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Pernambuco acelera transformação do transporte público com 100 ônibus elétricos

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O transporte público da Região Metropolitana do Recife vai ganhar um reforço importante rumo a uma mobilidade mais moderna e sustentável. O Governo de Pernambuco lançou o edital de licitação, nesta sexta-feira (22), para a aquisição de 100 ônibus elétricos destinados ao Sistema de Transporte Metropolitano da Região Metropolitana do Recife (RMR). A iniciativa conta com apoio financeiro e técnico do Governo Federal, por meio do Novo PAC, com investimento de R$ 320 milhões.

A licitação, conduzida pelo governo estadual, prevê a compra dos ônibus elétricos e da infraestrutura necessária para a operação, incluindo sistemas de recarga e equipamentos complementares.

Além da ampliação da frota, a iniciativa representa um passo importante para a modernização do transporte público e para o fortalecimento da eletromobilidade no país, estimulando soluções mais eficientes e sustentáveis para as cidades brasileiras.

A licitação dos 100 ônibus elétricos integra um conjunto de investimentos ligados à desestatização do metrô do Recife, para requalificação do sistema ferroviário. Incluindo recuperação de vias, melhorias em estações e reforço da frota de trens, visando garantir a continuidade e elevar a qualidade do transporte.

Os ônibus elétricos oferecem benefícios que vão além da renovação da frota. Com menor emissão de poluentes e redução do ruído urbano, os veículos contribuem para a melhoria da qualidade do ar, ajudam na agenda climática e proporcionam mais conforto aos passageiros.

A iniciativa reforça a atuação do Governo Federal em parceria com estados e municípios para ampliar investimentos em transporte público, promovendo sistemas mais modernos, sustentáveis e capazes de melhorar a qualidade de vida da população.

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Fonte: Ministério das Cidades

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BRASIL

Nova política do audiovisual brasileiro é debatida por ministro do MDIC

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O ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa, participou nesta segunda-feira (25/5), no Rio de Janeiro (RJ), de encontro sobre a nova política de incentivo para o Audiovisual Brasileiro. O evento organizado pela Federação da Industria e comercio do Audiovisual (FICA) reuniu representantes do setor produtivo, instituições de fomento e integrantes do governo federal para discutir medidas estruturantes voltadas ao fortalecimento da indústria audiovisual no país.

Durante o encontro, Márcio Elias Rosa reforçou que o governo federal trabalha na construção de uma política estruturante para fortalecer a cadeia audiovisual brasileira.

“O audiovisual não é apenas cultura. É também indústria, geração de emprego, inovação, exportação e desenvolvimento econômico. O presidente Lula compreende a importância estratégica dessa cadeia produtiva e criou condições para que o Brasil tenha uma política estruturante para o setor, com crédito, financiamento, exportação, combate à pirataria e fortalecimento da produção nacional”, afirmou o ministro do MDIC.

Márcio Elias Rosa destacou que a política está alinhada às diretrizes da Nova Indústria Brasil (NIB) e está sendo construída em diálogo com diferentes segmentos da cadeia produtiva.

“O Brasil precisa de uma indústria moderna, inovadora, sustentável e capaz de disputar mercados internacionais. O audiovisual faz parte dessa transformação e precisa ser tratado como atividade econômica estratégica para o desenvolvimento nacional”, concluiu.

Participaram do encontro a presidente da Federação da Indústria e Comércio do Audiovisual (FICA), Walkiria Barbosa, e o secretário de Desenvolvimento Industrial, Inovação, Comércio e Serviços do MDIC, Uallace Moreira Lima, e o presidente da ABDI, Olavo Neto.

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

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BRASIL

Ministro Márcio Elias Rosa defende política de longo prazo e apresenta dados da NIB na Firjan

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Em cerimônia de celebração do Dia da Indústria, nesta segunda-feira (25/05), o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Márcio Elias Rosa, defendeu a necessidade de o Brasil consolidar uma política industrial de longo prazo que transcenda mandatos governamentais.

No evento realizado na Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), o ministro destacou a resiliência do setor privado e apresentou um balanço da Nova Indústria Brasil (NIB), política que já disponibilizou R$ 713 bilhões em recursos até 2026, dos quais R$ 653 bilhões já foram contratados, somando mais de 428 mil projetos financiados em todo o país.

“Não tem data certa para fazer o certo, todo dia é dia. A atividade industrial é absolutamente essencial. Se ela não for cuidada e zelada, gera prejuízos, às vezes, irreparáveis sob a forma de gap tecnológico, perda de competitividade e produtividade”, alertou. “E o Brasil só retomou a atividade industrial crescente, positiva, com a NIB”, afirmou Márcio Elias Rosa.

Nova Indústria Brasil

Diferentemente de modelos do passado, a NIB, explicou o ministro, foca no desenvolvimento de cadeias produtivas estruturadas em torno de seis missões essenciais. Ele ressaltou que o engajamento do setor produtivo nas seis missões reflete os créditos disponibilizados pelo governo federal para impulsionar a indústria brasileira.

Além disso, ele citou outros programas lançados pelo MDIC que impulsionaram o investimento privado. É o caso do Mover (Mobilidade Verde e Sustentável), em que a concessão de R$ 19 bilhões em créditos tributários gerou R$ 190 bilhões em investimentos anunciados pelos setores automotivo e de autopeças. O ministro também destacou o programa de Depreciação Acelerada, para renovação do parque fabril.

De acordo com Márcio Elias Rosa, a NIB tem reflexo em vários indicadores econômicos, como o crescimento da produção industrial na casa dos 5%; o emprego em alta, com uma das menores taxas de desemprego da história, 5,1%; e recorde histórico das exportações por três anos consecutivos.

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Acordos Internacionais

O cenário de comércio exterior teve destaque no discurso. Márcio Elias Rosa celebrou a entrada em vigor, no dia 1º de maio, do acordo comercial Mercosul-União Europeia e confirmou ainda o avanço de tratativas para o acordo com a EFTA, Singapura e a proximidade de um acordo entre Mercosul e Canadá.

Para proteger o mercado nacional de instabilidades externas e barreiras tarifárias internacionais, o governo federal implementou duas frentes de socorro financeiro. O Brasil Soberano 1, com R$ 30 bilhões, foi criado para amparar mais de 600 empresas exportadoras afetadas por sobretaxas severas do mercado norte-americano. Já o Brasil Soberano 2, lançado neste ano, disponibilizou R$ 15 bilhões, em linha emergencial foi destinada a mitigar os impactos logísticos e de custos decorrentes dos recentes conflitos no Oriente Médio e gargalos no Estreito de Ormuz.

“Desindustrializar é fácil. Agora, promover a reindustrialização exige decisão política, dinheiro, planejamento de longo prazo e a certeza de que o setor privado e o setor público precisam caminhar juntos”, concluiu Márcio Elias Rosa, reforçando o compromisso do governo federal com o desenvolvimento da indústria nacional.

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

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