreste pernambucano. O trecho em execução faz parte de um corredor que liga Pernambuco a Alagoas e Bahia, integra cidades como Caruaru (PE), Ouro Branco (AL) e Paulo Afonso (BA), e beneficia diretamente cerca de 350 mil habitantes. A melhoria vai ampliar a segurança viária, dar mais fluidez ao tráfego e reduzir custos logísticos em uma região marcada pela produção leiteira, avícola e pelo potencial turístico.

Primeiro lote tem 43,1 quilômetros

O lote 1 contempla 43,1 quilômetros entre São Caetano (PE) e Lajedo (PE). A ordem de serviço foi assinada no Palácio do Planalto pelo ex-ministro dos Transportes e senador, Renan Filho, ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Duplicação completa terá 80,2 quilômetros

A intervenção na BR-423/PE foi dividida em dois lotes. Além do trecho entre São Caetano e Lajedo, o projeto prevê a ampliação de mais 40 quilômetros de pistas entre Lajedo e Garanhuns, também no interior de Pernambuco.

Ao todo, a ampliação de capacidade da BR-423/PE soma 80,2 quilômetros e tem valor estimado de R$ 520 milhões. O orçamento de 2026 prevê R$ 27 milhões na Lei Orçamentária Anual e R$ 17 milhões em restos a pagar.

Leia mais:  MME abre consulta pública sobre engajamento no desenvolvimento da eólica offshore no Brasil

Assessoria Especial de Comunicação
Ministério dos Transportes

Fonte: Ministério dos Transportes

Comentários Facebook
Continue lendo

Envie sua denúncia

Clique no botão abaixo e envie sua denuncia para nossa equipe de redação
Denuncie

DIAMANTINO

POLÍTICA MT

POLICIAL

MATO GROSSO

POLÍTICA NACIONAL

ESPORTES

Mais Lidas da Semana