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Ministério da Pesca leva iniciativas estratégicas aos trabalhadores da pesca no Rio de Janeiro

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O ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo, esteve no Rio de Janeiro, no início desta semana, dialogando com o setor produtivo. O estado é um dos grandes produtores de pescado no Brasil, com destaque para a captura de espécies como corvina, anchova, badejo, garoupa, linguado, dourado-do-mar e bijupirá, além da produção aquícola de tilápia.

Na segunda-feira (1), em visita às instalações do Ceasa/RJ, o segundo maior centro de distribuição de alimentos do país, o ministro se reuniu com representantes da Associação dos Pregoeiros de Pescadores e Afins do Estado do Rio de Janeiro (APPAERJ), para falar sobre melhorias das instalações no local. A associação, representada pelo presidente Francesco Tommaso, reúne cerca de 56 associados e representa os profissionais encarregados da venda e leilão (pregoeiros) de pescados e atua na defesa dos interesses comerciais e bem-estar dos trabalhadores dessa cadeia produtiva.

Edipo que esteve pela primeira vez na região do Rio de Janeiro, destacou a visita como “muito importante para que a gente se aproxime cada vez mais do nosso público. Ir a campo e observar que o nosso trabalho reflete e muda a vida das pessoas, eu pude sentir isso aqui na visita, após várias conversas com pescadores e com lideranças”.

Condições de trabalho em São Pedro da Aldeia

Ainda no estado do Rio de Janeiro, Edipo esteve nesta terça-feira, (2), em São Pedro da Aldeia para uma rodada de conversas com representantes do Município e região. A pauta teve como tema melhores condições de trabalho, por meio de capacitações e fortalecimento de políticas públicas no estado. A reunião contou com a presença da deputada federal Laura Carneiro, do prefeito do município Fábio do Pastel e representante da Secretaria de Agricultura, Abastecimento, Pesca e Proteção Animal do município de Araruama, André Mônica.

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O ministro disse, que juntamente com a articulação de parlamentares e com lideranças e gestores dos municípios que envolvem a Laguna de Araruama, “tratamos de pontos de melhoria das normas de ordenamento, como a norma que trata da gestão dos recursos do Lago de Araruama, também foi solicitado revisão dos defesos, por exemplo, do Guayamum, e houve um olhar especial para a portaria que trata do ordenamento do Rio João.”

Foi tratado também de melhorias de infraestruturas, como a chegada de uma nova estrutura da colônia de pescadores de São Pedro da Aldeia, segundo Edipo, “fruto de uma emenda parlamentar da deputada Laura Carneiro, onde o Ministério pôde viabilizar essa emenda e trazer uma estrutura digna para que os pescadores possam fazer suas reuniões, ocupar aquele espaço de atendimento ao público”.

Comunidades pesqueiras da Laguna de Araruama apresentam demandas ao MPA

Organizações da pesca artesanal da Laguna de Araruama encaminharam ao Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) dois ofícios com reivindicações voltadas ao fortalecimento das comunidades tradicionais da região. No primeiro, os pescadores solicitam apoio para a atualização da Instrução Normativa nº 02/2013, defendendo regras mais adequadas à realidade atual da laguna, com participação das comunidades no processo de revisão e medidas que conciliem conservação ambiental e manutenção da atividade pesqueira. No segundo documento, associações da Região dos Lagos pedem apoio do MPA junto ao Ministério do Turismo para viabilizar a inclusão efetiva de pescadores artesanais no CADASTUR. A medida busca fortalecer o Turismo de Base Comunitária e ampliar as oportunidades de geração de renda, especialmente durante o período do defeso.

“Foi um momento oportuno para a gente divulgar todas as políticas estruturais que o Ministério está trabalhando desde 2023, quando foi reestruturado. É o governo do Brasil ao lado do povo brasileiro, é o governo do presidente Lula trabalhando em prol do fortalecimento e da manutenção da pesca e aquicultura no cenário nacional” finalizou o Ministro.

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Élen Gorski

Ministério da Pesca e Aquicultura

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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AGRONEGÓCIOS

Mapa realiza força-tarefa e identifica irregularidades em arroz e feijão no estado de São Paulo

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O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), por meio do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal (Dipov) da Secretaria de Defesa Agropecuária, realizou uma força-tarefa de fiscalização em estabelecimentos de beneficiamento e empacotamento de arroz, feijão e outros cereais no estado de São Paulo.

As ações ocorreram nos municípios de Itu, Sorocaba, Campinas, Rio Claro, Cerquilho e Elias Fausto, com foco na verificação da qualidade, da rastreabilidade e da conformidade dos produtos com a legislação vigente.

Durante as fiscalizações, os auditores fiscais federais agropecuários verificaram a documentação dos estabelecimentos, a comprovação da origem dos produtos, as condições das instalações e os processos produtivos adotados pelas empresas.

Em Itu, Campinas e Sorocaba, a equipe apreendeu aproximadamente 30 mil quilos de feijão sem comprovação de origem e com indícios de falhas na rastreabilidade. Parte dos produtos apresentava, ainda, a presença de insetos vivos, caracterizando desconformidade com os padrões exigidos para comercialização.

Nas fiscalizações realizadas em Rio Claro, Elias Fausto e Cerquilho, foram inspecionados 139,1 mil quilos de arroz. A operação resultou na apreensão e inutilização de 24 bobinas de embalagens, além da apreensão de 6 mil quilos de arroz em um estabelecimento que não possuía registro junto ao Mapa para a atividade de empacotamento.

A fiscalização constatou, ainda, que os produtos não passavam pelo processo obrigatório de classificação antes da embalagem, o que impossibilitava a identificação de sua qualidade. Em razão das irregularidades verificadas, uma empresa teve a produção suspensa cautelarmente.

Ao longo da operação, também foram coletadas 20 amostras de produtos nacionais e importados no âmbito dos programas oficiais de fiscalização da identidade e qualidade e de monitoramento de resíduos e contaminantes. As amostras serão submetidas a análises laboratoriais para verificar a conformidade com os padrões estabelecidos pela legislação brasileira.

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A ação reforça a atuação do Mapa na fiscalização de produtos vegetais, contribuindo para a proteção dos consumidores, a garantia da qualidade dos alimentos comercializados e a promoção da concorrência leal entre os estabelecimentos que atuam em conformidade com a legislação.

Informações à imprensa
[email protected]

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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AGRONEGÓCIOS

Aeroporto de São José do Rio Preto recebe estrutura alfandegária temporária para jogos da Libertadores

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O Aeroporto de São José do Rio Preto, no interior paulista, terá status de aeroporto internacional entre 11 de agosto e 28 de novembro deste ano em razão das partidas da Copa Libertadores da América, organizadas pela Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol). Com a medida, estabelecida por portaria da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), foi montada uma estrutura alfandegária temporária para realização das fiscalizações exigidas para operações internacionais.

No caso do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), a Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro) mobiliza auditores fiscais federais agropecuários lotados em Campinas para atuar em São José do Rio Preto nos dias de jogos. As duas cidades estão distantes cerca de 350 quilômetros.

Embora a portaria entre em vigor em agosto, a estrutura vem sendo utilizada desde abril, quando partidas da competição foram realizadas em Mirassol, município localizado a 15 quilômetros de São José do Rio Preto. Com a classificação da equipe local para as oitavas de final, novos voos internacionais devem ocorrer para o transporte das delegações. O próximo jogo está previsto para 13 de agosto, no estádio Maião. A Conmebol exige que as partidas sejam realizadas em cidades localizadas em um raio de até 150 quilômetros de um aeroporto internacional.

As operações internacionais autorizadas pela Portaria nº 19.438, de 12 de junho, têm caráter excepcional e são permitidas exclusivamente para serviços aéreos não regulares destinados ao transporte das delegações.

Cabe ao Vigiagro inspecionar cargas e bagagens desses voos para verificar a entrada e a saída de produtos de origem vegetal e animal sujeitos a restrições sanitárias. Entre os itens cuja entrada no país é proibida ou controlada estão mudas de plantas, frutas, flores, sementes, presuntos e outros embutidos. A medida busca evitar a introdução de pragas e doenças que possam causar prejuízos à agropecuária brasileira.

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Como exemplo da importância desse trabalho, em maio deste ano a equipe do Vigiagro no Aeroporto Internacional de Guarulhos interceptou cerca de uma tonelada de aspargos importados do Peru. Análises da Secretaria de Defesa Agropecuária confirmaram a presença da praga quarentenária Prodiplosis longifila, ausente no território brasileiro.

Nas operações realizadas em Rio Preto, as inspeções seguiram os procedimentos previstos nos protocolos do Vigiagro, incluindo a fiscalização de bagagens e o recolhimento de resíduos de bordo, quando presentes.

Em uma das ações, os auditores identificaram uma bagagem contendo matéria orgânica durante inspeção por raio X. Após a verificação, constatou-se tratar de whey protein utilizado por atletas. Por se tratar de produto industrializado e autorizado, o item foi liberado.

No estado de São Paulo, o Vigiagro atua regularmente nos aeroportos de Guarulhos, Viracopos, em Campinas, e Catarina, em São Roque. As equipes também realizam atividades no Porto de Santos, nos portos secos e nos centros de distribuição dos Correios que operam com mercadorias de comércio exterior.

Informações à imprensa
[email protected]

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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