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Nova política do audiovisual brasileiro é debatida por ministro do MDIC

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O ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa, participou nesta segunda-feira (25/5), no Rio de Janeiro (RJ), de encontro sobre a nova política de incentivo para o Audiovisual Brasileiro. O evento organizado pela Federação da Industria e comercio do Audiovisual (FICA) reuniu representantes do setor produtivo, instituições de fomento e integrantes do governo federal para discutir medidas estruturantes voltadas ao fortalecimento da indústria audiovisual no país.

Durante o encontro, Márcio Elias Rosa reforçou que o governo federal trabalha na construção de uma política estruturante para fortalecer a cadeia audiovisual brasileira.

“O audiovisual não é apenas cultura. É também indústria, geração de emprego, inovação, exportação e desenvolvimento econômico. O presidente Lula compreende a importância estratégica dessa cadeia produtiva e criou condições para que o Brasil tenha uma política estruturante para o setor, com crédito, financiamento, exportação, combate à pirataria e fortalecimento da produção nacional”, afirmou o ministro do MDIC.

Márcio Elias Rosa destacou que a política está alinhada às diretrizes da Nova Indústria Brasil (NIB) e está sendo construída em diálogo com diferentes segmentos da cadeia produtiva.

“O Brasil precisa de uma indústria moderna, inovadora, sustentável e capaz de disputar mercados internacionais. O audiovisual faz parte dessa transformação e precisa ser tratado como atividade econômica estratégica para o desenvolvimento nacional”, concluiu.

Participaram do encontro a presidente da Federação da Indústria e Comércio do Audiovisual (FICA), Walkiria Barbosa, e o secretário de Desenvolvimento Industrial, Inovação, Comércio e Serviços do MDIC, Uallace Moreira Lima, e o presidente da ABDI, Olavo Neto.

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

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Ministro Márcio Elias Rosa defende política de longo prazo e apresenta dados da NIB na Firjan

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Em cerimônia de celebração do Dia da Indústria, nesta segunda-feira (25/05), o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Márcio Elias Rosa, defendeu a necessidade de o Brasil consolidar uma política industrial de longo prazo que transcenda mandatos governamentais.

No evento realizado na Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), o ministro destacou a resiliência do setor privado e apresentou um balanço da Nova Indústria Brasil (NIB), política que já disponibilizou R$ 713 bilhões em recursos até 2026, dos quais R$ 653 bilhões já foram contratados, somando mais de 428 mil projetos financiados em todo o país.

“Não tem data certa para fazer o certo, todo dia é dia. A atividade industrial é absolutamente essencial. Se ela não for cuidada e zelada, gera prejuízos, às vezes, irreparáveis sob a forma de gap tecnológico, perda de competitividade e produtividade”, alertou. “E o Brasil só retomou a atividade industrial crescente, positiva, com a NIB”, afirmou Márcio Elias Rosa.

Nova Indústria Brasil

Diferentemente de modelos do passado, a NIB, explicou o ministro, foca no desenvolvimento de cadeias produtivas estruturadas em torno de seis missões essenciais. Ele ressaltou que o engajamento do setor produtivo nas seis missões reflete os créditos disponibilizados pelo governo federal para impulsionar a indústria brasileira.

Além disso, ele citou outros programas lançados pelo MDIC que impulsionaram o investimento privado. É o caso do Mover (Mobilidade Verde e Sustentável), em que a concessão de R$ 19 bilhões em créditos tributários gerou R$ 190 bilhões em investimentos anunciados pelos setores automotivo e de autopeças. O ministro também destacou o programa de Depreciação Acelerada, para renovação do parque fabril.

De acordo com Márcio Elias Rosa, a NIB tem reflexo em vários indicadores econômicos, como o crescimento da produção industrial na casa dos 5%; o emprego em alta, com uma das menores taxas de desemprego da história, 5,1%; e recorde histórico das exportações por três anos consecutivos.

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Acordos Internacionais

O cenário de comércio exterior teve destaque no discurso. Márcio Elias Rosa celebrou a entrada em vigor, no dia 1º de maio, do acordo comercial Mercosul-União Europeia e confirmou ainda o avanço de tratativas para o acordo com a EFTA, Singapura e a proximidade de um acordo entre Mercosul e Canadá.

Para proteger o mercado nacional de instabilidades externas e barreiras tarifárias internacionais, o governo federal implementou duas frentes de socorro financeiro. O Brasil Soberano 1, com R$ 30 bilhões, foi criado para amparar mais de 600 empresas exportadoras afetadas por sobretaxas severas do mercado norte-americano. Já o Brasil Soberano 2, lançado neste ano, disponibilizou R$ 15 bilhões, em linha emergencial foi destinada a mitigar os impactos logísticos e de custos decorrentes dos recentes conflitos no Oriente Médio e gargalos no Estreito de Ormuz.

“Desindustrializar é fácil. Agora, promover a reindustrialização exige decisão política, dinheiro, planejamento de longo prazo e a certeza de que o setor privado e o setor público precisam caminhar juntos”, concluiu Márcio Elias Rosa, reforçando o compromisso do governo federal com o desenvolvimento da indústria nacional.

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

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Ministério das Cidades participa de leilão da PPP de locação social do Recife

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O Ministério das Cidades participa, nesta terça-feira (26), às 15h, do leilão da Parceria Público-Privada (PPP) de Habitação de Locação Social do Recife, projeto Morar no Centro. A sessão será realizada na sede da B3, em São Paulo, e contará com a presença do secretário nacional de Habitação, Augusto Rabelo.

A iniciativa é considerada um marco para a política habitacional brasileira por ser a primeira PPP de locação social vinculada ao Minha Casa, Minha Vida. O projeto tem como objetivo ampliar o acesso à moradia digna para famílias de baixa renda e contribuir para a revitalização do centro do Recife, aproximando a população de áreas com infraestrutura, transporte, serviços e oportunidades.

O Morar no Centro prevê a implantação, manutenção e operação de seis empreendimentos, totalizando 1.128 unidades. Dessas, 637 serão destinadas à locação social para famílias com renda entre 1 e 3,5 salários mínimos. Outras 491 unidades serão voltadas à venda ou financiamento para famílias enquadradas nas faixas 2 e 3 do Minha Casa, Minha Vida.

A PPP foi estruturada pelo Ministério das Cidades, em articulação com o Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), da Casa Civil, a Secretaria de Patrimônio da União (SPU), vinculada ao Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Caixa, FEP e Prefeitura do Recife.

SERVIÇO

Leilão da PPP de Habitação de Locação Social do Recife – Projeto Morar no Centro

Data: Terça-feira, 26 de maio, às 15h

Local: Sede da B3, Rua Quinze de Novembro, 275, Centro Histórico de São Paulo

Presença: Augusto Rabelo, Secretário Nacional de Habitação do Ministério das Cidades

Acesse a Central de Conteúdos e as Redes Sociais do Ministério das Cidades

Leia mais:  Ministro Márcio Elias Rosa defende política de longo prazo e apresenta dados da NIB na Firjan

Assessoria Especial de Comunicação Social do Ministério das Cidades
Atendimento à Imprensa
Telefone: (61) 2034-4282
E-mail: [email protected]

Fonte: Ministério das Cidades

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