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EDUCAÇÃO

Educação em tempo integral proporciona atividades além da sala de aula

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No Dia do Estudante, celebrado nesta terça-feira, 11 de agosto, o Ministério da Educação (MEC) aborda a importância da educação integral em tempo integral. Focada no desenvolvimento pleno dos estudantes, essa modalidade busca não só ampliar o tempo dos alunos na escola, como também aumentar as possibilidades de atividades que vão além das disciplinas tradicionais em sala de aula. Essas unidades de ensino proporcionam práticas que fortalecem as habilidades cognitivas, esportivas, culturais, tecnológicas e socioemocionais, contribuindo para a formação de cidadãos conscientes e responsáveis, preparados para enfrentar os desafios complexos do mundo moderno.

“O número de horas na escola é diretamente proporcional à proficiência e à aprendizagem do estudante”, informou o ministro da Educação, Leonardo Barchini. “Segundo estudos, os alunos da educação integral, normalmente, estudam 20% a mais do que o jovem do ensino comum no decorrer da semana. Então, à medida que os alunos ficam mais expostos a português, matemática, ciência e demais disciplinas, eles apresentarão um rendimento maior e terão acesso a mais conhecimento.”

O MEC desenvolve, em parceria com os entes federados, o Programa Escola em Tempo Integral, que busca fomentar a criação de matrículas em tempo integral — igual ou superior a sete horas diárias ou 35 horas semanais — em todas as etapas e modalidades da educação básica. A medida proporciona a ampliação da jornada de tempo na perspectiva da educação integral, com destaque para o desenvolvimento global. Além disso, o programa prioriza escolas que atendem estudantes em situação de maior vulnerabilidade socioeconômica.

Kauan Almeida, aluno do Centro de Ensino Médio Juscelino Kubitschek, de Brasília (DF), comentou sobre as novas possibilidades abertas pela educação integral. Segundo ele, “a rede proporcionou novas oportunidades por conta dos projetos extracurriculares em horários que vão além do período tradicional. Em relação ao futsal, por exemplo, a escola auxilia muito por fornecer os melhores horários e as condições necessárias para podermos treinar e jogar.”

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Ideb – De acordo com o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) de 2025, em média, as escolas de tempo integral registram desempenho superior ao das escolas com menor tempo de permanência dos estudantes nas três etapas da educação básica. Esse comportamento é observado em todas as regiões do país e evidencia o potencial da ampliação da jornada escolar como estratégia de fortalecimento das oportunidades educacionais. Os dados se apresentam da seguinte forma:

  • Anos iniciais do ensino fundamental: Ideb médio de 6,2 nas escolas de tempo integral, comparado a 6,0 nas de ensino regular;
  • Anos finais do ensino fundamental: Ideb médio de 5,2 nas unidades que ofertam educação em tempo integral contra 4,9 nas demais;
  • Ensino médio: Ideb médio de 4,7 nas escolas com jornada de sete horas diárias ou mais, enquanto as escolas com jornada inferior registraram 4,3.

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações das Secretarias de Educação Profissional e Tecnológica (Setec) e de Educação Básica (SEB)

Fonte: Ministério da Educação

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EDUCAÇÃO

Clique Escola oferece dados e serviços educacionais

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Trocar experiências, conhecer projetos desenvolvidos em outras escolas e compartilhar boas práticas são algumas das possibilidades oferecidas pelo Clique Escola, aplicativo gratuito do Ministério da Educação (MEC). A ferramenta reúne, em um mesmo espaço, funcionalidades voltadas à comunidade escolar e informações que podem ser consultadas por qualquer cidadão interessado. 

Um dos recursos disponíveis é o Feed de Projetos, um espaço para compartilhar propostas educacionais. As iniciativas publicadas podem ser visualizadas e curtidas pelos integrantes da comunidade do Clique Escola, permitindo conhecer experiências realizadas em diferentes escolas. 

Na plataforma, é possível acessar os cursos de formação do Ambiente Virtual de Aprendizagem do MEC (AVAMEC) e conferir uma página com notícias da educação. Outra possibilidade é o grupo de aprendizagem colaborativa, que conecta diretores de todo o Brasil para a troca de experiências e boas práticas. O espaço busca aproximar profissionais que atuam na gestão escolar e facilitar o compartilhamento de conhecimentos entre eles.  

O Clique Escola também funciona como um canal de comunicação com as instituições de ensino. Por meio dele, podem ser encaminhadas mensagens às comunidades escolares de todo o país com informações sobre as ações do MEC, o cumprimento e o encerramento de prazos e os cursos de formação disponíveis para profissionais da educação, por exemplo. 

Como acessar Gestores educacionais, conselheiros escolares, diretores, professores, estudantes, pais e responsáveis podem utilizar o aplicativo. A ferramenta também está disponível para qualquer cidadão interessado em consultar informações sobre escolas e projetos. 

Para começar, basta abrir a loja de aplicativos do celular, pesquisar por Clique Escola e fazer o download. Diretores podem fazer login com a conta Gov.br para acessar funcionalidades exclusivas e alimentar a plataforma. 

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O aplicativo possui integração de dados com o PDDE Interativo, o que permite identificar os gestores das unidades escolares e liberar o acesso às funcionalidades específicas destinadas a eles. 

Informações educacionaisAlém dos espaços de troca, o Clique Escola permite consultar informações educacionais, financeiras e de infraestrutura das escolas. Estão disponíveis dados como o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), o Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb), a taxa de distorção idade-série e as taxas de rendimento. 

Na área de dados financeiros, a atualização mais recente do aplicativo passou a notificar diretores sobre pendências relacionadas à gestão dos recursos. Entre os alertas estão situações como mandato vencido do dirigente da unidade executora e pendências na prestação de contas. 

Outra funcionalidade é Escolas Próximas, que permite ao usuário consultar informações sobre instituições de ensino localizadas nas proximidades. Entre os dados disponíveis estão indicadores educacionais, taxas de aprovação e reprovação, taxas de distorção idade-série e informações sobre a infraestrutura das escolas. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Básica (SEB) 

Fonte: Ministério da Educação

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EDUCAÇÃO

MEC cria grupos de trabalho para profissionais das Ifes

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O Ministério da Educação (MEC), por meio da SecretariaExecutiva, instituiu os grupos de trabalho (GTs) Saúde do Trabalhador e Formação Complementar de Pós-Graduação das instituições federais de educação superior (Ifes). O objetivo das iniciativas, formalizadas pelas Portarias nº 706 e 707, de 6 de agosto de 2026, é elaborar subsídios para ações de aprimoramento da saúde dos trabalhadores e dos mecanismos de afastamento dos servidores das Ifes.  

As normas estabelecem os critérios de atuação dos dois grupos. Conforme a Portaria nº 706/2026, relativa ao GT Saúde do Trabalhador, o colegiado terá como competências a definição de metodologia e cronograma de trabalho; a realização de diagnóstico sobre as condições gerais da saúde dos trabalhadores das Ifes; e a elaboração de propostas voltadas à adequação das relações de trabalho das instituições. A duração do grupo será de 90 dias. 

Por sua vez, a Portaria nº 707/2026, voltada ao debate sobre a formação complementar e a pós-graduação, determina a elaboração de propostas voltadas ao aprimoramento das práticas institucionais e dos mecanismos de afastamento dos profissionais, além definir metodologia e cronograma e elaborar as propostas de adequação. Esse grupo terá duração de 60 dias. 

Ambos os GTs serão formados por representantes do MEC; do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes-SN); do Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica (Sinasefe); da Federação de Sindicatos de Professores e Professoras de Instituições Federais de Ensino Superior e de Ensino Básico, Técnico e Tecnológico (Proifes Federação); da Federação de Sindicatos de Trabalhadores Técnico-Administrativos em Instituições de Ensino Superior Públicas do Brasil (Fasubra); da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes); e do Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (Conif). 

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O tempo de atuação dos dois colegiados poderá ser prorrogado por igual período. Ao final dos trabalhos, cada GT deverá encaminhar o relatório final à Secretaria-Executiva do MEC. 

 

Assessoria de Comunicação Social do MEC 

Fonte: Ministério da Educação

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