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CITinova II abre inscrições para capacitação em financiamento climático urbano

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Estão abertas as inscrições para a chamada pública do Projeto CITinova II, iniciativa que selecionará até 11 novas regiões e entes subnacionais para participar de um ciclo gratuito de capacitação técnica voltado à estruturação de projetos urbanos sustentáveis e ao acesso a financiamento climático. Interessados podem se candidatar até 10 de julho.

Liderado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, em parceria com os ministérios das Cidades e do Meio Ambiente e Mudança do Clima, o projeto apoia regiões metropolitanas na transição para modelos de desenvolvimento urbano de baixa emissão, resilientes e socialmente inclusivos. A implementação é conduzida pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), junto ao Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio).

Podem participar governos estaduais, entes metropolitanos e consórcios intermunicipais com iniciativas voltadas ao desenvolvimento urbano sustentável em escala metropolitana ou intermunicipal. O programa oferecerá capacitação técnica, apoio individualizado e espaços de intercâmbio entre gestores públicos e especialistas, contribuindo para o fortalecimento de projetos capazes de captar recursos para ações climáticas nas cidades.

O CITinova II já atua junto às regiões metropolitanas de Florianópolis, Belém e da Grande Teresina. Com a nova chamada, essas iniciativas se juntarão a outras 11 regiões selecionadas, formando um grupo de 14 participantes no ciclo de atividades previsto para ocorrer entre agosto e novembro de 2026.

Entre as ações oferecidas pelo programa estão capacitações on-line sobre financiamento urbano e ação climática, oficinas técnicas, apoio individualizado para qualificação de projetos, intercâmbio de experiências e um workshop presencial de encerramento com apresentação dos resultados e articulação com potenciais financiadores.

As inscrições devem ser realizadas por meio de formulário eletrônico disponível junto ao edital da chamada pública. O processo é coordenado pelo WRI Brasil em colaboração com a equipe do Projeto CITinova II. Após o prazo limite de inscrições, em 10 de julho, os selecionados serão anunciados via e-mail diretamente aos participantes em 31 de julho. As capacitações e oficinas serão de agosto a outubro, enquanto o workshop presencial será em novembro.

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Inscrições aqui.

Confira o edital.

Quem pode participar

Podem se inscrever governos estaduais, entes metropolitanos e consórcios intermunicipais brasileiros com projetos de escala metropolitana e recorte explícito de desenvolvimento urbano sustentável.

Cada ente pode submeter apenas uma proposta e deve indicar uma equipe de 3 a 5 pessoas, com ao menos 50% de mulheres. O programa valoriza a diversidade: equipes que incluam pessoas negras e de grupos minoritários recebem pontuação adicional. Espera-se que a equipe reúna representantes de áreas complementares — meio ambiente, finanças e planejamento, preferencialmente.

Não é necessário ter projetos prontos. O programa aceita iniciativas em fase inicial de concepção, desde que relacionadas ao desenvolvimento urbano sustentável ou à agenda climática, com escala metropolitana ou intermunicipal. As áreas prioritárias incluem mobilidade urbana, saneamento, habitação, gestão de resíduos, áreas verdes, soluções baseadas na natureza, eficiência energética e infraestrutura resiliente, entre outras.

As propostas devem incorporar a perspectiva de gênero, não apenas na composição da equipe, mas na forma como a iniciativa considera os diferentes impactos e necessidades de mulheres e grupos vulneráveis no território.

O projeto submetido servirá como orientador para as atividades de capacitação e apoio técnico. Não são exigidos estudos de viabilidade completos ou estrutura financeira consolidada no momento da inscrição.

A participação não envolve repasse direto de recursos financeiros. O programa tem caráter técnico e formativo.

Assessoria Especial de Comunicação Social do Ministério das Cidades
Atendimento à Imprensa
Telefone: (61) 2034-4282
E-mail: [email protected]

Fonte: Ministério das Cidades

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MJSP investe mais de R$ 6,4 milhões no fortalecimento da Cavalaria da Polícia Militar do Rio Grande do Norte

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Macaíba, 26/6/2026 – O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) destinou mais de R$ 6,4 milhões do Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP) para a construção do novo Regimento de Polícia Montada da Polícia Militar do Rio Grande do Norte, em Macaíba (RN). A estrutura foi inaugurada nesta sexta-feira (26), com a participação do secretário nacional de Segurança Pública, Chico Lucas.

Além da construção do regimento, o Governo Federal investiu cerca de R$ 1 milhão na aquisição de um caminhão de transporte animal de última geração. O veículo tem capacidade para transportar simultaneamente até dez animais e dez operadores, ampliando a capacidade logística da unidade e garantindo maior eficiência no emprego da tropa montada em operações de segurança pública.

Durante a cerimônia, Chico Lucas disse que o Rio Grande do Norte tem se sobressaído pela boa gestão dos recursos federais destinados à segurança pública.

“O estado é um dos destaques na atuação com o uso dos recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública. A inauguração da Cavalaria é uma demonstração de como o trabalho em parceria da União pode ser muito efetivo no fortalecimento das forças de segurança pública”, afirmou.

Os investimentos integram a política do Ministério da Justiça e Segurança Pública de fortalecimento das instituições de segurança por meio do Fundo Nacional de Segurança Pública, que financia ações de modernização da infraestrutura, aquisição de equipamentos, valorização dos profissionais e ampliação da capacidade operacional das forças policiais em todo o País.

Com a entrega da nova estrutura e do veículo especializado, a Polícia Militar do Rio Grande do Norte passa a contar com melhores condições para empregar a Cavalaria em ações de policiamento ostensivo, controle de distúrbios civis, grandes eventos, patrulhamento em áreas urbanas e rurais e operações de apoio às demais unidades da corporação.

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A iniciativa reforça o compromisso do Governo Federal com a cooperação entre União e estados para ampliar a capacidade de resposta das forças de segurança e promover mais proteção à população.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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Encontro Nacional de Catadoras reforça compromisso com a inclusão produtiva de mulheres

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O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), por meio da Secretaria de Economia Verde, Descarbonização e Bioindústria (SEV), participou nesta semana, em Curitiba (PR), do 1º Encontro Nacional das Mulheres Catadoras de Materiais Recicláveis: Racismo Ambiental e Saúde no Trabalho.

O evento reuniu mulheres de diferentes regiões do país para debater políticas públicas voltadas à inclusão produtiva, à saúde, à proteção social e à promoção da autonomia econômica das catadoras.

Durante o encontro, a secretária da SEV, Julia Cruz, reforçou o compromisso do MDIC com o fortalecimento da economia circular e com a valorização das mulheres que atuam na cadeia da reciclagem, reconhecendo o papel estratégico das catadoras para a transição do Brasil para um modelo de desenvolvimento mais sustentável.

“Encontros como este reconhecem o protagonismo das mulheres catadoras, que desempenham um papel essencial na cadeia da reciclagem e na construção de um modelo de desenvolvimento mais sustentável, e aproximam o poder público de quem vive, na prática, a realidade da economia circular”, afirmou a secretária Julia Cruz.

A participação do MDIC integra as ações desenvolvidas pela Estratégia Nacional de Economia Circular (ENEC), coordenada pela SEV, que busca ampliar a competitividade da indústria brasileira por meio do uso mais eficiente dos recursos, da geração de valor e da inclusão produtiva.

Um dos destaques é o Grupo Elas na Economia Circular, criado pelo Departamento de Novas Economias (DNOVA/SEV) com apoio da Secretaria-Executiva do MDIC. A iniciativa reúne mulheres de diferentes segmentos da cadeia da economia circular para incorporar a perspectiva de gênero na formulação e implementação das políticas públicas do setor.

O grupo atua para garantir que as políticas de economia circular reflitam os desafios enfrentados pelas mulheres, especialmente aquelas que trabalham em cooperativas de reciclagem, sistemas de triagem e na indústria da reciclagem.

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Desde 2023, o MDIC mantém diálogo permanente com mulheres catadoras e representantes de cooperativas em todo o país. As participações desse processo contribuíram para a construção do Plano Nacional de Economia Circular, lançado pelo ministério, e vêm subsidiando iniciativas voltadas ao fortalecimento das cadeias produtivas da reciclagem, à rastreabilidade de materiais, à agregação de valor aos resíduos e ao fortalecimento das cooperativas.

No encontro em Curitiba, representantes do Grupo Elas na Economia Circular participaram dos debates sobre inclusão socioeconômica, equidade de gênero e protagonismo das mulheres na transição para uma economia de baixo carbono.

Encontro nacional

Realizado entre os dias 23 e 25 de junho, na Universidade Federal do Paraná (UFPR), o encontro foi promovido pelo Ministério das Mulheres, pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e pela UFPR. A programação incluiu debates sobre racismo ambiental, mudanças climáticas, saúde no trabalho, cartografia social e políticas públicas para as mulheres catadoras, além da realização da 3ª Reunião do Fórum Nacional para Promoção da Autonomia e Inclusão Socioeconômica de Mulheres Catadoras de Materiais Recicláveis.

O evento também contou com atividades culturais, exposição fotográfica, exibição de documentário e feira de artesanato organizada pelas participantes, valorizando suas trajetórias e fortalecendo sua visibilidade social e econômica.

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

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