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SAÚDE

Ministério da Saúde avança na construção do edital para desenvolver teste portátil inédito de tuberculose

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O processo de construção do edital para selecionar instituição que desenvolverá um mecanismo portátil de diagnóstico de tuberculose recebeu 24 contribuições de empresas interessadas em participar da primeira Encomenda Tecnologia (Etec) do Ministério da Saúde. Os diálogos foram conduzidos pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde (SCTIE/MS), entre julho e agosto.

As consultas priorizaram a resolução de dúvidas e obtenção de colaborações dos potenciais fornecedores sobre a viabilidade técnica dos requisitos propostos e a viabilidade operacional dos prazos e etapas de desenvolvimento da Etec.

“Entendemos que houve uma mobilização significativa de instituições brasileiras e internacionais, o que demonstra o engajamento do mercado-alvo para atuar em conjunto e superar um desafio da saúde pública”, avaliou o diretor do Departamento do Complexo Econômico-Industrial da Saúde da SCTIE/MS, Igor Bueno.

A maior parte das manifestações (15) foi recebida por meio do questionário eletrônico enviado por e-mail para as entidades que participaram da audiência pública de escuta de mercado, promovida no dia 8 de julho.  As demais (09) resultaram de reuniões virtuais realizadas com instituições nacionais e estrangeiras.

Em comum, as organizações participantes possuem experiência de atuação nos segmentos de diagnóstico clínico, biotecnologia e testes laboratoriais, com destaque para a produção de testes rápidos e exames moleculares.

As considerações colhidas vão integrar um relatório final com divulgação prevista para este mês. Já o lançamento do edital de chamamento público deverá ocorrer em outubro, e a assinatura do contrato está programada para dezembro próximo.

A Etec

Diferentemente das licitações convencionais, que possibilitam à aquisição de bens prontos no mercado, como computadores, a Etec é aplicada para superar desafios complexos por meio de soluções inéditas. Nesse modelo, o poder público apresenta a demanda e financia a pesquisa e o desenvolvimento da tecnologia para abastecer o Sistema Único de Saúde (SUS).

Leia mais:  Dia D de vacinação contra 20 doenças acontece neste sábado (22) em Tocantins

Priscila Leite
Roberta Paola
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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SAÚDE

Brasil completa 10 anos sem raiva humana transmitida por cães e reforça vacinação antirrábica na fronteira

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O Brasil completa, em 2026, dez anos sem registrar casos de raiva humana transmitida pelas variantes de cães (AgV1 e AgV2). Para reforçar a prevenção e o controle da doença, especialmente nas áreas de fronteira, o Ministério da Saúde realiza neste sábado (22) a abertura simultânea da Campanha de Vacinação Antirrábica Canina e Felina na Fronteira, com mobilizações no Acre, em Rondônia, no Mato Grosso do Sul e na Bolívia, reunindo representantes do Brasil, da Bolívia e do Peru.

Para apoiar a campanha, o Ministério da Saúde disponibilizou vacinas antirrábicas para cães e gatos e materiais para as ações de vacinação nos três municípios brasileiros, além de apoiar atividades na Bolívia e no Peru. Foram fornecidos equipamentos como caixas térmicas, termômetros, cambões, cordas e focinheiras, utilizados para garantir a conservação adequada das vacinas e a segurança dos profissionais e dos animais.

“Essa ação fortalece a vigilância integrada da raiva e a vacinação de cães e gatos em regiões de fronteira, onde a circulação de pessoas e animais entre diferentes países exige ações coordenadas de prevenção e controle”, explica o diretor do Departamento de Doenças Transmissíveis (DEDT), Francisco Edilson Ferreira.

CIRCULAÇÃO DO VÍRUS

Apesar de o país não registrar casos de raiva humana transmitida pelas variantes caninas há uma década, o vírus continua circulando entre animais silvestres, principalmente morcegos, primatas e raposas.

O cenário reforça a importância de manter a vacinação de cães e gatos, a vigilância de animais suspeitos e, principalmente, a procura rápida por atendimento de saúde após situações de risco.

Entre 2016 e 2026, foram confirmados 37 casos de raiva humana no Brasil, todos associados a variantes silvestres. Os morcegos estiveram envolvidos em 22 casos. Também houve registros relacionados a primatas (7), felinos infectados com variante de morcego (4), raposas (2), cão infectado com variante de morcego (1) e bovino infectado com variante de morcego (1).

Leia mais:  Dia D de vacinação contra 20 doenças acontece neste sábado (22) no Rio Grande do Norte

TRATAMENTO NO SUS

A raiva é uma doença viral grave, com alta taxa de letalidade o início dos sintomas. Em caso de mordida, arranhão ou contato de risco com a saliva de mamíferos, a orientação é procurar imediatamente um serviço de saúde, mesmo que o ferimento pareça pequeno.

Após avaliação, o profissional de saúde indicará, quando necessário, a profilaxia antirrábica, que pode incluir vacina e soro ou imunoglobulina. Também é importante evitar o contato com morcegos e outros animais silvestres encontrados mortos ou com comportamento incomum. A profilaxia antirrábica humana é oferecida gratuitamente pelo 

Suellen Siqueira
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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SAÚDE

População de Goianápolis (GO) é atendida por carreta de saúde da mulher do Ministério da Saúde; veja como funciona

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Pacientes do SUS que aguardam serviços especializados em saúde da mulher em Goianápolis (GO) e região estão sendo atendidas por uma carreta do Ministério da Saúde. Estruturada com equipamentos e equipe multiprofissional, a unidade oferta serviços para diagnóstico precoce de câncer de mama e do colo do útero.

Os serviços fazem parte do programa Agora Tem Especialistas, criado pela Lei nº 15.233/2025, e oferecem consultas, procedimentos, exames e demais ações em atenção especializada à saúde.

Na unidade móvel, são ofertadas mamografias, ultrassonografias pélvicas e transvaginais, biópsias e consultas com especialistas, que interpretam os exames e direcionam a paciente para as próximas fases de cuidado. Em funcionamento de segunda a sexta-feira, pode realizar até 50 atendimentos por dia.

Além do município, pacientes de outras nove cidades também poderão ser encaminhados para atendimento pelas secretarias municipais de saúde: Abadiânia, Alexânia, Anápolis, Campo Limpo, Gameleira, Corumbá de Goiás, Cocalzinho, Pirenópolis, Teresópolis de Goiás.

O diretor de Programa da Secretaria Executiva do Ministério da Saúde, Nilton Pereira Júnior, e o superintendente do Ministério da Saúde em Goiás, Lucas Vasconcellos, visitaram as instalações da carreta de saúde da mulher, que está no município.

“É um esforço do Ministério da Saúde para levar serviços especializados para mais perto das pessoas, reduzir o deslocamento das pacientes, que antes precisavam realizar esses exames em outras cidades, e diminuir o tempo de espera e as filas por consultas, exames e cirurgias em todo o estado de Goiás”, pontuou.

Mais acesso à saúde

Dezoito municípios já foram atendidos no estado pelas carretas do Ministério da Saúde, ofertando serviços especializados em saúde da mulher, exames de imagem e oftalmologia. Ao todo, 6 mil pessoas foram atendidas e 14 mil procedimentos foram realizados.

Leia mais:  População de Santo Antônio de Jesus (BA) é atendida por carreta de saúde da mulher do Ministério da Saúde; veja como funciona

Para ser atendido

As carretas atendem exclusivamente pacientes que foram pré-agendados e encaminhados para a unidade pela secretaria municipal de saúde. Pessoas que já aguardam os exames pelo SUS podem solicitar encaminhamento indo até uma Unidade Básica de Saúde da cidade.

Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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