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AGRONEGÓCIOS

Economia do mar no centro das discussões em Itajaí (SC)

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O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) participou, nesta quarta-feira (24/06), da Expomar 2026, realizada em Itajaí (SC). Esse é um dos principais eventos voltados à economia do mar, à pesca, à inovação e ao desenvolvimento sustentável do setor pesqueiro brasileiro.

A exposição reúne representantes do setor pesqueiro, da indústria, da aquicultura, da pesquisa e inovação, de instituições públicas e privadas. Nos últimos anos, consolidou-se como um dos principais fóruns nacionais para discussão dos desafios e oportunidades da economia do mar no Brasil.

“A participação do Ministério na Expomar integra a estratégia de aproximação com os diferentes segmentos do setor, fortalecendo o diálogo com produtores, pesquisadores, empresas, entidades representativas e gestores públicos. O evento constitui um importante espaço para a construção de parcerias, o intercâmbio de experiências e a apresentação de soluções voltadas ao crescimento sustentável da economia do mar”, destacou o secretário nacional de Pesca Industrial, Amadora e Esportiva, Carlos Mello.

O MPA integrou o painel “Importância da Produção de Proteína Marinha na Conservação Global”. O encontro reuniu especialistas internacionais para discutir o papel estratégico da pesca na segurança alimentar, na conservação dos recursos pesqueiros e na promoção de sistemas produtivos cada vez mais sustentáveis.

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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AGRONEGÓCIOS

Ministro André de Paula visita obras da UFN III e participa de anúncio de retomada da construção da unidade no MS

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O ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, participa, nesta quinta-feira (25/6), do anúncio de retomada das obras da Unidade de Fertilizantes Nitrogenados (UFN-III), em Três Lagoas (MS), ao lado do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva.

Na ocasião, a Petrobras também assina contratos com empresas vencedoras das licitações para finalização da construção da fábrica. Além da presidente da Petrobras, Magda Chambriard, estarão presentes o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, e outras autoridades.

Com investimentos de mais de R$ 5 bilhões e apoio do Novo PAC, o começo dos trabalhos ocorre ainda neste mês, marcando a retomada de um empreendimento 100% Petrobras. As obras devem gerar cerca de 8 mil postos de trabalhos diretos e indiretos, com o início das operações previsto para 2029.

CREDENCIAMENTO – Os profissionais de imprensa interessados nesta cobertura devem acessar o sistema de credenciamento da Presidência da República. Os profissionais com a credencial anual também devem informar a participação na visita.

SERVIÇO

Visita à Unidade de Fertilizantes Nitrogenados III (UFN-III) e anúncio da retomada das obras da unidade

Data: quinta-feira, 25 de junho
Horário: 9h (horário local)
Local: Unidade de Fertilizantes Nitrogenados III (UFN-III) – Rodovia BR-158, s/n, km 25, Jardim Santa Lourdes, Três Lagoas (MS)

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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AGRONEGÓCIOS

Aprosoja-MT diz como evitar problemas legais após incêndios nas lavouras

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Com a chegada do período mais seco do ano, os incêndios em áreas rurais voltam a figurar entre as maiores ameaças ao agronegócio em Mato Grosso. Mais do que combater as chamas, o produtor precisa estar atento à segurança jurídica: em muitos casos, o agricultor que já foi vitimado pelo fogo acaba sofrendo questionamentos e investigações indevidas sobre a origem das ocorrências.

A recomendação central da Aprosoja-MT é a profissionalização da resposta imediata ao sinistro. A percepção de que o produtor seria o causador das queimadas é um equívoco que custa caro, alerta Nathan Belusso, vice-coordenador da Comissão de Sustentabilidade da entidade. “Na prática, o produtor está entre os maiores prejudicados, já que o fogo compromete a fertilidade do solo, reduz a produtividade e coloca em risco lavouras, máquinas, animais e pessoas”, afirma.

Para se resguardar, a orientação técnica é clara e não admite improvisos. Assim que o foco é controlado, o produtor deve registrar um Boletim de Ocorrência (BO) detalhando data, hora e circunstâncias do início do fogo. A formalização em cartório, por meio de uma ata notarial, é considerada um diferencial jurídico, pois documenta com fé pública a situação da propriedade imediatamente após a passagem das chamas.

O delegado coordenador do Núcleo Vale do Guaporé, Yuri Nunes Cervo, que enfrentou um grande incêndio em sua própria fazenda em 2020, destaca que o registro detalhado é a única forma de provar que a propriedade foi alvo e não a fonte do desastre. “Além dos danos imediatos, o fogo destrói anos de investimentos em conservação do solo, afetando a matéria orgânica, a microbiota e a capacidade de retenção de umidade, fatores essenciais para a produtividade agrícola”, diz Cervo. Ele reforça que, durante o combate, todo registro — seja por fotos, vídeos ou depoimentos das equipes de brigada — deve ser centralizado para compor o dossiê de defesa.

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A estratégia de defesa começa muito antes da primeira chama. O treinamento de brigadas próprias e o investimento em equipamentos de combate — como reservatórios, bombas costais e aceiros bem planejados — fazem parte da gestão de risco nas propriedades mato-grossenses. A integração rápida com o Corpo de Bombeiros e vizinhos de área também é um ponto de controle que, além de conter a propagação, demonstra a boa-fé e o empenho do produtor em proteger o ecossistema.

A entidade reforça que, neste período de estiagem, a documentação é o braço direito do agricultor. Manter os protocolos das autoridades atualizados e o histórico da propriedade organizado não é apenas burocracia, mas a garantia de que o patrimônio e a reputação do produtor estarão protegidos contra eventuais acusações infundadas.

Fonte: Pensar Agro

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