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Ministro dos Transportes entrega obras em Santa Maria e vistoria Ponte do Fandango no Rio Grande do Sul

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Com previsão de fechar o ano de 2026 com quase R$ 2 bilhões em investimentos do Governo do Brasil na infraestrutura rodoviária do Rio Grande do Sul, o Ministério dos Transportes anunciou novos avanços em obras estratégicas durante agenda cumprida na região central do estado nesta quinta-feira (25). A programação incluiu a vistoria da Travessia Urbana de Santa Maria (BR-158/287/RS) e da Ponte do Fandango (BR-153/RS), além da assinatura do contrato para a continuidade da segunda Ponte sobre o Rio Guaíba (BR-116/290/RS) e do avanço da duplicação da BR-392/RS. Os empreendimentos contemplados na agenda somam mais de R$ 1 bilhão em investimentos em rodovias federais não concedidas.

“Hoje, o Rio Grande do Sul tem a melhor qualidade da sua malha rodoviária federal da história, com 81% das rodovias classificadas como ótimas e boas. Esse resultado é fruto dos investimentos que estamos fazendo”, afirmou o ministro dos Transportes, George Santoro.

Os avanços fazem parte da retomada dos investimentos do Governo do Brasil na infraestrutura rodoviária do Rio Grande do Sul. Entre 2023 e 2025, o estado recebeu mais de R$ 5 bilhões para obras federais, enquanto, em 2022, foram destinados R$ 550,8 milhões para a infraestrutura rodoviária gaúcha.

Travessia Urbana

A Travessia Urbana de Santa Maria recebeu aproximadamente R$ 470 milhões em investimentos do Governo do Brasil e está com 99% de execução e será concluída até o fim de julho de 2026.

“Poucas cidades brasileiras contam com uma travessia urbana tão estruturada e bem executada. Essa é uma obra que projeta Santa Maria para o futuro e fortalece a capacidade logística de um dos principais entroncamentos rodoviários do estado”, destacou Santoro.

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Quando totalmente concluída, a Travessia Urbana de Santa Maria contará com 14,7 quilômetros de novas pistas, 10,7 quilômetros de vias laterais, 18,5 quilômetros de acessos, 16 viadutos, três pontes e três passarelas. O empreendimento elimina gargalos históricos, reduz congestionamentos e melhora a circulação de veículos em um dos principais entroncamentos rodoviários do Rio Grande do Sul.

“Com obras rodoviárias, novos acessos e a perspectiva do aeroporto regional, o município fortalece sua posição como um importante hub logístico, ampliando a mobilidade e impulsionando o desenvolvimento da região”, destacou o prefeito de Santa Maria, Rodrigo Décimo.

Novas entregas

Durante a agenda em Santa Maria, o ministro também entregou a Passagem Inferior do Bairro Urlândia, construída com investimento de R$ 7,2 milhões do Ministério dos Transportes. A estrutura cria uma nova ligação entre o bairro e o centro da cidade para reduzir o tempo de deslocamento, melhorar a distribuição do tráfego e ampliar a segurança de motoristas e pedestres.

A intervenção integra o conjunto de melhorias da Travessia Urbana e incluiu obras de drenagem, pavimentação, iluminação, sinalização e passeios públicos, além da realocação de famílias por meio do Programa de Compra Assistida, realizado em parceria com a Justiça Federal.

Também foi entregue a duplicação de 2,7 quilômetros da BR-392/RS, com investimento de R$ 35 milhões. O trecho passa a contar com duas pistas em cada sentido, novos acessos aos bairros Tomazetti, Lorenzi e Minuano, além de ciclovia, passeio público e iluminação para melhorar a circulação de veículos e a segurança dos usuários.

Ponte do Fandango

Em Cachoeira do Sul, o ministro dos Transportes, George Santoro, vistoriou a etapa final das obras de reabilitação e alteamento da Ponte do Fandango, na BR-153/RS.

Com investimento de R$ 78 milhões do Governo do Brasil, a intervenção elevou a estrutura em 3,14 metros, o que torna a travessia mais resistente às cheias e a outros eventos climáticos extremos. A obra também ampliou a capacidade de carga de 24 para 45 toneladas para permitir o retorno da circulação de caminhões pesados e reduzir os custos logísticos para produtores e transportadores da região.

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“A Ponte do Fandango é muito mais do que uma obra. É uma ligação para as pessoas que passam todos os dias por aqui e precisavam desse investimento. Estamos entregando uma rodovia em outro padrão, atendendo a uma demanda da população e com mais segurança”, afirmou George Santoro.

Ponte do Guaíba

Ainda durante a agenda no Rio Grande do Sul, George Santoro assinou o contrato para a continuidade das obras da segunda Ponte sobre o Rio Guaíba, na BR-116/290/RS, na Região Metropolitana de Porto Alegre.

Com investimento de R$ 524,9 milhões, o empreendimento contempla a elaboração dos projetos básico e executivo, a execução das obras, o apoio às atividades de reassentamento e os demais serviços necessários à conclusão da estrutura. A contratação marca uma nova etapa para a conclusão da segunda Ponte sobre o Rio Guaíba, uma das principais intervenções de infraestrutura viária em andamento na Região Metropolitana de Porto Alegre.

Assessoria Especial de Comunicação
Ministério dos Transportes

Fonte: Ministério dos Transportes

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Ministério dos Transportes vistoria obras da Fico e reforça expansão da malha ferroviária nacional

Publicado

O secretário Nacional de Transporte Ferroviário, Leonardo Ribeiro acompanhou, nesta quinta-feira (25), o avanço das obras da Ferrovia de Integração Centro-Oeste (FICO), em Goiás. Integrada à Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL), a ferrovia formará um dos principais corredores de exportação do Brasil, conectando regiões produtoras do Centro-Oeste aos portos e ampliando a competitividade logística do país.

Com 364 quilômetros de extensão, o trecho está em construção pela Vale como parte das contrapartidas da renovação antecipada da concessão da Estrada de Ferro Vitória a Minas (EFVM). O modelo de investimento cruzado permite executar uma nova infraestrutura ferroviária estratégica com recursos privados, reforçando a parceria entre o poder público e a iniciativa privada na expansão da malha ferroviária nacional.

Ao sobrevoar as obras, Leonardo Ribeiro destacou o avanço do empreendimento e o papel da FICO na transformação da logística nacional.
“A FICO é muito mais do que uma ferrovia. Estamos falando de uma infraestrutura estratégica, que terá impacto direto no PIB brasileiro ao integrar a produção do Centro-Oeste à Ferrovia Norte-Sul e, futuramente, ao Corredor Leste-Oeste. Com o leilão desse corredor, o país ganhará uma nova alternativa logística para o escoamento da produção, reduzindo custos de transporte, aumentando a competitividade e fortalecendo o comércio exterior”, afirmou o secretário.

Corredor Leste-Oeste

A Fico I integra um projeto ainda maior: o Corredor Ferroviário Leste-Oeste, que terá conexão com a Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol) e com a Ferrovia Norte-Sul, formando um dos mais importantes eixos ferroviários em desenvolvimento no Brasil.

Com extensão prevista de 1.708 quilômetros, o empreendimento atravessará Bahia, Goiás e Mato Grosso. A ferrovia atenderá importantes regiões produtoras do oeste baiano, do Mato Grosso e do Matopiba, criando uma nova alternativa logística para o escoamento da produção regional em direção ao Porto Sul, em Ilhéus.
Para o diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Guilherme Sampaio, a FICO demonstra o potencial da atuação conjunta entre o poder público e a iniciativa privada para acelerar investimentos estruturantes.

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“Em pouco tempo já é possível perceber o avanço das obras e a transformação que esse empreendimento representa para a infraestrutura brasileira. Esse resultado é fruto do trabalho conjunto entre o Ministério dos Transportes, a ANTT, a Infra S.A. e a iniciativa privada, que transformou uma política pública em uma obra capaz de gerar desenvolvimento, emprego e competitividade para o Brasil,” explicou Sampaio.

Leilões ferroviários

O Corredor Leste-Oeste integra a carteira ferroviária estruturada pelo Ministério dos Transportes para os próximos anos. Em novembro de 2025, a pasta lançou a primeira Política Nacional de Outorgas Ferroviárias e apresentou a maior carteira ferroviária da história recente do país.

Ao todo, estão previstos oito leilões ferroviários, que somam mais de 9 mil quilômetros de extensão e têm potencial para atrair cerca de R$ 160 bilhões em investimentos, com projeção de movimentar até R$ 600 bilhões ao longo do ciclo de implantação e operação dos empreendimentos.

Assessoria Especial de Comunicação
Ministério dos Transportes

Fonte: Ministério dos Transportes

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Banco nacional reúne 3 milhões de celulares e fortalece combate à receptação em todo o País

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Brasília, 25/6/2026 – O lançamento do Banco Nacional de Celulares com Restrição (BNCR), instituído pelo Governo Federal por meio do Programa Nacional Celular Seguro, representa uma mudança na estratégia de enfrentamento ao roubo, ao furto e à receptação de celulares no Brasil. Coordenado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), por meio da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), o banco reúne mais de 3 milhões de registros provenientes das polícias civis, do Programa Celular Seguro, da Anatel e de outros sistemas nacionais.

Pela primeira vez, os dados dos 26 estados e do Distrito Federal passam a integrar uma única base nacional. A ferramenta permite que forças de segurança, gestores públicos e cidadãos tenham acesso a um sistema unificado para consulta e compartilhamento de informações sobre aparelhos com registro de roubo, furto ou extravio.

Segundo o secretário nacional de Segurança Pública, Chico Lucas, a medida enfrenta um dos principais obstáculos ao combate dos crimes patrimoniais: a dispersão das informações entre diferentes sistemas estaduais e federais. Com a integração nacional, um celular roubado em um estado poderá ser identificado mesmo que seja comercializado ou utilizado em outra região do País.

Integração nacional fortalece investigações e protege consumidores

Além de fortalecer o trabalho das forças de segurança, a nova base oferece uma camada adicional de proteção ao cidadão. Por meio do aplicativo Celular Seguro, do portal Gov.br e do endereço celularseguro.mj.gov.br, qualquer pessoa poderá consultar gratuitamente se um aparelho possui registro de restrição antes de efetuar a compra. A medida beneficia consumidores e comerciantes, aumenta a segurança das transações e reduz o risco de aquisição involuntária de aparelhos de origem criminosa.

De acordo com Chico Lucas, o Banco Nacional representa uma mudança de foco na política pública de enfrentamento a esse tipo de crime. “Durante muito tempo, o combate ao roubo de celulares esteve concentrado apenas em quem praticava o crime nas ruas. Mas existe uma cadeia econômica que sustenta essa atividade criminosa. Há quem roube, quem intermedeie a venda e quem adquira o aparelho no final desse processo. O que estamos fazendo agora é integrar informações de todo o País para atacar essa cadeia como um todo. O crime atua em rede. Agora, o Estado também”, afirma.

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Segundo o secretário, o objetivo não é criminalizar consumidores de boa-fé, mas criar mecanismos que ofereçam mais segurança para quem compra e mais instrumentos para que as polícias recuperem aparelhos e combatam a receptação.

“Muitas pessoas compravam celulares sem qualquer condição de verificar sua procedência. A partir do Banco Nacional, o cidadão poderá consultar o IMEI antes da compra e saber se existe alguma restrição associada ao aparelho. Estamos criando mais segurança para as relações comerciais e reduzindo o espaço para o mercado ilegal”, destaca.

O número de aparelhos celulares roubados ou furtados no Brasil supera milhões de registros nos últimos anos, movimentando uma cadeia criminosa que financia organizações envolvidas em diversas modalidades de crime. A expectativa do Governo Federal é que a integração nacional dos dados, aliada à consulta pública e ao fortalecimento das investigações, reduza gradualmente a atratividade econômica desse mercado.

O banco também fortalece a cooperação federativa no âmbito do Sistema Único de Segurança Pública (Susp), ao permitir que os estados compartilhem informações de forma mais rápida, eficiente e padronizada. Com isso, o Governo Federal reforça uma estratégia de segurança pública baseada em inteligência, integração de dados e atuação coordenada para reduzir os impactos de um dos crimes que mais afetam o cotidiano da população brasileira.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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