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POLÍTICA NACIONAL

Davi celebra prêmios recebidos por ações em cidadania, equidade e sustentabilidade

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O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, destacou em pronunciamento no Plenário, nesta terça-feira (10), o reconhecimento nacional conquistado pela Casa por meio de duas iniciativas institucionais. Segundo ele, os prêmios reforçam o compromisso do Senado com valores como cidadania, equidade de gênero e sustentabilidade na gestão pública.

— É com satisfação que comunico duas distinções relevantes concedidas ao Senado Federal na última semana, que reafirmam o compromisso desta Casa com a promoção da cidadania, da equidade e da sustentabilidade institucional — anunciou.

A primeira premiação foi o Prêmio Abel 2025, concedido pela Associação Brasileira das Escolas do Legislativo na categoria Publicação. O Senado foi reconhecido pela “Cartilha da Vereadora”, lançada em março de 2024, durante a presidência de Rodrigo Pacheco. O material, elaborado pelo ILB/Interlegis em parceria com o Comitê de Gênero e Raça e a Procuradoria da Mulher, é voltado ao fortalecimento da atuação de vereadoras — e também de vereadores — na luta contra a violência de gênero e na ampliação da participação feminina na política municipal. A cartilha está alinhada às ações do Tribunal Superior Eleitoral para as eleições de 2024, que buscaram incentivar candidaturas femininas e proteger as cotas de gênero.

O segundo reconhecimento veio com o 1º lugar no 5º Prêmio Conexão Inova, na categoria Ambiental, Social e Governança (ASG/ESG), pelo projeto Oficina de Gestão Pública Sustentável, também do programa Interlegis. A iniciativa promove boas práticas de sustentabilidade em assembleias legislativas e câmaras municipais, e tem sido organizada a partir da demanda de parlamentares, com apoio do Núcleo de Coordenação de Ações de Responsabilidade Social do Senado.

— Essas oficinas vêm ampliando o alcance do reconhecido trabalho que aqui desenvolvemos na área ambiental — ressaltou Alcolumbre.

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Ele ainda fez questão de dividir o reconhecimento com os colegas parlamentares e o ex-presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, que iniciou os projetos. Davi concluiu agradecendo o esforço coletivo que garantiu os prêmios:

— Por isso, e com justificado orgulho, registro mais esse reconhecimento externo ao trabalho desta Casa, colaborativo, que realizamos no Senado da República.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLÍTICA NACIONAL

Comissão aprova campanha nacional sobre doença falciforme

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A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 4177/21, que cria uma campanha permanente de conscientização sobre a doença falciforme.

O texto original, do deputado Ossesio Silva (Republicanos-PE), foi aprovado com emendas do relator, deputado Diego Garcia (Republicanos-PR), que excluiu referências a “prevenção”. Garcia explicou que a condição é genética e passa de pais para filhos, não sendo possível evitá-la com vacinas ou hábitos de saúde. Ele ressaltou que o foco deve ser o diagnóstico precoce e o tratamento adequado.

A proposta segue para o Senado, a menos que haja recurso para análise pelo Plenário da Câmara.

A doença falciforme altera o formato dos glóbulos vermelhos do sangue, que passam a parecer uma foice, dificultando a circulação do oxigênio. Isso causa crises de dores fortes, cansaço, além de pele e olhos amarelados (icterícia).

Segundo Garcia, manter a palavra “prevenção” poderia sugerir que o Estado buscaria evitar o nascimento de pessoas com essa herança genética, o que seria uma forma de discriminação proibida pela Constituição.

“A cautela é necessária para preservar a conformidade do texto com princípios estruturantes da Constituição, como a dignidade da pessoa humana e a proteção à liberdade no planejamento familiar”, disse o relator.

Qualidade de vida
No Brasil, cerca de 60 mil pessoas vivem com a enfermidade, que atinge principalmente a população negra. A nova campanha pretende unificar as informações do SUS para reduzir a mortalidade infantil e melhorar a qualidade de vida dos pacientes.

A campanha será coordenada pelo Ministério da Saúde e deverá ser acessível a todos os públicos, incluindo pessoas com deficiência.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Murilo Souza
Edição – Ana Chalub

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Fonte: Câmara dos Deputados

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POLÍTICA NACIONAL

Comissão aprova documento com QR Code para identificar deficiências ocultas

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A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que institui a Identificação Civil Nacional da Pessoa com Deficiência. O novo documento utiliza tecnologia de QR Code dinâmico para disponibilizar informações atualizadas sobre deficiências, inclusive as ocultas, visando garantir prioridade e segurança em atendimentos e situações de emergência.

A medida altera a Lei da Identificação Civil Nacional (Lei 13.444/17). Conforme o texto, o sistema permitirá que o beneficiário ou responsável atualize dados sobre a condição de saúde em tempo real, facilitando a validação das informações em espaços públicos e privados.

Por recomendação do relator, deputado Alex Manente (Cidadania-SP), foram aprovados o Projeto de Lei 1061/25, do deputado Capitão Alberto Neto (PL-AM), e a emenda adotada na Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência, na forma de substitutivo.

Como foi analisada em caráter conclusivo, a proposta poderá seguir para o Senado, salvo se houver recurso para análise no Plenário da Câmara. Para virar lei, a versão final do texto precisa ser aprovada pelas duas Casas.

Atualização de dados
De acordo com o texto aprovado, o novo documento possui caráter complementar e não substitui a Carteira de Identificação Nacional (CIN). A função da ferramenta é facilitar o acesso a direitos e serviços específicos sem a necessidade de emissão de novos cartões físicos a cada mudança no quadro clínico do paciente.

O texto também prevê que a tecnologia de QR Code dinâmico possa ser substituída por tecnologias análogas ou superiores que venham a surgir. Além da identificação individual, a proposta visa auxiliar o poder público na coleta de dados estatísticos para o aprimoramento de políticas de acessibilidade e inclusão.

Deficiências ocultas
Deficiências ocultas ou invisíveis são condições de saúde que não são percebidas visualmente, como o transtorno do espectro autista (TEA), deficiências intelectuais, doenças renais crônicas ou surdez parcial. A falta de sinais físicos óbvios frequentemente gera barreiras no acesso a atendimentos prioritários já garantidos por lei.

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Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Emanuelle Brasil
Edição – Ana Chalub

Fonte: Câmara dos Deputados

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