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Senasp abre inscrições para MBA em Gestão e Governança de Segurança Pública

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Brasília, 25/6/2026 – O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), por meio da Diretoria de Ensino e Pesquisa (DEP) da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), abriu, na segunda-feira (22), as inscrições para o Master in Business Administration (MBA) em Gestão e Governança de Segurança Pública, oferecido em parceria com a Universidade de Brasília (UnB).

As inscrições para o processo seletivo seguem abertas até 16 de julho e podem ser feitas na página do Departamento de Administração da Universidade de Brasília

Serão ofertadas 100 vagas para profissionais da ativa das forças de segurança pública, na modalidade de ensino a distância (EaD). O processo seletivo contempla integrantes das polícias militares e civis, dos corpos de bombeiros militares, dos institutos de perícia e das polícias técnico-científicas, além das guardas municipais.

De acordo com a diretora de Ensino e Pesquisa, Michele dos Ramos, a iniciativa faz parte de um esforço contínuo para a ampliação dos conhecimentos dos profissionais de segurança pública e o alinhamento às melhores práticas de gestão.

“A especialização insere-se no contexto de qualificação nas atividades de gestão e governança, compreendendo a sua centralidade para a implementação eficaz das políticas de segurança pública em todo o País”, destaca.

Governança, inovação e resultados

A especialização busca atualizar conhecimentos em gestão e segurança pública, além de promover a governança, a inovação e a adoção de boas práticas organizacionais. O curso também pretende desenvolver a capacidade crítica e estratégica dos participantes por meio de metodologias ativas e da aplicação prática do conhecimento, contribuindo para o aperfeiçoamento institucional e para a melhoria dos serviços prestados à sociedade.

A pós-graduação tem como foco o aprimoramento da eficiência, da agilidade e da qualidade das atividades desenvolvidas pelos profissionais de segurança pública. Nesse contexto, a formação promoverá o desenvolvimento de competências voltadas à segurança pública preventiva e ostensiva, bem como às atividades finalísticas e correlatas, com ênfase na excelência e na maturidade organizacional.

Leia mais:  MME destaca avanços do Programa Energias da Amazônia durante o Energy Summit 2026

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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MME destaca avanços do Programa Energias da Amazônia durante o Energy Summit 2026

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O Ministério de Minas e Energia (MME) participou, nesta quinta-feira (25/6), do painel “O papel da Amazônia na Segurança Energética Brasileira”, realizado no evento Energy Summit 2026, no Rio de Janeiro.

Representando a pasta, a diretora de Transição Energética, Karina Araújo, apresentou os avanços, resultados e perspectivas do Programa Energias da Amazônia, uma das principais iniciativas estruturantes da política energética brasileira.

“O Energias da Amazônia reafirma a infraestrutura energética como vetor de inclusão social, desenvolvimento econômico e cidadania. Trata-se de uma política que conecta comunidades, promove oportunidades e posiciona a Amazônia no centro de um sistema energético mais resiliente, sustentável e justo”, afirmou.

Durante o debate, o MME destacou que o programa vem promovendo a transformação gradual dos sistemas isolados da região amazônica, historicamente dependentes da geração a diesel, por meio da adoção de soluções energéticas mais limpas, eficientes e alinhadas às necessidades locais.

Desde o lançamento, em 2023, o Programa vem avançando em diversas frentes. Entre os principais resultados apresentados pelo MME está o Chamamento Público nº 1/2024, que selecionou projetos voltados à redução do consumo de diesel e dos custos da Conta de Consumo de Combustíveis (CCC).

A iniciativa prevê a hibridização de 29 usinas com inserção de geração solar associada a sistemas de armazenamento por baterias (BESS, na sigla em inglês), beneficiando 36 localidades e cerca de 652 mil pessoas. Ao longo da vida útil dos empreendimentos, estima-se a redução de 270 milhões de litros de diesel e de cerca de 800 mil toneladas de dióxido de carbono (CO₂), além de uma economia de R$ 857 milhões para a CCC. A implantação dos projetos terá início a partir de dezembro de 2026, com conclusão prevista até 2028.

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Outro destaque foi a realização do Leilão SISOL nº 1/2025, que viabilizou investimentos de R$ 312 milhões para atendimento de mais de 30 mil pessoas em regiões remotas dos estados do Pará e Amazonas. O certame contratou o primeiro projeto híbrido do setor com armazenamento em baterias, localizado em Jacareacanga (PA), combinando 18 MW de geração solar e 30 MW de capacidade de armazenamento, consolidando uma referência tecnológica para o país.

O Ministério também apresentou os avanços na interligação de localidades amazônicas ao Sistema Interligado Nacional (SIN), medida que amplia a segurança energética, reduz custos sistêmicos e contribui para a mitigação das emissões de gases de efeito estufa.

Entre os resultados alcançados estão:

  • Pará: mais de 90 mil pessoas beneficiadas com investimentos superiores a R$ 315 milhões. Novas obras em execução deverão atender mais 60 mil habitantes;
  • Amazonas: cerca de 160 mil pessoas atendidas, com investimentos já realizados de R$ 280 milhões;
  • Acre: interligações concluídas beneficiando aproximadamente 170 mil pessoas e proporcionando economia anual estimada em R$ 339 milhões;
  • Roraima: interligação estrutural concluída em 2025, conectando o estado ao SIN e beneficiando cerca de 650 mil habitantes, com redução anual estimada de 584 mil toneladas de CO₂ e economia de R$ 1,9 bilhão.

Em maio de 2026, novas entregas realizadas no Pará ampliaram o acesso à energia limpa para mais de 60 mil pessoas, com a conclusão de obras nos municípios de Aveiro e Porto de Moz.

Segundo o MME, embora a interligação ao SIN seja uma estratégia fundamental para ampliar a segurança energética na região, a maior parte das localidades amazônicas demanda soluções descentralizadas, adequadas às características territoriais e socioeconômicas locais.

Nesse contexto, a politica publica tem avançado na implantação de sistemas híbridos com fontes renováveis e armazenamento de energia, além de minirredes e microrredes adaptadas às necessidades das comunidades. Também vem sendo fortalecida a integração entre a oferta de energia e atividades produtivas vinculadas à bioeconomia.

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O painel reuniu representantes do governo, da sociedade civil e do setor de inovação energética.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 | Email: [email protected]


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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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Reunião do ConCidades marca posse de novos conselheiros

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O Ministério das Cidades realizou, na última semana, a 60ª Reunião Ordinária do Conselho Nacional das Cidades (ConCidades). Reunindo representantes de todo o país, o encontro marcou a posse dos integrantes da nova gestão do colegiado, indicados pelas entidades eleitas durante a 6ª Conferência Nacional das Cidades, realizada em fevereiro deste ano, em Brasília.

Com representantes do poder público federal, estadual e municipal, movimentos populares, trabalhadores, entidades empresariais, organizações não governamentais e instituições acadêmicas e de pesquisa, o ConCidades é um espaço permanente de participação social voltado à formulação e ao fortalecimento das políticas públicas de desenvolvimento urbano.

A reunião representou o início dos trabalhos da nova composição do Conselho para o triênio 2026-2029, renovando o diálogo entre governo e sociedade civil em temas estratégicos para as cidades brasileiras, como mobilidade urbana, saneamento, habitação, planejamento territorial e justiça social.

“Essas discussões aproximam a política pública da vida real nos territórios. É reforçar o debate sobre mobilidade, saneamento, moradia, planejamento urbano e justiça social, em busca de cidades mais justas, democráticas, inclusivas e resilientes”, disse o coordenador-geral do Conselho das Cidades, Carlos Eduardo Gomes Souza.

A reunião também promoveu a divulgação oficial do texto final da 6ª Conferência Nacional das Cidades. O documento consolida as propostas debatidas durante o processo conferencial, que mobilizou milhares de participantes de todo o país para discutir o futuro das cidades brasileiras e contribuir para a construção da Política Nacional de Desenvolvimento Urbano (PNDU).

Na imagem pessoas num auditório ouvindo palestrantes
Crédito: JD Vasconcelos/MCID.

“Agora, o desafio da 6ª gestão do ConCidades é transformar as demandas da sociedade refletidas no texto em encaminhamentos concretos para a melhoria das cidades brasileiras. A cidade que queremos não se constrói só com obras, se constrói com participação social e compromisso com seus cidadãos e cidadãs”, ressaltou o coordenador-geral.

Leia mais:  MME destaca avanços do Programa Energias da Amazônia durante o Energy Summit 2026

A semana ainda foi marcada por palestras, capacitações e homenagens a conselheiros, conselheiras e personalidades que contribuíram para o trabalho do ConCidades em gestões anteriores.

Texto final da Conferência

Realizada em fevereiro, em Brasília, a 6ª Conferência Nacional das Cidades reuniu representantes de todo o país para debater políticas públicas de desenvolvimento urbano e colaborar para a construção da PNDU. 

Resultado de um amplo processo de mobilização democrática, participação social e construção coletiva, o texto final consolida propostas, diretrizes e prioridades voltadas à promoção de cidades mais inclusivas, sustentáveis, resilientes e socialmente justas.

O material serve como base para orientar caminhos para cidades mais inclusivas, democráticas, sustentáveis e com justiça social. Ele concentra propostas sobre temas como moradia, periferias, saneamento básico, mobilidade urbana, gestão de riscos e desastres, regularização fundiária, gestão interfederativa, regiões metropolitanas, controle social e gestão democrática, financiamento, sustentabilidade ambiental, transformação digital, segurança pública e novos desafios.

Confira o documento na íntegra.

Assessoria Especial de Comunicação Social do Ministério das Cidades
Atendimento à Imprensa
Telefone: (61) 2034-4282
E-mail: [email protected]

Fonte: Ministério das Cidades

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