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EDUCAÇÃO

Cursinhos populares apoiam preparação de estudantes para o Enem

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A preparação para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) entra na reta final. Faltando 34 dias para o primeiro dia de provas, estudantes de todo o país intensificam a rotina de estudos com apoio de cursinhos populares que oferecem aulas, orientação e acompanhamento psicossocial ao longo da preparação.

Em 2026, a Rede Nacional de Cursinhos Populares (CPOP) contempla 1.535 cursinhos e beneficia mais de 58 mil estudantes, além de contar com mais de 21.000 educadores envolvidos nas atividades. A iniciativa oferece suporte técnico e financeiro a cursinhos populares e comunitários que atuam na preparação de estudantes em situação de vulnerabilidade socioeconômica para o ingresso na educação superior, especialmente por meio do Enem.

A rede contempla iniciativas voltadas prioritariamente a estudantes que cursaram a educação básica em escolas públicas, com atenção a pessoas negras, indígenas, quilombolas e pessoas com deficiência. O apoio inclui auxílio-permanência para estudantes, recursos para educadores e profissionais de apoio, além da aquisição de materiais necessários às atividades dos cursinhos.

Mais do que promover a revisão de conteúdos, os cursinhos populares funcionam como espaços de acompanhamento pedagógico na preparação para o exame. As orientações da CPOP são voltadas à organização de processos formativos que atendem às exigências do Enem e oferecem suporte aos estudantes, do período pré ao pós-Enem, com orientações sobre o acesso à educação superior, especialmente por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu).

Reta final – O Enem 2026 será aplicado em dois domingos, nos dias 8 e 15 de novembro. No primeiro dia, os participantes farão as provas de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias; Ciências Humanas e suas Tecnologias; e Redação, com duração de 5 horas e 30 minutos. No segundo, serão aplicadas as provas de Ciências da Natureza e suas Tecnologias e Matemática e suas Tecnologias, com duração de 5 horas.

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Nesta etapa, a preparação pode incluir revisão dos conteúdos, resolução de questões e exercícios de redação, além da organização da rotina de estudos. Para quem está inscrito, também é importante acompanhar as orientações oficiais sobre os dias de prova e verificar previamente o local de aplicação.

As notas do Enem podem ser utilizadas em processos de acesso à educação superior, como no Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e no Programa Universidade para Todos (Prouni). O resultado também pode ser utilizado no Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

CPOP – A Rede Nacional de Cursinhos Populares tem entre seus objetivos fortalecer cursinhos pré-vestibulares populares e comunitários, oferecer orientações específicas para o Enem e ampliar as possibilidades de acesso à educação superior para estudantes que enfrentam barreiras socioeconômicas.

A iniciativa também busca contribuir para a retomada do interesse dos jovens pelo Enem e para o acesso a cursos de graduação em instituições de educação superior, especialmente entre estudantes de grupos historicamente subrepresentados.

A edição de 2026 foi ampliada ao longo do processo de seleção. Inicialmente, o edital previa 514 iniciativas, número posteriormente ampliado para 858 propostas habilitadas. Com a seleção e a continuidade das iniciativas, a edição alcança, atualmente, 1.535 cursinhos.

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi)

Fonte: Ministério da Educação

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EDUCAÇÃO

MEC destina R$ 6,9 milhões a instituições federais do RS

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O Ministério da Educação (MEC) destina R$ 6,9 milhões, em caráter emergencial, a instituições federais de ensino do Rio Grande do Sul afetadas pelos eventos climáticos que atingem o estado. Os recursos contemplam a Universidade Federal do Rio Grande (Furg), a Universidade Federal de Pelotas (UFPel) e os institutos federais do Rio Grande do Sul (IFRS), Sul-Rio-Grandense (IFSul) e Farroupilha (IFFar). 

A destinação reúne recursos da Secretaria de Educação Superior (Sesu) e da Subsecretaria de Planejamento e Orçamento (SPO) do MEC e considera as demandas apresentadas pelas instituições diante dos impactos provocados pelas chuvas. 

Para a Furg, serão destinados R$ 2,2 milhões. Desse total, R$ 1,7 milhão será destinado pela Sesu e R$ 500 mil são alocados diretamente na Lei Orçamentária Anual (LOA) da universidade, por meio da SPO. A UFPel recebe a destinação de R$ 2,5 milhões, também por meio da Sesu. 

Institutos Federais – Na Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, o MEC destina R$ 400 mil ao IFRS, R$ 1,3 milhão ao IF Farroupilha e R$ 500 mil ao IFSul. 

As instituições foram afetadas por diferentes ocorrências climáticas, com danos registrados em coberturas, estruturas prediais, esquadrias, instalações elétricas, equipamentos, áreas externas, ambientes acadêmicos, passarelas e moradias estudantis, entre outros espaços necessários ao funcionamento das unidades. No IFSul, os impactos alcançaram diversos campi e afetaram estudantes em situação de vulnerabilidade social. 

No IFRS, o Campus Rio Grande foi atingido por um temporal ocorrido em 21 de setembro. Entre as necessidades identificadas, estão a recuperação das instalações atingidas pelo evento climático e a recomposição do orçamento da instituição para o funcionamento da unidade. 

No IFFar, os impactos incluíram danos provocados por temporal com granizo no Campus Alegrete. Também foram identificadas necessidades de recuperação da infraestrutura nos campi Júlio de Castilhos, Santiago e Santo Ângelo. 

Leia mais:  Recomposição das Aprendizagens: municípios têm prazo até 30 de outubro

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec) e da Secretaria de Educação Superior (Sesu) 

Fonte: Ministério da Educação

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EDUCAÇÃO

Recomposição das Aprendizagens: municípios têm prazo até 30 de outubro

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Os 442 municípios priorizados pela Estratégia Brasil Aprende+, no âmbito dos anos iniciais do ensino fundamental, já podem preencher a Complementação do Plano de Ação da Recomposição das Aprendizagens. A funcionalidade está disponível no Módulo da Recomposição das Aprendizagens, no Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec), até 30 de outubro de 2026. 

A etapa tem como objetivo aprofundar informações sobre as ações desenvolvidas pelas redes de ensino a partir da análise dos resultados educacionais de aprendizagem e da mobilização realizada nos territórios. O preenchimento pode ser feito pelo(a) secretário(a) Municipal de Educação ou pela equipe técnica cadastrada no PAR4. Ao final, os dados devem ser validados e enviados ao Ministério da Educação (MEC) pelo secretário. 

A complementação integra as ações do Pacto Nacional pela Recomposição das Aprendizagens, no âmbito da Estratégia Brasil Aprende+, e é destinada exclusivamente aos 442 municípios priorizados. Os estados não realizam o preenchimento neste momento. 

Para apoiar as redes de ensino durante essa etapa, o MEC disponibiliza um Guia de Orientação para o preenchimento do Plano. O material apresenta o passo a passo da plataforma e os procedimentos para conclusão, validação e envio do plano. 

Como preencher – Para acessar a funcionalidade, o usuário deve entrar no Simec com a conta Gov.br e localizar, no menu do sistema, a opção “Recomposição das Aprendizagens”. Nos municípios participantes, o sistema apresentará uma mensagem de identificação da participação na Estratégia Brasil Aprende+. Em seguida, basta clicar em “Começar” para acessar a aba “Brasil Aprende+”, onde será preenchido o Plano de Ação Complementar. 

Antes de iniciar o preenchimento, o município deverá informar quais escolas priorizadas participaram do Dia D de Apropriação dos Resultados. Caso outras escolas também tenham participado da mobilização, há a opção de registrá-las no sistema. 

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O instrumento está organizado em dimensões relacionadas aos eixos da Política de Recomposição das Aprendizagens: Gestão Educacional; Desenvolvimento Profissional; Currículo; Organização e Mediação Pedagógica/Materiais Pedagógicos; e Avaliação. 

Em cada questão, o município poderá selecionar as ações realizadas e, quando solicitado, detalhar as informações. O campo “Observações” também pode ser utilizado para complementar os registros. Ao concluir as dimensões, o município poderá acessar a síntese para revisar as respostas, imprimir o plano e encaminhá-lo para validação do secretário Municipal de Educação. 

Acesso – O acesso à funcionalidade é destinado ao(à) Secretário(a) de Educação e à equipe técnica cadastrada no PAR4. Caso seja necessário alterar a equipe técnica, a atualização deve ser feita no próprio PAR4 pelo(a) secretário(a) Municipal de Educação. 

Durante o preenchimento, o MEC orienta que os usuários evitem manter diferentes módulos do Simec abertos simultaneamente em várias abas ou janelas. Também é recomendado salvar as informações periodicamente para reduzir o risco de perda de dados em caso de instabilidade ou encerramento da sessão. 

Pacto – O Pacto Nacional pela Recomposição das Aprendizagens é uma iniciativa do Ministério da Educação (MEC) que tem como objetivo apoiar estados, municípios e o Distrito Federal na recomposição das aprendizagens de estudantes da educação básica que apresentam defasagens. A política, construída de forma colaborativa com o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) e a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), busca garantir que esses estudantes tenham acesso a uma educação de qualidade, reduzindo desigualdades e fortalecendo a equidade no ensino. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Básica (SEB) 

Fonte: Ministério da Educação

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