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EDUCAÇÃO

Consulta de formação continuada de professores acaba amanhã (21)

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O Ministério da Educação (MEC) recebe até sexta-feira, 21 de agosto, as respostas à consulta pública sobre a formação continuada de professores. O objetivo da iniciativa, que é realizada em parceria com o Conselho Nacional de Educação (CNE), é embasar o estabelecimento das Diretrizes Nacionais para a Formação Continuada de Professores da Educação Básica na perspectiva do Desenvolvimento Profissional Docente (FC-DPD). Para enviar sugestões, opiniões e análises, basta acessar o formulário disponível na plataforma Brasil Participativo.

O conjunto dos marcos legais e normativos que regem a educação brasileira, aliado às evidências produzidas por pesquisas educacionais e às demandas das redes públicas e privadas de ensino, demonstra a necessidade da criação dessas diretrizes, que colocarão o desenvolvimento profissional dos professores como posição central nas políticas educacionais brasileiras, devido a sua relação com a qualidade do ensino e das aprendizagens dos estudantes. 

As diretrizes terão o objetivo de orientar a formulação, a implementação e a avaliação das políticas de formação continuada, oferecendo princípios e referenciais nacionais que fortaleçam a valorização docente, respeitem a diversidade dos sistemas de ensino e promovam a melhoria da qualidade da educação básica. Assim, as diretrizes buscam: 

  • Fortalecer a valorização e o desenvolvimento profissional dos professores; 
  • Promover a articulação entre formação continuada, carreira e condições de trabalho; 
  • Orientar os sistemas de ensino e as instituições formadoras na organização de políticas permanentes de desenvolvimento profissional; 
  • Estimular a criação de ambientes institucionais favoráveis à aprendizagem profissional colaborativa; e 
  • Contribuir para a melhoria do direito à aprendizagem dos alunos e para a redução das desigualdades educacionais. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações do CNE

Fonte: Ministério da Educação

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EDUCAÇÃO

MEC oferece curso gratuito de segurança digital a educadores

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O crescimento do uso de celulares, redes sociais, plataformas digitais e ferramentas de inteligência artificial entre crianças e adolescentes amplia a necessidade de orientar os estudantes quanto à participação segura, ética e responsável no ambiente digital. Com o objetivo de apoiar os educadores nessa missão, está disponível a segunda edição do curso Segurança e Cidadania Digital em Sala de Aula, fruto de uma parceria entre o Ministério da Educação (MEC) e a SaferNet Brasil, com apoio do Governo do Reino Unido e da Meta.  

Gratuita e totalmente on-line, a formação está disponível no Ambiente Virtual de Aprendizagem do Ministério da Educação (Avamec) e surge como uma opção para professores da educação básica que buscam estratégias práticas para abordar o tema com suas turmas. 

A iniciativa visa capacitar profissionais da educação para mediar os principais dilemas vivenciados pelos alunos no mundo conectado, indo além do aspecto técnico e focando no letramento digital, ético e cidadão. Ao longo do percurso formativo, o participante explora temas essenciais para a rotina escolar moderna, como o impacto do tempo de tela na saúde mental e no bem-estar, a prevenção ao cyberbullying e ao discurso de ódio, a proteção de dados pessoais sob a ótica da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) e as noções de segurança e privacidade.  

Curso – A formação também dedica espaço para a educação midiática, capacitando os docentes a trabalharem o combate às fake news, a checagem de fatos e o uso consciente da inteligência artificial em sala de aula, tudo fundamentado nas diretrizes da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) da Computação. Além da base teórica, são disponibilizados cadernos pedagógicos e referências de planos de aula que podem ser adaptados para aplicação no ensino fundamental e no ensino médio. 

Com carga horária de 40 horas e formato autoinstrucional, no qual o cursista pode realizar as atividades no seu próprio ritmo, a formação é voltada para professores, gestores escolares, coordenadores pedagógicos e demais educadores da rede pública ou privada.  

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A coordenadora-geral de Educação Digital do MEC, Ana Dal Fabro, destaca que essa é uma formação útil para o dia a dia dos professores em sala de aula, por ser bem completa, tratando também de cidadania digital e educação midiática. 

Ao concluir as etapas solicitadas, o participante recebe um certificado oficial emitido pelo MEC em parceria com a SaferNet Brasil, válido para progressão funcional. Para se inscrever, basta acessar a plataforma Avamec, realizar o login, buscar pelo título do curso oferecido pela SaferNet Brasil e confirmar a inscrição. Em seguida, o estudante poderá iniciar as aulas. 

Como se inscrever: 

  1. Acesse o portal da plataforma Avamec
  1. Faça seu login ou crie uma conta; 
  1. Busque pelo curso “Segurança e Cidadania Digital em Sala de Aula – 2ª Edição” (instituição: SaferNet Brasil); 
  1. Clique em “Inscrever-se” e inicie as atividades imediatamente. 

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 Ouça a matéria:

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Básica (SEB) 

Fonte: Ministério da Educação

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EDUCAÇÃO

Prilei: veja requisitos para concorrer às bolsas

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Profissionais que não possuem curso superior ou que têm graduação em área diferente daquela em que atuam ou que tiveram bom desempenho no Exame Nacional de Ensino Médio (Enem) podem concorrer a bolsas integrais de licenciatura pelo Programa Institucional de Fomento e Indução da Inovação da Formação Inicial e Continuada de Professores com ênfase na Educação Integral (Prilei) do Ministério da Educação (MEC). As oportunidades são ofertadas em universidades federais, estaduais e privadas sem fins lucrativos e que atuam em rede, cabendo a elas definirem as vagas e regras de seleção mediante editais próprios.

O Prilei tem como objetivo a oferta de cursos de licenciaturas que articulem teoria e prática a partir do estabelecimento de parcerias com as redes públicas de ensino, com enfoque na educação integral. Para participar, o programa exige que os candidatos assumam o compromisso de fazer um ano de residência docente na rede pública de ensino durante a formação. Ao longo da residência docente, no último ano do curso, os estudantes são contemplados com uma bolsa no valor de R$ 750.

Já as instituições de ensino devem apresentar um projeto institucional que assegure comprometimento com as propostas pedagógicas das licenciaturas à Base Nacional Curricular Comum (BNCC). Além disso, as unidades devem:

  • Ofertar pós-graduação stricto sensu em educação ou interdisciplinar com nota igual ou superior a quatro na avaliação da Capes;
  • Possuir docentes com atuação concomitante na pós-graduação e na pedagogia ou nas licenciaturas;
  • Demonstrar comprometimento com redes de ensino visando o desenvolvimento da atuação prática (residência docente/estágio, disciplinas práticas) dos licenciandos; 
  • Ser participante do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (Pibid) ou possuir programa próprio de incentivo à formação docente;  
  • As IES contempladas formarão centros de excelência em formação inicial em cada região do país e deverão contemplar pelo menos uma IES de cada segmento (universidade federal).
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Para aderir ao Prilei, as instituições privadas de educação superior devem acessar o Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec).

Prilei – Criado pela Portaria nº 505/2024, o programa presta apoio técnico e financeiro, em caráter suplementar, às instituições de ensino superior para cursos de licenciatura e de formação continuada. O programa tem como finalidade a formação de professores da educação básica que não possuem curso superior ou que têm graduação em área diferente daquela em que atuam, além de profissionais que buscam formação em licenciatura.

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Básica (SEB)

Fonte: Ministério da Educação

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