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TURISMO

Salão do Turismo é a celebração da diversidade, da cultura e do potencial do Brasil’, diz Gustavo Feliciano ao ‘Bom dia, Ministro’

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O ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, participou nesta terça-feira (5) do programa “Bom Dia, Ministro”, iniciativa coordenada pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom) em parceria com a Empresa Brasil de Comunicação (EBC).

O programa promove entrevistas ao vivo com ministros de Estado e permite que radialistas de todas as regiões do país façam perguntas, ampliando o acesso à informação e fortalecendo o diálogo com a população brasileira.

Durante a entrevista, o ministro destacou a realização da 10ª edição do Salão do Turismo, que acontece entre os dias 7 e 9 de maio, no Centro de Eventos do Ceará, em Fortaleza. É a primeira vez que o evento será realizado no Nordeste.

“Será uma grande celebração da diversidade, da cultura e do potencial turístico do nosso país, reunindo todos os atores do setor em um só espaço”, disse. 

O evento, que é a maior vitrine do setor no país, reunirá toda a cadeia produtiva em um ambiente estratégico de promoção dos destinos nacionais, articulação e geração de negócios.

Os 26 estados e o Distrito Federal estarão representados, mostrando o que o país tem de melhor. A programação é intensa e oferece atividades tanto para o público em geral quanto para empresários, gestores públicos, técnicos, estudantes, pesquisadores e representantes de entidades e associações envolvidas com o setor.

  • Confira a entrevista completa AQUI.

O ministro também destacou que o evento será palco de palestras, oficinas e mesas-redondas, que irão debater o desenvolvimento e o futuro do turismo, abordando temas estratégicos como: infraestrutura e investimentos públicos e privados, acessibilidade e inclusão, sustentabilidade, meio ambiente, crédito, economia criativa, inovação digital, inteligência artificial, uso de novas tecnologias, gastronomia, destinos ligados aos povos originários e turismo LGBTQIA+.

Empregos

Durante a entrevista, Feliciano celebrou os bons números registrados pelo turismo brasileiro neste início de ano. Citou, por exemplo, os 86 mil empregos criados no setor em um ano (de março de 2025 a março de 2026).

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“Os dados mostram a importância da atividade turística para a geração de renda, inclusão produtiva e melhoria da qualidade de vida de milhões de brasileiros”, afirmou.

Atualmente, o setor é responsável por 5% da força de trabalho do país, com mais de 2,4 milhões de trabalhadores.

Fungetur

O ministro falou também sobre o Fundo Geral do Turismo (Fungetur), uma linha de crédito do Ministério do Turismo (MTur), destinada a empresas do setor.

“O Fungetur, além de ter essa visão econômica de desenvolver o turismo, também tem um lado social muito importante, permitindo apoiar empreendedores em momentos difíceis e fortalecer políticas públicas de inclusão”, destacou o ministro. 

O Fundo oferece também condições especiais de crédito para empresas do setor turístico, localizadas em municípios com situação de emergência ou estado de calamidade pública reconhecidos pelo Governo Federal.

Festas juninas

Outro destaque da entrevista foram as festas juninas e o crescimento do turismo cultural no Nordeste. Gustavo Feliciano ressaltou a importância econômica das celebrações para a região e afirmou que o governo trabalha para ampliar os investimentos no setor.

“O São João é uma das festas culturais mais fortes do Brasil e movimenta a economia de centenas de municípios nordestinos. Estamos trabalhando para fazer investimentos recordes e fortalecer ainda mais essa tradição. Eu costumo dizer que o São João é o ‘segundo carnaval do Brasil’, dada a sua importância para a cultura, a economia e o turismo”, disse.

Durante a entrevista, o ministro também comentou o trabalho de promoção internacional feito para atrair turistas estrangeiros aos festejos juninos brasileiros, especialmente argentinos.

Segundo ele, ações promovidas pelo MTur, em parceria com a Embratur, têm ampliado o interesse do público internacional pelas festas tradicionais do Nordeste.

“O argentino já era apaixonado pelo Carnaval brasileiro e agora está descobrindo o São João. Levamos essa experiência cultural para Buenos Aires e o interesse tem crescido muito”, explicou Feliciano. 

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Em março deste ano, o Ministério do Turismo, em uma iniciativa inédita, levou uma tradicional quadrilha junina ao Obelisco, um dos pontos turísticos mais emblemáticos da capital argentina, transformando o cartão-postal da cidade em um cenário de cores, música e cultura brasileira.

Mercado chinês

O ministro destacou ainda o potencial de regiões como Pantanal, Bonito, Foz do Iguaçu e a Amazônia para atrair turistas chineses interessados em experiências ligadas à natureza.

“O turista chinês tem grande interesse por destinos de natureza e observação de aves. Por isso, estamos reforçando a promoção internacional desses destinos estratégicos do Brasil”, afirmou.

Recentemente, o MTur divulgou o resultado de um chamamento público aberto para o cadastramento de agências de turismo interessadas em atuar no planejamento e na recepção de turistas chineses no Brasil. Ao todo, 325 empresas aderiram ao edital. 

Recordes

Gustavo Feliciano destacou, ainda, o grande momento vivido pelo turismo brasileiro, que vem registrando recordes sucessivos em diferentes áreas.

O turismo de negócios registrou crescimento no faturamento em março (R$ 1,47 bilhão) e no primeiro trimestre (R$ 3,57 bilhões). Já os gastos de turistas estrangeiros também registraram crescimento no mês passado (R$ 4,62 bilhões) e nos três primeiros meses do ano (R$ 16 bilhões).

O número de passageiros em voos domésticos foi o maior da história para um primeiro trimestre: 25 milhões. Março também registrou recorde, com 8 milhões de pessoas viajando internamente. Os registros de chegadas de turistas internacionais também foram recordes: em março (1,05 milhão) e no primeiro trimestre (3,74 milhões).

Ao comentar os resultados positivos do setor, o ministro reforçou a estratégia do Governo Federal de ampliar o turismo em todas as regiões do país.

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“O nosso grande desafio é levar o turismo para todos os cantos do Brasil, descentralizando investimentos e criando oportunidades para que o desenvolvimento chegue a cada região do Brasil”, afirmou. 

Ao encerrar a participação no programa, ele reforçou o otimismo com o cenário atual do setor e o impacto positivo do turismo na vida da população brasileira.

“Do lado do povo brasileiro o turismo tem vivido o seu melhor momento. E espero que continue assim”, finalizou.

 Por Zeca Moreira
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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TURISMO

Do doce de cacto ao tucupi negro: Salão do Turismo transforma Fortaleza em uma viagem pelos sabores do Brasil

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Quem visitou o Salão do Turismo, em Fortaleza, conseguiu viajar pelo Brasil sem sair do Centro de Eventos do Ceará. Bastava seguir o cheiro do café do Espírito Santo, experimentar um doce de cacto da Paraíba, provar uma geleia de torresmo de Santa Catarina ou descobrir aromas amazônicos no estande do Amapá. Ao longo dos três dias de evento, a gastronomia virou uma das principais experiências do Salão.

Realizado pelo Ministério do Turismo (MTur), pela primeira vez no Nordeste, o evento reuniu os 26 estados e o Distrito Federal em uma programação que conectou turismo, cultura, artesanato e sabores regionais.

Sabores com histórias

No estande da Paraíba, um dos produtos que mais despertou curiosidade foi o doce de palma, preparado a partir do cacto usado tradicionalmente na alimentação animal no sertão. Na culinária local, o ingrediente ganhou coco e virou sobremesa típica.

“É algo surpreendente pra quem prova pela primeira vez”, contou José Orlando, interlocutor de turismo de São José de Princesa. O município também apresentou trilhas, restaurantes típicos e experiências ligadas ao turismo rural e quilombola.

No espaço do Amapá, a proposta foi apresentar a chamada “culinária do meio do mundo”, marcada por ingredientes amazônicos e técnicas tradicionais da região. Entre os destaques estavam sobremesas feitas com cumaru, conhecido como a “baunilha da Amazônia”, além de pratos elaborados com tucupi negro, peixes regionais e castanha-do-brasil.

“A floresta nos dá aromas, sabores e cores únicos. A gente trabalha com produtos da região e valoriza técnicas locais”, explicou Sandro Belo, presidente da Abrasel, no Amapá.

Já Santa Catarina apostou em produtos típicos do Vale Europeu, como bala de banana, geleias artesanais, salames italianos e até uma geleia feita à base de torresmo moído, tradição ligada à imigração europeia e à agricultura familiar do estado.

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Vitrine nacional para pequenos produtores

No Armazém da Agricultura Familiar, pequenos produtores, de diferentes regiões do país, apresentaram doces, pimentas, queijos, molhos artesanais, cachaças e produtos típicos do Cerrado e do sertão nordestino.

Do Ceará, Katiuce Guerreiro levou produtos de um grupo que trabalha com turismo de base comunitária e sítios arqueológicos. “Quando a gente participa de um evento desse tamanho, o produto deixa de ser conhecido só localmente e passa a ter visibilidade nacional”, afirmou.

Já a Cooperativa Floryá, de Goiás, chamou atenção por causa dos sabores do Cerrado, como molhos artesanais, pastas de baru, mel de flor de laranjeira, cachaças e produtos feitos a partir de ingredientes típicos da região. 

A história das produtoras também se destacou: formada exclusivamente por mulheres, a iniciativa nasceu durante a pandemia, quando agricultoras da região passaram a enfrentar dificuldades para comercializar os alimentos.

“A gente começou com um delivery de cestas básicas porque tinha produção parada e famílias passando necessidade. Depois, as mulheres perceberam que podiam produzir, vender e conquistar independência financeira”, contou Ana Caroline, gerente de projetos de inclusão da cooperativa.

Salão do Turismo

Realizado pela primeira vez no Nordeste, em Fortaleza, o 10º Salão do Turismo reuniu representantes dos 26 estados e do Distrito Federal em uma programação voltada à promoção de destinos, experiências e negócios. Ao longo de três dias, o evento promoveu palestras, rodadas de negócios, apresentações culturais, espaços gastronômicos e exposições de artesanato, além de debates sobre inovação, sustentabilidade, conectividade aérea, turismo de base comunitária e estratégias para o setor. 

A edição também marcou o fortalecimento das políticas de incentivo ao turismo interno e da integração entre poder público, iniciativa privada e comunidades locais, reforçando o papel do turismo como motor de desenvolvimento econômico, geração de emprego e valorização da diversidade brasileira.

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Por Natália Moraes
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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TURISMO

Da periferia de Osasco (SP) para o mundo: recordista do Guinness diz, no Salão do Turismo, que Brasil ‘é a bola da vez’

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“Saí da periferia de Osasco só com uma mochila, um celular e um sonho: visitar todos os países do mundo!”. Com essa história de superação e empreendedorismo, o recordista mundial Robson Jesus inspirou o público do Salão do Turismo, em Fortaleza (CE), a maior vitrine do setor no Brasil.

Neste sábado (9), Robson compartilhou suas experiências no evento, organizado pelo Ministério do Turismo e acontece pela primeira vez no Nordeste. Ele percorreu os 196 países no menor tempo já registrado, tendo completado a jornada em 2 anos e 42 dias. Robson começou a viagem na Tailândia e terminou no Brasil, com o objetivo de inspirar pessoas de origens humildes.

No painel “Turismo na Prática”, o influencer detalhou como transformou sua jornada pelo planeta em um negócio lucrativo – ganhando seu primeiro milhão com conteúdo digital – e cravou que a América do Sul, liderada pelo Brasil, está prestes a se tornar o próximo grande polo do turismo global.

“Ninguém acreditava! Comecei a vender tudo o que eu tinha na minha casa. Vendi geladeira, vendi fogão, vendi moto. Minha mãe achava que eu estava louco [risos]. Juntei quase R$ 90 mil. Era tudo o que eu tinha na vida. Noventa mil para uma viagem orçada em R$ 500 mil. Parei, pensei: ‘beleza!’ Agora só faltam R$ 410 mil. Vamos lá!”, contou Robson.

O recorde oficial foi confirmado em outubro de 2024, após análise minuciosa da organização do Guinness Book (o “Livro dos Recordes”). Robson nasceu em Osasco e superou uma infância difícil para realizar o sonho de viajar. Ele visitou 35 nações americanas, 49 europeias, 54 africanas, 44 asiáticas e 14 na Oceania.

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Ele relatou que a viagem começou bem difícil, mas que depois foi conseguindo ganhar dinheiro com conteúdo digital.

“Dividia hostel com 20 pessoas. Comi bastante fast food para economizar. Mas depois de dez meses, já tinha feito meu primeiro milhão de reais. Só com celular. Comecei a criar conteúdo na internet, a fazer vídeos. Passei a receber diversos convites de empresas”, comentou.

Robson disse que, dos 196 países percorridos, três se destacaram: Tailândia (pelas belezas naturais), Japão (por conta da cultura) e Vietnã (por causa da culinária).

Turismo de experiência

Robson falou também que o que mais o encanta é o chamado “turismo de experiência”.

“Aquele país, aquela cidade que oferece mais que o destino proporciona, se destaca. As pessoas estão em busca de uma experiência inesquecível. Uma culinária surpreendente, uma natureza exuberante, uma cultura pulsante e viva. Tudo ajuda a transformar o roteiro. Eu já visitei muitas cavernas, dormi numa casa na árvore… As pessoas querem ter boas histórias para contar”, apontou.

Ele também disse ter gostado da experiência vivida no Salão do Turismo, em Fortaleza. “Foi um prazer muito grande estar aqui, fomentando o turismo, discutindo melhorias para o setor. Participei de alguns debates e foi muito produtivo. A gente vê que o turismo no Brasil vem crescendo, alcançando importantes números, e isso é bom pra todos”, declarou.

‘A vez do Brasil’

Robson disse ainda apostar que o Brasil assumirá um protagonismo ainda maior no cenário turístico global. “Acho que teve aquele hype da Europa, de ir pra França, Inglaterra, Portugal. Aí tivemos o boom da Ásia. Todo mundo querendo ir para a Tailândia, todo mundo querendo ir para Bali, Indonésia. Na minha opinião, nos próximos cinco anos, a América do Sul vai estar na rota do mundo e o Brasil vai liderar isso. Temos um potencial enorme, de muitos destinos ligados às belezas naturais e culturais. Chegou a nossa vez”, finalizou.

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Por João Pedrini

Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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