Pesquisar
Close this search box.

MATO GROSSO

Novo almoxarifado do TJMT amplia eficiência, reduz custos e fortalece gestão patrimonial

Publicado

Visão aérea do interior de um grande galpão logístico, mostrando longas e altas estruturas metálicas repletas de caixas de papelão organizadas em paletes, com duas pessoas andando no corredor.O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) inaugurou, nesta quarta-feira (20), o novo almoxarifado do Departamento de Material e Patrimônio (DMP), estrutura responsável pela aquisição e gestão dos bens móveis e imóveis que integram o patrimônio do Poder Judiciário estadual. A nova unidade representa um avanço na organização logística, no controle patrimonial e na melhoria das condições de trabalho dos servidores que atuam na área administrativa.
Durante a solenidade, o presidente do TJMT, José Zuquim Nogueira destacou que o novo almoxarifado reforça o compromisso da gestão com a melhoria da estrutura administrativa e da prestação jurisdicional.
Homem idoso de pele clara e barba branca fala ao microfone em um púlpito de madeira. Ele veste camisa clara, gravata listrada e um colete de lã marrom com estampas geométricas.“Hoje nós inauguramos um espaço que talvez não apareça tanto para quem vê o Tribunal de fora, mas que tem grande importância para quem conhece a nossa rotina por dentro. Um almoxarifado bem organizado evita desperdícios, facilita o trabalho das unidades e dá mais segurança a quem lida todos os dias com materiais, controle, pedidos e patrimônio público”, afirmou.
O desembargador também ressaltou que a nova estrutura contribui diretamente para a continuidade e qualidade dos serviços prestados à população. “Isso aqui representa muito para mim, principalmente pela organização da distribuição de materiais, garantindo condições dignas de trabalho e eficiência na gestão dos recursos públicos”, pontuou.

Nova estrutura
Com aproximadamente 2.200 metros quadrados de área construída, o espaço conta com área administrativa, salas para atendimento às equipes terceirizadas responsáveis pela distribuição de materiais e equipamentos, elevador de carga e doca aberta para carga e descarga de mercadorias. O prédio passa a concentrar toda a operação logística do DMP em uma estrutura própria do Tribunal.
As atividades do Departamento de Material e Patrimônio envolvem o armazenamento, guarda, tombamento, incorporação e a distribuição de materiais de consumo e permanentes para todas as unidades judiciárias do Estado. O setor também atua na gestão e destinação de bens considerados inservíveis, incluindo processos de reaproveitamento e doação.
Mulher de pele clara, cabelos longos e escuros, usando óculos de armação preta e blazer preto, fala diretamente para um microfone de reportagem com o logotipo da TV Jus.A coordenadora administrativa do TJMT, Bruna Penachioni explicou que o espaço foi planejado para garantir mais segurança, acessibilidade e eficiência operacional.
“Esse novo almoxarifado foi idealizado para proporcionar mais segurança, conforto e acessibilidade aos servidores, além de permitir uma gestão integrada dos bens distribuídos para todas as unidades judiciárias do Estado. É uma grande conquista para o Tribunal e para toda a área administrativa”, destacou.
Segundo ela, a mudança também está alinhada às diretrizes do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) relacionadas à sustentabilidade e à gestão eficiente de recursos públicos. Ela ressaltou que o DMP é responsável por indicadores do Plano de Logística Sustentável do Poder Judiciário, especialmente no acompanhamento dos bens de consumo e permanentes utilizados pelas comarcas.
A coordenadora ainda enfatizou os ganhos operacionais e econômicos obtidos com a transferência da unidade para um prédio próprio, localizado ao lado da sede do Tribunal. “Antes, o almoxarifado funcionava em um prédio locado no Distrito Industrial. Agora, além de reduzir custos com aluguel e logística, o Tribunal ganha mais segurança, controle e eficiência operacional em uma localização estratégica para atender as demandas do Judiciário”, completou.
Participaram da solenidade o juiz auxiliar da Presidência, Túlio Duailibi Alves Souza, a magistrada Ana Cristina Mendes, o diretor do Departamento de Material e Patrimônio, Emerson Ferreira César, servidores (as) e colaboradores (as) terceirizados (as).

Autor: Ana Assumpção

Leia mais:  Corpo de Bombeiros atende ocorrência de vazamento de ácido nítrico em Várzea Grande

Fotografo: Alair Ribeiro

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

Comentários Facebook
publicidade

MATO GROSSO

Programa Padrinhos leva adolescentes acolhidos ao Campeonato Estadual de Karatê em Cuiabá

Publicado

Adolescentes acolhidos em Cuiabá do projeto Nossa Casa irão participar, no domingo (24), do Campeonato Estadual de Karatê com apoio do Programa Padrinhos, iniciativa vinculada à Comissão Estadual Judiciária de Adoção (Ceja), da Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso (CGJ).

O Programa ganhou reforço durante campanha interna realizada pelas desembargadoras membros da Ceja, Helena Maria Bezerra Ramos e Antônia Siqueira Gonçalves, que mobilizou desembargadores e desembargadoras do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) para apadrinharem acolhidos. Atualmente, 15 desembargadores são padrinhos e madrinhas provedores, ou seja, fazem contribuições mensais ao programa.

Os recursos foram destinados ao pagamento das aulas de karatê dos 11 adolescentes acolhidos, à compra dos kimonos utilizados nos treinamentos que ocorrem duas vezes na semana às 19h na casa de acolhimento e ainda ao pagamento das inscrições do Campeonato Estadual de Karatê.

Durante a abertura da competição, os adolescentes irão vestir camisetas da campanha “Adotar é Legal!” por baixo dos kimonos. O ato marca as atividades da Semana Nacional da Adoção, celebrada em alusão ao Dia Nacional da Adoção, comemorado em 25 de maio.

A juíza auxiliar da CGJ, Anna Paula Gomes de Freitas Sansão, e a secretária-geral da Ceja, Elaine Zorgetti Pereira, acompanharão a abertura do evento.

O Projeto Padrinhos busca ampliar oportunidades de convivência, disciplina, inclusão social e fortalecimento da autoestima dos adolescentes atendidos pelo acolhimento institucional.

Programa – Criado pela Ceja, o Programa Padrinhos busca fortalecer vínculos afetivos, sociais e materiais de crianças e adolescentes acolhidos institucionalmente. A iniciativa permite que pessoas da comunidade contribuam como padrinho/madrinha nas modalidades: Afetivo, Prestador de Serviços e Provedor. Cada apadrinhamento apoia o desenvolvimento dos acolhidos e amplia oportunidades de inclusão social.

Leia mais:  Comarca de Aripuanã publica classificação preliminar para vaga em Psicologia

Saiba mais no hotsite https://corregedoria.tjmt.jus.br/pagina/59

Autor: Alcione dos Anjos

Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da CGJ-TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

Comentários Facebook
Continue lendo

MATO GROSSO

Condenação por feminicídio: júri reconhece autoria e fixa pena superior a 40 anos em Tangará

Publicado

O Tribunal do Júri de Tangará da Serra condenou um homem pelo crime de feminicídio, após o Conselho de Sentença reconhecer a autoria e a materialidade do delito. A decisão foi proferida em sessão realizada no dia 21 de maio de 2026, sob a presidência do juiz Ricardo Frazon Menegucci, e seguiu integralmente o entendimento dos jurados.

O caso envolve a morte de uma mulher em contexto de violência doméstica, situação que levou o Ministério Público a denunciar o acusado por feminicídio, além de outros delitos conexos.

De acordo com a sentença, o réu também foi responsabilizado por ocultação de cadáver. Durante o julgamento, a defesa sustentou tese de negativa de autoria, mas ela não foi acolhida. Os jurados entenderam que o acusado deu causa à morte e rejeitaram todas as teses que poderiam levar à absolvição.

Na dosimetria, o magistrado destacou circunstâncias agravantes, como o uso de recurso que dificultou a defesa da vítima e a prática do crime mediante asfixia, considerada causa de aumento de pena. A motivação do crime também foi avaliada negativamente, com menção a ciúmes e sentimento de posse.

A pena final foi fixada em 40 anos, 2 meses e 12 dias de reclusão, em regime inicial fechado, além de multa. A sentença determinou ainda a execução imediata da pena, em respeito à soberania das decisões do júri.

O processo tramita em segredo de Justiça.

Autor: Dani Cunha

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

Comentários Facebook
Leia mais:  Case isolado não anula o risco de savanização da Amazônia
Continue lendo

Envie sua denúncia

Clique no botão abaixo e envie sua denuncia para nossa equipe de redação
Denuncie

DIAMANTINO

POLÍTICA MT

POLICIAL

MATO GROSSO

POLÍTICA NACIONAL

ESPORTES

Mais Lidas da Semana