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Entenda a coleta do módulo de Esgotamento Sanitário do Sinisa

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A Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental do Ministério das Cidades realizou, nesta terça-feira (5/5), o segundo episódio da série de transmissões ao vivo sobre o ciclo de coleta de dados do Sistema Nacional de Informações em Saneamento Básico (Sinisa) para 2026. O tema da vez foi sobre o módulo de Esgotamento Sanitário, dando sequência ao projeto iniciado na segunda-feira (4/5) com apresentação sobre o eixo Abastecimento de Água. A iniciativa é voltada para orientar os prestadores e titulares dos serviços do setor sobre o envio de informações ao Sinisa, cuja coleta está prevista para iniciar em 13 de maio.

O público presente na transmissão online acompanhou uma apresentação de especialistas da secretaria, que sanaram dúvidas e explicaram detalhes sobre o processo. Além de dar informações gerais sobre o sistema e os formulários, foram abordados temas como o preenchimento dos dados de cadastro, o menu de funcionalidades, os formulários financeiros e técnicos e a finalização do preenchimento.

“É fundamental a participação de todos. Recebemos quase mil pessoas na live de Abastecimento de Água. É importante participar, mesmo que não seja o prestador do município, porque é preciso acompanhar o preenchimento das informações, cobrar seu prefeito e os prestadores”, disse o coordenador-geral de gestão da informação da Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental, Marco Tourinho.

O módulo de Esgotamento Sanitário do Sinisa reúne as principais informações sobre o serviço de esgoto no Brasil. O painel de indicadores exibe números de atendimento da população rural, urbana e por domicílios, além de apresentar resultados a respeito do tratamento de esgoto em referência à água consumida ou ao total coletado, receita e despesas.

“Quem presta o serviço é responsável por apresentar as informações, mas é muito importante que o município tenha essas informações e se apodere delas. O município que é o responsável pela política de saneamento no seu território, então precisam cobrar, porque se ficar de fora inviabiliza o acesso aos recursos federais. O Sinisa é uma ferramenta de planejamento, mas que é obrigatória para que se tenha acesso aos investimentos, então é importante que todos acompanhem o preenchimento e participem do processo”, acrescentou o coordenador-geral.

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Além do módulo de Esgotamento Sanitário e o de Abastecimento de Água, a programação das transmissões segue na quarta-feira (6/5), com uma apresentação sobre gestão municipal, às 10h, no YouTube do Ministério das Cidades. Ainda terão episódios sobre resíduos sólidos urbanos (7/5) e drenagem urbana (8/5).

“Amanhã será feito o módulo que é competência total do município, então é muito importante que prestadores, Tribunais de Contas ou Ministérios Públicos entrem em contato com os municípios da sua competência. É um módulo que todos os municípios devem preencher, porque trata da política municipal de saneamento básico, então vai ter informações importantes”, reforçou Tourinho.

As transmissões ao vivo e abertas ao público geral têm como objetivo tirar dúvidas dos titulares dos serviços, prestadores e entidades responsáveis sobre a coleta do Sinisa. A ideia é qualificar os dados inseridos no sistema, aumentando a confiabilidade das informações e subsidiando a tomada de decisão por parte do poder público.

Confira na íntegra a transmissão sobre o módulo de Esgotamento Sanitário.

Veja também a apresentação sobre Abastecimento de Água.

Acesse a página de acompanhamento da coleta do Sinisa.

Mais informações na página oficial do Sinisa.

Acesse a Central de Conteúdos e as Redes Sociais do Ministério das Cidades

Assessoria Especial de Comunicação Social do Ministério das Cidades
Atendimento à Imprensa
Telefone: (61) 2034-4282
E-mail: [email protected]

Fonte: Ministério das Cidades

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BRASIL

Governo Federal endurece penas para golpes digitais, furto de celulares e estelionato

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Brasília, 5/5/26 – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, na última semana, a Lei nº 15.397. O texto foi publicado no Diário Oficial da União (DOU) na segunda-feira (4) e contou com o apoio dos ministros da Justiça e Segurança Pública (MJSP), Wellington Lima, e das Comunicações, Frederico Siqueira.

A norma altera o Código Penal e estabelece penas mais rígidas para crimes como roubo, furto, receptação, estelionato, receptação de animal e interrupção ou perturbação de serviço telegráfico, telefônico, informático, telemático ou de informação de utilidade pública.

Além disso, a lei aumenta as penas para crimes praticados em ambiente virtual, com uso de celulares e outras tecnologias, como fraudes bancárias, golpes pela internet, inclusive por Pix ou WhatsApp, e uso de “contas laranja” para aplicação de golpes. A medida atualiza a legislação diante da realidade atual.

O secretário de Assuntos Legislativos (SAL) do MJSP, Paulo Modesto, ressalta que, diante do avanço dos crimes digitais, o combate à criminalidade exige leis mais duras e atualizadas. “Ao modernizar o Código Penal e agravar penas para delitos que afetam diretamente a população, garantimos uma resposta mais eficaz, sem abrir mão da coerência e da justiça no sistema penal”, afirma.

Confira as principais mudanças previstas na lei:

• Furto (Artigo 155)

A pena passa a ser de 1 a 6 anos de reclusão e multa. Se o crime ocorrer durante o repouso noturno, há aumento de metade da pena.
Quando praticado contra bens que comprometam o funcionamento de órgãos públicos ou de serviços essenciais, a pena fica entre 2 e 8 anos de reclusão e multa. 

No caso de furto de animais domésticos ou semoventes (gado), ainda que abatidos ou divididos, a pena é fixada em 4 a 10 anos de reclusão e multa. Para subtração de aparelho celular, computador ou dispositivo eletrônico semelhante, a pena passa para 4 a 10 anos de reclusão e multa.

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• Receptação (Artigos 180 e 180-A)

A pena geral fica entre 2 e 6 anos de reclusão e multa. Em casos que envolvam animais domésticos ou de produção, como gado, a pena varia de 3 a 8 anos de reclusão e multa.

• Fraudes eletrônicas e digitais (Artigo 171)

A pena é fixada em 4 a 8 anos de reclusão e multa, incluindo crimes cometidos com uso de dispositivos eletrônicos, conectados ou não à internet, ou por meio de programas maliciosos.

• Latrocínio

A pena para o crime de roubo seguido de morte foi ampliada. O mínimo sobe de 20 para 24 anos, e o máximo permanece em 30 anos de reclusão.

• Estelionato

A pena passa a ser de 1 a 5 anos de reclusão e multa. A lei também passa a abranger, de forma expressa, a prática de “conta laranja”, ao criminalizar quem cede acesso a contas bancárias, de forma gratuita ou remunerada, para viabilizar a movimentação de recursos de origem ilícita.

A íntegra da lei pode ser acessada aqui.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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Sete municípios do Paraná formalizam adesão ao Programa Município Mais Seguro

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Curitiba, 5/5/2026 – Prefeitos, secretários municipais de segurança pública e comandantes de Guardas Municipais de sete cidades paranaenses participaram, nesta terça-feira (5), da cerimônia de adesão ao Programa Município Mais Seguro, iniciativa do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), coordenada pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) e executada pela Diretoria do Sistema Único de Segurança Pública (Dsusp).

A pactuação, realizada na Associação das Empresas da Cidade Industrial de Curitiba (AECIC), em Curitiba (PR), marca o início da entrega de equipamentos e dos ciclos de capacitação. Nesta etapa, o investimento totaliza cerca de R$ 5,6 milhões, destinado à aquisição de 1.275 kits de armas de incapacitação neuromuscular e 2.690 espargidores.

Durante a cerimônia, o coordenador-geral de Governança da Senasp, Márcio Mattos, destacou que o fortalecimento das guardas municipais é o reconhecimento de uma realidade técnica. Segundo ele, a entrega dos equipamentos está condicionada à formação prévia.

“Não são apenas recursos transferidos. São entregas e serviços que mudam as vidas das pessoas. Durante muito tempo, olhava-se de forma quase obtusa para a segurança municipal. Este programa materializa a importância de qualificar a para a prestação de serviços onde a vida acontece”, disse.

Mattos também ressaltou o projeto Escuta Susp, com foco na saúde mental dos agentes.

“Pedir ajuda não é sinal de fraqueza; é um sinal de força. É reconhecer limites, agir com responsabilidade e cuidar de si para continuar cumprindo a própria missão. Ninguém consegue proteger e servir bem se não estiver bem consigo mesmo”, concluiu.

Foto: Ricardo Deverson/Guarda Municipal
Foto: Ricardo Deverson/Guarda Municipal

Segurança pública como chave para o progresso

A prefeita de Ponta Grossa, Elizabeth Schmidt, avaliou que a segurança pública é condição para o desenvolvimento. “Segurança é o que as pessoas mais querem hoje, porque é a chave para o progresso sustentável, a chave para abrir as portas da confiança que as pessoas precisam”, afirmou.

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Ela também destacou o caráter estratégico dos investimentos e afirmou que a segurança não é custo, mas investimento no futuro.

Durante o evento, o secretário de Defesa Social e Trânsito de Curitiba, Rafael Ferreira Vianna, pontuou que a transição para o conceito de “Polícia Municipal” exige planejamento. “É um tema que movimenta os municípios e precisa ser tratado com seriedade para estruturar o futuro das instituições”, enfatizou.

Vianna destacou que não existe passe de mágica para a complexidade do enfrentamento à criminalidade, que envolve diversos fatores e a atuação conjunta entre órgãos.

Fortalecimento institucional e diretrizes da iniciativa

O Programa Município Mais Seguro foi estruturado para fortalecer as capacidades institucionais dos municípios, apoiar ações de prevenção e enfrentamento à violência e qualificar as Guardas Municipais. A iniciativa também prioriza o fortalecimento dos profissionais, com atenção à saúde biopsicossocial, e a articulação entre as instituições nas esferas federal, estadual, distrital e municipal.

Entre as diretrizes, destacam-se o policiamento comunitário, a resolução pacífica de conflitos, o atendimento humanizado, a gestão por resultados, a participação comunitária e o uso diferenciado da força.

Os eixos de atuação abrangem gestão e governança, desenvolvimento de capacidades institucionais, formação profissional e valorização dos agentes. Os municípios aderentes terão acesso a cursos presenciais e integrados, com foco na prevenção da violência e no uso qualificado da força.

Entre essas ações, estão os cursos de Operador de Polícia Comunitária Aplicada; de Atuação nas Patrulhas Maria da Penha; e de capacitação nacional de Operador de Uso Diferenciado da Força.

Investimento e valorização profissional

Com investimento nacional estimado em R$ 170,6 milhões, a iniciativa amplia o acesso a projetos como o de Polícia Comunitária e o de Qualificação da Força.

Entre essas ações, está o Escuta Susp, que oferece atendimento psicológico e psiquiátrico remoto e anônimo aos profissionais da área. A iniciativa integra o Sistema Único de Segurança Pública e busca ampliar a atuação conjunta entre União e municípios, com foco em resultados práticos para a população.

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Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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