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Treze motoristas são presos em duas edições da Operação Lei Seca em Cuiabá

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Treze motoristas foram presos por embriaguez ao volante em duas edições da Operação Lei Seca, realizadas em Cuiabá, na madrugada deste sábado (5.7). As abordagens ocorreram simultaneamente nas Avenidas XV de Novembro e Beira Rio, nos bairros Porto e Grande Terceiro.

Dos 13 presos, quatro associavam o consumo de bebida alcoólica com outros delitos, sendo dois por falta de habilitação (CNH), um por porte de droga e outro por direção perigosa.

No total, 131 testes de alcoolemia foram realizados, 128 veículos foram fiscalizados, entre carros e motocicletas, e 75 autos de infração foram lavrados.

As duas operações, que começaram às 3h e se estenderam até as 5h, resultaram na remoção de 48 veículos, sendo 39 carros e 9 motocicletas.

A Operação Lei Seca é realizada pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), sob a coordenação do Gabinete de Gestão Integrada (GGI). Nesta edição, participaram equipes do Batalhão de Trânsito da Polícia Militar (BPMTran), da Delegacia Especializada em Delitos de Trânsito (Deletran) da Polícia Civil, do Departamento Estadual de Trânsito (Detran), da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), do Corpo de Bombeiros de Mato Grosso (CBMMT), da Polícia Penal, do Sistema Socioeducativo e da Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob).

Implicações

Além da autuação criminal, há a possibilidade de fiança para que o infrator responda em liberdade. A multa inicial para quem dirigir embriagado é de R$ 2,9 mil e pode chegar a R$ 5,8 mil em caso de reincidência.

Outras penalidades, como ausência de CNH e documentação irregular, também elevam os valores, conforme previsão no CTB – Lei nº 9.503/1997.

Fonte: Governo MT – MT

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STJ acolhe recurso do MPMT no caso da chacina de Rondonópolis

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O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) obteve decisão favorável no Superior Tribunal de Justiça (STJ) no âmbito do caso conhecido como a chacina de Rondonópolis (215 quilômetros de Cuiabá), ocorrida em dezembro de 2023. A decisão foi alcançada por meio da atuação do Núcleo de Apoio para Recursos aos Tribunais Superiores (Nare) e restabeleceu a submissão de um dos réus ao Tribunal do Júri, reforçando o entendimento de que os crimes devem ser analisados pelo juiz natural das infrações dolosas contra a vida.O caso teve ampla repercussão após a execução de pessoas em situação de rua na madrugada de 27 de dezembro de 2023, na região central de Rondonópolis. Conforme apurado, os policiais militares Cássio Teixeira Brito e Elder José da Silva, sendo o primeiro soldado da Polícia Militar e o segundo integrante do Batalhão de Operações Especiais (Bope), efetuaram diversos disparos de arma de fogo contra as vítimas enquanto elas dormiam nas imediações do Centro de Referência Especializado para a População em Situação de Rua (Centro POP).Quatro pessoas foram baleadas durante a ação. Odilson de Oliveira, de 41 anos, e Thiago Rodrigues Lopes, de 37 anos, não resistiram aos ferimentos e morreram no local. Já Oziel da Silva, de 35 anos, e William Oliveira, de 25 anos, sobreviveram após serem socorridos.As investigações conduzidas pela Polícia Civil apontaram que os acusados utilizaram uma pistola Glock calibre 9 mm, de uso restrito, pertencente à corporação, e um revólver calibre .38 sem registro. Após os crimes, um dos policiais simulou ter sido ferido durante uma suposta caçada, versão que posteriormente foi descartada no decorrer da apuração. O Ministério Público ofereceu denúncia pelos crimes de homicídio qualificado consumado e tentado, com diversas qualificadoras, além de fraude processual.No curso do processo, o Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) havia decidido, em segunda instância, afastar a pronúncia de um dos acusados. Diante dessa decisão, o Ministério Público de Mato Grosso interpôs recurso especial ao STJ, sustentando que havia elementos probatórios consistentes que indicavam a participação de ambos os réus nos crimes e que eventuais teses defensivas deveriam ser analisadas pelo Conselho de Sentença.Ao julgar o recurso, o ministro relator Joel Ilan Paciornik acolheu os argumentos do Ministério Público e restabeleceu a decisão de pronúncia em relação ao policial que havia sido impronunciado pelo TJMT. O entendimento do STJ reforça que questões como alegação de erro, legítima defesa ou ausência de dolo devem ser submetidas à apreciação do Tribunal do Júri, sem que haja antecipação de juízo de mérito pelo magistrado togado. Com a decisão, ambos os policiais militares voltam a ser submetidos a julgamento pelo Tribunal do Júri pelos crimes relacionados à chacina de Rondonópolis.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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MATO GROSSO

Operações Tolerância Zero e Metrópole Segura reforçam policiamento na Região Metropolitana

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A Polícia Militar de Mato Grosso lançou, na noite desta quinta-feira (9.4), novas edições das Operações Tolerância Zero e Metrópole Segura, em parceria com a Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp). As ações buscam intensificar o policiamento ostensivo nas cidades de Cuiabá e Várzea Grande.

As operações contam com reforço de efetivo para o trabalho ostensivo repressivo, com rondas, barreiras policiais e abordagens de suspeitos. O tenente-coronel Bruno Marcel Tocantins, comandante do 10º Batalhão, área onde a operação foi lançada, explicou que o método de trabalho dos militares ocorre após estudos estratégicos.

“A operação é orientada por análise técnica e emprego racional dos recursos, com base no policiamento, direcionando esforços para as causas e dinâmicas de enfrentamento ao crime, por meio de mapas de calor, possibilitando uma atuação focalizada e eficiente, ajustada à realidade policial”, enfatizou.

A subchefe do Estado-Maior Geral da Polícia Militar de Mato Grosso, coronel Grasielle Paes, também destacou que as operações buscam o combate a todas as modalidades de crime, principalmente a repressão às facções criminosas e a defesa de mulheres vítimas de violência.

“Essa operação marca a continuidade de um trabalho e uma nova visão de integração real do plano operacional, entregando para a população um serviço qualificado. A nossa missão é seguir com a tolerância zero para todos os tipos de crime, desde o combate às facções criminosas, mas também às outras modalidades delituosas, principalmente os crimes em contexto de violência doméstica”, pontuou.

A coronel Grasielle também enfatizou a importância da Polícia Militar para a defesa do cidadão mato-grossense.

“A Polícia Militar é uma instituição que está presente em todos os municípios e muitos distritos e, com certeza, é o nosso trabalho que salva a vida de milhares de mato-grossenses todos os dias. Que Deus continue abençoando a vida e o trabalho de todos nós, que saímos todos os dias de casa para servir e proteger a sociedade do nosso Estado, entregando um melhor policiamento para Mato Grosso”, finalizou.

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As ações contam com o apoio da Cavalaria, da Companhia Independente de Rondas e Ações Intensivas e Ostensivas (Raio), da Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam), do Batalhão de Operações Especiais (Bope), do Batalhão de Trânsito Urbano e Rodoviário (BPMTran), das Forças Táticas do 1º e 2º Comandos Regionais e do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer).

Fonte: Governo MT – MT

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