EDUCAÇÃO
MEC inaugura sede própria do Campus Sorocaba do IFSP
Publicado
10 de abril de 2026
O Ministério da Educação (MEC) inaugurou, nesta sexta-feira, 10 de abril, sede própria do Campus Sorocaba do Instituto Federal de São Paulo (IFSP). A obra recebeu investimento total de R$ 23,2 milhões, dos quais R$ 20,6 milhões são provenientes do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC). Durante a visita, o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e o ministro da Educação, Leonardo Barchini, anunciaram investimento extra de R$ 8 milhões, por meio do Novo PAC, para a construção de restaurante estudantil, biblioteca, auditório e quadra poliesportiva no Campus Sorocaba. Ao todo, o IFSP recebe R$ 557 milhões do Novo PAC para melhoria de unidades já existentes e construção de novos campi.
Durante a cerimônia, o presidente Lula reforçou a importância do investimento contínuo em educação para o desenvolvimento do país. “Essa inauguração é um compromisso que eu tinha com o IFSP. Podem ficar certos de que nós vamos continuar investindo em educação o quanto for necessário, porque não existe outra saída para que o Brasil se defina como um país altamente desenvolvido que não seja por meio de investimento na educação.”
Essa escola aqui é uma das melhores do mundo, é um modelo da educação brasileira para o século 21. Vamos continuar trabalhando porque precisamos de mais escolas como essa”. Leonardo Barchini, ministro da Educação.
O ministro Leonardo Barchini ressaltou a qualidade da estrutura entregue e o papel dos institutos federais como referência de ensino público: “Essa escola aqui é uma das melhores do mundo, é um modelo da educação brasileira para o século XXI. Vamos continuar trabalhando porque precisamos de mais escolas como essa, só assim a gente vai conseguir ter uma educação de qualidade e o desenvolvimento do nosso povo”.
Segundo o reitor do IFSP, Silmário Batista dos Santos, a expansão da instituição terá grande impacto na vida da população que vive na região. “Obrigado por nos prestigiar com mais um campus da Rede Federal. Essa escola transforma e faz a diferença na vida de todos nós”.
A nova sede do Campus Sorocaba integra as ações de consolidação do Novo PAC para a Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica e tem 4,6 mil metros quadrados de área construída. Com blocos de salas de aula, pátios internos, bloco administrativo, laboratório do tipo oficina, além de infraestrutura completa de água, esgoto e energia elétrica, o espaço também possui guarita e área externa com estacionamento de 9,7 mil metros quadrados. A obra teve início em julho de 2024.
Antes de ser contemplado com a sede própria, o campus funcionou em espaços cedidos pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e pelo Governo do Estado de São Paulo. Criado pela Portaria MEC nº 378/2016, o Campus Sorocaba registra atualmente 1.872 matrículas e oferta 13 cursos de educação profissional e tecnológica, sendo eles:
- Curso técnico em administração integrado ao ensino médio;
- Curso técnico em eletroeletrônica integrado ao ensino médio;
- Curso técnico em mecânica integrado ao ensino médio;
- Curso técnico em mecânica integrado ao ensino médio;
- Curso técnico em administração concomitante e subsequente ao ensino médio;
- Curso técnico em mecatrônica concomitante e subsequente ao ensino médio;
- Curso superior em tecnologia em energias renováveis;
- Curso superior em tecnologia em recursos humanos;
- Licenciatura em letras português-inglês;
- Licenciatura em pedagogia;
- Pós-graduação em indústria 4.0;
- Pós-graduação em desenvolvimento de pessoas;
- Pós-graduação formação de professores – primeira infância (2º semestre de 2026).
A unidade também oferece cursos de formação inicial e continuada, com cerca de 200 vagas anuais, além de cursinho popular voltado a estudantes da região.
Infraestrutura – A ação de consolidação do Novo PAC, no valor de R$ 1,4 bilhão, é voltada para ampliação e melhoria da infraestrutura de unidades existentes da rede federal, da qual os institutos federais fazem parte. Desse total, mais de R$ 1 bilhão já foi investido em obras estruturantes, tais como a construção de restaurantes estudantis, bibliotecas, blocos de salas de aula, laboratórios, quadras poliesportivas e sedes definitivas para os campi que ainda funcionavam em espaços provisórios.
No caso do IFSP, estão sendo investidos R$ 165,8 milhões para consolidação entre 2023 e 2026. Desse total, R$ 152,5 milhões já foram repassados, incluindo aditivos, com previsão de mais R$ 36,2 milhões.
Ao todo, 34 sedes próprias de campi de institutos federais em todo o país estão sendo contempladas pela ação de consolidação do Novo PAC, com investimento superior a R$ 400 milhões. Dessas unidades, sete pertencem ao IFSP.
Expansão – O Novo PAC também prevê investimentos para ampliar a presença do Instituto Federal de São Paulo no estado. Ao todo, estão sendo destinados R$ 391,2 milhões para a construção de 16 novos campi da instituição, ampliando a oferta de educação profissional e tecnológica pública, gratuita e de qualidade em regiões menos atendidas.
As novas unidades estão sendo implantadas nos municípios de São Paulo (Jardim Ângela, Cidade Tiradentes e Jaçanã), Osasco, Santos, Diadema, Ribeirão Preto, Sumaré, Franco da Rocha, Cotia, Carapicuíba, São Vicente, Mauá, Guarujá, São Bernardo do Campo e Serrana.
As obras estão em diferentes fases de execução. Em Cidade Tiradentes e Ribeirão Preto, por exemplo, já há contratos assinados e obras em andamento. Unidades como Carapicuíba, São Vicente e Guarujá avançam nas etapas de implantação.
No Brasil, são mais de 100 novos campi em processo de implantação pelo Novo PAC.
Atualmente, o IFSP conta com 41 campi e um polo de inovação, ofertando 660 cursos a mais de 67 mil estudantes matriculados. A instituição reúne mais de 2,6 mil docentes e cerca de 2,1 técnicos-administrativos em educação.
Visita – Durante a agenda no campus, o presidente da República e o ministro da Educação também visitaram alguns dos espaços acadêmicos da nova sede, onde conheceram de perto a estrutura destinada às atividades de ensino, pesquisa e extensão. Entre os locais apresentados estão o Laboratório de Mecânica (LAMEC), voltado à prototipagem e ao desenvolvimento tecnológico com equipamentos como impressoras 3D, tornos mecânicos e máquinas CNC; o laboratório de pedagogia (LAPED), dedicado a práticas pedagógicas e tecnologias assistivas; e o laboratório de informática, equipado com 40 computadores utilizados nas atividades acadêmicas dos cursos ofertados no campus.
Nos espaços, também foram apresentados projetos desenvolvidos por estudantes e professores, como o ventilador pulmonar “Inspire”, criado durante a pandemia, além de iniciativas de robótica, mobilidade elétrica e tecnologias voltadas à acessibilidade e inclusão.
Resumo | Mais Educação para São Paulo
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec)
Fonte: Ministério da Educação
EDUCAÇÃO
Jordânia é o 75º país a aderir ao Programa de Estudantes-Convênio
Publicado
17 de abril de 2026
O Ministério da Educação (MEC) recebeu, na quinta-feira, 16 de abril, a visita do embaixador da Jordânia no Brasil, Maen Masadeh em um encontro que formalizou a intenção do país em participar do Programa de Estudantes-Convênio (PEC) e expandir a parceria bilateral nas áreas de educação e no desenvolvimento científico com o Brasil.
Com o pedido, a Jordânia passa a ser 75º país a aderir ao programa de intercâmbio, um dos mais antigos e importantes instrumentos de política externa e de apoio à internacionalização das instituições de educação superior brasileiras. Agora, o MEC irá adequar seus sistemas para permitir o cadastro desses alunos.
A medida aconteceu no âmbito do Acordo de Cooperação em Educação entre os dois países, vigente desde 2008, e possibilita o acesso de estudantes jordanianos às vagas gratuitas em cursos de graduação e pós-graduação brasileiros.
O aumento do intercâmbio acadêmico entre os dois países poderá estimular novas parcerias entre universidades, a exemplo do Memorando de Entendimento existente entre a Universidade de Brasília (UnB) e a Yarmouk University (YU), que prevê a mobilidade de estudantes e professores e a realização de projetos conjuntos.
A representação jordaniana destacou ainda o interesse em promover iniciativas educacionais conjuntas nos temas de mudanças climáticas, ciências da saúde, inteligência artificial e agricultura para regiões áridas e semiáridas, nas quais o Brasil possui reconhecida expertise.
Programa de Estudantes-Convênio – O programa, que completou 60 anos de sua modalidade para a graduação (PEC-G), também contempla alunos de pós-graduação (PEC-PG) e de português como língua estrangeira (PEC-PLE). A iniciativa facilita o acesso das instituições participantes a candidatos estrangeiros ao oferecer a rede de postos do MRE no exterior como ponto de divulgação, de contato e de coleta da documentação dos estudantes interessados. A Portaria Interministerial nº 7/2024 modernizou o programa, a fim de atrair mais estudantes estrangeiros para o Brasil.
O programa teve quase 20 mil alunos beneficiados nos últimos 25 anos. Entre os ex-alunos de maior notoriedade, está o atual presidente de Cabo Verde, José Maria Neves, que estudou administração na Fundação Getúlio Vargas (FGV) nos anos 1980. As inscrições para a edição de 2027 do PEC-G e do PEC-PLE, que selecionará até 1,4 mil candidatos, estão abertas até 9 de maio.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Assessoria de Assuntos Internacionais (AI)
Fonte: Ministério da Educação
Em 19 de abril, Dia dos Povos Indígenas, celebra-se a diversidade cultural, linguística e histórica dessas populações. De acordo com o Censo Demográfico de 2022 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o país abriga 1.654.876 indígenas, pertencentes a 391 povos e falantes de 295 línguas. Essas comunidades são atendidas, segundo o Censo Escolar de 2025, por 3.746 escolas indígenas de educação básica, com 28.163 professores e 290.798 estudantes.
Com políticas voltadas à formação de professores, apoio financeiro às escolas, ampliação do acesso ao ensino superior e investimentos em infraestrutura, o Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi), atua para fortalecer a educação escolar indígena em todo o país. As ações buscam garantir que o direito à educação seja exercido de forma alinhada às culturas, línguas e modos de vida dos povos indígenas, valorizando seus conhecimentos e contribuindo para a construção de um sistema educacional mais diverso e inclusivo.
A pasta também atua para promover a inclusão das histórias e culturas indígenas nos currículos escolares destinados a todos os estudantes brasileiros, conforme estabelece a Lei nº 11.645/2008, reconhecendo que conhecimentos indígenas possuem papel central na construção de respostas para desafios contemporâneos, como a crise climática, e tendo, nas ciências e epistemologias produzidas pelos povos originários, uma fonte para o ensino e a aprendizagem.
Política nacional – Em 2025, a Política Nacional de Educação Escolar Indígena nos Territórios Etnoeducacionais (PNEEI-TEE), criada pela Portaria nº 539/2025, organizou a oferta da educação para esses povos a partir dos territórios etnoeducacionais, respeitando suas especificidades culturais e territoriais.
Entre os objetivos da política estão a implementação de uma governança da educação escolar indígena nos territórios, a ampliação da formação de professores indígenas, o incentivo à produção de materiais didáticos específicos, o fortalecimento da infraestrutura das escolas e a promoção do acesso e permanência de estudantes indígenas na educação básica e no ensino superior.
A rede de governança da política conta com 1.092 bolsistas distribuídos em 52 territórios etnoeducacionais. Cada território possui uma comissão gestora responsável por formular, monitorar e acompanhar a execução de planos de ação voltados ao desenvolvimento da educação escolar indígena.
A iniciativa concretiza deliberações da 1ª Conferência Nacional de Educação Escolar Indígena, realizada em 2009, que estabeleceu a importância da organização da educação a partir das territorialidades indígenas e com participação direta das comunidades na gestão das políticas educacionais.
Investimentos – As políticas do MEC também incluem investimentos em infraestrutura. Como parte do Novo PAC Indígena, foram destinados R$ 35 milhões para a construção de oito escolas na Terra Indígena Yanomami, a maior do Brasil, onde vivem cerca de 30 mil pessoas.
As unidades serão construídas em comunidades localizadas nos estados do Amazonas e de Roraima, com previsão inicial de atendimento de 1.505 estudantes. Os projetos arquitetônicos foram planejados para respeitar as características do território amazônico e as necessidades culturais das comunidades.
A iniciativa busca responder a demandas históricas por melhores condições de ensino nas aldeias, fortalecendo a oferta de uma educação escolar indígena específica, diferenciada, intercultural e bilíngue ou multilíngue.
O Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) em suas modalidades Campo e Água, Sala de Recursos Multifuncional e Territórios Etnoeducacionais destinou R$ 24,5 milhões a escolas indígenas.
Outra iniciativa é o Programa de Apoio à Formação Superior e Licenciaturas Indígenas (Prolind), que financia projetos de formação inicial de professores indígenas em cursos de licenciatura específicos para atuação nas escolas indígenas. Em 2025, foram empenhados R$ 13 milhões para a oferta de 3.033 vagas.
Também voltada à qualificação docente, a Ação Saberes Indígenas na Escola apoia projetos de formação continuada de professores e a produção de materiais didáticos específicos e multilíngues. No último ciclo, foram investidos R$ 14 milhões em projetos desenvolvidos por 51 instituições de ensino superior, com 8.975 vagas ofertadas.
Universidade federal indígena – Outro marco na ampliação do acesso ao ensino superior foi o anúncio da criação da Universidade Federal Indígena (Unind), uma instituição multicampi voltada à formação superior de povos indígenas de todas as regiões do país.
Com sede em Brasília e vinculada aos Ministérios da Educação e dos Povos Indígenas, a universidade terá processos seletivos próprios e um projeto pedagógico orientado pela interculturalidade, pela valorização das línguas indígenas e pelo diálogo entre conhecimentos tradicionais e científicos.
A instituição deverá iniciar suas atividades com dez cursos de graduação e previsão de expansão para até 48, atendendo cerca de 2,8 mil estudantes indígenas nos primeiros quatro anos. As áreas de formação incluem gestão ambiental e territorial, políticas públicas, sustentabilidade socioambiental, saúde, direito, agroecologia, engenharias e formação de professores.
A proposta foi construída a partir de consultas a lideranças e organizações indígenas e de seminários regionais realizados em todo o país, consolidando uma demanda histórica por uma universidade voltada às realidades e necessidades dos povos originários.
Apoio à pesquisa – O fortalecimento da presença indígena também avança na pós-graduação. Em abril de 2026, o MEC, por meio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), instituiu o Programa de Desenvolvimento Acadêmico Indígena (PDAI).
A iniciativa prevê bolsas de mestrado, doutorado e pós-doutorado em instituições de ensino superior e centros de pesquisa, além de apoio à publicação, tradução e organização de repositórios digitais para divulgar produções científicas relacionadas aos conhecimentos indígenas.
O programa também incentiva a formação de professores e pesquisadores indígenas que desejam atuar na pós-graduação, ampliando a participação desses estudantes na produção científica nacional.
Legislação – A Constituição Federal de 1988 consolidou importantes avanços no reconhecimento dos direitos indígenas, incluindo o direito à educação escolar indígena com características próprias. Esse modelo educacional deve ser intercultural, específico, comunitário e bilíngue ou multilíngue, respeitando as línguas, memórias históricas e formas de organização social de cada povo.
Esses princípios foram reafirmados em marcos legais como a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional e as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Escolar Indígena na Educação Básica. As normas orientam a organização de políticas públicas voltadas à valorização das identidades étnicas e ao fortalecimento das culturas indígenas no ambiente escolar.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi)
Fonte: Ministério da Educação
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