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Prefeitura de Sinop aplica mais de 200 imunizantes em vacinação itinerante no Nico Baracat

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A Prefeitura de Sinop, por meio da Secretaria de Saúde, realizou mais uma edição da vacinação itinerante no último sábado (25), desta vez no Residencial Nico Baracat. Além da aplicação dos imunizantes, a equipe também realizou a atualização cadastral e a pesagem das crianças, uma das etapas exigidas para a manutenção do Programa Bolsa Família.

Ao todo, foram atendidos 168 munícipes, moradores do Nico Baracat e de bairros próximos. A equipe ficou disponível das 8h às 15h30 e, ao final da ação, contabilizou a aplicação de 219 vacinas em crianças, adolescentes, adultos e idosos.

Moradora do Nico Baracat, Leni Massai levou seu filho de 13 anos para atualizar a carteira vacinal e falou sobre a importância da imunização. “É bom a gente manter a vacina em dia, porque previne doenças e mantém a saúde dos nossos filhos em dia, sempre saudáveis. Por isso, sempre mantenho a vacina em dia”, destacou.

Leni ainda comentou sobre a facilidade de ter essa vacinação perto de casa. “Aqui facilita bastante, porque é muito longe para ficar se locomovendo. Muitas vezes as pessoas não têm condições de ir, então é bom, e aqui sempre tem essa campanha no Nico Baracat. Aqui tem muitas famílias, bastante crianças, e é bom manter essa vacina em dia. A Prefeitura está de parabéns, vindo para cá e fazendo essa campanha”, declarou.

João Breganó, coordenador de imunização, falou sobre a finalidade das ações itinerantes. “É uma opção que a gente disponibiliza para a população, de levar o serviço mais próximo da população, ofertando o serviço em locais de difícil acesso, como no Nico Baracat. Pelo menos uma vez por mês a gente executa essa ação ali”, apontou.

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Conforme destacou a técnica de enfermagem Carina Gouveia, no local foram disponibilizadas todas as vacinas constantes no calendário do Plano Nacional de Imunização (PNI). “Temos disponíveis todas as vacinas do calendário nacional, das crianças, dos jovens, dos adultos e dos idosos, inclusive a vacina contra a gripe Influenza, que é a vacina da campanha atual. Por enquanto, a vacina Influenza está disponível somente para os grupos prioritários”, informou.

A Prefeitura segue realizando ações itinerantes de vacinação em todos os finais de semana, em diversas regiões da cidade. A orientação é para que os moradores levem documentos pessoais, cartão do SUS e caderneta de vacinação.

Cobertura vacinal

Ao nascer

Dados do painel de vacinação, com informações lançadas até 1º de março de 2025, apontam que o município supera a meta estipulada para vacinação nessa faixa etária. Para BCG, o município atinge 115,8% e, para hepatite B, 107,5%.

Menores de 12 meses

Para febre amarela, a cobertura atinge 111,7%; pólio injetável (VIP), 113,8%; pneumo 10, 110,7%; meningo C, 110,4%; penta (DTP/hepatite B/Hib), 114,5%; e rotavírus, 107,5%.

12 meses

Para o imunizante contra hepatite A infantil, o município alcança, neste momento, 102,4% de cobertura. Para DTP (1º reforço), 101,8%; tríplice viral (1ª dose), 109,4%; pneumo 10 (1º reforço), 111,7%; pólio injetável, 103,2%; varicela, 105,2%; tríplice viral (2ª dose), 86,9%; e meningocócica ACWY (1º reforço), 116%.

Fonte: Assessoria de Comunicação
Autor: Weslley Mtchaell

Fonte: Prefeitura de Sinop – MT

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Prefeitura de Sinop promove oficina para construção do plano de enfrentamento da hanseníase

Publicado

A Prefeitura de Sinop, por meio da Secretaria de Saúde, promoveu na manhã desta terça-feira (28) uma oficina voltada à construção do plano de enfrentamento da hanseníase. A ação foi organizada pelo Centro de Referência em Hanseníase e Tuberculose de Sinop (CRMHTB) e reuniu profissionais da saúde do município e da região. Com o tema “Hanseníase: que política municipal queremos construir?”, o encontro teve como objetivo discutir estratégias de prevenção, diagnóstico, tratamento e acompanhamento dos pacientes.

A oficina buscou ampliar o debate sobre políticas públicas voltadas ao enfrentamento da doença e também contou com a participação de representantes de movimentos sociais, assistência social, educação e sociedade civil organizada. Durante o encontro, os participantes apresentaram propostas e metas de curto, médio e longo prazo para fortalecer a rede municipal de atendimento.

O secretário municipal de Saúde, Érico Stevan, falou sobre a importância da oficina e o compromisso da gestão municipal com a humanização dos serviços de saúde. “Estamos discutindo um plano para tratar e enfrentar a hanseníase no nosso município. Sinop, por ser um polo e ter toda a estrutura necessária, realiza essa busca ativa dos pacientes e trabalha para melhorar o atendimento e os serviços prestados. Agora, com a construção desse plano, queremos chegar ainda mais perto do paciente, ouvir a sociedade organizada, os profissionais da área e toda a população de Sinop para entender o que está acontecendo. Essa construção vai ao encontro de um dos pilares da saúde municipal, que é oferecer um atendimento mais humanizado e mais próximo das pessoas”, afirmou.

O coordenador do Centro de Referência em Hanseníase e Tuberculose de Sinop (CRMHTB), Márcio de Souza, explicou que o município mantém atenção constante sobre a doença e destacou os objetivos da oficina. “Sinop se destaca há muitos anos no número de casos de hanseníase. Isso não é diferente do cenário estadual e nacional. O objetivo hoje foi reunir diversos segmentos, não apenas da saúde, mas também de outras representações sociais, movimentos sociais, assistência social e educação, para discutir um plano de enfrentamento da doença. Propusemos melhorias relacionadas ao diagnóstico, acompanhamento e desfecho do tratamento junto à população acometida”, disse.

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O coordenador também detalhou os encaminhamentos construídos durante o encontro. “Aqui foram construídas ações e metas de curto, médio e longo prazo, além de propostas que envolvem o funcionamento da rede de atenção, as estruturas físicas e os recursos humanos. Discutimos a qualificação do processo de trabalho, a construção de uma rede de enfrentamento e ações que irão contribuir para fortalecer o combate à hanseníase no município”, explicou.

A oficina contou com a presença da diretora nacional do Movimento de Reintegração das Pessoas Atingidas pela Hanseníase (Morhan), Vanessa Wagner, que ressaltou a importância da participação da sociedade civil no enfrentamento da doença. “O Morhan é um movimento social de pessoas atingidas pela hanseníase e possui representantes em todo o Brasil. A sociedade civil tem um papel muito importante em relação às cobranças, à fiscalização, às exigências e às propostas de mudanças na realidade do paciente. Esse é o principal papel do movimento social”, pontuou.

Ela também destacou a necessidade de conscientização sobre a doença e o combate ao preconceito. “Nós temos uma história extremamente pesada em relação à hanseníase. No passado, as pessoas eram isoladas da sociedade por falta de informação sobre a doença e o tratamento. Hoje sabemos que a hanseníase tem cura e que não existe necessidade de isolamento, porque, a partir do início do tratamento, a pessoa deixa de transmitir a doença. É importante que a sociedade saiba disso e compreenda que qualquer pessoa pode desenvolver hanseníase, principalmente em Mato Grosso, que é o estado mais hiperendêmico do país”, alertou.

Sinais de alerta

O médico Francisco Speciane alertou sobre os principais sintomas e explicou como a doença costuma se manifestar. “A hanseníase é uma doença infectocontagiosa transmitida pelo Mycobacterium leprae. Os principais sinais para que as pessoas procurem uma unidade básica de atendimento ou um centro de referência são dores pelo corpo, de maneira generalizada, tanto nos braços quanto nas pernas. Essas dores são contínuas, não se resolvem com medicamentos anti-inflamatórios ou analgésicos e, automaticamente, a pessoa passa a ter formigamento nas mãos e nos pés, além de perda de força, principalmente nas mãos e nos pés, que são as extremidades”, afirmou.

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O médico também detalhou as características mais avançadas da doença e orientou sobre a necessidade de diagnóstico e tratamento. “Ao mesmo tempo, surgem manchas na pele. Essas manchas podem variar desde manchas hipocrômicas claras até manchas um pouco mais escuras, mas com uma característica única: elas perdem a sensibilidade naquele local específico. Então, isso já caracteriza um caso mais avançado da doença, no qual a pessoa, com certeza, tem hanseníase e deve procurar atendimento e diagnóstico nas nossas unidades básicas de saúde ou no nosso centro de referência. Existe todo um fluxo de atendimento para, então, realizar o tratamento, porque a hanseníase tem tratamento e tem cura”, explicou.

Como buscar ajuda

O coordenador do Centro de Referência em Hanseníase e Tuberculose de Sinop (CRMHTB), Márcio de Souza, explicou como funciona a rede municipal de acolhimento aos pacientes. “A nossa porta de entrada principal são as Unidades Básicas de Saúde (UBS). Qualquer cidadão que tenha sinais e sintomas da doença pode procurar uma unidade básica, onde deve ser acolhido, orientado e avaliado em relação à hanseníase. Caso a pessoa deseje buscar mais informações, também pode procurar diretamente o Centro de Referência. O município de Sinop possui, desde 2007, um centro de referência municipal que acolhe não apenas os moradores da cidade, mas também pacientes de toda a região”, disse.

Fonte: Assessoria de Comunicação
Autor: Jhayne Lima

Fonte: Prefeitura de Sinop – MT

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Estado de alerta é encerrado e Vigilância Epidemiológica descarta surto de meningite em Sinop

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A Prefeitura de Sinop, por meio da Secretaria de Saúde e da Vigilância em Saúde e Epidemiologia, descartou surto de meningite bacteriana no município, após cumprir o prazo de monitoramento e contenção de novos casos, estipulado pelo Ministério da Saúde (MS). Nenhum novo caso foi identificado pela secretaria no período, mesmo após rastreamento preventivo em alunos e familiares que tiveram contato direto com as pacientes diagnosticadas com a doença.

O diretor de Vigilância em Saúde e Epidemiologia, Jorge Beviláqua, esclarece que o período utilizado como base para descarte de surto é de 10 dias e leva em consideração evidências epidemiológicas e a biologia da doença. Esse intervalo corresponde ao tempo máximo de incubação da meningite, especialmente na forma meningocócica, que pode variar de 2 a 10 dias após a exposição ao micro-organismo.

“Esse prazo é uma margem de segurança epidemiológica. É nesse período que a pessoa que teve contato com um caso confirmado pode vir a manifestar a doença. Na segunda-feira [27 de abril], cumpriu-se o prazo da primeira paciente e, hoje [28 de abril], o da segunda paciente. Todos os casos que surgirem a partir do 11º dia serão considerados como um novo ciclo, sem relação com os casos já identificados”, explica.

Apesar de o período de 10 dias ter sido concluído sem novos casos confirmados, o monitoramento segue de forma contínua. “A vigilância funciona 24 horas por dia. Qualquer caso suspeito é imediatamente notificado pelas unidades de saúde, pois a meningite é uma doença de notificação compulsória. Isso garante uma resposta rápida e eficaz por parte das equipes”, afirma Beviláqua.

A transmissão da meningite bacteriana ocorre por meio de gotículas respiratórias, como saliva, tosse e espirro, sendo necessário contato próximo e prolongado com a pessoa infectada. Ainda conforme o diretor, após o início do tratamento com antibióticos adequados, o paciente deixa de transmitir a doença em cerca de 24 horas, o que contribui para a rápida interrupção do ciclo de transmissão.

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“Por isso, além do tratamento imediato dos casos confirmados, também realizamos a profilaxia, que é a medicação preventiva, em todas as pessoas que tiveram contato próximo. Essa medida reduz significativamente o risco de novos casos e, em Sinop, o tratamento foi eficaz, pois concluímos o período de alerta sem nenhum novo caso”, detalha.

A Vigilância Epidemiológica esclarece que a meningite não é causada por um único agente. A doença consiste na inflamação das meninges — membranas que envolvem o cérebro — e pode ser provocada por bactérias, vírus, fungos ou, mais raramente, por parasitas. A forma bacteriana é considerada a mais grave, podendo evoluir rapidamente e levar a complicações severas ou até óbito em um curto intervalo de tempo, se não tratada precocemente. Já as meningites virais são mais comuns e, em geral, apresentam quadro mais leve, com baixa taxa de complicações.

A Secretaria orienta que a população permaneça atenta aos principais sintomas, como febre alta, dor de cabeça intensa, rigidez na nuca e vômitos, e procure atendimento médico imediato em caso de suspeita.

As medidas adotadas seguem protocolos do Ministério da Saúde e têm como objetivo principal proteger a população, interromper possíveis cadeias de transmissão e garantir a segurança sanitária em Sinop.

Micro-organismos que podem causar inflamação das meninges

Principais bactérias:

  • Neisseria meningitidis
  • Streptococcus pneumoniae
  • Haemophilus influenzae tipo b
  • Listeria monocytogenes
  • Escherichia coli (principalmente em recém-nascidos)
  • Mycobacterium tuberculosis (meningite tuberculosa)
  • Salmonella (casos raros)

Principais vírus:

  • Enterovírus (mais comum)
  • Vírus herpes simples
  • Vírus da caxumba
  • Vírus do sarampo
  • Vírus varicela-zoster

Principais fungos:

  • Cryptococcus neoformans
  • Candida albicans
  • Histoplasma capsulatum

Exemplos de parasitas:

  • Naegleria fowleri
  • Toxoplasma gondii

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Infectologista da Prefeitura de Sinop explica o que é meningite, sintomas e forma de prevenção
 
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Prefeitura de Sinop reforça protocolo de saúde após confirmação de casos de meningite bacteriana
 

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Fonte: Assessoria de Comunicação
Autor: Roneir Corrêa

Fonte: Prefeitura de Sinop – MT

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