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Comitê Executivo do Fonte aprova proposta de plano de trabalho

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O Ministério de Minas e Energia (MME) realizou, nesta segunda-feira (27/4), por meio do Fórum Nacional de Transição Energética (Fonte), a reunião do Comitê Executivo com o objetivo de deliberar sobre diretrizes estratégicas, o plano de trabalho do Fórum e a programação de atividades para o ano de 2026.

Durante o encontro, foram debatidos e encaminhados temas relacionados ao funcionamento do Fórum, em conformidade com as competências estabelecidas para o Comitê Executivo, entre as quais se destacam: a definição de critérios para indicação dos membros do Plenário; a elaboração da pauta das reuniões; a proposição do Plano de Trabalho Anual; a validação da composição das Câmaras Temáticas do Fonte e o encaminhamento de relatório anual de atividades.

Após a deliberação no Comitê Executivo, a proposta do Plano de Trabalho Anual será encaminhada para discussão no Plenário do Fonte, em uma próxima reunião ordinária a ser convocada, ocasião em que ainda poderá receber novas contribuições. A aprovação da composição das Câmaras Temáticas, por sua vez, viabiliza o início das reuniões a partir da primeira semana de maio.

Sobre o Comitê

Coordenado pelo MME, o Comitê Executivo do Fonte é composto por representantes da Casa Civil, da Secretaria-Geral da Presidência da República, do Ministério do Meio Ambiente e do Ministério das Relações Exteriores, tendo o apoio da Secretaria-Executiva do Fonte, da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), da Subsecretaria de Sustentabilidade e da Assessoria de Participação Social e Diversidade do MME, além do apoio da FGV Clima, reforçando o caráter interministerial e transversal das ações voltadas à transição energética no país.

Em janeiro deste ano, foi aprovado o regimento interno, com a previsão de ajustes ao longo do próprio ano. O documento define a estrutura de governança do Fonte, abrangendo as atribuições do Plenário, do Comitê Executivo, da Secretaria-Executiva, das Câmaras Temáticas e dos Grupos de Trabalho. O documento foi construído a partir de ampla consulta aos membros do Fórum e define diretrizes que orientarão a elaboração da Carta de Recomendações, instrumento que subsidiará as decisões estratégicas do Conselho Nacional de Pesquisa Energética (CNPE) no âmbito da transição energética brasileira.

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Política Nacional de Transição Energética

O Fórum Nacional de Transição Energética (Fonte) é um órgão consultivo de caráter permanente, criado no âmbito da Política Nacional de Transição Energética (PNTE) por meio da Resolução CNPE nº 5/2024. Sua missão é promover um debate amplo, inclusivo e democrático sobre os rumos da transição energética no Brasil.

Outro instrumento central da PNTE é o Plano Nacional de Transição Energética (Plante), coordenado pelo MME com apoio da EPE. O plano estabelece diretrizes e ações de longo prazo (30 anos) para alcançar a neutralidade de emissões e fomentar o desenvolvimento sustentável, sendo atualizado periodicamente. É de responsabilidade do MME monitorar sua implementação, com acompanhamento do Fonte e avaliações regulares do CNPE.

Em conjunto, o Plante e o Fonte constituem a base da execução da PNTE, orientando o Brasil na construção de um sistema energético mais sustentável, seguro e inclusivo.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 | Email: [email protected]


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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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Classificação indicativa: principais mudanças no primeiro mês do ECA Digital

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Brasília, 28/4/26 – O primeiro mês de vigência do ECA Digital foi marcado por mudanças na classificação indicativa de plataformas, jogos eletrônicos e programas de televisão. Desde a entrada em vigor do novo eixo de interatividade, previsto na Portaria MJSP nº 1.048/2025 e no Decreto nº 12.880/2026, que regulamenta a Lei nº 15.211/2025, o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), por meio da Secretaria de Direitos Digitais (Sedigi), publicou decisões que elevaram a classificação indicativa de 16 redes sociais e reclassificaram jogos amplamente utilizados por crianças e adolescentes, como RobloxFortnite, Free Fire e Minecraft. 

O objetivo é reforçar o monitoramento de riscos no ambiente digital e estimular que produtos e serviços digitais adotem soluções tecnológicas que os tornem mais seguros para crianças e adolescentes. 

Redes sociais: faixas etárias revisadas 

Diversos países vêm discutindo o banimento de redes sociais antes dos 15 ou 16 anos, a exemplo de França, Espanha, Dinamarca, Noruega, Malásia, Grécia e Indonésia. O ECA Digital não proíbe o acesso a redes sociais antes dessa idade, mas, pelos parâmetros fixados pela Portaria MJSP nº 1.048/2025, os elementos de interatividade presentes na maioria das redes sociais levam à classificação indicativa de 16 anos. Em vários casos, a faixa atribuída foi superior à indicada pelas plataformas. 

Aplicativos como Kwai, TikTok, LinkedIn, Pinterest e Snapchat, que indicavam classificação entre 12 e 14 anos, receberam recomendação de não uso para menores de 16 anos. O WhatsApp e o Messenger, que indicavam 12 anos, foram classificados como não recomendados para menores de 14 anos. O Quora, que também indicava 12 anos, recebeu a classificação mais restritiva: não recomendado para menores de 18 anos.

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Rede Social    |    Pretendida    |     Atribuída 

Kwai                         14 anos                16 anos 

TikTok                      14 anos                16 anos 

Instagram                16 anos                16 anos 

LinkedIn                  12 anos                16 anos 

WhatsApp               12 anos                14 anos 

X (Twitter)                18 anos                18 anos 

Pinterest                 12 anos                16 anos 

Messenger              12 anos               14 anos

Threads                  16 anos                16 anos 

Reddit                     18 anos                18 anos 

Discord                   18 anos                18 anos 

Poosting                 18 anos                18 anos 

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Twitch                     18 anos                18 anos 

Snapchat                12 anos                16 anos 

Bluesky                   18 anos                18 anos 

Quora                      12 anos                18 anos 

Os critérios considerados incluem não só conteúdos de teor sexual, drogas, linguagem imprópria e violência, mas também elementos de interatividade, como recomendação algorítmica, interação entre usuários e adultos desconhecidos, publicidade e possibilidade de compras on-line. 

Jogos eletrônicos: revisão de classificação 

A nova legislação também impactou o mercado de jogos eletrônicos. O MJSP revisou a classificação de títulos amplamente consumidos pelo público jovem, como Fortnite e Minecraft, com base nos critérios adotados. 

Decisões da Coordenação-Geral de Classificação Indicativa elevaram para não recomendados para menores de 18 anos (NR18) jogos como NBA 2K26, WWE 2K26 e EA Sports FC 26, devido à presença de loot boxes — mecanismos de recompensa baseados em sorteio aleatório, vedados para esse público pelo ECA Digital. 

Estudos científicos têm demonstrado que o acesso a caixas de recompensa na infância e na adolescência é fator de risco para comportamentos de jogo compulsivo na idade adulta. 

Os jogos RobloxFortnite e Free Fire foram classificados como não recomendados para menores de 16 anos (NR16), por apresentarem mecanismos de engajamento contínuo e sistemas de recomendação algorítmica. Já MLB The Show 25 e MLB The Show 26 receberam a classificação não recomendada para menores de 14 anos (NR14), em razão da presença de compras nos jogos. O Minecraft também teve a classificação (livre) alterada, passando a ser não recomendado para menores de 14 anos.  

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O secretário nacional de Direitos Digitais, Victor Oliveira Fernandes, destacou que a mera existência de controles parentais não altera a classificação: 

“Esses mecanismos fortalecem a proteção, mas não transformam conteúdo proibido em conteúdo classificável para faixas etárias inferiores. A interdição é determinada por lei, e a classificação indicativa apenas a reconhece formalmente. 

Conteúdo de apostas motiva reclassificação 

No mesmo período, o MJSP publicou a Portaria CGPCIND/DSPRAD/SEDIGI nº 730, de 10 de abril de 2026, que classificou o Big Brother Brasil 26 como não recomendado para menores de 16 anos (NR16), com exibição permitida apenas a partir das 22h na TV aberta. 

A elevação da faixa etária está relacionada à presença de conteúdo e publicidade explícita de apostas nas dinâmicas do programa, que passaram a estruturar provas e partes dos episódios. Embora o programa já tenha finalizado, o critério serve de referência para futuras análises de conteúdos de TV aberta. 

Segundo análise técnica da Coordenação-Geral de Políticas de Classificação Indicativa (CGPCIND), o formato associa apostas à diversão e à competição, o que pode facilitar o acesso e naturalizar jogos de azar. 

 

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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Promulgação do Acordo Provisório de Comércio entre o MERCOSUL e a União Europeia – Nota Conjunta MRE/MDIC/MAPA

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O Presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou hoje (28/04) o Decreto que incorpora o Acordo Provisório de Comércio entre o MERCOSUL e a União Europeia ao ordenamento jurídico brasileiro.

Fruto de mais de 25 anos de negociações, o Acordo é um marco histórico para os dois blocos, que estabelecem, a partir do início de sua aplicação provisória, em 1º de maio, uma das maiores áreas de livre comércio do planeta, composta por 31 países, 720 milhões de pessoas e um PIB combinado que ultrapassa os US$ 22 trilhões.

A ágil promulgação do Acordo MERCOSUL-UE reflete a prioridade dada ao tema pelo Presidente Lula desde o início de seu terceiro mandato. O Acordo beneficiará toda a sociedade brasileira, ao contribuir para a expansão das nossas parcerias globais, o aumento e a diversificação das nossas exportações, a redução de custos para produtores e consumidores e a geração de renda e de novas oportunidades para trabalhadores e empresas.

Acesse o factsheet sobre o Acordo.

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

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