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Forças de Segurança prendem envolvidos na morte de sargento da Marinha em Cáceres

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A ação integrada das forças de segurança levou a identificação, prisão e apreensão dos envolvidos no homicídio do sargento da Marinha do Brasil Anderson de Alencar Batista, de 43 anos, ocorrido na madrugada desta quarta-feira (30.9), em Cáceres. Ação resultou na apreensão de adolescentes e de um adulto, apontados como integrantes de uma facção criminosa e que tiveram participação no homicídio.

Entre os menores apreendidos estão três meninas, de 14, 15 e 17 anos, e três adolescentes, com idades entre 15 e 16 anos. Um jovem de 19 anos também foi preso em flagrante pelo crime.

As diligências tiveram início logo após o crime, com a atuação de equipes da Polícia Civil e da Polícia Militar. Na sequência, equipes da Marinha do Brasil e do Grupo Especial de Fronteira (Gefron) também passaram a atuar nas buscas. A partir do compartilhamento de informações entre as forças de segurança, os suspeitos foram identificados e localizados.

Conforme as investigações, os criminosos teriam ido até uma residência, pertencente a namorada da vítima, com a intenção de executar outra pessoa, que seria integrante de uma facção criminosa rival e esteve no imóvel durante o dia. O sargento, contudo, teria sido confundido com o verdadeiro alvo e acabou sendo atingido pelos disparos.

No dia do crime, a vítima estava na residência, quando ouviu o alarme disparar. Ao sair para verificar o que estava acontecendo, foi atingida por disparos. A vítima ainda tentou retornar para o interior do imóvel, mas caiu no quintal. O Corpo de Bombeiros foi acionado e constatou a morte.

Identificação e localização de suspeitos

Durante as diligências, equipes da Polícia Civil, 6º Batalhão da Polícia Militar, Força Tática, Gefron e Polícia Rodoviária Federal realizaram buscas ininterruptas para localizar os envolvidos. A arma de fogo utilizada no homicídio foi localizada em uma residência, onde uma adolescente foi apreendida, apontada como responsável por guardar ou esconder a arma.

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Em outra ação, um veículo VW Polo, de cor branca, foi abordado e dois suspeitos foram localizados. Conforme as informações registradas no boletim de ocorrência, um deles teria atuado como motorista do veículo utilizado na execução, enquanto o outro teria efetuado os disparos que atingiram a vítima.

As investigações também apontaram a participação de outros adolescentes, que teriam prestado apoio logístico aos envolvidos após o crime, auxiliando na fuga e na ocultação da arma.

Os envolvidos foram encaminhados à Delegacia de Cáceres, onde os menores foram autuados pelo ato infracional de homicídio, sendo representado pela interação do adolescente. Já o maior de idade foi autuado em flagrante por homicídio qualificado e integrar organização criminosa, sendo representado pela conversão da prisão em flagrante em prisão preventiva.

As investigações prosseguem para esclarecer integralmente a dinâmica do homicídio e a participação de cada um dos envolvidos.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia Civil cumpre mandados e mira esquema de furto e receptação de materiais em Várzea Grande

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A Polícia Civil deflagrou, nesta quinta-feira (8.10), a Operação Linha Cruzada, para cumprimento de três mandados de busca e apreensão contra investigados por crimes de furto qualificado pelo abuso de confiança e receptação qualificada.

As ordens judiciais, deferidas com base em investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Várzea Grande (Derf-VG), foram cumpridas em dois endereços em Várzea Grande e um em Cuiabá, sendo alvos as residências dos investigados e uma empresa apontada como possível receptadora dos materiais subtraídos.

A investigação teve início após o representante legal de uma empresa vítima procurar a Derf-VG para comunicar o desvio de materiais pertencentes à empresa. Segundo as investigações, um funcionário, responsável pelo transporte de postes e outros materiais, teria se aproveitado da função exercida e da disponibilidade de um veículo para realizar as subtrações durante os deslocamentos para entregas.

As investigações apontaram ainda que os materiais eram retirados sem autorização e sem a existência de ordem de serviço correspondente. Posteriormente, os produtos supostamente furtados eram deixados nas proximidades de outra empresa, localizada no Jardim Eldorado, em Várzea Grande, apontada como possível receptadora.

Durante as diligências, a equipe de investigação realizou análises de informações, documentos e dos trajetos percorridos pelo veículo utilizado pelo suspeito. O cruzamento dos dados permitiu identificar a possível empresa receptadora e seu responsável legal, além de apontar a ligação entre os investigados.

Conforme a documentação apresentada pela empresa vítima, foram subtraídos mais de 40 postes de concreto modelo duplo T11/300, 68 cruzetas de concreto e aproximadamente 2 mil metros de cabo protegido de alumínio de 50 mm, além de 400 metros de cabo de cobre XLPE de 16 mm. O prejuízo causado à empresa é estimado em mais de R$ 100 mil.

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Diante dos elementos reunidos durante a investigação, foi representado pela expedição dos mandados de busca e apreensão, com o objetivo de arrecadar novos elementos de prova e esclarecer a participação dos investigados nos crimes.

Segundo o delegado responsável pelas investigações, Sérgio Luís Henrique de Almeida, a operação é resultado de um trabalho de investigação qualificado da Derf-VG. “A investigação teve como foco a identificação dos envolvidos no esquema de subtração de materiais de uma empresa de Várzea Grande e a apuração da possível receptação dos produtos. Os trabalhos seguem em andamento para total esclarecimento do crime e identificação de outros possíveis envolvidos no esquema”, disse o delegado.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia Civil cumpre 26 ordens judiciais contra grupo criminoso envolvido com tráfico e lavagem de capitais

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A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta quinta-feira (8.10), a Operação Fio para cumprimento de 26 ordens judiciais contra um grupo criminoso investigado pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e lavagem de capitais.

Ao todo, são cumpridos nove mandados de busca e apreensão, cinco mandados de prisão preventiva e 12 ordens judiciais de bloqueio de ativos financeiros, expedidas pela Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo da Garantias – Polo Cuiabá, com base em investigações da Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc).

Os mandados são cumpridos simultaneamente em Cuiabá, Várzea Grande e Mirassol D’Oeste, em Mato Grosso, e Litoral Sul de São Paulo. A operação conta com apoio do Departamento Estadual de Investigações Criminais (DEIC) de São Paulo/Santos, Delegacia de Mirassol d’Oeste e Coordenadoria de Enfrentamento ao Crime Organizado (Cecor).

Investigações

As ordens judiciais são decorrentes de investigação conduzida pela Polícia Civil que apura a atuação de um grupo suspeito de envolvimento com o tráfico de entorpecentes e com a movimentação de recursos relacionados às atividades criminosas.

No curso das apurações, foram reunidos elementos que indicam a participação de diferentes investigados na atividade criminosa, além de indícios de movimentações financeiras incompatíveis com a capacidade econômica declarada de alguns dos envolvidos e possível utilização de pessoas físicas e jurídicas para circulação e ocultação de valores.

Entre os alvos está um investigado que teria deixado a região de Cuiabá após sofrer uma tentativa de homicídio em um hotel de Várzea Grande. Na ocasião, homens armados invadiram o estabelecimento e efetuaram diversos disparos em sua direção, porém ele não foi atingido. Posteriormente, o investigado teria se deslocado para outra localidade.

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As circunstâncias do atentado e eventual relação do episódio com a atividade do tráfico e outras situações apuradas dentro na Operação Fio permanecem sob investigação.

Descapitalização financeira

As 12 medidas de bloqueios de bens possuem limites definidos conforme a situação de cada alvo. Para alguns investigados, foi autorizado o bloqueio integral dos ativos financeiros eventualmente localizados, enquanto, para outros, foram estabelecidos limites individualizados, com valores aproximados de R$ 300 mil, podendo alcançar R$ 1,4 milhão no maior limite individual fixado.

As medidas cautelares buscam interromper a atuação criminosa investigada, preservar elementos de prova e evitar a eventual dissipação de ativos que possam estar relacionados aos delitos apurados.

As investigações prosseguem, especialmente com a análise dos novos elementos que forem arrecadados durante o cumprimento das medidas judiciais, visando ao aprofundamento das apurações e à conclusão da investigação.

A ação reforça a atuação permanente da Polícia Civil no enfrentamento às facções criminosas e ao tráfico de drogas, assim como a importância da participação da sociedade no fornecimento de informações que possam contribuir para a identificação e responsabilização de pessoas envolvidas em atividades criminosas.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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