EDUCAÇÃO
MEC e FNDE avançam na modernização das prestações de contas
Publicado
20 de abril de 2026
O Ministério da Educação (MEC), por meio do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), tem fortalecido a modernização da análise de prestações de contas dos programas educacionais com foco em inovação, gestão de riscos e maior eficiência no controle dos recursos públicos destinados à educação.
O trabalho começou ainda em 2024, com o levantamento detalhado do estoque de prestações de contas existente no órgão, que acumulava mais de quinze anos de passivo. A partir desse diagnóstico, duas medidas principais foram adotadas.
A primeira foi a automatização da forma como os entes realizam a prestação de contas, permitindo análises mais céleres, por meio da parceria com o Banco do Brasil e da implantação da solução BB Gestão Ágil.
A segunda medida foi o fortalecimento da articulação com o Tribunal de Contas da União (TCU), que resultou na revisão das regras sobre tomada de contas especial e prescrição, formalizada pela Instrução Normativa nº 48, de 27 de novembro de 2024.
Com esses avanços, o FNDE passou a adotar novas frentes de atuação que ampliaram a capacidade de análise, reduziram passivos históricos e fortaleceram os mecanismos de controle e transparência.
Ampliação das análises pelo modelo Malha Fina – O resultado mais expressivo ocorreu com a publicação da Portaria nº 1.146, de 27 de dezembro de 2024, que estabeleceu a segunda aplicação do modelo Malha Fina no FNDE.
A medida reforça o compromisso da autarquia com a gestão de riscos ao aprimorar a identificação de inconsistências nos documentos apresentados pelos gestores públicos, ampliando a capacidade de detectar erros e possíveis fraudes e assegurando a correta aplicação dos recursos destinados à educação.
Nesta segunda aplicação, 101.304 prestações de contas foram homologadas, o que representa mais de 68% do escopo de passivo analisado. O resultado gerou um benefício financeiro de R$ 1.942.656.911,02 aos cofres públicos.
O impacto demonstra a eficiência da ferramenta na recuperação de valores que poderiam ser mal aplicados ou não utilizados adequadamente, fortalecendo a governança e a transparência na execução das políticas públicas educacionais.
Convênios com uso da plataforma Transferegov – Também em 27 de dezembro de 2024, foi publicada a Portaria FNDE nº 1.148/2024, que estabeleceu novos limites de tolerância ao risco por faixas de valor na análise informatizada das prestações de contas de convênios operacionalizados no Transferegov.br até 30 de junho de 2023, conforme previsto na Portaria Conjunta MGI/CGU nº 41/2023.
A medida permite a homologação informatizada de até 161 prestações de contas, de um total de 164 convênios analisados, já que três foram considerados não elegíveis pelas condições metodológicas estabelecidas.
O valor total dos recursos envolvidos soma R$ 133,6 milhões. Desse montante, cerca de 70%, o equivalente a R$ 92,3 milhões, correspondem a 127 convênios das faixas A e B que não apresentaram ocorrências em trilhas de auditoria da CGU e estão habilitados para análise automatizada.
Outros 34 convênios, que totalizam R$ 23,4 milhões, ainda apresentam pendências em trilhas de auditoria, mas poderão ser habilitados posteriormente após a regularização das inconsistências.
A portaria representa mais um avanço no fortalecimento dos mecanismos de controle e na racionalização da análise das prestações de contas no FNDE.
Solução BB Gestão Ágil – Outro importante instrumento de modernização é o BB Gestão Ágil, ferramenta do Banco do Brasil adotada pelo FNDE para simplificar a prestação de contas de repasses da educação, especialmente no Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE), no Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) e no Programa Nacional de Apoio ao Transporte do Escolar (PNATE), conforme previsto na Resolução CD/FNDE nº 7/2024.
A plataforma permite o acompanhamento digital dos recursos, a categorização das despesas e a realização da prestação de contas de forma mais ágil, reduzindo burocracias e facilitando o trabalho dos gestores locais.
Com isso, o processo se torna mais transparente, eficiente e acessível, contribuindo para diminuir erros formais, acelerar análises e fortalecer a regularidade na execução dos programas educacionais.
Como exemplo, no início dos trabalhos, o PNAE contava com cerca de 60 mil prestações de contas pendentes, sendo parte delas com mais de 15 anos de tramitação dentro do órgão, totalizando mais de R$ 40 bilhões distribuídos ao longo desse período.
Com a utilização dessas medidas, além da aplicação da IN TCU nº 48/2024, esse número caiu para 45 mil prestações de contas, com valor estimado em R$ 28 bilhões. Isso significa que, em pouco mais de um ano de trabalho, 25% do passivo foi solucionado, com expectativa de ganhos de escala ainda maiores nos próximos anos.
Cooperação com a CGU e reconhecimento nacional – A modernização das análises de prestação de contas no FNDE teve início em 2020, com a assinatura do Acordo de Cooperação Técnica entre a autarquia e a Controladoria-Geral da União (CGU).
O objetivo da parceria foi desenvolver mecanismos mais eficientes para verificar a correta aplicação dos recursos públicos destinados à educação em todo o país, com base em critérios de gestão de riscos e automação de processos.
A partir desse acordo, foi publicada a Resolução CD/FNDE nº 20/2021, que instituiu oficialmente o modelo Malha Fina no FNDE, com a primeira aplicação efetivada pela Portaria nº 101/2022.
Na ocasião, mais de 60 mil prestações de contas foram homologadas, gerando um benefício financeiro estimado em R$ 800 milhões para a autarquia.
Com a segunda aplicação do modelo, formalizada pela Portaria nº 1.146/2024, os resultados foram ainda mais expressivos. Foram 101.304 prestações de contas homologadas e um benefício financeiro de R$ 1,9 bilhão aos cofres públicos, mais que o dobro do impacto registrado na primeira etapa.
A iniciativa foi reconhecida nacionalmente com o Prêmio de Inovação da Escola Nacional de Administração Pública (Enap), consolidando o FNDE como referência em modernização da gestão pública e no uso de inteligência aplicada ao controle de recursos da educação.
Assessoria de Comunicação Social do MEC e do FNDE
Fonte: Ministério da Educação
EDUCAÇÃO
Jordânia é o 75º país a aderir ao Programa de Estudantes-Convênio
Publicado
17 de abril de 2026
O Ministério da Educação (MEC) recebeu, na quinta-feira, 16 de abril, a visita do embaixador da Jordânia no Brasil, Maen Masadeh em um encontro que formalizou a intenção do país em participar do Programa de Estudantes-Convênio (PEC) e expandir a parceria bilateral nas áreas de educação e no desenvolvimento científico com o Brasil.
Com o pedido, a Jordânia passa a ser 75º país a aderir ao programa de intercâmbio, um dos mais antigos e importantes instrumentos de política externa e de apoio à internacionalização das instituições de educação superior brasileiras. Agora, o MEC irá adequar seus sistemas para permitir o cadastro desses alunos.
A medida aconteceu no âmbito do Acordo de Cooperação em Educação entre os dois países, vigente desde 2008, e possibilita o acesso de estudantes jordanianos às vagas gratuitas em cursos de graduação e pós-graduação brasileiros.
O aumento do intercâmbio acadêmico entre os dois países poderá estimular novas parcerias entre universidades, a exemplo do Memorando de Entendimento existente entre a Universidade de Brasília (UnB) e a Yarmouk University (YU), que prevê a mobilidade de estudantes e professores e a realização de projetos conjuntos.
A representação jordaniana destacou ainda o interesse em promover iniciativas educacionais conjuntas nos temas de mudanças climáticas, ciências da saúde, inteligência artificial e agricultura para regiões áridas e semiáridas, nas quais o Brasil possui reconhecida expertise.
Programa de Estudantes-Convênio – O programa, que completou 60 anos de sua modalidade para a graduação (PEC-G), também contempla alunos de pós-graduação (PEC-PG) e de português como língua estrangeira (PEC-PLE). A iniciativa facilita o acesso das instituições participantes a candidatos estrangeiros ao oferecer a rede de postos do MRE no exterior como ponto de divulgação, de contato e de coleta da documentação dos estudantes interessados. A Portaria Interministerial nº 7/2024 modernizou o programa, a fim de atrair mais estudantes estrangeiros para o Brasil.
O programa teve quase 20 mil alunos beneficiados nos últimos 25 anos. Entre os ex-alunos de maior notoriedade, está o atual presidente de Cabo Verde, José Maria Neves, que estudou administração na Fundação Getúlio Vargas (FGV) nos anos 1980. As inscrições para a edição de 2027 do PEC-G e do PEC-PLE, que selecionará até 1,4 mil candidatos, estão abertas até 9 de maio.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Assessoria de Assuntos Internacionais (AI)
Fonte: Ministério da Educação
Em 19 de abril, Dia dos Povos Indígenas, celebra-se a diversidade cultural, linguística e histórica dessas populações. De acordo com o Censo Demográfico de 2022 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o país abriga 1.654.876 indígenas, pertencentes a 391 povos e falantes de 295 línguas. Essas comunidades são atendidas, segundo o Censo Escolar de 2025, por 3.746 escolas indígenas de educação básica, com 28.163 professores e 290.798 estudantes.
Com políticas voltadas à formação de professores, apoio financeiro às escolas, ampliação do acesso ao ensino superior e investimentos em infraestrutura, o Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi), atua para fortalecer a educação escolar indígena em todo o país. As ações buscam garantir que o direito à educação seja exercido de forma alinhada às culturas, línguas e modos de vida dos povos indígenas, valorizando seus conhecimentos e contribuindo para a construção de um sistema educacional mais diverso e inclusivo.
A pasta também atua para promover a inclusão das histórias e culturas indígenas nos currículos escolares destinados a todos os estudantes brasileiros, conforme estabelece a Lei nº 11.645/2008, reconhecendo que conhecimentos indígenas possuem papel central na construção de respostas para desafios contemporâneos, como a crise climática, e tendo, nas ciências e epistemologias produzidas pelos povos originários, uma fonte para o ensino e a aprendizagem.
Política nacional – Em 2025, a Política Nacional de Educação Escolar Indígena nos Territórios Etnoeducacionais (PNEEI-TEE), criada pela Portaria nº 539/2025, organizou a oferta da educação para esses povos a partir dos territórios etnoeducacionais, respeitando suas especificidades culturais e territoriais.
Entre os objetivos da política estão a implementação de uma governança da educação escolar indígena nos territórios, a ampliação da formação de professores indígenas, o incentivo à produção de materiais didáticos específicos, o fortalecimento da infraestrutura das escolas e a promoção do acesso e permanência de estudantes indígenas na educação básica e no ensino superior.
A rede de governança da política conta com 1.092 bolsistas distribuídos em 52 territórios etnoeducacionais. Cada território possui uma comissão gestora responsável por formular, monitorar e acompanhar a execução de planos de ação voltados ao desenvolvimento da educação escolar indígena.
A iniciativa concretiza deliberações da 1ª Conferência Nacional de Educação Escolar Indígena, realizada em 2009, que estabeleceu a importância da organização da educação a partir das territorialidades indígenas e com participação direta das comunidades na gestão das políticas educacionais.
Investimentos – As políticas do MEC também incluem investimentos em infraestrutura. Como parte do Novo PAC Indígena, foram destinados R$ 35 milhões para a construção de oito escolas na Terra Indígena Yanomami, a maior do Brasil, onde vivem cerca de 30 mil pessoas.
As unidades serão construídas em comunidades localizadas nos estados do Amazonas e de Roraima, com previsão inicial de atendimento de 1.505 estudantes. Os projetos arquitetônicos foram planejados para respeitar as características do território amazônico e as necessidades culturais das comunidades.
A iniciativa busca responder a demandas históricas por melhores condições de ensino nas aldeias, fortalecendo a oferta de uma educação escolar indígena específica, diferenciada, intercultural e bilíngue ou multilíngue.
O Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) em suas modalidades Campo e Água, Sala de Recursos Multifuncional e Territórios Etnoeducacionais destinou R$ 24,5 milhões a escolas indígenas.
Outra iniciativa é o Programa de Apoio à Formação Superior e Licenciaturas Indígenas (Prolind), que financia projetos de formação inicial de professores indígenas em cursos de licenciatura específicos para atuação nas escolas indígenas. Em 2025, foram empenhados R$ 13 milhões para a oferta de 3.033 vagas.
Também voltada à qualificação docente, a Ação Saberes Indígenas na Escola apoia projetos de formação continuada de professores e a produção de materiais didáticos específicos e multilíngues. No último ciclo, foram investidos R$ 14 milhões em projetos desenvolvidos por 51 instituições de ensino superior, com 8.975 vagas ofertadas.
Universidade federal indígena – Outro marco na ampliação do acesso ao ensino superior foi o anúncio da criação da Universidade Federal Indígena (Unind), uma instituição multicampi voltada à formação superior de povos indígenas de todas as regiões do país.
Com sede em Brasília e vinculada aos Ministérios da Educação e dos Povos Indígenas, a universidade terá processos seletivos próprios e um projeto pedagógico orientado pela interculturalidade, pela valorização das línguas indígenas e pelo diálogo entre conhecimentos tradicionais e científicos.
A instituição deverá iniciar suas atividades com dez cursos de graduação e previsão de expansão para até 48, atendendo cerca de 2,8 mil estudantes indígenas nos primeiros quatro anos. As áreas de formação incluem gestão ambiental e territorial, políticas públicas, sustentabilidade socioambiental, saúde, direito, agroecologia, engenharias e formação de professores.
A proposta foi construída a partir de consultas a lideranças e organizações indígenas e de seminários regionais realizados em todo o país, consolidando uma demanda histórica por uma universidade voltada às realidades e necessidades dos povos originários.
Apoio à pesquisa – O fortalecimento da presença indígena também avança na pós-graduação. Em abril de 2026, o MEC, por meio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), instituiu o Programa de Desenvolvimento Acadêmico Indígena (PDAI).
A iniciativa prevê bolsas de mestrado, doutorado e pós-doutorado em instituições de ensino superior e centros de pesquisa, além de apoio à publicação, tradução e organização de repositórios digitais para divulgar produções científicas relacionadas aos conhecimentos indígenas.
O programa também incentiva a formação de professores e pesquisadores indígenas que desejam atuar na pós-graduação, ampliando a participação desses estudantes na produção científica nacional.
Legislação – A Constituição Federal de 1988 consolidou importantes avanços no reconhecimento dos direitos indígenas, incluindo o direito à educação escolar indígena com características próprias. Esse modelo educacional deve ser intercultural, específico, comunitário e bilíngue ou multilíngue, respeitando as línguas, memórias históricas e formas de organização social de cada povo.
Esses princípios foram reafirmados em marcos legais como a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional e as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Escolar Indígena na Educação Básica. As normas orientam a organização de políticas públicas voltadas à valorização das identidades étnicas e ao fortalecimento das culturas indígenas no ambiente escolar.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi)
Fonte: Ministério da Educação
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