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Operação Lei Seca resulta na prisão de 19 condutores por embriaguez ao volante

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As fiscalizações da Operação Lei Seca realizadas neste fim de semana (9 e 10 de maio) resultaram na prisão de 19 condutores por embriaguez ao volante e na remoção de 101 veículos em Cuiabá e Alta Floresta.

Conforme o balanço do Gabinete de Gestão Integrada (GGI), foram fiscalizados 371 veículos e realizados 383 testes de alcoolemia.

As 19 prisões ocorreram mediante aplicação de testes do etilômetro, que acusaram presença superior a 0,33mg/l de álcool no ar expelido pelo condutor durante o exame.

Ao todo foram expedidos 201 Autos de Infração de Trânsito (AIT), entre eles 46 foram por conduzir veículo sob efeito de álcool, 25 por recusar a passar pelo exame, 22 por não possuir habilitação e 60 por irregularidade na documentação de veículo, entre outros.

Do total de veículos abordados, 129 foram autuados e 101 removidos, sendo 76 carros e 25 motocicletas.

Em Cuiabá, as abordagens foram realizadas no bairro Santa Cruz, Jardim do Pássaros e bairro Araés. Em Alta Floresta, as fiscalizações ocorreram no bairro.

A Lei Seca é desenvolvida pelo GGI, vinculado à Secretaria de Segurança Pública, em parceria com a apoio da Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros, Departamento de Trânsito, Politec, Polícia Penal, Sistema Socioeducativos.


Fiscalização na Avenida Ludovico da Riva Neto, em Alta Floresta

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Metodologia colaborativa do Escuta Cidadã marca construção do novo planejamento do TJMT

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Grupo de sete pessoas sentadas ao redor de uma mesa redonda com toalha amarela, escrevendo em papéis. O ambiente sugere uma oficina ou reunião colaborativa em uma sala iluminada.O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) encerrou na sexta-feira (8) uma etapa importante da construção do Planejamento Estratégico para o ciclo 2027-2032. Durante três dias, as Oficinas Escuta Cidadã reuniram representantes de diferentes instituições, grupos sociais e setores da sociedade para discutir temas ligados ao presente e ao futuro da Justiça mato-grossense.
A metodologia utilizada nas oficinas foi desenvolvida de forma colaborativa entre a Coordenadoria de Planejamento (Coplan) e o Laboratório de Inovação do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (InovaJusMT). O modelo apostou em encontros mais próximos, dinâmicos e imersivos, permitindo uma participação mais ativa dos convidados e criando um ambiente de escuta qualificada.
Foto do servidor Thomas Augusto Caetano. Ele está sorrindo e olhando levemente para o lado. Tem cabelos curtos e escuros, veste uma camiseta roxa sob um paletó preto. Gestor de projetos de inovação do InovaJusMT, Thomás Augusto Caetano explicou que o principal objetivo foi aproximar o Judiciário das pessoas em um espaço de maior empatia e confiança. Segundo ele, o formato escolhido ajudou os participantes a se sentirem mais seguros para compartilhar experiências e percepções que serão úteis para a melhoria na prestação de serviços.
“Um futuro melhor passa pela percepção de diferentes pontos de vista, aproximação com o nosso cliente e também com outras instituições do ecossistema judiciário. Para isso, veiculamos bastante a campanha para inscrição no evento por meio de canais como o Justiça Comunitária e as nossas comissões”, contou Thomás.
A proposta também buscou ampliar a participação de públicos que, muitas vezes, têm mais dificuldade de ocupar espaços tradicionais de debate, como grandes audiências públicas. Nas oficinas, estiveram presentes representantes de minorias, comunidades quilombolas, população cigana, vítimas de violência doméstica, integrantes do sistema de justiça e da sociedade civil organizada.
Thomás lembrou ainda que o processo exigiu preparação e construção conjunta entre diferentes setores do Judiciário. “Foi um trabalho feito em parceria com várias pessoas da Coplan. Era algo novo para nós essa aproximação mais íntima com públicos diferentes por mais de duas horas de conversa, mas estamos muito satisfeitos com o resultado”, afirmou.
Homem jovem de camiseta clara fala ao microfone diante de uma tela de projeção com as palavras "Refletir, Relatar, Registrar". Ao fundo, garrafas térmicas sobre uma mesa lateral.Para André Tamura, diretor da WeGov e facilitador das oficinas, a metodologia fortalece a construção de um planejamento mais próximo da realidade vivida pela população. Segundo ele, abrir espaço para escuta faz com que as pessoas se sintam pertencentes ao processo e enxerguem, no futuro, que suas contribuições ajudaram a construir melhorias concretas no Judiciário.
“Essa construção ativa do planejamento é muito mais poderosa porque os participantes se sentem pertencentes dessa construção. Quando o cidadão perceber uma melhoria no serviço, ele poderá identificar que aquilo também foi pensado a partir da escuta dele”, apontou Tamura.
Retrato em primeiro plano de uma mulher sorridente com longos cabelos pretos e lisos. Ela veste uma blusa preta. O fundo está levemente desfocado, mostrando uma janela com luz natural.A gestora do Centro Judiciário de Solução de Conflitos (Cejusc) dos Juizados Especiais Estadual, Raniele Silva Farias, que participou de uma das oficinas, destacou que o modelo baseado no diálogo permitiu compartilhar experiências reais do dia a dia. Para ela, esse tipo de construção coletiva ajuda a pensar em soluções mais acessíveis, humanas e eficientes para a população.
“Nós que trabalhamos com conciliação priorizamos sempre o diálogo. Portanto, esse modelo de conversar, de dialogar, de trocar experiências, de trazer a rotina do dia a dia como um fator de discussão em uma oficina é uma forma muito positiva. É a partir disso que saem as ideias, novas propostas de melhoria de atendimento, de uma justiça mais justa, próxima e acessível”, pontuou.

Autor: Bruno Vicente

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Fotografo: Alair Ribeiro

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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MATO GROSSO

Vídeo: ReciclaJUD mobiliza servidores por um Judiciário mais sustentável

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O desafio já começou e a transformação depende de cada atitude.

O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) deu início à 2ª edição do ReciclaJUD – Edição Sede, campanha que une sustentabilidade, trabalho em equipe e impacto social em uma grande mobilização entre os setores e unidades do Judiciário.

A proposta é simples: reunir materiais recicláveis limpos e secos e entregá-los na Central de Resíduos do TJMT, com recebimento diário das 11h às 14h, e no Anexo Antônio Arruda, às terças e quintas-feiras, no mesmo horário, até o dia 29 de maio. As unidades competem entre si, e aquelas que mais arrecadarem serão reconhecidas durante a Semana do Meio Ambiente.

👉 Assista o vídeo abaixo, mobilize sua equipe e participe do ReciclaJUD! Porque cada gesto conta:

https://intranet-mc.tjmt.jus.br/portaldaintranet-arquivos-prod/cms/RECICLAJUD_2026_Intranet_c137264aa3.mp4

Autor: Vitória Maria Sena

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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