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MATO GROSSO

Primeira corrida noturna do MX1GP Brasil lota Parque Novo Mato Grosso e movimenta economia

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Milhares de pessoas lotaram o Parque Novo Mato Grosso, em Cuiabá, neste fim de semana, para acompanhar a primeira corrida noturna da história do MX1GP Brasil Sportbay 2026, considerado o maior campeonato de motocross da América Latina. Com mais de 300 pilotos de 22 países na capital mato-grossense, a etapa consolidou Mato Grosso como referência na realização de grandes eventos esportivos.

Com iluminação de refletores de alta potência, a pista ganhou um cenário inédito, que elevou a emoção das disputas e proporcionou mais dinamismo e visibilidade ao público. Durante o evento, realizado pela Federação Mato-grossense de Motociclismo, com apoio da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), a área exclusiva de bastidores dos autódromos, conhecida como paddock, ficou aberta ao público.


Fãs puderam acompanhar os últimos ajustes nas motocicletas, conversar com integrantes das equipes técnicas e interagir com os pilotos, que distribuíram autógrafos e atenderam crianças e adolescentes.

Para o secretário de Estado de Cultura, Esporte e Lazer, David Moura, o sucesso da etapa reforça o protagonismo de Mato Grosso no cenário nacional dos grandes eventos esportivos. “Receber uma competição deste porte, com repercussão internacional e uma estrutura inédita como a corrida noturna, demonstra a capacidade de Mato Grosso em sediar grandes eventos esportivos. O Parque Novo Mato Grosso já se consolida como uma sede de eventos esportivos e do entretenimento, movimentando o turismo, gerando renda e aproximando ainda mais a população de competições de alto nível”, destacou.

No sábado (23.5), foram realizadas quatro corridas oficiais das principais categorias da competição: MX1, MX2, MX4 e MXJR, todas marcadas por disputas acirradas e decididas nos detalhes.


Na principal categoria, a MX1, Enzo Lopes conquistou a vitória da segunda bateria com apenas 0,854 segundos de vantagem sobre o belga Jeremy Van Horebeek. O holandês Glenn Coldenhoff completou o pódio, 6,453 segundos atrás do líder. O brasileiro Vitor Hugo de Borba terminou em quarto lugar, seguido de Guilherme Bresolin. A diferença mínima na chegada evidenciou o alto nível técnico da competição.

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Na MX2, o espanhol Salvador Pérez Carneiro levou a melhor na única prova da categoria a completar as 20 voltas. Pela MX4, João Vitor Cardeli abriu mais de seis segundos de vantagem sobre os adversários. Já na MXJR, Lorenzo Ricken venceu Zion Berchtold por apenas 1,682 segundo em uma chegada eletrizante.


As categorias reúnem diferentes perfis de competidores. Na MX1 disputam pilotos profissionais com motos de 450 cilindradas. A MX2 é destinada a competidores profissionais com motocicletas de 250 cilindradas. A MX4 reúne atletas acima de 40 anos, com motos de 250cc e 450cc, enquanto a MXJR é voltada a jovens de até 17 anos, em motos de até 250 cilindradas.

Campeão da MX4, João Vitor Cardeli destacou o nível elevado da pista montada em Cuiabá.“É uma pista em que todo cuidado é necessário para conseguir uma vitória tão importante no Campeonato Brasileiro”, afirmou.

Além do impacto esportivo, o evento aqueceu a economia local. A praça de alimentação registrou intenso movimento durante os três dias de programação, com comercialização de alimentos e bebidas acima da expectativa dos comerciantes.


O fornecedor de alimentos para eventos, festas e shows, Luzivan Pinheiro de Souza, conhecido como Velho Chico, elogiou a estrutura do Parque Novo Mato Grosso e destacou o legado deixado pelo espaço. “Mato Grosso merecia ter um parque deste porte, deste tamanho. Tem futuro. O público lota o local. É um legado deixado pelo Governo do Estado. Agora é importante dar seguimento ao que já foi feito”, ressaltou.

Segundo ele, toda a mercadoria levada para comercialização foi vendida rapidamente. “Não prevíamos tanta procura. Vendemos 300 quilos de carne, 30 quilos de macarrão e, agora à noite, mais 250 lanches. Foram três dias de sucesso total”, completou.

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Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Entre quimonos e medalhas, adolescentes acolhidos vivem primeira experiência em campeonato de karatê

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Dez adolescentes acolhidos pelo projeto Nossa Casa participaram domingo (24), da 7ª Copa Chidori de Karatê, realizada no Palácio das Artes Marciais, em Cuiabá, a competição vale como 1ª Etapa do Campeonato Estadual de Karatê-Dô Tradicional (FKTMT). Para muitos deles, foi a primeira experiência em uma competição esportiva. A participação contou com apoio do Programa Padrinhos, iniciativa da Comissão Estadual Judiciária de Adoção (Ceja), vinculada à Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso (CGJ/TJMT).

Adolescentes acolhidos, juiza Anna Paula, equipe da Ceja e professor de karatê durante a 7ª Copa Chidori, em Cuiabá.Além da estreia nos tatames, o momento também marcou a mobilização pelo Dia Nacional da Adoção, celebrado nesta segunda-feira (25 de maio). Adolescentes, servidores da Ceja, juíza auxiliar da CGJ, Anna Paula Gomes de Freitas e Sansão, e a secretária-geral da Ceja, Elaine Zorgetti Pereira, prestigiaram a Copa usando camisetas da campanha “Adotar é Legal!”.

A juíza auxiliar destacou que o campeonato representa a concretização do apoio oferecido por padrinhos e madrinhas do Programa da Ceja.

Juíza auxiliar Anna Paula Gomes acompanha apresentação dos adolescentes durante campeonato de karatê“Essas crianças e adolescentes estão sob a proteção da Justiça da Infância e foram agraciados com o Programa Padrinhos. Convidados pelas desembargadoras Helena Maria Bezerra Ramos e Antônia Siqueira Gonçalves, desembargadores e desembargadoras do TJMT passaram a contribuir mensalmente para ajudar essas crianças com cursos e tudo aquilo que necessitarem materialmente. Um dos primeiros frutos desse apadrinhamento foram as aulas karatê e agora essa competição”, afirmou.

Ela, que também já praticou a modalidade, ressaltou o papel do esporte na formação dos adolescentes. “O karatê não é um simples esporte. Ele ensina sobre caráter, comportamento, honestidade e autocontrole. É uma filosofia de vida.”

A análise foi corroborada pelo presidente da Federação de Karatê Tradicional de Mato Grosso, Jean Lucas Teixeira. “O karatê resgata a disciplina, o caráter e o autocontrole. Com apoio dos projetos sociais conseguimos ampliar oportunidades e ajudar essas crianças a se desenvolverem emocionalmente”, afirmou.

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Os treinos ocorrem duas vezes por semana, às 18h, na casa lar onde os adolescentes vivem. As aulas são ministradas pelo professor Gilberto Salles de Camargo, conhecido como Giba, atleta da Seleção Brasileira de Karatê e tricampeão mundial da modalidade e que começou a carreira em um projeto social.

“Assim como essas crianças comecei com apoio de um projeto social. Eles estão animados com a novidade. Ainda mais que agora estão uniformizados, treinando e participando de uma competição”, disse o professor Giba ao analisar a importância do apadrinhamento, que permitiu a compra dos quimonos e garantiu a participação dos adolescentes no campeonato.

O adolescente Danilo Vieira, de 17 anos, contou que já teve oportunidade de praticar o karatê anteriormente em outro projeto social, mas que agora está muito motivado pela oportunidade de competir novamente e treinando com frequência. “Eu quero lutar, ganhar campeonatos e conseguir uma medalha”, afirmou demostrando todo o espírito karateca. Ele também destacou os ensinamentos que leva das aulas. “Foco, respeito, gratidão, ajudar o próximo e não brigar.”

Davi de 12 anos se apresenta durante campeonato estadual de karatêDavi Alexandre Maciel, de 12 anos, começou a praticar o esporte há 3 meses e já encarou o seu primeiro campeonato e comemorou a experiência. “Eu nunca tinha lutado em campeonato. Gostei muito e acho que vou vencer”, disse confiante. O adolescente agradeceu a todo apoio recebido. “Eu gostei muito do esporte, do quimono, de tudo. Sem os padrinhos não seria possível.”

Programa – Criado pela Ceja, o Programa Padrinhos busca fortalecer vínculos afetivos, sociais e materiais de crianças e adolescentes acolhidos institucionalmente. A iniciativa permite que pessoas da comunidade contribuam como padrinho/madrinha nas modalidades: Afetivo, Prestador de Serviços e Provedor. Cada apadrinhamento apoia o desenvolvimento dos acolhidos e amplia oportunidades de inclusão social.

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Saiba mais no hotsite https://corregedoria.tjmt.jus.br/pagina/59

Autor: Alcione dos Anjos

Fotografo: Josi Dias

Departamento: Assessoria de Comunicação da CGJ-TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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MATO GROSSO

Banco Mundial aponta ação da Seduc como boa opção para apoiar professores em sala de aula

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O Banco Mundial destacou, em seu perfil oficial no Linkedin no Brasil, uma experiência desenvolvida pela Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso (Seduc-MT) para apoiar professores dentro da sala de aula. Na publicação, a instituição apresenta o trabalho como uma boa opção de projeto para redes de ensino que buscam melhorar a aprendizagem a partir do acompanhamento mais próximo da prática docente.

O reconhecimento se refere ao estudo “Fortalecendo as Práticas Pedagógicas: Observação de Sala de Aula e Mentoria em Mato Grosso”, produzido no âmbito do Projeto Aprendizagem Digital Inclusiva e Sustentável (PADIS), executado pela Seduc com financiamento do Banco Mundial.

Mais do que apresentar números, o estudo olhou para a rotina da escola. A proposta analisada acompanha o professor no lugar onde a aprendizagem acontece: a sala de aula.

A partir de observações, conversas, devolutivas e momentos de mentoria, o trabalho buscou entender como o apoio pedagógico pode ajudar o docente a aprimorar suas estratégias de ensino sem que isso seja visto como fiscalização.

O relatório avaliou a implementação piloto do Programa de Fortalecimento das Práticas Pedagógicas (PFPP), criado para aproximar formação continuada e prática diária.

Em vez de retirar o professor da escola para formações distantes da realidade, o modelo leva o apoio até o ambiente de trabalho, com escuta, orientação e acompanhamento.

A experiência foi desenvolvida entre julho e novembro de 2025, com apoio técnico da Seduc. Professores facilitadores acompanharam docentes da rede estadual em atividades de observação em sala, sessões de mentoria, entrevistas e questionários.

O objetivo era perceber o que funcionava, onde havia resistência e quais ajustes seriam necessários para ampliar a iniciativa.

Um dos pontos destacados pelo Banco Mundial foi a boa aceitação do programa entre professores, facilitadores e coordenadores pedagógicos. Segundo o estudo, a relação de confiança criada durante o acompanhamento ajudou a reduzir a ideia de que a observação em sala seria uma forma de cobrança ou punição.

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Na prática, o professor observado recebia uma devolutiva sobre sua aula, com reforço dos pontos positivos e sugestões de melhoria. Esse cuidado, segundo o relatório, abriu espaço para que os docentes refletissem sobre suas próprias práticas, testassem novas formas de ensinar e observassem com mais atenção a participação dos estudantes.

O programa foi estruturado com base em duas metodologias do Banco Mundial, conhecidas como Teach e Coach. A primeira orienta a observação da aula. A segunda organiza o processo de mentoria. Na rotina da escola, porém, a lógica é simples: observar, conversar, orientar e acompanhar.

O estudo também aponta caminhos para fortalecer a ação, como melhorar o acolhimento dos novos participantes, ampliar os momentos de troca entre professores, usar ferramentas digitais para acompanhar o processo e permitir encontros online em situações específicas.

Para a Seduc, o destaque dado pelo Banco Mundial reforça a importância das ações desenvolvidas pelo PADIS, projeto voltado à melhoria da aprendizagem, à inovação pedagógica, à inclusão educacional e ao uso de dados para apoiar decisões na rede estadual.

Na conclusão, os pesquisadores afirmam que o Programa de Fortalecimento das Práticas Pedagógicas tem potencial para transformar práticas de ensino e fortalecer a liderança docente em Mato Grosso.

Ao destacar a experiência em seu perfil oficial, o Banco Mundial coloca a iniciativa da Seduc como referência possível para outras redes interessadas em apoiar melhor seus professores e melhorar o aprendizado dos estudantes.

A pesquisa foi conduzida por Leandro Oliveira, economista sênior; Isabella Meyer, associada profissional júnior; Juliana Brescianini, analista de operações; Ana Maria Rojas, economista comportamental; Jorge Castaneda, economista; e Victor Both Eyng, consultor educacional.

A orientação foi de Andreas Blom, gerente de Prática de Educação para América Latina e Caribe do Banco Mundial. O relatório também recebeu contribuições de Laura Gregory e Karina Dias.

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Sobre o PADIS-MT

O Projeto Aprendizagem Digital, Inclusiva e Sustentável (PADIS-MT) integra a política EducAção 10 Anos e é desenvolvido pela Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso com apoio do Banco Mundial.

A iniciativa busca fortalecer a aprendizagem, a inclusão, a inovação pedagógica e a gestão orientada por resultados na rede estadual de ensino, articulando tecnologia, desenvolvimento profissional docente e políticas educacionais baseadas em evidências.

Fonte: Governo MT – MT

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